COMO FINANCIAR O NOVO NEGÓCIO

      O Plano de Negócios é o principal documento de
estruturação de um projecto empresaria...
A importância desta simulação de empréstimo está justamente na chance de
podermos comparar resultados em diversas institui...
O crédito bancário poderá tomar a forma de crédito directo, caso em que a
instituição bancária coloca fundos à disposição ...
cedidos, podendo assim encurtar o seu prazo de cobrança e, no limite, converter facturas
em vendas a dinheiro.

      Fact...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Trabalho

737 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
737
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Trabalho

  1. 1. COMO FINANCIAR O NOVO NEGÓCIO O Plano de Negócios é o principal documento de estruturação de um projecto empresarial. É a base de apresentação desse projecto a interlocutores externos, com destaque para investidores como a banca, empresas e parceiros, bem como sociedades de capital de risco ou outros investidores. Elaborar um Plano de Negócios força o promotor a reflectir, sistematizar, planear e orçamentar sobre a oportunidade de negócio. Através de uma recolha realista de informação, um Plano de Negócios apresenta e define os objectivos do projecto, quantifica os meios necessários e demonstra as condições de viabilidade e, consequentemente, os riscos envolvidos. Financiamento é uma operação financeira em que a parte financiadora, em geral, uma instituição financeira, fornece recursos para uma outra parte que está a ser financiada, de modo que esta possa executar algum investimento específico previamente acordado. O plano de Financiamento é importante para que se possa avaliar onde se pode ir pedir financiamento e de que forma para concretizar o projecto. Uma empresa tem duas formas de financiar a sua actividade: recorrendo a capitais próprios ou a capitais alheios. Tipicamente, os capitais próprios são aqueles que não tem qualquer contrapartida fixa de remuneração, ou seja: trata-se de capital que pode ou não ser remunerado de acordo com a rendibilidade gerada pela empresa. Os capitais alheios, por seu lado, são aqueles que têm à partida uma remuneração mínima fixada (que pode ser uma taxa fixa ou variável, de acordo com uma taxa de referência de mercado) e que em regra possuem um esquema de reembolso previamente definido. Regra geral, qualquer que seja a fonte de financiamento obrigatóriamente é-nos necessário recorrer a entidades bancárias, é um dos passos mais importantes e recomendados pedirmos simulações em vários bancos, para não haver surpresas posteriores. Podemos fazer esta consulta através da internet ou por telefone, é possível realizar este serviço no site do nosso banco via online ou financeiras especializadas.
  2. 2. A importância desta simulação de empréstimo está justamente na chance de podermos comparar resultados em diversas instituições financeiras antes de poder decidir pela que melhor nos convém e que possua a melhor taxa de juros. A maioria dos bancos já está a oferecer o serviço online de Simulação de Empréstimo. Se for cliente da instituição(conta corrente), melhor ainda, isso reduz muita burocracia e agiliza o empréstimo, como o banco já possuem os dados de quem está solicitando o empréstimo, consegue fazer a aprovação do crédito com rapidez. Os tipos de Financiamento são: Capital Próprio e Capital alheio. E a escolha destes deve ser bastante ponderada, pois implicam grandes responsabilidades. FONTE DE FINANCIAMENTO SÓCIOS / ACCIONISTAS (CAPITAIS PRÓPRIOS) FORNECEDORES; PLANO DE BANCOS; FINANCIAMENTO FONTE DE FINANCIAMENTO LEASING; (CAPITAIS ALHEIOS) FACTORING; EMPRESAS DE CAPITAL DE RISCO; MERCADO DE CAPITAIS; Capitais próprios - Sócios / acionistas: A forma mais óbvia e frequente para financiar um novo negócio é através da utilização de recursos pessoais do empreendedor, pelos menos até ao momento em que ainda não são necessários os financiamentos de terceiros. Os recursos pessoais do empreendedor poderão existir sob várias formas, incluindo poupanças, empréstimos familiares, amigos,terrenos, viatura própria, venda (ou hipoteca) de imóveis, capitais próprios, etc. O empreendedor poderá ainda recorrer a empréstimos em seu nome (eventualmente avalizados por terceiros), de forma a conseguir reunir capital suficiente para iniciar o negócio. Infelizmente, em muitos casos, o empreendedor não tem recursos próprios suficientes para financiar o seu negócio (ou prefere simplesmente partilhar o risco) e tem que recorrer a outras fontes Capitais alheios - Crédito bancário: Operação pela qual uma instituição bancária coloca à disposição de um cliente determinado montante e este se compromete a reembolsar a instituição na data fixada antecipadamente, acrescido dos juros previamente combinados.
