Tessituras

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Tessituras

  1. 1. LITERATURA JUVENIL ANA MARIZA RIBEIRO FILIPOUSKI (FAPA/JUN 2011) Tessituras: formação de mediadores para Programas de Leitura
  2. 2. Um sentido para a leitura literária <ul><li>Os leitores de livros (...), ampliam ou concentram uma função comum a todos nós. Ler as letras de uma página é apenas um de seus muitos disfarces. O astrônomo lendo um mapa de estrelas que não existem mais; o arquiteto japonês lendo a terra sobre a qual será erguida uma casa, de modo a protegê-la das forças malignas; o zoólogo lendo os rastros de animais na floresta; o jogador lendo os gestos do parceiro antes de jogar a carta vencedora; a dançarina lendo as notações do coreógrafo e o público lendo os movimentos da dançarina no palco; o tecelão lendo o desenho intrincado de um tapete sendo tecido; o organista lendo várias linhas musicais simultâneas orquestradas na página; os pais lendo no rosto do bebê sinais de alegria, medo ou admiração; o adivinho chinês lendo as marcas antigas na carapaça de uma tartaruga; o amante lendo cegamente o corpo amado à noite, sob os lençóis; o psiquiatra ajudando os pacientes a ler seus sonhos perturbadores; o pescador havaiano lendo as correntes do oceano ao mergulhar a mão na água; o agricultor lendo o tempo no céu – todos eles compartilham com os leitores de livros a arte de decifrar e traduzir signos. (...) Todos lemos a nós e ao mundo à nossa volta para vislumbrar o que somos e onde estamos. Lemos para compreender, ou para começar a compreender. Não podemos deixar de ler. Ler, quase como respirar, é nossa função essencial . </li></ul><ul><li>(MANGUEL, Albert. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.p. 19-20) </li></ul>
  3. 3. Um sentido para a leitura literária <ul><li>(...) ‘há coisas que só a literatura com seus meios específicos nos pode dar’ [frase de Ítalo Calvino]. Entre elas, a incorporação, pelo leitor, de uma rede portátil de possibilidades infinitas, capaz de nortear todos os gestos de sua existência. E isso só se consegue pela linguagem literária, pois o escritor, como nos recorda Calvino, ‘realiza operações que envolvem o infinito de sua imaginação ou o infinito da contingência experimental, ou de ambas, com o infinito das possibilidades lingüísticas da escrita’. </li></ul><ul><li>(MACHADO, Ana Maria. Balaio . Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007. p. 157) </li></ul>
  4. 4. Um sentido para a leitura literária <ul><li>Cada leitor, na individualidade de sua vida, vai entrelaçando o significado pessoal de suas leituras com os vários significados que, ao longo da história de um texto, este foi acumulando. Cada leitor tem a história de suas leituras, cada texto, a história das suas. Leitor maduro é aquele que, em contato com o texto novo, faz convergir para o significado deste o significado de todos os textos que leu . </li></ul><ul><li>(LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo . São Paulo: Ática, 1999.106-7) </li></ul>
  5. 5. Um sentido para a leitura de narrativas <ul><li>Ela [a narrativa] é importante, antes de mais nada, para habituar a um exercício de se colocar no lugar do outro – coisa que a ficção narrativa faz admiravelmente, ao despertar mecanismos psíquicos de identificação e projeção, permitindo que o leitor compreenda idéias alheias, se solidarize com personagens completamente diferentes de si, tenha compaixão por quem é diferente, perceba que existem pontos de vista variados para encarar qualquer assunto. A narrativa de ficção rompe a indiferença individualista e acostuma o leitor a sair de si mesmo e viver outras vidas – e isso lhe deixa a bagagem de uma experiência emocional riquíssima de abertura para o outro. Afinal de contas, é esse o fundamento de qualquer comportamento ético – ser capaz de pensar nos outros ao fazer as coisas ou deixar de fazê-las e medir as conseqüências das próprias ações sobre outras vidas. </li></ul><ul><li>(MACHADO, A.M. Balaio : livros e leituras. p.58). </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  6. 6. Um sentido para a leitura de poemas <ul><li>Mais densa e mais eloqüente que a vida cotidiana, mas não radicalmente diferente, a literatura amplia o nosso universo, incita-nos a imaginar outras maneiras de concebê-lo e organizá-lo. Somos todos feitos do que outros seres humanos nos dão: primeiro nossos pais, depois aqueles que nos cercam; a literatura abre ao infinito essa possibilidade de interação com os outros e, por isso, nos enriquece infinitamente. Ela nos proporciona sensações insubstituíveis que fazem o mundo real se tornar mais pleno de sentido e mais belo. Longe de ser um simples entretenimento, uma distração reservada às pessoas educadas, ela permite que, pela palavra, cada um responda melhor à sua vocação de ser humano. ( TODOROV, A literatura em perigo . DIFEL, 2009, p.23-24). </li></ul>
