Atvidades cpmpp

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Atvidades cpmpp

  1. 1. Ciência para meninos em poemas pequeninos Sugestões de atividades que podem acompanhar a exploração dos poemas. Trata-se de atividades extremamente simples que, por utilizarem materiais ao alcance de qualquer um, podem ser facilmente realizadas não só por professores mas por pais e pelas próprias crianças, devidamente supervisionadas. Também as explicações que acompanham algumas atividades, são explicações muito elementares dado que se destinam a crianças pequenas. Sugere-se a leitura dos livros da coleção “Ciência a Brincar”, edição Bizâncio e Sociedade Portuguesa de Física e os sites http://educa.fc.up.pt/ e http://chc.cienciahoje.uol.com.br/ Poemas Conhecimento que pode explorado Ativi- dades Sugestões de vídeos Sol de Inverno. Despertar Corpos luminosos e iluminados (transparentes e opacos). Rotação e translação da Terra. A1 A2 A3 https://www.youtube.com/watch?v=QrRDgr7rs74 https://www.youtube.com/watch?v=qc1rzryczdw&feature=related http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/opt03.htm http://www.youtube.com/watch?v=-q7U2uDMT6c&feature=related Chuva. Neve. Gotinha de água. Evaporação, condensação, fusão, solidificação, ciclo da água. A4 A5 https://www.youtube.com/watch?v=eu1ZRcfl0BE https://www.youtube.com/watch?v=mTDoKjldlqQ http://escolovar.org/ciencia_nuvem_dentro.do.frasco.htm
  2. 2. https://www.youtube.com/watch?v=G3RAEoOk1PA Trovoada. Eletrização por fricção. A6 https://www.youtube.com/watch?v=1fGWjmxlHC0 http://www.youtube.com/watch?v=u9Uwb12nVz4&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=ny6_5-OgzZs&feature=related Espelho. Caleidoscópi o. Reflexão da luz. Espelhos. Diferença entre sombras e imagens. A7 A8 https://www.youtube.com/watch?v=PQ1Uq_GcNZU&feature=related https://www.youtube.com/watch?v=sdEWuV6pt9E Arco-íris. Poesia. Decomposição da luz. Arco-íris. Recomposição da luz A9 A10 http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=arcoiris.xml https://www.youtube.com/watch?v=4IRB9uX71VU http://www.youtube.com/watch?v=37vPrNagz8M&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=u5Px06cVxfw&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=-q7U2uDMT6c&feature=related Fases da Lua. Lua Lua como corpo iluminado que reenvia luz que recebe do Sol. Rotação e translação da Lua. A11 A12 https://www.youtube.com/watch?v=VHudsHG9Wsg https://www.youtube.com/watch?v=gM0RIZDZ7e8&feature=related https://www.youtube.com/watch?v=urGDGR3N16M&feature=related
  3. 3. Fases da Lua Astronautas. A Terra exerce uma força sobre os corpos que os faz cair ou que os mantém a gravitar à sua volta como acontece com a Lua e com os satélites artificiais. Lançamento de um foguetão A13 A14 https://www.youtube.com/watch?v=vTLKW4SV9bc https://www.youtube.com/watch?v=-uJqYdGucm8 Balão Impulsão no ar. Dilatação A15 https://www.youtube.com/watch?v=HKHd1LTjGtM https://www.youtube.com/watch?v=OjbyqpiNqo8 Bom dia. Rolinha. Pintainho. Avestruz. Características das aves. Influência do tipo de asas e do peso, na forma como se deslocam. Propagação do som (poema “Bom dia”) A16 A17 https://www.youtube.com/watch?v=pYbKhi5rqqs https://www.youtube.com/watch?v=PArIr5GtEvQ http://www.amigosdaciencia.org.br/default.aspx?section=25&favorite=17&tipoId=2 Primavera. Flor. Natureza. Joaninha voa,voa. Estações do ano, importância da água para a vida, fecundação, dispersão de sementes, néctar, pólen, cor das plantas. A18 A19 A20 A21 https://www.youtube.com/watch?v=gRFpgmqAjCg http://www.youtube.com/watch?v=39skGQVsXfs http://www.youtube.com/watch?v=cUeFHzOGwt8&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=Yp0l2Fk3hdo&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=7WehXCyvB-4&feature=related https://www.youtube.com/watch?v=6WaZ6i5Zk94
