Psicologia Comunitária

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Psicologia Comunitária

  1. 1. Psicologia Social Comunitária Angela P. Farias Mengatto Noélly Mercer
  2. 2. Histórico da Psicologia Social Comunitária A Psicologia social só irá se desenvolver como estudo científico, após a I Guerra Mundial, juntamente com outras ciências sociais, procurando compreender as crises e as convulsões que abalavam o mundo. (tensões sociais, direitos humanos em condições precárias, pobreza).
  3. 3. Histórico da Psicologia Social Comunitária Nos EUA a partir da II Guerra Mundial que a PS através de pesquisas e experimentos que procuravam procedimentos e técnicas para intervenção nas relações sociais visando garantir condições melhores para as pessoas. Entre 1950 e os primeiros anos de 1960 o modelo americano passa para o modelo de ação comunitária em prol da saúde mental.
  4. 4. Histórico da Psicologia Social Comunitária  Esse período nos EUA também é marcado por grandes manifestações das comunidades carentes e marginalizadas pela situação sócio-econômica do país, evidenciando que todo o contexto, afetava a saúde mental e outros problemas advindos da situação.
  5. 5. Histórico da PSC  Internacionalmente inúmeras reivindicações contra a fome, miséria, desemprego, analfabetismo e doenças.  “Barricadas de Paris” com a participação de Simone de Beauvoir, Jean Paul Sartre, Marcuse, Habermas, que denunciam a omissão das universidades na realidade social, Crise” do Modelo das Ciências Humanas e Sociais Humanas e Sociais;  a denúncia do preconceito e racismo presentes no Apartheid na África e populações indígenas;  A fome denunciada na África;  Ditadura no países latino-americanos Argentina, Chile, Peru, Paraguai, Brasil. (Freitas, 2012)
  6. 6. Histórico PSC
  7. 7. Histórico da Psicologia Social Comunitária  1965 /1967 – 1ª. Conferência de Psicologia Comunitária- Texas, criação da Divisão de PC – EUA.  1976 (Miami) - Congresso de Psicologia Interamericana - “crise da psicologia social” é denunciada com participação de psicólogos sociais de vários países da América Latina -criticavam a metodologias e teorias que não condiziam com a situação vivenciada em seus países. Havendo necessidade de uma psicologia voltada para realidade e problemas existentes ao contexto social.
  8. 8. América Latina e Brasil: movimento de ação comunitária para psicologia social crítica. Diante da problemática dos países que viviam sob domínio de governos ditadores, de desigualdades culturais, sociais e econômicas, culminaram para que diversos profissionais, psicólogos, padres, assistentes sociais, sociólogos, professores, entre outros, se mobilizassem em prol de um movimento de Ação Comunitária na América Latina, rompendo com modelo tradicional e apresentando uma psicologia social crítica. (Rodrigues,1983; Góis, 2003). Histórico da Psicologia Social Comunitária
  9. 9. Anos 1960-1980 - ditadura militar no Brasil e em outros países da América Latina, são desenvolvidos trabalhos claramente comprometidos com os setores populares e tendo a participação de psicólogos, propostas de ação nos projetos de investigação/extensão nas universidades. Anos 1970 - Disciplina oficial, nos currículos de psicologia, denominada de Psicologia Comunitária. (FREITAS, 1998; MONTERO, 1994, 2003; SÁNCHEZ, 2000). - . Histórico da PSC
  10. 10. Nesse período aparece a Educação assumindo um papel de compromisso com a transformação social, expresso na proposta político–pedagógica de Paulo Freire através da alfabetização, e na Educação Conscientizadora e Libertadora. (FREITAS, 1998; MONTERO, 1994; BARREIRO, 1985; FREIRE, 1973, 1976). Histórico da Psicologia Social Comunitária
  11. 11.  São os trabalhos de Educação Popular e da Educação de Adultos, realizados no Nordeste do Brasil, nos anos da década de 1960, estendendo-se para América Latina e África. Histórico da Psicologia Social Comunitária
  12. 12. Histórico da PSC ABRAPSO  1980 - criação oficial da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO), fortalece a aproximação e comprometimento da psicologia e, em especial da Psicologia Social Comunitária, para com a realidade concreta das pessoas, no Brasil e no continente latino- americano. (FREITAS, 1998, 2000b, 2003)
  13. 13. Os principais representantes Silvia Lane
  14. 14. Os principais representantes Martin-Baró
  15. 15. Os principais representantes Maritza Montero
  16. 16. Nos anos 90, a PSC consolidou-se como disciplina acadêmica e como profissão, levando a um grande incremento das práticas na área e, também, a uma diversidade epistemológica, teórica e metodológica. Histórico da PSC
  17. 17. O que é Psicologia Social Comunitária?