  7. 7.   Literatura entre 11 e 14 <ul><li>Leitura para desenvolver competência leitora e formar lastro para construção de história de leitor; </li></ul><ul><li>  Ler, escrever e resolver problemas como competências básicas do processo de formação de leitores; </li></ul><ul><li>Leitura para construir história de leitor e consolidar o ato de ler como recurso de acesso ao patrimônio cultural da humanidade. </li></ul>
  8. 8. Literatura entre 15 e 18 <ul><li>Sensibilizar para a importância do livro e da leitura como fator de inclusão social, de ampliação de conhecimentos e de melhoria de qualidade de vida; </li></ul><ul><li>Promover experiências de leitura e de narração de histórias que fomentem o encontro entre as diversas gerações em variados espaços de leitura; </li></ul><ul><li>Recorrer à adequação das obras aos diferentes grupos abrangidos; </li></ul><ul><li>Disponibilizar bibliografia e títulos de suporte às diversas atividades a realizar e facultar informação atualizada sobre livros. </li></ul>
  9. 9. Etapas do desenvolvimento estético do leitor <ul><li>Correspondem a diferentes modos de conceber a leitura literária; </li></ul><ul><li>São sequenciais e progressivas; </li></ul><ul><li>Podem se estender no tempo de aprendizagem e mesmo as mais complexas são possíveis de serem propostas a leitores jovens; </li></ul><ul><li>A progressão decorre de familiaridade com a leitura crítica; </li></ul><ul><li>A maior parte dos leitores não ultrapassa a segunda fase de desenvolvimento estético, ou seja, não se torna fruidor da literatura; </li></ul><ul><li>Para desenvolver o sentido estético do leitor é preciso expô-lo, ao longo do tempo, a diferentes exercícios de leitura. </li></ul>
  10. 10. Leitor narrador <ul><li>É um contador de histórias. Usa seus sentidos, memórias e associações pessoais para fazer observações concretas sobre a leitura, construída por meio de um tom narrativo, compondo quase um resumo. Suas decisões são baseadas no que é conhecido e esperado. Os comentários são emocionais, como se, ao resumir o que lê, o leitor fosse se apropriando da obra. </li></ul>
  11. 11. Leitor construtivo <ul><li>Ao ler, supõe que é necessário mobilizar ferramentas mais lógicas, acessíveis através da percepção pessoal, do conhecimento do mundo, dos valores sociais, morais e convencionais. Se não reconhece o familiar no texto - se o estilo, a estrutura, a técnica ou a função da obra não são evidentes, ou lhe parecem inadequados – estranha e não atribui valor ao lido. A verossimilhança com o real, seguindo um padrão de senso comum, é também utilizada para determinar valor. Como o que pode ser suscitado pela leitura deixa de ser bem conhecido (está fora do sujeito), o leitor começa a se distanciar de si mesmo a partir da leitura. </li></ul>
  12. 12. Leitor classificador <ul><li>O leitor adota uma postura analítica e crítica frente à leitura. Procura situar a leitura em uma escola literária, um estilo, um tempo conhecido, uma teoria. Decodifica o texto a partir de conhecimentos já consolidados, que estão prontos e que deseja expandir. Parece pensar que o significado da obra e sua mensagem podem ser explicados e racionalizados objetivamente, sem atribuição de sentidos que se concretizam através da interação com o lido. </li></ul>
  13. 13. Leitor intérprete <ul><li>Busca um encontro pessoal com a leitura. Explora-a, aprecia sutilezas da forma, da linguagem, da construção. Suas habilidades críticas são colocadas a serviço de sentimentos e intuições que decorrem do lido e que ele deixa surgir. As releituras, as discussões, são oportunidade para novas comparações, percepções e experiências. Sabe que a identidade da obra e seu valor estão sujeitos a reinterpretação, por isso vê seu processo pessoal também condicionado ao acaso e à mudança. </li></ul>
  14. 14. Leitor criativo/crítico <ul><li>O leitor construiu história de leitura através da formação de repertório e crítica de diferentes textos literários. Tem familiaridade com a literatura e, ainda assim, é capaz de apreciá-la com atenção e surpresa. O tempo e o contato com textos literários são ingredientes-chaves para sua formação. Ao ler, amplia o interesse da obra para outros aspectos a ela relacionados: suas questões, seus meandros, suas relações com outras obras (aspectos intrínsecos e extrínsecos). Baseado em seu próprio processo de atribuição de sentidos e com uma visão geral sobre o que lê, é capaz de fruição estética , que combina a contemplação pessoal e as preocupações universais. </li></ul>
