Dossiê DROGAS E SEXUALIDADE
Introdução <ul><li>Neste trabalho você verá como os jovens hoje em dia estão lidando quando o assunto são Drogas e Sexuali...
Juventude e Drogas
<ul><li>Os jovens têm sido apontados, no mundo todo, como grupo mais suscetível não só à AIDS, mas também às drogas. Parte...
O poder do exemplo  <ul><li>Muitos jovens são levados ao contato com as drogas através dos próprios colegas e outros por <...
 
<ul><li>No entanto, tais características comuns se expressam de maneira diferente, conforme o contexto em que os jovens vi...
Existem Vários Tipos de Drogas <ul><li>As Drogas tóxicas agem de várias maneiras sobre o nosso sistema nervoso central, in...
Depressores Os entorpecentes ditos depressores da atividade do sistema nervoso central são substância que diminuem o ritmo...
Drogas Estimulantes Algumas drogas são conhecidas por estimularem as atividades do sistema nervoso central, propiciando um...
Drogas Perturbadoras Todas as drogas perturbam a atividade do sistema nervoso central, desregulando suas atividades normai...
Álcool é droga de uso mais freqüente entre jovens Aos 12 anos de idade, quase 13% dos estudantes brasileiros já usaram alg...
Solventes Entre as drogas ilegais, os solventes são os que aparecem com maior uso. Cola de sapateiro, acetona e benzina, e...
Mais atraentes As drogas legais, como tabaco e álcool, são as que atraem os mais jovens. A média de idade das crianças que...
Desempenho escolar Entre os 48 mil alunos entrevistados, 54,4% dos que já haviam usado algum tipo de droga estavam pelo me...
POR QUE OS JOVENS SE ATIRAM ÀS DROGAS  ? <ul><li>O mundo está cada vez mais competitivo e exige um preparo intelectual cad...
Juventude e risco nas sociedades atuais   <ul><li>Para os jovens, atualmente, viver o momento de passagem, da infância à i...
 
Jovens e Sexualidade
Jovens e os dilemas da sexualidade <ul><li>O comportamento do jovem mudou nos últimos anos, a sexualidade é vista de manei...
<ul><li>Atualmente, os jovens estão iniciando a vida sexual mais cedo. A sexualidade tem sido discutida de forma mais “abe...
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Sexualidade na adolescência e principais dúvidas de jovens e pais.
Os jovens estão despertando cada vez mais cedo para a vida sexual?   Se pensarmos que aos 15 anos 50% dos meninos e menina...
Conclusão <ul><li>A criança e o jovem de hoje se sentem, muitas vezes abandonados afetivamente. O pai e a mãe </li></ul><u...
Bibliografias http://www.ssrevista.uel.br/c_v3n1_jovens.htm http://www.anitamulher.com.br/anita/sexualidade-na-adolescenci...
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Drogas e sexualidade

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Dossiê sobre o tema polêmico DROGAS E SEXUALIDADE, desenvolvido pelo 3º Ano da EE Prof. Dr. Oswaldo dos Santos Soares, São Vicente, em 2009, na matéria de DAC, pela Prof. Ana Paula R. de Olive

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Drogas e sexualidade

  1. 1. Dossiê DROGAS E SEXUALIDADE
  2. 2. Introdução <ul><li>Neste trabalho você verá como os jovens hoje em dia estão lidando quando o assunto são Drogas e Sexualidade. </li></ul>
  3. 3. Juventude e Drogas
  4. 4. <ul><li>Os jovens têm sido apontados, no mundo todo, como grupo mais suscetível não só à AIDS, mas também às drogas. Parte-se da idéia de ser esta faixa etária mais suscetível a comportamentos de risco, de um modo geral. Isso decorre das características comuns a esta fase da vida, apontadas por diferentes áreas do conhecimento. Citamos algumas: momento de transitoriedade e, portanto, de ambigüidade (nem criança, nem adulto); autonomia e responsabilidade relativas; conflito com o mundo adulto (necessidade de opor-se para auto-afirmar-se no processo de construção de identidade); crise potencial com emergência de um novo corpo, nova imagem de si mesmo e vivência da sexualidade; sentimento de invulnerabilidade e potencialidade para auto-destruição; ansiedade frente às exigências pouco definidas e às demandas difíceis de serem cumpridas em relação à família, trabalho, lazer e consumo. </li></ul>