  18. 18. Definição Segundo Góis (1993) a psicologia comunitária é uma área da psicologia social que estuda a atividade do psiquismo decorrente do modo de vida do lugar/comunidade; estuda o sistema de relações e representações, identidade, níveis de consciência, identificação e pertinência dos indivíduos ao lugar/comunidade e aos grupos comunitários.
  19. 19. Definição A psicologia comunitária (PC) um caráter interdisciplinar, voltada principalmente para o desenvolvimento e a mudança sócio-política de uma realidade psicossocial caracterizada por relações de dominação e de exclusão social. (Martín-Baró, 1989).
  20. 20. PC centrada em dois grandes modelos: 1. DESENVOLVIMENTO HUMANO 2. MUDANÇA SOCIAL (busca de alternativas sócio-políticas) reconhecimento da capacidade do indivíduo e da própria comunidade de serem responsáveis e competentes na construção de suas vidas processos de facilitação social baseados na ação local e na conscientização visão positiva da COMUNIDADE e DAS PESSOAS Fonte: Góis, (2003) )
  21. 21. As ações da PSC são pautadas:  com a realidade social e histórica dos sujeitos;  desenvolver nos sujeitos uma consciência crítica e autônoma;  contribuir na formação da identidade individual e social,  despertar perspectivas para uma mudança social;  buscar melhorias nas condições de vida e bem-estar dos indivíduos e da comunidade.
  22. 22. A PSICOLOGIA COMUNITÁRIA QUATRO PILARES
  23. 23. Empoderamento  Consiste em identificar, facilitar ou criar contextos em que as pessoas isoladas ou silenciadas possam ser compreendidas, ter uma voz e influência sobre as decisões que lhes dizem diretamente respeito ou que de algum modo, afetem a sua vida. (Rappaport,1992). Atribuir poder aos indivíduos, de forma a estes serem autônomos e conseguirem por si só resolverem e minimizarem os seus problemas. Através da troca e partilha de conhecimentos.
  24. 24. Cidadania  Cidadania - está fortemente ligada à democracia, concebendo os indivíduos com direitos e deveres. Implica respeito e liberdade entre as pessoas, de forma a cumprir as suas obrigações e reclamar os seus direitos, promovendo a qualidade de vida sem afetar os outros.
  25. 25. Luta pela pobreza  Luta pela pobreza- a pobreza é resultado de graves desigualdades sociais, tem uma forte influência sobre o desenvolvimento de competências e aptidões individuais e coletivas. Ultrapassar a pobreza torna-se essencial para o desenvolvimento saudável humano.
  26. 26. Saúde mental  Saúde mental- É considerado um estado de equilíbrio entre a pessoa e a sociedade, é um conceito amplo, representado pela família, comunidade, escola e trabalho. Possuindo saúde mental, o individuo torna-se mais produtivo, tem melhor qualidade de vida e bem-estar. (ELOI, J, 2015)
  27. 27. O QUE FAZ UM PSICÓLOGO COMUNITÁRIO?