  15. 15. O que indicar? <ul><li>Temas mais complexos, tratamento mais poético, ou mais irônico, estrutura mais complexa (suspense, terror) e livros destinados à leitura de adultos que tenham personagens jovens como protagonistas. </li></ul><ul><li>Literatura nacional e internacional; </li></ul><ul><li>Gêneros variados; </li></ul><ul><li>Oportunidade de escolhas livres; </li></ul><ul><li>Trabalho sistemático e metodológico com gêneros curtos; </li></ul><ul><li>Desafio de desenvolvimento de projetos com recurso/apoio na literatura de ficção. </li></ul>
  16. 16. Títulos e temas: autores internacionais <ul><li>LEVENI,Karen. A mala de Hana. Melhoramentos, 2008. (holocausto) </li></ul><ul><li>MURAIL, Marie Aude. Tantã . Comboio de Corda, 2009. (p.n.e) </li></ul><ul><li>GAARDNER, Jostein. A garota das laranjas. Cia das Letras, 2005 (condição humana) </li></ul><ul><li>KNIPERS, Alice. A vida na porta da geladeira . Martins Fontes, 2009. (família moderna) </li></ul><ul><li>PATERSON, Katherine . Duas vidas, dois destinos. Salamandra, 2008. (adolescência) </li></ul><ul><li>OZ, Amós . De repente, nas profundezas do bosque . Cia das Letras, 2007 (preocupações sociais) </li></ul><ul><li>ENDE, Michael. História sem fim. Martins Fontes, 1993 (fantasia e realidade) </li></ul><ul><li>RUSHDIE, Salman. Haroun e o Mar de Histórias . Cia das Letras, 1998.(liberdade de expressão) </li></ul><ul><li>BOYNE, John. O menino do pijama listado . Cia das Letras. (holocausto) </li></ul>
  17. 17. Títulos e temas: autores nacionais <ul><li>COLASANTI, Marina. Minha ilha maravilha . Ática, 2010. (poemas) </li></ul><ul><li>______. O homem que não parava de crescer . Global, 2006. (crescimento) </li></ul><ul><li>MACHADO, Ana Maria. A audácia dessa mulher . Nova Fronteira, 2008. (panorama da vida contemporânea) </li></ul><ul><li>______. Era uma vez um tirano . Salamandra, 2003. </li></ul><ul><li>BOJUNGA, Lygia . Retratos de Carolina. Casa Bojunga, 2003 (intimista feminino) </li></ul><ul><li>______. Na corda bamba . Casa Bojunga, 2003 (intimista feminino) </li></ul><ul><li>QUEIRÓS, Bartolomeu Campos. Ah, mar. RHJ, 2007 . (narrativa poética) </li></ul><ul><li>______. O olho de vidro de meu avô. Moderna, 2007. (narrativa poética) </li></ul><ul><li>CAPARELLi, Sérgio . Duelo do Batman contra a MTV. L&PM, 2004(poemas) </li></ul><ul><li>SCLIAR, Moacyr. Deu no jornal. Edelbra, 2008 (crônicas). </li></ul>
  18. 18. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Abordar diferentes habilidades de leitura literária O texto literário costuma suscitar boas situações para desenvolver habilidades relacionadas ao trabalho com tipos de inferência, como o humor e a ironia, além de outros subentendidos que compete ao leitor preencher, ampliando o sentido do texto e a qualidade da leitura. Também em relações intertextuais, é importante relacionar linguagem verbal e não verbal, que possibilitam articular a palavra escrita a outras linguagens.
  19. 19. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Propor leitura de gêneros variados Diferentes textos literários mobilizam o desenvolvimento de variadas habilidades, daí ser importante estabelecer familiaridade com diversos gêneros. Entretanto, mais do que saber, por exemplo, que elementos constituem uma narrativa, importa reconhecer a finalidade da organização temporal da obra lida, como o efeito de sentido da ironia na comédia de costumes, ou ainda, a intencionalidade do uso de antíteses apresentadas em um poema.
  20. 20. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Planejar leituras progressivamente mais complexas Apresentar questões que oportunizem encontrar informações explícitas, inferir implícitos ou sentido de palavras ou expressões, organizar o percurso necessário para respondê-las, localizar e indicar níveis de leitura e previsões a serem estabelecidas a partir de recursos lingüísticos, de contexto ou de conhecimentos prévios sobre o gênero, compreendendo sua finalidade comunicativa. A complexificação do ato de ler colabora com a percepção estética do leitor. Um mesmo enfoque temático, abordado em textos de complexidade crescente, aprimora habilidades de leitura e possibilita valorizar a história de leitura já construída pelos leitores.