  5. 5. O poder do exemplo <ul><li>Muitos jovens são levados ao contato com as drogas através dos próprios colegas e outros por </li></ul><ul><li>uma curiosidade inicial diante de comentários a respeito dos poderes afrodisíacos e fantásticos das </li></ul><ul><li>drogas. Muitos outros para pertencerem a um determinado grupo são submetidos a um &quot;batismo&quot; na </li></ul><ul><li>droga. Outros usam para provarem que são &quot;machos&quot;, fortes e destemidos. </li></ul><ul><li>O ambiente pernicioso do bairro e de algumas escolas também são causas da iniciação de </li></ul><ul><li>jovens no mundo das drogas. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>No entanto, tais características comuns se expressam de maneira diferente, conforme o contexto em que os jovens vivem. Como categoria sociohistórica, a juventude apresenta diversidades na sua forma de existir, o que a coloca em diferentes graus de vulnerabilidade em relação às drogas. São diferenças de classe, de região, de estilos que coexistem, ao mesmo tempo, com características comuns a esta faixa etária. </li></ul>
  7. 8. Existem Vários Tipos de Drogas <ul><li>As Drogas tóxicas agem de várias maneiras sobre o nosso sistema nervoso central, interferindo no funcionamento normal de nossas atividades físico - mentais, diminuindo, perturbando ou estimulando essas atividades. De acordo com ação, que têm sobre as funções de nosso cérebro e sobre todas as nossas ações. Muitas vezes as drogas psicotrópicas são classificadas por especialistas, cientistas e estudiosos em três tipos principais: as depressoras,as estimulantes e as perturbadoras. Por exemplo:Drogas Estimulantes, Drogas Perturbadoras, Depressores, álcool, Solventes Mais atraentes </li></ul>
  8. 9. Depressores Os entorpecentes ditos depressores da atividade do sistema nervoso central são substância que diminuem o ritmo da atividade cerebral, ocasionando maior lentidão aos estímulos nervosos, ou seja, agem em especial sobre as nossas áreas sensoriais e motoras, causando um descontrole na resposta do organismo aos estímulos externos. Em outras palavras, essas drogas conduzem a um estado de &quot;dormência&quot;, no qual um dos nossos reflexos se torna mais demorado.Como consequência, o indivíduo fica &quot;desligado&quot; do que acontece à sua volta. Popularmente, um bom exemplo é o &quot;enrolar a língua para falar&quot; ou o &quot;cambalear&quot; ou &quot;trançar as pernas&quot;, comuns nas pessoas que consomem álcool em excesso. Dosses muito altas dessas substâncias podem levar ao estado de coma e consequentemente à morte.
  9. 10. Drogas Estimulantes Algumas drogas são conhecidas por estimularem as atividades do sistema nervoso central, propiciando uma rápida e enganosa sensação de euforia, bem-estar, agitação, redução do apetite e do sono, muito difundidas entre os jovens, como aquelas que deixaram o indivíduo &quot;ligado&quot;, mas que têm efeitos extremamente perigosos e muito nocivos sobre o nosso organismo. Algumas dessas drogas estão entre as mais usadas, principalmente pelos jovens, como é o caso da cocaína e do seu derivado, o crack.
  10. 11. Drogas Perturbadoras Todas as drogas perturbam a atividade do sistema nervoso central, desregulando suas atividades normais, algumas deprimindo, outras estimulando. Entretanto alguns tóxicos têm como efeito específico desorganizar o funcionamento normal de nosso cérebro, causando alucinações visuais ou auditivas, ou ainda perturbações psíquicas. Essas drogas são chamadas de alucinógenos . Entre eles, podemos destacar: o LSD, a maconha, os cogumelos e as plantas alucinógenas.