  4. 4. https://www.youtube.com/watch?v=krMdT_oYjPs O barquinho. Mar. Rio. Dissolução, evaporação, cristalização, impulsão, poluição. A22 A23 A24 A25 A26 http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=estados.xml http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=fazerchuva.xml http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=CA.xml http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=dissolve.xml http://nautilus.fis.uc.pt/spf/velharia/cab/node7.html http://www.youtube.com/watch?v=8Khd88fJg90 http://www.youtube.com/watch?v=e6jk54BR6z0 https://www.youtube.com/watch?v=63WgLOsHX3E https://www.youtube.com/watch?v=TVQvBR1s5-s https://www.youtube.com/watch?v=OR_J8KUkXMI&feature=related https://www.youtube.com/watch?v=UKLrqVFHS5w&feature=related Inventor. Sereia. Invenção científica e invenção como mito. A27 https://www.youtube.com/watch?v=RuFiNRJqm_U https://www.youtube.com/watch?v=DTnUCGoBp3E Escola. Dissolução e cristalização. Cor do céu. A28 A29 http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=estados.xml
  5. 5. http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=fazerchuva.xml http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=CA.xml http://www.sitiodosmiudos.pt/laboratorio/brincareaprender.asp?fich=dissolve.xml https://www.youtube.com/watch?v=7c2tZmD4BJQ Bonecas. Corpos rígidos e deformáveis (plasticina, elástico, esponja, etc). Deformação elástica e plástica. A30 Diversidade. Diversidade humana. Adaptabilidade humana ao meio ambiente. A31 https://www.youtube.com/watch?v=pYbKhi5rqqs https://www.youtube.com/watch?v=PPH2S1eynZ8 https://www.youtube.com/watch?v=aSwdAWkLGmM Pai Natal. Peso, área, pressão, deformação, trenó, vegetação e clima A32 A33 https://www.youtube.com/watch?v=KVa3mURol3o&NR=1 https://www.youtube.com/watch?v=_9JIqtK2NK4 Atividades 1,2,3 Material Lanterna, corpos transparentes e opacos, folha de papel branco, bola de ping -pong, globo terrestre com o eixo de rotação inclinado em relação à vertical.
  6. 6. Atividade 1 Simular com a lanterna o Sol (corpo luminoso) e fazer a luz da mesma incidir sobre corpos (transparentes e opacos) colocados acima de uma folha de papel branco Aproveitar para mostrar a formação de sombra, quando da utilização de corpos opacos e para explorar a transparência do ar. Atividade 2 Simular com a lanterna o Sol e com uma bola de ping-pong a Terra. Com um marcador fazer um sinal na Terra. Fazer rodar a “Terra” em torno do seu eixo mantendo a posição do Sol para explicar a sucessão dos dias e das noites Atividade 3 Para fazer uma primeira abordagem às estações do ano, simulando com a lanterna o Sol e com uma bola de ping-pong a Terra, far-se-á girar a “Terra” em torno do Sol ilustrando o movimento de translação. Sabendo que ao verão no hemisfério norte, corresponde o Inverno no hemisfério sul (e vice-versa) terá então que se usar um globo terrestre com eixo inclinado e, fazendo incidir a luz da lanterna, mostrar que a uma forte incidência da “luz solar” no hemisfério norte, corresponde uma fraca incidência no hemisfério sul.