  28. 28.  Contribui para a construção de programas inovadores de intervenção social, baseados em metodologias colaborativas de investigação-ação, promotoras de empoderamento e facilitadoras da mudança social.  Estrutura, implementa ou avalia programas de prevenção na área da violência, por ex. (violência contra as mulheres e/ou crianças; saúde; bullying).  Apoio aos grupos e as organizações na comunidade (coletividades, organizações não-governamentais ou outras) para que funcionem de forma mais eficaz, cumprindo os objetivos a que se propõem ao nível da cultura, do bem-estar físico e do desenvolvimento integral dos grupos que pretendem beneficiar.  Pode contribuir para a consultoria na criação de grupos ou organizações de ajuda mútua, onde as pessoas podem ajudar-se a si próprias e a outras na resolução dos seus problemas de forma natural, integrada e que promove o sentimento de integração e de pertença. (http://www.sppc.pt)
  29. 29. Comunidade  Território comum  Espaço de convivência  Membros ativamente participantes
  30. 30. COMUNIDADE: definições  “onde todos são chamados pelo nome”(Marx).  “viver em sociedade onde a pessoa é reconhecida pelo nome, significa que além de manter sua identidade e singularidade, o indivíduo pode expressar sua opinião, seu pensamento, onde ele é alguém. (Guareschi, 2013, p. 78).
  31. 31. COMUNIDADE: definições  participação da mesma cultura, vinculação a um território comum, espaço de moradia e de convivência, nível socioeconômico semelhante e laço histórico comum.” (Góis, 2005).  “é uma associação que se dá na linha do ser, isto é, por uma participação profunda dos membros com o grupo, onde são colocados os sentimentos nobres como o amor, a lealdade, a honra, a amizade, crenças e conhecimento mútuo”. (F.Tönnies apud Sawaia, 1996; Guareschi, 2013).
  32. 32. Atuação do psicólogo comunitário em comunidades  Inserção e conhecimento dos indivíduos na comunidade  Despertar a conscientização dos direitos  Identificar necessidades dos membros
  33. 33. Trabalho do Psicólogo Comunitário  Consiste na inserção e conhecimento dos indivíduos e da comunidade, atuar no sentido analista e facilitador, identificando as suas necessidades, onde as ações e ferramentas são construídas de forma compartilhada (profissional e comunidade) visando a busca de soluções, respeitando sua singularidade, história e o local. Despertar nos indivíduos conscientização de seus direitos que os fortaleçam em busca de melhores condições de qualidade vida (Freitas, 2014).
  34. 34. Trabalho do Psicólogo Com.  O princípio central da psicologia social comunitária prioriza que o trabalho em equipe nas comunidades deve ocorrer por meio do enfoque interdisciplinar e da colaboração mútua. (Campos, 2007; Ussher, 2008)  construção do conhecimento deve estar fundamentada na interação do psicólogo com os indivíduos da comunidade.
  35. 35. PSC E SUPORTE SOCIAL  Maior relevância em indivíduos com situação de isolamento  Pessoas com mais vulnerabilidade  Relacionado com o suporte emocional, seja afeto, companhia, informação, fazendo com que o indivíduos se sinta confortado.
  36. 36. PC E SUPORTE SOCIAL  O desgaste excessivo do trabalho, horários irregulares impostos pela rotina de trabalho e estudos, a falta de oportunidade no mercado de trabalho, os baixos salários, a crise financeira entre outras questões; o suporte social poderá constituir-se como um fator importante de promoção de saúde inclusive da saúde mental.
