Psicóloga Ma. Anaí Haeser
Pedagoga Esp. Vânia Varela
GDF – SEEDF – CRET
25 de março de 2015
1. Apresentar a EEAA-CEI 1 à Equipe Escolar
2. Expor o que é a EEAA (documentos norteadores do serviço e
formas de atuação...
• Pedagoga Vânia Silveira Varela
(1993 – Carreira Magistério, SEEDF)
• 27 anos de experiência na área
da Educação
• Formaç...
• EEAA é a sigla para Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem
• É um serviço técnico, especializado, multidisciplinar...
• O serviço foi regulamentado pela primeira vez em 2008 - Portaria nº
254/2008
• Atualmente definido pela:
• Portaria nº 3...
• As EEAAs tiveram origem em 1968, no serviço de suporte técnico-
pedagógico da SEDF
• Passaram por várias transformações,...
• Segundo o atual Regimento Escolar das Instituições Educacionais
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• Declaração Universal dos Direitos Humanos, publicada pela ONU em
1948,
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• Sócio-interacionista
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• Contribuir para superação das dificuldades presentes no
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• Promover a ressignificação das concepções de ensino-
aprendizagem, criando uma cultura de sucesso escolar;
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Mapeamento
Institucional
Assessoria ao Trabalho
Pedagógico
Acompanhamento
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Aprendizagem
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O serviço realizado numa perspectiva institucional e preventiva:
• Promove ações que viabilizem a reflexão e a conscientiz...
• “Desloca o foco da problematização, avaliação e intervenção junto
ao aluno para uma visão mais sistêmica, contextualizad...
• É a sigla para PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E
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• Foi desenvolvido em 2001 por Mariza Brito Nev...
Queixa-
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• Analisar as relações interpessoais nos processos de
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• Fortalecimento de uma atuação institucional e preventiva
• Aumento de estratégias e momentos para realização:
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MISSÃO
• Contribuir com a excelência no planejamento, execução e
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multideterminado, com finalidades sociopolíticas, que visa ...
OBJETIVOS I. Mapear II. Assessorar III. Acompanhar
METAS
1. Conhecer (como
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• Está relacionado ao mapeamento e à assessoria.
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• Objetivos:
• “Contribuir com conhecimentos especializados acerca dos
processos de desenvolvimento e de aprendizagem;
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• Sensibilizar as famílias para maior participação no processo escolar
dos estudantes
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• “Não curativo”
• Não se trata de um trabalho psicopedagógico ou psicológico clínico
• Objetivo: Conhecimento da criança ...
• Questão dos atendimentos nas:
• semanas de festas escolares, passeios e
• durante o período da Estratégia de Matrícula
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Dia previsto Tema
25/03/2015
Apresentação da EEAA, plano de trabalho 2015 e avaliação
de 2014
22/04/2015
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1ª SEMANA – Assessoramento (mais próximo) ao professor:
acompanhamento da prática pedagógica
2ª SEMANA – Interventivo com ...
2ª 3ª 4ª 5ª 6ª
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Individual
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• OBJETIVO IV: Realizar Avaliação/Intervenção da Queixa Escolar
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• Assessoria a docentes
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(3 de 1º PE; 4 de 2º PE)
• Alunos acompanhados quanto ao a...
Uma mudança no olhar e no fazer, em relação a
2014
SEDF. Orientação Pedagógica das Equipes Especializadas de Apoio à
Aprendizagem. SEDF: Ritla, 2010.
SEDF. Regimento Escolar...
EEAA Apresentação CEI 01-2015
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Apresentação com a definição de Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem (EEAA) no âmbito da SEEDF, breve histórico, documentos norteadores e legislação sobre a EEAA, fundamentação teórica do serviço; exposição do Plano de Trabalho de 2015 e avaliação de 2014.