  7. 7. Dependendo da idade, poder-se-á informar já as crianças de que a translação se faz segundo uma trajetória elíptica em que o Sol ocupa um dos focos pelo que a distância da Terra ao Sol varia durante a translação. Curiosamente, no hemisfério norte o verão ocorre quando a Terra está mais afastada do Sol. Atividades 4,5 Material Copo transparente, película aderente, lupa, cuvete para gelo. Atividade 4 Aquecer água e deitá-la num copo (aproximadamente até meio). Tapar a boca do copo com película aderente bem esticada. Observar a formação de gotículas de água na película e nas paredes (pode usar-se a lupa para observar melhor as gotículas). Atividade 5 Colocar água numa cuvete de modo a que a mesma fique rasa de água. Cuidadosamente colocar no congelador e observar depois de algumas horas. Aproveitar para mostrar o aumento de volume da água durante a solidificação. Observar também o que acontece posteriormente quando o gelo funde. Com crianças mais crescidas poderá explorar-se por que razão uma pedra de gelo flutua na água, usando o conceito de densidade (o gelo é menos denso que a água já que ocupa maior volume para uma mesma massa). Atividade 6 Material Duas esferográficas iguais ou duas tiras retangulares iguais de papel acetato ou de plástico rígido, tampa de desodorizante (ou outra) de base não plana de modo a poder girar facilmente, um pedaço de tecido (convém ser lã e a experiência deve ser feita num ambiente seco) Atividade Esfregar simultaneamente as duas esferográficas (ou tiras retangulares de acetato ou plástico) com o tecido (pode ser a manga de uma camisola). Colocar uma delas sobre o suporte (tampa assente na mesa) e aproximar a outra. A tampa rodará porque as duas esferográficas se repelem tendendo a afastar-se. Se agora se aproximar o tecido com que se esfregaram as esferográficas, da esferográfica sobre o suporte, este rodará no sentido da aproximação dos dois corpos.
  8. 8. Esta atividade prova a existência de dois tipos de “eletricidade” que associamos a dois tipos de cargas elétricas: positivas e negativas. Cargas elétricas do mesmo sinal repelem-se e de sinais contrários atraem-se. Ao friccionar as canetas com o tecido, as canetas ficaram igualmente eletrizadas mas tecido e canetas ficaram eletrizadas com cargas de sinal contrário As gotas de água que constituem as nuvens podem eletrizar-se por fricção devido a vários fatores nomeadamente os ventos. As nuvens ficam eletrizadas e quando acumulam muitas cargas dão-se descargas elétricas acompanhadas da emissão de luz (relâmpagos) e som (trovões) Atividades 7,8 Material Três embalagens de CD em que uma das faces é preta e a outra é transparente, folhas de papel branco, pequenas pecinhas coloridas (papelinhos, contas, vidrinhos), cola tipo “Bostik” ou fita cola. Atividade 7 Cortar um quadrado de papel branco com o tamanho da face preta da embalagem de CD. Assentar sobre a mesa a face preta da embalagem e seguidamente a tampa transparente. Colocar por cima o papel branco e. um pouco mais acima, não encostado, segurar um objeto opaco preferencialmente colorido. Ver-se-á a sua sombra, escura, projetada na embalagem. Repetir a experiência retirando apenas a folha de papel branco. Agora, ao colocar o objeto colorido um pouco acima, deverá ver-se a sua imagem colorida, refletida na embalagem.