  3. 3. O crédito bancário poderá tomar a forma de crédito directo, caso em que a instituição bancária coloca fundos à disposição de empresas e particulares (exemplos: desconto de letras, de livranças e abertura de crédito através de conta corrente ou de empréstimo). Quanto ao crédito bancário indirecto, a instituição bancária desembolsa fundos caso o beneficiário do crédito não assuma os compromissos (exemplos: garantias bancárias, avais ou aceites bancários). Fornecedores - O recurso a capitais alheios implica naturalmente o recurso a entidades financiadoras que nessa qualidade assumam um carácter externo à empresa. Essas entidades podem ser designadamente os fornecedores, (quando concedam empréstimos à empresa), etc. Qualquer que seja a forma do financiamento por capitais alheios, a empresa terá naturalmente de proceder ao pagamento ou amortização das dívidas surgidas. Esta pode ser uma boa oportunidade de financiamento das PME. Há fornecedores que têm programas especiais de crédito para os seus clientes, alguns a pensar, precisamente, no universo das PME, outros a olharem mais para as grandes companhias. Os fornecedores são, por outro lado, fontes de financiamento, mesmo não tendo linhas de crédito. É que os prazos de pagamento podem ser soluções imediatas. Leasing - O "leasing" (aluguer) Vocaciona-se mais para actividades de investimento e é financiado por parte de intermediários financeiros, da aquisição de bens e respectiva cedência em locação, mantendo, no entanto, estes intermediários a propriedade do bem em questão como garantia. É um instrumento de financiamento integral. Utiliza-se, geralmente, para financiar a aquisição de mobiliário de escritório, equipamento informático, de produção de viaturas (leasing mobiliário), e também de instalações para a utilização na actividade empresarial (leasing imobiliário). O leasing pode também ser uma boa solução para empresas que, dispondo de equipamento, necessitam de lançar capital no negócio para fazer face a eventuais necessidades de fundo de maneio Factoring - o "factoring" (Cedência de créditos a uma empresa que trata da sua cobrança). Consiste mais para reforço de tesouraria, ou na tomada, pela empresa de factoring (factor), para fins de administração e cobrança, dos créditos de curto prazo, titulados por facturas, que determinada empresa (aderente) adquire sobre os seus clientes pelo fornecimento de bens e serviços. Na data de vencimento das facturas, os devedores liquidarão, à empresa de factoring, os valores em dívida. A empresa aderente poderá utilizar, antecipadamente, parte dos créditos cedidos à empresa de factoring, normalmente até a um máximo de 80% do valor global dos créditos
  4. 4. cedidos, podendo assim encurtar o seu prazo de cobrança e, no limite, converter facturas em vendas a dinheiro. Factoring: Sistema aperfeiçoado de cobranças de vendas a prazo. Trata-se de uma actividade que assegura o seu financiamento corrente através da tomada de créditos sobre terceiros, substituindo assim o crédito de tesouraria. Através da cessão financeira, o intermediário financeiro (a factor) adquire os créditos a curto prazo que os fornecedores (os aderentes) concedem aos seus clientes (os devedores) e que advém da venda de produtos ou da prestação de serviços. Empresas de capital de risco - O Capital de Risco é um instrumento financeiro que consiste na troca de um determinado valor por uma participação temporária e minoritária de uma Sociedade de Capital de Risco no capital social de uma empresa. Além de não ser uma forma de endividamento, o capital de risco tem ainda a vantagem de criar um novo parceiro para a empresa, isto é, para além de disponibilizar o capital necessário, a Sociedade de Capital contribui com aconselhamento à gestão. As Sociedades de Capital de Risco procuram negócios com grande potencial de crescimento e provas dadas de sucesso no mercado. Para conseguir que uma Sociedade de Capital de Risco invista numa empresa é fundamental ter um Plano de Negócios bem desenvolvido e fundamentado, demonstrar que o investimento tem grande potencial para o curto e médio prazo e ter uma equipa de gestão competente O Capital de Risco é um produto financeiro que assume a forma de uma participação temporária no capital social de uma empresa, concretizada através da aquisição de acções, quotas ou obrigações convertíveis em acções ou através da efectivação de prestações suplementares de capital por uma Sociedade Capital de Risco (SCR) e/ou com recurso a um fundo de capital de risco. Mercado de capitais - A indústria de capital de risco tem dinheiro disponível e o seu principal objectivo não é ficar com a empresa. Ajuda os empresários quando precisam de capital, apoiando-os, também, na elaboração dos planos de negócios. Normalmente, o mercado de capitais só está disponível para empresas com potencial de crescimento ou com um elevado retorno esperado do investimento.

×