  37. 37. PSC e SUPORTE SOCIAL 
  38. 38. Intervenção social  Um processo intencional de interferência ou influência que objetiva provocar mudança. A intervenção poderá ser operacionalizada a partir de influências, orientações ou ações concretas no sentido de modificar sistemas sociais e políticos, com incidência em áreas como a saúde, a educação, o bem-estar físico e emocional, domínios judiciais entre outros. (Ornelas, 1997)
  39. 39. Competências para a prática  Existem 18 competências relacionadas a prática da psicologia comunitária, elaboradas com a intenção de comunicar a natureza e como a psicologia comunitária contribui:
  40. 40. 1. Perspectivas ecológicas 2. Empoderamento 3. Competência sociocultural e cross-cultural (intercâmbio de culturas) 4. Inclusão comunidade e parceria 5. Ética prática, reflexivo 6. Programa de desenvolvimento, implementação e gestão 7. Prevenção e promoção da saúde 8. Comunidade liderança e mentoring 9. Pequenos e grandes processos de grupos 10. Desenvolvimento de recursos 11. Consulta e desenvolvimento organizacional 12. Colaboração e desenvolvimento coalition (alianças) 13. Desenvolvimento da comunidade 14. Organização comunitária 15. Análise de políticas públicas 16. Comunidade educação, disseminação de informação e sensibilização pública 17. Participação na comunidade 18. Comunidade FONTE: Dalton & Wolfe (2012). / SCRA Society for Community Research and Accion
  41. 41. Exemplos de trabalho comunitário  HORTAS COMUNITÁRIAS EM HELENA, MONTANA- EUA - construção de hortas comunitárias tem como objetivo trabalhar com populações de baixa renda, dando-lhes espaço jardinagem e ensinar-lhes habilidades de jardinagem, para que possam assumir o controle da qualidade dos alimentos eles e suas famílias consomem. Atualmente, são cinco jardins e mais de 60 jardineiros. (fonte: ctb.ku.edu)
  42. 42. Exemplos de trabalho comunitário  EMPODERAMENTO DAS MULHERES E MENINAS ATRAVÉS DO ESPORTE – Quênia Surwet organizou uma série de atividades esportivas que envolvem mulheres e homens na comunidade no Sul no Quênia com objetivo capacitar as mulheres e construir o consenso da comunidade sobre as principais questões de gênero, como a saúde reprodutiva, direitos de propriedade para as mulheres, HIV / AIDS, a violência contra a mulher e direitos das mulheres nos processos da comunidade de tomada de decisão. (fonte: ctb.ku.edu)
  43. 43. Exemplos de ações da PC  INICIATIVA DE ENERGIA SOLAR PARA HOMELESS SHELTER Las Cruces Verde – Novo México - instalação de painéis solares em habitação para o cronicamente sem-teto. Seus esforços servem como um símbolo, mostrando o apoio da comunidade para a energia verde e ajudando a alavancar a implementação em toda a cidade de energias renováveis.  PREPARANDO COMUNIDADES EM SANTIAGO TEXACUANGOS PARA DESASTRES NATURAIS El Salvador após o furacão Ida em 2009, Colectivo CEIBA optou por trabalhar com 3 comunidades que mais precisam de reconstrução social, determinado por níveis de danos e desejo expresso das comunidades a "se organizar." Uma equipe de 6 pessoas implementaram os projetos escolhidos, consultado com os governos locais e lançaram os projetos em fevereiro de 2010. (fonte: ctb.ku.edu
  44. 44. Exemplos de ações da PC  SECA E BEM-ESTAR PSICOLÓGICO: DESAFIOS PARA A PSICOLOGIA COMUNITÁRIA E PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS NO CAMPO DA AGRICULTURA FAMILIAR. E. Favero. (UEOP). O objetivo foi verificar como a perda de recursos desencadeada pelas secas exerce influência sobre o bem-estar familiar. Constatou-se que as secas afetam recursos de sobrevivência familiar e causam implicações psicológicas para esta população, como insegurança quanto ao futuro, desâmino e tristeza. (fonte: ABRASPO)  COACHING DE CARREIRA: ANÁLISE DE UMA INTERVENÇÃO EM UM GRUPO DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO. M. Stachiu. (UTP) O estudo teve como abordagem epistemológica a psicologia social comunitária, que compreende o homem em suas relações, com o intuito de conscientizar e facilitar a relação das pessoas em um contexto grupal. (Fonte: UTP)