  9. 9. Atividade 8 Colocar sobre uma folha de papel branco, três embalagens de CD (conforme indica a figura), com a face transparente para dentro e a face negra para fora. Para ajudar a manter as embalagens unidas, usar Cola tipo “Bostik” ou fita cola Colocar pequenos objetos coloridos (papelinhos, contas, vidrinhos) sobre a folha de papel branco no interior do espaço definido pelas embalagens. Observar, olhando por cima, as imagens refletidas nas três embalagens de CD. Mudar a posição dos objetos e observar de novo. Atividades 9,10 Material
  10. 10. Um corpo transparente (por exemplo, embalagem transparente de cassete áudio, régua transparente, face transparente de uma embalagem de CD, pedaço de CD a que se retirou o revestimento e ficou transparente, frasco transparente de secção quadrada ou retangular cheio de água, lanterna, cartão, disco de Newton (ver atividade 10, abaixo), fio de lã (cerca de 1m). Atividade 9 Olhar para o Sol (não diretamente, pois é perigoso) ou para uma fonte de luz branca (lanterna, lâmpada) através de um dos objetos transparentes referidos, incluindo o frasco com água. Orientar o objeto até conseguir ver as cores do arco-íris. Orientando os referidos corpos para a fonte de luz, também se pode tentar obter as referidas cores projetadas (por exemplo numa parede). Atividade 10 Cortar o disco anexo (disco de Newton) e colá-lo sobre um pedaço de cartão fino previamente cortado com a mesma forma e dimensão. Fazer no centro do conjunto um pequeno orifício por onde possa passar o fio de lã. Dobrar o fio ao meio e inseri-lo no orifício. Segurando as pontas do fio faz-se girar o disco. O fio, ao destorcer faz girar o disco e deixam de se distinguir as cores. A luz solar, que viaja a uma velocidade muito grande (aproximadamente 300.000 km/s no ar), é composta por várias “cores”. No ar, todas elas se deslocam com igual velocidade mas ao atravessarem outros meios transparentes a velocidade das diferentes componentes é diferente e, por isso, conseguimos ver as cores separadas. O disco de Newton mostra como, num objeto com diferentes cores, não conseguimos distinguir as mesmas se o objeto se mover rapidamente. Atividades 11 e 12
  11. 11. Material Lanterna, esfera de preferência opaca, carrinho de linhas vazio ou algo equivalente, marcadores, Cola tipo “Bostik” Atividade 11 A razão por que a lua tem sempre a mesma face voltada para a Terra é a igual duração (cerca de um mês) dos seus movimentos de rotação (em torno de um eixo imaginário) e translação (em volta da Terra). Pode ilustrar-se esta situação com a atividade que se descreve: Numa esfera que irá simular a Lua, desenhar uma cara e fixá-la ao carrinho de linhas, com cola tipo “Bostik” Colocar a Lua com a face voltada para um objeto que simule uma “fatia” da Terra Deslocar a Lua de modo a dar 1/ 4 de volta em torno da Terra, mas sem rodar. O “rosto” já não está voltado para a Terra. Rodar agora a Lua de ¼ volta em torno de si mesma. O “rosto” já ficará voltado de novo para a Terra. Proceder do mesmo modo dando mais um ¼ volta em torno da Terra e em seguida ¼ de volta em torno de si mesma. Proceder assim mais duas vezes e a Lua voltará à posição inicial Com igual duração de uma volta completa, quer no movimento de rotação quer no de translação o “rosto” da Lua fica sempre virado para a Terra. (Isto pode ser feito com os próprios alunos a moverem-se, simulando os astros) Atividade 12 Esta atividade ajudará a entender facilmente as fases de Lua cheia e de Lua nova: Crianças mais crescidas poderão ainda compreender as outras fases. Segura uma lanterna simulando o Sol e ilumina a esfera que simula a Lua. Entre o Sol e a Lua coloca um objeto que simule uma “fatia” da Terra.