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EEAA Apresentação CEI 01-2015

  1. 1. Psicóloga Ma. Anaí Haeser Pedagoga Esp. Vânia Varela GDF – SEEDF – CRET 25 de março de 2015
  2. 2. 1. Apresentar a EEAA-CEI 1 à Equipe Escolar 2. Expor o que é a EEAA (documentos norteadores do serviço e formas de atuação previstas) 3. Realizar uma avaliação quantitativa e qualitativa do trabalho realizado no ano de 2014 pela EEAA – CEI 1, guiada pelo plano de trabalho apresentado para o mesmo período 4. Apresentar a proposta de trabalho desse ano
  3. 3. • Pedagoga Vânia Silveira Varela (1993 – Carreira Magistério, SEEDF) • 27 anos de experiência na área da Educação • Formação: • Magistério • Pedagogia • Esp. Psicopedagogia • Esp. Coordenação Pedagógica • PEI • Neuropedagogia • Psicóloga Anaí Haeser Peña (2013 - Analista de Gestão Educacional, Carreira Assistência à Educação, SEEDF) • 21 anos de experiência na área da Educação • Mestre em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde • Psicóloga • Licenciada em Artes Plásticas • “Lotação”: CEI 01, mas realiza itinerância em outras escolas
  4. 4. • EEAA é a sigla para Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem • É um serviço técnico, especializado, multidisciplinar (Pedagogo + Psicólogo), de apoio pedagógico, que atua em parceria com o SOE • Trabalha numa perspectiva institucional, preventiva, e interventiva (SEDF, 2010)
  5. 5. • O serviço foi regulamentado pela primeira vez em 2008 - Portaria nº 254/2008 • Atualmente definido pela: • Portaria nº 30/2013 • Orientação Pedagógica (OP) das Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem, publicada em 2010 • Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal (PORTARIA Nº 15 DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015)
  6. 6. • As EEAAs tiveram origem em 1968, no serviço de suporte técnico- pedagógico da SEDF • Passaram por várias transformações, acompanhando o desenvolvimento científico e pedagógico , especialmente no que diz respeito à questões como fracasso escolar, queixa escolar, necessidades educacionais especiais, bem como as necessidades e demandas no âmbito da SEEDF. • Momentos significativos de reformulação: • Publicação da Portaria Nº. 254, de 12 de dezembro de 2008, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal Nº. 248, de 15 de dezembro de 2008 • Publicação da OP das EEAA em 2010 (SEDF, 2010)
  7. 7. • Segundo o atual Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federa (2015): • Forma de atuação da Equipe de Apoio: • Integrada • Fundamentada teórico-metodologicamente na Pedagogia Histórico-Crítica e na Psicologia Histórico-Cultural
  8. 8. • Declaração Universal dos Direitos Humanos, publicada pela ONU em 1948, • Declaração Universal dos Direitos da Criança , publicada pela ONU em 1959, • Declaração Mundial de Educação para Todos – Jomtiem/ Tailândia, publicada pela UNESCO em 1990), • Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais: Acesso e Qualidade realizada em Salamanca na Espanha: • Declaração de Salamanca, produzida nessa ocasião, publicada pela UNESCO em 1994, • Constituição Federal do Brasil, • Estatuto da Criança e do Adolescente, publicado em 1994, • Lei de Diretrizes de Bases da Educação Nacional (LDB), Lei 9394/1996 (SEDF, 2010)
  9. 9. • Sócio-interacionista • compreende o desenvolvimento numa perspectiva epigenética e bioecológica, por parte da Psicologia, • na Psicologia Histórico Cultural (Vygotsky, 1984, 1989), • progressista e pós-moderna, por parte da Pedagogia • na Pedagogia Libertadora (Freire, 1997, 1991), • na Pedagogia Histórico-Crítica (Saviani, 2005), • na Pósmodernidade de contestação (Boaventura Santos, 2003) • na Pedagogia das Competências (Perrenoud, 2000, 1999). (apud SEDF, 2010)
