Fisiopatologia ventilacao perfusão

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Aula sobre fisiopatologia da relação ventilação perfusão, 56º Congresso Brasileiro de Anestesiologia

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Fisiopatologia ventilacao perfusão

  1. 1. Fisiopatologia dosdistúrbios ventilação / perfusão PABLO BRAGA GUSMAN 59º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA Belo Horizonte - 2012
  2. 2. De acordo com as normas: CFM 1595/2000 e RDC 102/2000 Ausência de conflito de interessesPablo Braga GusmanMestre e Doutor em Anestesiologia, IntensivistaMédico do Comitê de Qualidade
  3. 3. Organização funcional
  4. 4. Organização funcional
  5. 5. Circulação pulmonar: para que serve?“Trazer sangue venoso misto para troca gasosa”!FiltroProtege contra trombos e êmbolos de are gorduraÓrgão metabólicoMetaboliza hormônios vasoativos edrogas
  6. 6. Willart M A et al. J Exp Med 2009;206:2823-2835© 2009 Willart et al.
  7. 7. Conclusions: Recirculatory modeling of ICGallows modeling of thefirst‐pass pulmonarykinetics of propofolconcurrently. Propofolundergoes extensiveuptake and first‐passelimination in the lungsin 30% of total injection. Anesthesiology 1999;
  8. 8. Características hemodinâmicas high-flow, low-pressure, low-resistance system
  9. 9. Resistência vascular pulmonar vs débitocardíaco “When cardiac output increases, pulmonary vascular resistance falls. Similarly increasing pulmonary venous pressure causes pulmonary - Impede fluxo mais rápido 1 vascular resistance to fall. “ trocas gasosas permitindo em tempo adequado 2 – Aumenta área capilar, facilitando trocas gasosas
  10. 10. Resistência vascular pulmonar vs débitocardíaco 1 – Reduz sobrecarga coração direitoQueda daresistência 2 – Mantém pressão capilarvascular reduzida, com menor risco depulmonar extravasamento líquido
  11. 11. Resistência vascular pulmonar vs débitocardíaco CHEST / 122 / 5 / NOVEMBER, 2002
  12. 12. Resistência vascular pulmonar vs volumepulmonar Relaxantes músculo liso: adenosina, acetilcolina, prostaciclina e isoproterenolPressão pleural Potentes vasoconstritores: serotonina, norepinefrina, histamina, tromboxana A2 e leucotrienos
  13. 13. A PEEP tem um efeito protetor sobre as lesões pumonares induzidas pela ventilação mecânica Marini and Amato,Physiological basis of ventilatory support,1187, 1998 Este efeito protetor tem uma dupla . . . . . . . . origem: Situação inicial Situação após vários dias de recrutamento / derecrutamento 1 – redução do« biotraumatismo » .2 – prevenção de perda dos estoques de surfactante.
  14. 14. Resistência vascular pulmonar vs volumepulmonar > Pressão pleuralPressão pleural RVP é menor na CRF e Aumenta com baixos ou altos volumes pulmonares
  15. 15. ANESTESIA E ATELECTASIA Anestesia geral promove atelectasias e necessita de altas pressões inspiratórias para reexpandir voluntários. Tusman, G. Anesthesiology, 2003; 98:14-22
  16. 16. Níveis de oxigênio e aumento da resistênciapulmonar Hypoxemia causes Regional vasodilation in systemic hypoxia vessels Piora alta PaCO2 baixo pH Aumento do fluxo reduz o vasoconstriction of efeito hipoxêmico small pulmonary arteries
  17. 17. Gusman PB, 2000
  18. 18. Níveis de oxigênio vs resistência pulmonarAltas altitudesDoençascardiovascularesDoenças pulmonares(asma, DPOC, fibrosecística) Aumento de resistência e PA pulmonar com hipertrofia e proliferação de músculo liso Postgrad Med J 21 January 2012
  19. 19. Níveis de oxigênio vs resistência pulmonar
  20. 20. Níveis de oxigênio vs resistência pulmonar Após primeira respiração, músculo liso vascular pulmonar relaxa com queda brusca da resistência e fechamento
  21. 21. Trocas de líquidos peloscapilares pulmonares e interstício
  22. 22. Trocas de líquidos peloscapilares pulmonares e interstício Dreyfuss D et Saumon G , AJRCCM , 157 : 294 , 1998 C 5 min 20 min 20 min
  23. 23. Distribuição do fluxo sanguíneo pulmonar RELAÇÃO DE VENTILAÇÃO-PERFUSÃO
  24. 24. Distribuição do fluxo sanguíneo pulmonar RELAÇÃO DE VENTILAÇÃO-PERFUSÃO
  25. 25. Distribuição do fluxo sanguíneo pulmonar RELAÇÃO DE VENTILAÇÃO-PERFUSÃO
  26. 26. Fluxo sanguíneo pulmonar e ventilação regional • Ventilação e fluxo sanguíneo são dependentes da gravidade; RELAÇÃO DEVENTILAÇÃO-PERFUSÃO • Fluxo sanguíneo 5x maior ápice que base e ventilação 2x. Há variação regional gravidade dependente da Va/Q • Fluxo sanguíneo é proporcionalmente maior na base e ventilação maior no ápice
  27. 27. Fluxo sanguíneo pulmonar e ventilação regional overventilationoverperfusion
  28. 28. J Appl Physiol 81:1822-1833, 19
  29. 29. J Appl Physiol 102: 468–476, 2007.
  30. 30. Ventilation of an ex Vivo Rat Lung Recrutamento DerecrutamentoSlutsky A and Hudson L. N Engl J Med 2006;354:1839-1841
  31. 31. Shunts e misturas venosas
  32. 32. Shunts e misturas venosas
  33. 33. anestesiador@gmail.com @anestesiador

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