  11. 12. Álcool é droga de uso mais freqüente entre jovens Aos 12 anos de idade, quase 13% dos estudantes brasileiros já usaram algum tipo de droga ilícita pelo menos uma vez, e 7% experimentaram cigarros. Mas a droga que ainda faz mais sucesso entre os jovens brasileiros continua a ser o álcool. O quinto levantamento nacional sobre consumo de drogas entre estudantes, preparado pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), mostrou que, dos 48.155 jovens que participaram da pesquisa, 41% já tinham usado bebidas alcoólicas entre os 10 e os 12 anos. Aos 18 anos, 81% deles já haviam bebido. O álcool também é a droga de uso mais freqüente entre os jovens e foi considerado pelos pesquisadores um &quot;grande problema de saúde pública&quot;. Entre os entrevistados, 11,7% afirmaram que faziam uso freqüente de bebidas alcoólicas - no mínimo seis vezes por mês - e 6,7%, uso pesado (pelo menos 20 dias por mês).
  12. 13. Solventes Entre as drogas ilegais, os solventes são os que aparecem com maior uso. Cola de sapateiro, acetona e benzina, entre outros, já foram usados por 15,5% dos jovens, e 14% afirmam que usaram pelo menos uma vez nos 12 meses anteriores à pesquisa. Apesar de serem ilegais e terem venda restrita, essas substâncias são comuns no comércio, já que, originalmente, não são drogas. O Brasil é o campeão no uso de solventes, em uma comparação com outros 24 países, e tem um número alto de jovens que já usaram algum tipo de droga pelo menos uma vez na vida. São 22,6%, enquanto no Uruguai são 13,5%, e, no Chile, 19,8%.
  13. 14. Mais atraentes As drogas legais, como tabaco e álcool, são as que atraem os mais jovens. A média de idade das crianças que iniciam o uso dessas substâncias é em torno de 12 anos, enquanto maconha e cocaína aparecem um pouco mais tarde, em torno dos 14 anos. O levantamento mostra, principalmente, que o uso de drogas é uma realidade nas escolas e isso afeta o seu desempenho escolar.
  14. 15. Desempenho escolar Entre os 48 mil alunos entrevistados, 54,4% dos que já haviam usado algum tipo de droga estavam pelo menos um ano atrasado em relação à série correta para sua idade. Mais da metade também tinha faltas constantes. De acordo com o secretário nacional antidrogas, Paulo Roberto Uchoa, o resultado da pesquisa mostra que a prevenção ao uso de drogas deve começar muito cedo, já que o uso também começa cedo. Os dados da pesquisa serão trabalhados com os Ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social, que tem políticas específicas para crianças e adolescentes.
  15. 16. POR QUE OS JOVENS SE ATIRAM ÀS DROGAS ? <ul><li>O mundo está cada vez mais competitivo e exige um preparo intelectual cada vez maior. A </li></ul><ul><li>globalização por sua vez também sufoca quem foge dela. O jovem se vê imaturo e despreparado </li></ul><ul><li>para decidir e encarar as exigências provenientes da globalização. Hoje a infância e a adolescência </li></ul><ul><li>estão sendo abreviadas. Se exige de uma criança e de um jovem uma responsabilidade muito </li></ul><ul><li>grande. Por outro lado, o jovem encontra o conflito de 3 gerações: os avós, os pais e os filhos. </li></ul><ul><li>Gerações distintas: a primeira paternalista, autoritária, machista; a segunda liberal e pais dedicados </li></ul><ul><li>ao trabalho para o sustento da família; a terceira, jovens solitários, sem conhecer a dimensão de </li></ul><ul><li>família, dedicados a malhação, culto pelo corpo e aos mil cursos ou muitas vezes dedicados a &quot;faço o </li></ul><ul><li>que quero, quando quero, onde quero&quot;, sem nenhum objetivo mas se sentindo donos do mundo </li></ul><ul><li>quando reunidos em suas gangs. </li></ul><ul><li>Muitos recorrem a droga como forma de resolver conflitos internos ou como forma de fugir de </li></ul><ul><li>conflitos pessoais, sociais e sobretudo familiares. Ou mesmo para relaxarem diante de tanta </li></ul><ul><li>exigência social. Daí para uma primeira vez é fácil, mas para um última vez é difícil. É como um </li></ul><ul><li>labirinto: fácil de entrar, mas difícil de sair. </li></ul>