  10. 10. • Contribuir para superação das dificuldades presentes no processo de ensino e escolarização, por meio de uma atuação institucional (SEDF, 2015). • Promover (SEDF, 2010): • a melhoria da qualidade do processo de ensino- aprendizagem • uma cultura de sucesso escolar • Por meio de (SEDF, 2010): • Intervenções institucionais • Intervenções avaliativas • Ações preventivas (formações, projetos)
  11. 11. • Promover a ressignificação das concepções de ensino- aprendizagem, criando uma cultura de sucesso escolar; • Assessorar a equipe gestora e a comunidade escolar na reflexão acerca do contexto educacional, facilitando a tomada de decisões, a construção e a implementação de estratégias administrativo- pedagógicas; • Contribuir para a formação continuada do corpo docente, com reflexões sobre aspectos pedagógicos e intersubjetivos; • Sensibilizar as famílias para maior participação no processo educacional dos alunos; • Realizar procedimentos de avaliação e intervenção às queixas escolares, visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos no contexto escolar; • Articular ações com o SOE e a sala de recursos, no caso de alunos NEEs. (SEDF, 2010)
  12. 12. Mapeamento Institucional Assessoria ao Trabalho Pedagógico Acompanhamento do Processo de Ensino- Aprendizagem CONTEXTO ESCOLAR 1ª Dimensão Conhecimento do contexto escolar 3ª Dimensão Assessoria ao processo de gestão escolar 2ª Dimensão Escuta institucional 4ª Dimensão Assessoria ao processo de ensino- aprendizagem 5ª Dimensão Avaliação e adequação institucional 6ª Dimensão Formação contínua PAIQUE Elemento constituinte (SEDF, 2010)
  13. 13. O serviço realizado numa perspectiva institucional e preventiva: • Promove ações que viabilizem a reflexão e a conscientização de funções, papeis e responsabilidade dos atores da escola • Favorece a apropriação dos conhecimentos, o desenvolvimento de recursos e habilidades que viabilizem a oxigenação e a renovação das práticas educativas (Araújo 2003; Marinho –Araújo e Almeida, 2005, apud SEDF, 2010)
  14. 14. • “Desloca o foco da problematização, avaliação e intervenção junto ao aluno para uma visão mais sistêmica, contextualizada nos aspectos institucionais e relacionais do espaço educativo • Se compromete com a observação e escuta sensíveis aos atores e processos do espaço escolar, promovendo reflexão e intervenção nos espaços de discussão da IE, auxiliando na transformação da Escola como espaço de valorização do ser humano • Ação preventiva e intencionalmente planejada com vistas a incentivar estratégias diversificadas • Ação promotora de desenvolvimento da comunidade escolar, mobilizando competências individuais e coletivas que possibilitem a ressignificação dos processos de ensino-aprendizagem • Favorecimento de processos intersubjetivos e do desenvolvimento adulto” (SEDF, 2010)
  15. 15. • É a sigla para PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO À QUEIXA ESCOLAR • Foi desenvolvido em 2001 por Mariza Brito Neves* • Desmembrou o atendimento à queixa escolar em etapas/ níveis, que são percorridos conforme a necessidade, sem obrigatoriedade do cumprimento de todos os níveis • Propôs que o atendimento à queixa escolar deveria ser iniciado em sua origem, junto àquele que expôs a queixa: o professor/ a escola • Partiu da compreensão da queixa-escolar como um indicativo da existência de alguma desarmonia no âmbito das relações no processo de ensino-aprendizagem
  16. 16. Queixa- escolar Escola Família Aluno(a) Queixa-escolar é detectada e apresentada pelo docente Intervenção junto ao professor e à escola Intervenção junto ao professor, à escola e à família. Intervenção junto ao professor, à escola, à família e ao aluno. okQueixa permanece Queixa permanece