  45. 45. Reflexão! Onde é possível PSC
  46. 46. VÍDEO INSTITUCIONAL DO NUCOM (UFC) https://www.youtube.com/watch?v=fxSp8R mXJN0
  47. 47. Referências Campos, Regina Helena Freitas et al. (Org). (1996). Psicologia social comunitária: da solidariedade à autonomia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996. Carlos, Sergio Antonio. (2005). Processo grupal. In: Jacques, Maria da Graça Corrêa et al. Psicologia social comunitária contemporânea. Petropólis: Vozes, 2005. p. 199-206. Eloi, Jorge. 4 Pilares da Psicologia Comunitária. Disponível em: http://www.psicologiafree.com/areas-da-psicologia/4-pilares-da-psicologia-comunitaria/. Acesso em: 26 set. 2015 Ferreira, Maria Cristina. (2010). A psicologia social contemporânea: principais tendências e perspectivas nacionais e internacionais. Psicologia: teoria e Pesquisa, 26, n. especial, pp. 51-64. 2010. FREITAS, Maria de Fátima Quintal de. Intervenção psicossocial e compromisso: desafios às políticas públicas. In: JACÓ- VILELA, AM., SATO, L., orgs. Diálogos em psicologia social [online]. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2012. p. 370-386. -060-1. Disponível em: <http://books.scielo.org>. Acesso em: 20 set. 2015. Freitas, Maria de Fátima Quintal. (2013). Psicologia na comunidade, Psicologia da comunidade e Psicologia (social) comunitária – práticas da Psicologia em comunidades nas décadas de 1960 a 1990, no Brasil. In: Campos, Regina Helena de Freitas et al. (Org.). Psicologia social comunitária: da solidariedade à autonomia. 18. Ed. Petrópolis: Vozes, 2013. p. 44-66. Góis, Cezar Wagner de Lima. (2003). Psicologia comunitária. Universitas Ciências da Saúde, 01(2), 277-297, 2003. Góis, Cezar Wagner de Lima. (2005). Psicologia comunitária: atividade e consciência. Fortaleza: Publicações Instituto Paulo Freire de Estudos Psicossociais, 2005. 
  48. 48. Referências Lane, Silvia Tatiane Maurer.(2013). Histórico e fundamentos da psicologia comunitária no Brasil. In: Campos, Regina Helena de Freitas et al. (Org.). Psicologia social comunitária: da solidariedade à autonomia. 18. Ed. Petrópolis: Vozes, 2013. p.15-28. Martín-Baró, I. Sistema, grupo y poder. (1989). Psicología social desde Centroamérica II. San Salvador: UCA Ed., 1989. ORNELAS, José. Psicologia Comunitária: Origens, fundamentos e áreas de intervenção. Análise Psicológica, v. I, n. 3, p. 375-388, 1997. Peruzzo, Cicilia M. Krohling Peruzzo; Volpato, Marcelo de Oliveira. (2009). Conceitos de comunidade, local e região. Líbero – São Paulo – v. 12, n. 24, p. 139-152, dez. de 2009. Rodrigues, Aroldo. (1983). Aplicações da psicologia social. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1983. p.108- 109. The Society for Community Research and Action (SCRA) - Community Psychology, Disponível em: http://www.scra27.org/who-we-are/. Acesso em: 29 set. 2015. STELLA, Claudia (2014). Psicologia comunitária. Rio de Janeiro: Vozes, 2014. Universidade Federal do Ceará. NUCOM. Vídeo institucional do NUCOM (UFC). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=fxsp8rmxjn0. Acesso em: 30 set. 2015. Ximenes, Verônica Morais; Cidade, Elívia Camurça; Nepomuceno, Bárbara; Leite, Jáder Ferreira. (2014). Pesquisa e interventação a partir da realiadade social: desvelar das implicações psicossociais da pobreza. In: Stella, Claudia. Psicologia comunitária: contribuições teóricas, encontros e experiências. Petrópolis: Vozes, 2014. p. 87-110.

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