  12. 12. Na primeira posição ilustrada, se a lanterna estiver acesa, o observador colocado na zona escura da Terra (noite) vê a face iluminada da Lua (Lua cheia) pois essa face fica virada para o observador. (Isto pode ser feito com os próprios alunos a moverem-se, simulando os astros) Se a Lua rodar à volta da Terra (segunda posição), mantendo as posições da Terra e do Sol, quando estiver do lado oposto ao anterior a sua face iluminada não estará voltada para a Terra (Lua nova) Com crianças mais crescidas poderão explorar-se as situações de quarto crescente e quarto minguante Nesta posição da Terra alguém na Terra a olhar para a Lua verá iluminada apenas “meia face” da Lua e com a forma de um C- trata-se do quarto minguante; se a Lua estivesse na posição diametralmente oposta ver-se-ia a Lua com a forma de um D- trata-se do quarto crescente. Por isso se diz que a Lua é mentirosa. Mas no hemisfério sul já não mente… Atividades 13 e 14 Material
  13. 13. Copo de iogurte, tesoura, cerca de 40 cm de fio (por exemplo de lã), seringa de injeções sem agulha, pastilha efervescente (por exemplo vitamina C). Atividade 13 Num copo plástico de iogurte fazer dois orifícios diametralmente opostos junto da boca do frasco. Fazer uma asa com o fio. Colocar dentro do copo feijões secos (ou algo equivalente). Se virarmos o copo, os feijões caem mas se, segurando pelo fio, pusermos o copo a girar acima da nossa cabeça, os feijões não caem. A experiência pode ser feita com água e é ainda mais interessante. Tal como o copo com os feijões, a Lua não está parada, move-se à volta da Terra demorando cerca de um mês (um pouco mais que 27 dias) a dar uma volta completa, e deslocando-se à velocidade de 4000 km/h Para qualquer corpo descrever uma trajetória curvilínea, nomeadamente circular, terá que sobre ele atuar uma força dirigida para o interior da curva. Quando fazemos girar o copo, o fio exerce sobre ele uma força dirigida para o interior da curva. A força que permite à Lua descrever uma trajetória curvilínea (aproximadamente circular) em torno da Terra é a força gravítica que a Terra exerce sobre a Lua Atividade 14 Retirar o êmbolo da seringa e colocar na mesma um pedacinho de pastilha efervescente. Colocar o êmbolo, empurrá-lo quase até ao fim e aspirar um pouco de água. Colocar a seringa na vertical, com a extremidade para baixo e, segurando a seringa (e não o êmbolo), tapar a extremidade com um dedo (não virara a seringa para ninguém).
  14. 14. A libertação de gases na reação da pastilha com a água simula a libertação de gases nas reações de lançamento das naves. Na experiência verifica-se a subida do êmbolo na seringa e, eventualmente, a projeção do êmbolo. (Cuidado: não pode ser uma daquelas seringas de plástico que vedam muito bem, pois pode ser perigoso!) Atividade 15 Material Garrafinha de vidro vazia (de sumol ou equivalente). Balão e elástico. Tina alta. Atividade Cortar um pedaço de balão e tapar com ele a boca da garrafinha apertando bem com um elástico. Colocar água bem quente na tina alta até uma altura um pouco inferior à da garrafinha. Colocar a garrafinha dentro da água quente. A película de balão encurva para fora, empurrada pelo ar dentro da garrafinha, que aumentou de volume ao ser aquecido. O ar dentro dum balão de S. João ao ser aquecido pela mecha a arder, aumenta de volume e faz o balão “inchar”. Por outro lado o ar tende a empurrar os corpos tanto mais quanto maior for o seu volume. Assim, à medida que o balão de S. João “incha”, mais o ar exterior o empurra até que consegue “vencer” o peso do balão e o balão sobe. Quando a mecha apaga , o ar no interior do balão arrefece, o volume do balão diminui, a força exercida pelo ar exterior diminui também e o balão acaba por cair. Atividades 16 e 17 Material Frasco de vidro com boca larga, sem tampa, elástico, saco plástico (quanto mais fino, melhor), açúcar, colher, recipiente metálico