  17. 17. • Os princípios dessa avaliação combinam avaliar e intervir, ou seja, ao mesmo tempo em que se investiga o objeto, ações interventivas são desencadeadas • Descortinar um processo de ensino-aprendizagem • Fortalecer a cultura de sucesso escolar, favorecendo a permanência do aluno na escola e sua progressão na vida acadêmica
  18. 18. • A atuação em equipe “permite que as intervenções desencadeadas nas instituições educacionais sejam mais eficazes, uma vez que estão conjugadas duas áreas de saber, que contribuem com conhecimentos complementares sobre os processos de aprendizagem e de desenvolvimento humano.” (SEDF, 2010, p. 79) • Conjugação de: • Áreas de saber • Pontos de vista • Competências
  19. 19. • Analisar as situações de ensino-aprendizagem, com o objetivo de apoiar o professor e atender às queixas-escolares; • Auxiliar no aprimoramento do desempenho dos professores em sala de aula (conteúdos, métodos, técnicas, formas de organização da classe); • Promover a adequação do ensino às necessidades dos alunos; • Escutar e orientar pais e familiares, em relação aos aspectos que interfiram direta ou indiretamente no desempenho escolar dos alunos, tais como relacionais, subjetivos e pedagógicos; • Desenvolver projetos de intervenção pedagógica junto à comunidade escolar; • Realizar a avaliação pedagógica do aluno encaminhado à EEAA. (SEDF, 2010)
  20. 20. • Analisar as relações interpessoais nos processos de ensino-aprendizagem no ambiente escolar; • Analisar as práticas pedagógicas; • Criar um espaço de interlocução entre membros da comunidade escolar; • Conscientizar sobre aspectos intersubjetivos relacionados ao contexto escolar; • Conscientização de papeis, funções e responsabilidades dos membros da comunidade escolar; • Ressignificação de concepções sobre o desenvolvimento, processo de ensino-aprendizagem; • Proporcionar a valorização do ser humano no contexto escolar. (SEDF, 2010)
  21. 21. • Fortalecimento de uma atuação institucional e preventiva • Aumento de estratégias e momentos para realização: • do mapeamento institucional, • da assessoria à prática pedagógica e • do acompanhamento ao processo de ensino-aprendizagem, especialmente mais próximo aos docentes
  22. 22. MISSÃO • Contribuir com a excelência no planejamento, execução e desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem dos alunos e alunas do CEI 01, realizando ações preventivas ao surgimento de queixas-escolares, bem como ações interventivas e avaliativas em relação à mesma, apoiando a atividade educativa realizada pelos profissionais da escola, de forma a criar uma cultura de sucesso escolar. VISÃO • Realizar um trabalho de excelência e referência, que contribua efetivamente para a promoção de uma cultura de sucesso escolar no CEI 01 de Taguatinga.
  23. 23. • A educação é compreendida como um fenômeno social complexo e multideterminado, com finalidades sociopolíticas, que visa garantir o desenvolvimento pleno da pessoa, a preparação para o exercício da cidadania e a inserção no ciclo produtivo da sociedade em que a pessoa se encontra, promovendo sua emancipação e, por isso, todo educando deve ter acesso a condições educativas que atendam a suas necessidades. A EEAA tem papel junto aos demais atores institucionais na garantia do atendimento às necessidades de cada educando para que o mesmo tenha sucesso na sua trajetória de aprendizagem. • O educando é protagonista de seu processo educativo. • O educando e a sua família não podem ser culpabilizados por suas dificuldades de aprendizagem, pelo fracasso escolar ou inadaptação ao contexto escolar. • A investigação e a intervenção em relação à queixa escolar é um processo que deve se pautar por uma compreensão holística do ensino-aprendizagem.