  16. 17. Juventude e risco nas sociedades atuais <ul><li>Para os jovens, atualmente, viver o momento de passagem, da infância à idade adulta, sem uma cosmologia ou um universo de reconhecimento comum, torna-se ainda mais incerto e complexo. Os universos de reconhecimento comuns previnem e interpretam a desordem, portanto, as incertezas e perigos próprios dos momentos de mudança e dos acontecimentos, sobretudo aqueles ligados à vida e à morte: o sexo, a procriação, o nascimento, as doenças, os infortúnios. Diferentemente dos rituais das sociedades tradicionais, que instrumentalizam melhor os sujeitos para vivenciaram as mudanças e interpretarem os perigos, os rituais atuais são pulverizados, surgem e desaparecem ao sabor da moda, proporcionando aos jovens, desta forma, apenas ilhas de segurança. Eles não os preparam para os momentos de passagem e de mudança e, com dificuldades, possibilitam a transmissão da herança de uma geração a outra. Neste contexto atual, como bem sugere Balandier (1994), os jovens seriam levados a tornarem-se seus próprios produtores de significações, construindo-as, em certo sentido, num tipo de bricolage, através de seus próprios recursos e sob o impulso das circunstâncias, das necessidades imediatas e das influências recebidas. Eles se tornariam, assim, os artesãos-bricoleur de suas próprias práticas e representações do mundo. </li></ul>
  17. 19. Jovens e Sexualidade
  18. 20. Jovens e os dilemas da sexualidade <ul><li>O comportamento do jovem mudou nos últimos anos, a sexualidade é vista de maneira bastante banalizada, assim como também os relacionamentos afetivos. A aparente liberdade gera conflito, principalmente entre os jovens que estão vivendo um momento de transição entre a adolescência e a vida adulta. </li></ul>
  19. 21. <ul><li>Atualmente, os jovens estão iniciando a vida sexual mais cedo. A sexualidade tem sido discutida de forma mais “aberta”, nos discursos pessoais, nos meios de comunicação, na literatura e artes. Entretanto, segundo a professora Ana Cláudia, essa aparente “liberdade sexual” não torna as pessoas mais “livres”, pois ainda há bastante repressão e preconceito sobre o assunto. Além disso, as regras de como devemos nos comportar sexualmente prevalecem em todos os discursos, o que torna uma questão velada de repressão. </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Ela cita a questão da virgindade feminina, que antes era supervalorizada e hoje é vista como um problema para muitas meninas. Muitas garotas iniciam a vida sexual de forma precipitada, mais para responder a uma exigência do grupo do que a uma escolha pessoal, o que as tornam menos propensas a assumir as responsabilidades que uma vida sexual ativa requer. Ana Cláudia explica que essa cobrança do grupo, também é vista como um tipo de repressão, pois parece que hoje as pessoas perderam a possibilidade de assumir ‘ser’ ou ‘não ser’ virgem, diante da cobrança do grupo social. Outro exemplo diz respeito às cobranças exigidas ao papel feminino. Atualmente, cobra-se da mulher a entrada no mercado de trabalho, e por conseqüência isso pode resultar em uma maior autonomia. Mas, apesar disso, ainda hoje é exigido também da mulher que ela se case, tenha filhos e seja uma boa mãe. Ter que se casar ou ter filhos parecem condições inerentes à felicidade pessoal. A mulher que tem uma opção de vida diferente dessa é vista como infeliz. </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Outro exemplo ainda, diz respeito aos relacionamentos amorosos. Na década de 80 surge a expressão “ficar com”. Essa expressão representa uma nova condição de relacionamento em que as pessoas irão manter contatos físicos e afetivos durante um curto tempo, sem que isso signifique um vínculo duradouro. O “ficar com”, apesar de aparentar uma grande liberdade sexual está repleto de regras. Essas regras dependem do grupo social (idade,classe social e educacional) e momento histórico </li></ul>
  22. 24. Sexualidade na adolescência e principais dúvidas de jovens e pais.