  15. 15. Atividade 16 Sugere-se que se explorem com as crianças questões como: O que têm em comum e de diferente as aves referidas nestes poemas? O que caracteriza as aves? Porque não voa a avestruz? Atividade 17 Tapar o frasco com um pedaço de plástico prendendo-o firmemente com o elástico, de forma a ficar bem esticado Com uma colher, espalhar um pouco de açúcar em cima do plástico. Segurar na mão, perto do frasco, o recipiente metálico e dar-lhe uma pancada com a colher. O açúcar irá mover-se. O som resulta de vibrações. Ao bater no recipiente metálico este começou a vibrar. As vibrações propagaram-se no ar (que vibrou também) e chegaram ao plástico que começou a vibrar. Consequentemente os grãos de açúcar vibraram também. Atividades 18, 19, 20,21 Material Copo de vidro ou frasco sem tampa, álcool, papel cromatográfico (ou qualquer papel absorvente do tipo papel cavalinho, papel de filtro, papel de aguarela), areia, almofariz, folhas e sementes de plantas, marcadores, dois copos de iogurte vazios, colher pequena. Atividade 18 Ver Atividade 3 (Sol de Inverno. Despertar) Atividade 19 Explorar com as crianças as relações de mutualismo entre insetos e plantas e entre aves e plantas (contribuindo para a diminuição de pragas, dispersão de sementes, polinização, fornecimento de néctar). Por exemplo, as joaninhas que são excelentes predadores (alimentam-se de ovos e larvas de outros insetos) são usadas como alternativa aos poluentes inseticidas. Atividade 20 Embrulhar em algodão uma semente (por exemplo feijão, semente de agrião, etc) e colocá-la num copo de iogurte vazio. Proceder do mesmo modo com outra semente igual mas, neste caso, o algodão terá que estar sempre humedecido. Aguardar alguns dias e comparar o que se passou nos dois copos
  16. 16. Atividade 21 Num almofariz misturar areia e folhas de uma planta (por exemplo relva, folhas de árvores) e esmagar. Adicionar álcool, mexer e filtrar. Deitar o filtrado num copo até cerca de 1 cm de altura. Cortar uma ou duas tiras de papel com altura superior à do copo e com largura de cerca de 1 cm. Ao fim de algum tempo ver-se-á ao longo de cada tira de papel uma distribuição de cores /tons (cromatograma) correspondentes aos corantes naturais da planta, que vão ficando depositados no papel à medida que o álcool, que vai subindo por capilaridade, se vai evaporando. È interessante comparar cromatogramas preparados usando diferentes folhas e também folhas de uma mesma planta, verdes e já amarelecidas no Outono. (Usando uma mistura de 50% de etanol e 50% de água, costuma dar melhores resultados). Também podes analisar a tinta de marcadores como se indica num dos vídeos sugeridos. Atividades 22,23, 24, 25,26 Material Copos de iogurte vazios, colher, sal, areia, azeite, plasticina, marcador, lupa, dois pires, cola tipo “Cola tipo “Bostik””, tina transparente, tampa de frasco de compota e copo transparente de boca ligeiramente maior que a referida tampa. Atividade 22 Deitar água do rio (ou da torneira) num pires e num outro deitar água do mar (ou água salgada). Expor ao ar e deixar evaporar a água lentamente. Com a lupa observar os cristais de sal formados no pires que continha água do mar. Atividade 23 Em dois copos de iogurte deitar água. A um adicionar sal e a outro areia. Mexer e observar. Poderá ainda explorar-se a solubilidade (não solubilidade) de outros materiais (açúcar, pimenta, etc)
  17. 17. Atividade 24 Para explorar um dos problemas decorrentes dos derrames dos petroleiros, deitar água e azeite num copo de iogurte e verificar que o azeite sobrenada a água. O mesmo acontece com o petróleo que assim dificulta a dissolução do ar atmosférico e a consequente oxigenação do mar. Atividade 25 Preparar dois pedaços de cola, tipo “Cola tipo “Bostik””, iguais e com um deles moldar uma espécie de barquinho ou caixinha. Numa tina transparente deitar água até meio. Colocar cuidadosamente na água os dois pedaços de Cola tipo “Bostik” (moldado e não moldado). O moldado deverá flutua. Atividade 26 Esta atividade permite explicar o observado na atividade anterior. Deitar água no frasco, até cerca de três dedos da boca. Cuidadosamente colocar a tampa a boiar na água. Com o marcador, assinalar no vidro o nível da água. Empurrar a tampa de modo a mergulhar totalmente e cair no fundo. Observar que o nível da água desceu. Enquanto boiava a tampa deslocava um maior volume de água e por isso sofria maior impulsão da água. Sendo maior a