  24. 24. OBJETIVOS I. Mapear II. Assessorar III. Acompanhar METAS 1. Conhecer (como atitude permanente) o contexto escolar 1. Assessorar o processo de gestão escolar 2. Assessorar o processo de ensino- aprendizagem 1. Refletir sobre as práticas pedagógicas; 2. Intervir nas situações de queixa escolar (no modelo do PAIQUE); AÇÕES - Observações, acompanhamentos, participações nos diversos espaços e momentos escolares - Participação nos espaços e momentos de trabalho coletivo - Realizar formações: palestras, oficinas e vivências junto aos profissionais da escola - Site - Criar um espaço de escuta dos professores - Acompanhamento avaliativo- interventivo a: - Profissionais da escola - Famílias - Alunos
  25. 25. • Está relacionado ao mapeamento e à assessoria. • Objetivo: “Compreender, com profundidade, como trabalham os atores da instituição educacional, o que pensam e como contribuem para sucesso escolar” (SEDF, 2010, p.71) • Foco na será no assessoramento à prática pedagógica, com vistas ao fortalecimento de uma cultura de sucesso escolar • “identificação das barreiras que estejam dificultando o processo educativo em suas múltiplas dimensões e variáveis, entre elas: (a) as que incidem na aprendizagem - com cunho individual; (b) as que incidem no ensino - como as condições da escola e da prática docente; (c) as que inspiram diretrizes gerais da educação; e (d) as relações que se estabelecem entre todas elas” (SEDF, 2010, p.67) • Organização da rotina, manejo de classe, concepções de ensino, postura profissional, fundamentação e embasamento teórico e técnico, entre outros. • Instrumentos
  26. 26. • Objetivos: • “Contribuir com conhecimentos especializados acerca dos processos de desenvolvimento e de aprendizagem; • Favorecer a tomada de consciência, por parte dos atores da instituição educacional, acerca de sua história, sua identidade e de suas potencialidades para atuação; (...) • Promover a manutenção de espaços de reflexão, capazes de favorecer a ressignificação das concepções de desenvolvimento, de aprendizagem, de ensino, de avaliação, dentre outras; • Contribuir com a formação continuada dos professores, viabilizando a aquisição de conhecimentos teóricos, o desenvolvimento de habilidades e de recursos para a mobilização de competências, e a construção de conhecimentos que atendam às especificidades do contexto de cada instituição educacional.” (SEDF, 2010, p. 71)
  27. 27. • Sensibilizar as famílias para maior participação no processo escolar dos estudantes • Solicitar a colaboração da família no processo de investigação da queixa escolar; • Inteirar-se das atividades desenvolvidas pelo aluno no ambiente familiar; • Conhecer as concepções da família sobre a escolaridade do aluno; • Discutir possibilidades de interface da instituição educacional com a família para favorecer o sucesso escolar, construindo estratégias de condução conjunta; • Refletir acerca das atribuições familiares e as atribuições da instituição educacional; • Realizar orientações advindas do conhecimento psicológico e pedagógico que instrumentalizem a família na condução das questões de seu filho. (SEDF, 2010)
  28. 28. • “Não curativo” • Não se trata de um trabalho psicopedagógico ou psicológico clínico • Objetivo: Conhecimento da criança para melhor assessoramento ao professor, conforme o objetivo de cada nível do PAIQUE • Organização: • Pedagoga: • Atendimentos avaliativo-interventivo (às quintas) • Intervenções em grupos (4 alunos), conforme necessidades mapeadas (às terças) • 1 grupo de 1º PE por turno – 4 alunos por turno • 1 grupo de 2º PE por turno – 4 alunos por turno • Duração, Público alvo, Instrumentos utilizados • Psicóloga: às terças, de caráter avaliativo- interventivo, sendo a prioridade de atendimentos definida junto à pedagoga
  29. 29. • Questão dos atendimentos nas: • semanas de festas escolares, passeios e • durante o período da Estratégia de Matrícula • Questão do quantitativo de alunos • Questão do tempo pelo qual o aluno permanece no atendimento interventivo
  30. 30. Dia previsto Tema 25/03/2015 Apresentação da EEAA, plano de trabalho 2015 e avaliação de 2014 22/04/2015 Diversidade, homogeneidade, normatividade: reflexões sobre a prática docente 29/04/2015 Palestra com convidado sobre TGD 24/06/2015 Processamento sensorial 23/09/2015 Palestra com convidado sobre Gênero e Sexualidade 25/11/2015 Inteligência emocional O tema de cada estudo e oficina foi definido a partir do mapeamento institucional de 2014.