  23. 25. Os jovens estão despertando cada vez mais cedo para a vida sexual? Se pensarmos que aos 15 anos 50% dos meninos e meninas já tiveram a primeira relação sexual, temos de concluir que a iniciação sexual está acontecendo mais cedo. Comparado com os dados obtidos não muitos anos atrás, o primeiro beijo também é uma experiência que ocorre mais cedo. Sem dúvida, essa precocidade é estimulada pelos meios de comunicação deste século XXI - Internet, TV, imprensa falada e escrita, bancas de jornal, etc. – e até por muitos pais que, por exemplo, aplaudem a dança erotizada da menina de cinco anos, mas se assustam e ficam preocupados quando ela, aos dez anos, começa a namorar. Eu defendo que, apesar de todo o apelo à sexualidade, é preciso não saltar etapas e preservar a infância. Como não dá para fugir dessa exposição constante, o jovem deve ser informado sobre todas as questões que envolvem a sexualidade, sobre seus riscos e perigos, sempre lembrando que ela é um impulso normal e fonte de prazer. Por isso, é fundamental conversar com os jovens para que o sexo seja praticado com responsabilidade.
  24. 26. Conclusão <ul><li>A criança e o jovem de hoje se sentem, muitas vezes abandonados afetivamente. O pai e a mãe </li></ul><ul><li>trabalham. Os filhos raramente encontram os pais, ficando com babás, empregadas, professores e </li></ul><ul><li>orientadores de atividades. Assim muitos jovens acabam buscando algo para preencher essa </li></ul><ul><li>ausência ou para fugir dessa realidade. A droga acaba sendo uma alternativa de solução para eles. </li></ul><ul><li>Pesquisas e testes psicológicos mostraram que muitos jovens não se sentem amados pelas </li></ul><ul><li>próprias famílias. O problema das drogas é complexo. Suas causas são muitas e precisam ser atacadas com </li></ul><ul><li>decisão e objetividade. A CPI do narcotráfico apenas começou os trabalhos de definição dos </li></ul><ul><li>verdadeiros e grandes causas do tráfico de drogas internacional que utiliza o Brasil como rota, mas </li></ul><ul><li>não deve ficar apenas nesse levantamento. É preciso punir rigorosamente o segmento da sociedade </li></ul><ul><li>que faz jogo duplo, isto é, em público defende a repressão ao mundo da droga e nas suas mansões e </li></ul><ul><li>apartamentos de luxo comandam o tráfico se enriquecendo com a desgraça dos filhos dos próprios </li></ul><ul><li>amigos. </li></ul><ul><li>A sociedade que reprime, muitas vezes é a mesma que cria o drogado. É um segmento parasita. </li></ul><ul><li>Para qualquer ação, antes de tudo devemos saber que o viciado é vítima. É conseqüência de </li></ul><ul><li>uma escola despreocupada com os valores, de uma família sem diálogo, de uma internet sem </li></ul><ul><li>controle, de meios de comunicação sem critérios morais, de um poder legislativo e executivo </li></ul><ul><li>ineficiente e egoísta, de uma policia despreparada e subornada. </li></ul><ul><li>O viciado é vítima de sua angústia, de sua solidão num mundo de competitividade muito grande; </li></ul><ul><li>é vítima de si próprio e da sociedade que o marginaliza. De um povo sem esperança, empobrecido, </li></ul><ul><li>sem emprego, abandonado, vivendo da solidariedade. </li></ul>
  25. 27. Bibliografias http://www.ssrevista.uel.br/c_v3n1_jovens.htm http://www.anitamulher.com.br/anita/sexualidade-na-adolescencia-e-principais-duvidas-de-jovens-e-pais/
  26. 28. Feito por: Anna Thays nº 07 Flávia Marques nº12 Série: 3º ano A

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