impulsão, conseguia equilibrar o peso da tampa que não caía. É importante relacionar esta atividade com a atividade proposta para o poema balão Atividade 27 Partindo, por exemplo, do sonho de voar, que os homens sempre acalentaram, explorar com as crianças a diferença entre invenção - mito (fazer por exemplo referência à lenda de Ícaro como exemplificação do mito) e invenção científica. O sonho de voar foi-se tornando possível à medida que o conhecimento do homem (particularmente o científico) foi aumentando (referência a balões, aviões, asas-delta, naves espaciais, etc) Atividades 28,29 Material Copos de iogurte vazios, sal, areia, colher, lanterna, conta-gotas, leite, garrafinha (de vidro) de sumo vazia, alvo branco (por exemplo embalagem de esferovite). Atividade 28
  18. 18. Ver atividade 2 dos poemas O barquinho, Mar, Rio Atividade 29 Na garrafinha de vidro deitar água até cerca de ¾ da sua altura Sobre a mesa colocar, ao alto e apoiada para se manter em pé, a embalagem branca que vai servir de alvo. Acender a lanterna e iluminar o frasco (ver figura). Observar o alvo e também o aspeto da água no copo.Com o conta gotas, ir deitando leite na água, gota a gota. Mexer e ir observando o alvo e o aspeto da água vista lateralmente. Quando a luz da lanterna incide na água, atravessa-a sem se decompor nas suas cores. Quando deitamos leite na água a luz decompõe-se, “espalha-se”, nas partículas de leite. A luz azulada “espalha-se”mais dando uma cor azulada à água; a luz de tons avermelhados que se “espalhou” pouco, seguiu sem grande desvio e foi incidir no alvo. Se o ar fosse completamente isento de poeiras e outras partículas, a luz atravessá-lo-ia sem se decompor como aconteceu à luz que atravessou a água. Como não é, a luz azulada espalha-se e é por isso que o céu é azul. A luz vermelha não tende a espalhar-se e por isso, quando olhamos para o Sol poente (altura em que o Sol está mais longe e por isso a luz tem que viajar muito mais) vemos os tons avermelhados Actividade 30 Observar o diferente comportamento de corpos selecionados: não deformáveis, deformáveis de forma permanente, deformáveis mas recuperando a forma logo que cessa a causa da deformação. Mostrar como estes comportamentos podem ser relacionadas com a função dos objectos. Na fisga, interessa um corpo que após deformado tenda a regressar à sua forma inicial e é por isso que se usam elásticos nas fisgas. Na plasticina interessa que a deformação permita moldar formas que persistam. Se quisermos construir uma porta não nos interessa usar corpos plásticos nem elásticos.
  19. 19. Atividade 31 Esclarecer as crianças quanto à existência da raça humana com diferentes características (cor da pele e dos cabelos, formato dos olhos, etc). Relacionar a cor da pele com a quantidade de melanina, pigmento produzido por determinadas células. Quanto mais melanina, mais escura é a pele. Aqueles que têm uma quantidade maior de melanina na pele estão mais preparados para enfrentar uma grande incidência de raios solares. Também a pequena abertura dos olhos nos esquimós e outros povos pode constituir uma vantagem para os habitantes de regiões frias, pois a sua função é parecida com a dos óculos dos esquiadores, que possuem um visor em forma de fenda para reduzir a luminosidade reflectida pela neve. As diferentes características físicas dos seres humanos ter-se-ão acentuado ao longo dos tempos porque os mais adaptados sobreviviam melhor. Atividades 32 e 33 Material Um paralelepípedo pesado (por exemplo tijolo de construção) um tabuleiro onde caiba à vontade o paralelepípedo, areia Atividade 32 Explorar com as crianças o que é a tundra e a sua relação com o clima Atividade 33 Colocar o paralelepípedo sobre a areia fazendo-o assentar por cada uma das três faces diferentes. Comparar a deformação produzida na areia. Em cada uma das situações a força exercida sobre a areia é a mesma pois o peso do tijolo é sempre o mesmo mas quando a área sobre a qual assenta é maior, a deformação na areia é menos profunda e vice-versa. É por isso que trenós e esquis assentam na neve através de uma superfície de área relativamente elevada.

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