  31. 31. 1ª SEMANA – Assessoramento (mais próximo) ao professor: acompanhamento da prática pedagógica 2ª SEMANA – Interventivo com família/ alunos 3ª SEMANA – Interventivo com família/ alunos 4ª SEMANA – Interventivo com alunos, registros, relatórios, planejamento mensal, alimentação do site.
  32. 32. 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 8-9h Planejamento Individual Acompanha mento Coletiva/ Planejamento conjunto Acompanha mento Coord. Intermediária EEAA 9-10h Acompanha mento Acompanha mento 10-11h Acompanha mento Acompanha mento 11-12h Acompanha mento Acompanha mento 14-15h CI Acompanha mento Coletiva/ Planejamento conjunto Acompanha mento CI 15-16h Acompanha mento Acompanha mento 16-17h Acompanha mento Acompanha mento 17-18h Acompanha mento Acompanha mento
  33. 33. 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 8-9h Planejamento Individual Alunos – interv. Coletiva/ Planejamento conjunto Alunos – aval.-interv. Coord. Intermediária EEAA 9-10h Família – interv. Família – aval.-interv. 10-11h Alunos – interv. Alunos – aval.-interv. 11-12h Família – interv. Família – aval.-interv. 14-15h CI Alunos – interv. Coletiva/ Planejamento conjunto Alunos – aval.-interv. CI 15-16h Família – interv. Família – aval.-interv. 16-17h Alunos – interv. Alunos – aval.-interv. 17-18h Família – interv. Família – aval.-interv.
  34. 34. 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 8-9h Planejamento Individual Alunos – interv. Coletiva/ Planejamento conjunto Alunos – aval.- interv. Coord. Intermediária EEAA 9-10h Família – interv. Organização interna 10-11h Alunos – interv. Alunos – aval.- interv. 11-12h Família – interv. Organização interna 14-15h CI Alunos – interv. Coletiva/ Planejamento conjunto Alunos – aval.- interv. CI 15-16h Família – interv. Organização interna 16-17h Alunos – interv. Alunos – aval.- interv. 17-18h Família – interv. Organização interna
  35. 35. • O trabalho realizado pela psicóloga seguirá cronograma semelhante ao da pedagoga, porém: • Os atendimentos a professores, famílias e alunos serão às terças; • Às quintas realizará visitas de itinerância às outras escolas; • A participação em coletivas das outras IE não acontecerá em dias de formação promovidas pela EEAA no CEI 1; • De forma análoga, no dia em que a psicóloga promover formação em outra IE, não participará da coletiva no CEI 1; • Será disponibilizado à Equipe Diretiva e à Pedagoga da EEAA um cronograma mensal da itinerância. • Os atendimentos às terças acontecerão por ordem de prioridade a ser definida em conjunto com a pedagoga • Início do cronograma proposto: Abril
  36. 36. 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 8-9h CI Acompanha mento Coletiva/ Planejamento conjunto Itinerância Coord. Intermediária EEAA 9-10h Acompanha mento 10-11h Acompanha mento 11-12h Acompanha mento 14-15h Planejamento Individual Acompanha mento Coletiva/ Planejamento conjunto CI 15-16h Acompanha mento 16-17h Acompanha mento 17-18h Acompanha mento
  37. 37. 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 8-9h CI Alunos Coletiva/ Planejamento conjunto Itinerância Coord. Intermediária EEAA 9-10h Família 10-11h Alunos 11-12h Família 14-15h Planejamento Individual Alunos Coletiva/ Planejamento conjunto CI 15-16h Família 16-17h Alunos 17-18h Família
  38. 38. ** Disponíveis no site da EEAA-CEI01 • O Espaço de Estimulação Psicomotora consistirá em um local planejado para proporcionar experiências de atividade e estimulação psicomotora. • O objetivo é prover um espaço fixo que complemente as propostas de atividades e materiais flexíveis já disponíveis na Escola e orientadas pela EEAA.
  39. 39. • Um jardim sensorial é um espaço planejado para proporcionar experiências diversificadas por meio dos sentidos. • Nesse local são dispostos materiais táteis, sonoros, olfativos, gustativos • O objetivo é prover a experimentação de sensações e estímulo aos sentidos, promovendo aprendizagens e desenvolvimento por meio da experiência ativa.
  40. 40. http://cei1taguatinga.wix.com/eeaa-cei1
  41. 41. • OBJETIVO I: Refletir sobre a aplicabilidade de conceitos, como meio de estruturação do trabalho pedagógico na educação infantil • Meta atingida: Realização de 5 encontros coletivos de formação docente: • Apresentação da EEAA • ANEEs sem diagnósticos nas turmas e atendimento a necessidades específicas de aprendizagem • Psicomotricidade • Agressividade, raiva, hiperatividade • Cognição (Avaliação dos encontros) • Meta atingida: Finalização do projeto psicomotricidade • Meta atingida: Atendimentos a professores (assessoria, plantões, observações, apoios) • Meta atingida: Participações em todos os Conselhos de Classe
  42. 42. • OBJETIVOS II e III: II. Favorecer a reflexão sobre importância da participação dos pais no processo de plena adaptação na escola bem como no desenvolvimento global do filho. III. Refletir sobre as formas de intervenção/acompanhamento do filho para sanar as dificuldades que interferem em seu pleno desenvolvimento. • Meta atingida: Participações em Reuniões de Pais/ Responsáveis: 02 • Palestra realizada junto aos pais/ responsáveis: 01 • Meta atingida: Atendimentos realizados junto a pais: 73 • Meta atingida: Participações Reuniões em eventos escolares (festa junina, festa da família, peça teatral): 03
  43. 43. • OBJETIVO IV: Realizar Avaliação/Intervenção da Queixa Escolar (PAIQUE) • Meta superada: atendimento a 100% da demanda (previsto 90%) PERÍODO 1º PE 2º PE TT TURNO M 14 16 (4*) 30 (4*) V 08 11 (4*) 19 (4*) TT 22 27 (8*) 49 (8*) Tabela 1 - TOTAL DE ALUNOS ENCAMINHADOS À EEAA E ATENDIDOS * Alunos encaminhados em 2013 que permaneceram no interventivo por parte de 2014, por se fazer necessário após reflexão com a Equipe Escolar.
  44. 44. Gráfico 1 - NÚMERO DE ALUNOS ENCAMINHADOS À EEAA AO LONGO DOS MESES DE 2014
  45. 45. • Assessoria a docentes • Alunos identificados com necessidades educacionais especiais • Incluídos em turmas adequadas à Estratégia de Matrícula • No CEI 1: 2 • Em outras IE: 5 • Não incluídos: 1 (caso de suspeita de mutismo seletivo) • Reencaminhamentos ao SOE, por se tratar de situação vulnerabilidade social/ familiar: 9 (4 de 1º PE; 5 de 2º PE) • Alunos incluídos em grupos interventivos: 29 (14 de 1º PE; 15 de 2º PE), em grupos de 5 alunos em rodizio pela quantidade de encaminhamentos • Alunos encaminhados para acompanhamento pelo Conselho Tutelar: 9 (4 de 1º PE; 5 de 2º PE)
  46. 46. • Alunos encaminhados para atendimento complementar em saúde: 7 (3 de 1º PE; 4 de 2º PE) • Alunos acompanhados quanto ao atendimento complementar em saúde: 8 (4 de 1º PE; 4 de 2º PE) • Alunos cujas famílias não compareceram (depois de 3 convocações): 1 • Alunos atendidos a pedido da Justiça, por questões familiares: 1 • Alunos transferidos: 2 • Alunos encaminhados à SAA: 1 • Alunos do 1º período em 2014 que permanecerão no interventivo em 2015: 6, a serem reavaliado junto à Equipe Escolar
  47. 47. Uma mudança no olhar e no fazer, em relação a 2014
  48. 48. SEDF. Orientação Pedagógica das Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem. SEDF: Ritla, 2010. SEDF. Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, Portaria Nº 15 de 11 de fevereiro de 2015.

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