  21. 21. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Apresentar bons exemplos de leitura em colaboração A leitura orientada, pela experiência prévia do o mediador e sua possibilidade de favorecer o estreitamento do contato com a obra, através de esclarecimentos de ordem cultural ou linguística, favorece que os jovens aprendam a interpretar um texto literário. Essa mediação, que pode ocorrer por explicações ou estudo de excertos críticos, de revistas ou jornais, possibilita também que eles se apropriem de estratégias de leitura literária que ainda não aprenderam e ampliem as condições de reflexão a respeito do texto, o que contribui para o crescimento individual e favorece a autonomia da competência leitora.
  22. 22. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Realizar releituras Após debate coletivo, é importante apresentar questões que demandem releitura, para possibilitar avaliação do que foi aprendido e orientar necessidade de retomadas, verificar a compreensão dos aspectos constitutivos do gênero literário lido e a relação do texto com seu contexto de produção. A releitura também possibilita compreender a plurissignificação como característica da linguagem literária, sempre aberta a novas leituras.
  23. 23. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Demandar leitura extensiva e espaço para discuti-la As atividades que levam à ampliação da proficiência de leitura de textos mais extensos ou complexos impõem a necessidade de contratos de leitura, regulados por tarefas (pactos de leitura). Por exemplo, o mediador marca datas para discutir alguns capítulos de um romance, previamente separados por extensão e unidade textual. Terminado o prazo concedido, investiga aspectos destacados e efeitos de sentido produzidos, estimula relação entre segmentos para compreendê-los, etc. Ao final, promove socialização das leituras e explicita os procedimentos de leitura utilizados para compreender o texto em sua globalidade.
  24. 24. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Oportunizar leitura individual supervisionada A leitura colaborativa ou em pequenos grupos é importante recurso para o trabalho com literatura , especialmente para apresentar algum aspecto novo de abordagem, mas também é preciso estimular a leitura individual supervisionada, pois é uma forma socialmente relevante de entrar em contato com textos escritos, favorece a autonomia leitora, exercita a habilidade de inferir informações implícitas e de relacionar diferentes textos para ampliar a compreensão do contexto em que foi produzido.
  25. 25. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Estimular a leitura recreativa por meio de contratos de leitura Os jovens precisam ter liberdade para escolher alguns dos textos que querem ler, o que oportuniza descobrirem o prazer da leitura, comportamento característico de leitores proficientes. Para oferecer sugestões atraentes e adequadas, a atualização do mediador é fundamental, pois cabe a ele elaborar listas com indicações de títulos, permitindo o acréscimo de outros que sejam do interesse dos alunos e adequados à situação de leitura pretendida. Assim, estimulará a construção de uma história pessoal de leitura, fortalecendo também o hábito de socializar as experiências leitoras.
  26. 26. Formação do leitor literário Procedimentos Descrição Promover momentos de síntese das aprendizagens Ao final de cada unidade de trabalho, para favorecer a construção de uma história de leitor e dar conta do conhecimento acumulado em literatura, elaborar, com a colaboração dos jovens, linhas de tempo, comparações, debates em grupo, exposições, painéis, etc., em que os textos estudados sejam colocados lado a lado com outras experiências constitutivas da cultura e, pela atribuição de sentidos dada a eles, seja possível dar maior consistência à leitura individual. A observação de alguns conceitos estruturantes da literatura, a saber: tradição e ruptura, estranhamento e intertextualidade deve ser observada nesses momentos de síntese.
  27. 27. Outras referências <ul><li>CADERMATORI, Lígia. O professor e a literatura . Belo Horizonte: Autêntica, 2009. </li></ul><ul><li>FILIPOUSKI, Ana & MARCHI, Diana. A formação do leitor jovem: temas e gêneros da literatura. Porto Alegre: Edelbra, 2010. </li></ul><ul><li>JOSÉ, Elias. A poesia pede passagem . São Paulo: Paulus, 2003. </li></ul><ul><li>RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Estado da Educação. Lições do Rio Grande . v. 1 (Referenciais Curriculares: Linguagens, códigos e suas tecnologias). Porto Alegre: SEC, 2009. </li></ul><ul><li>______. Lições do Rio Grande: Livro do professor. v. 1. Porto Alegre: SEC, 2009. </li></ul><ul><li>______. Lições do Rio Grande: Livro do aluno. v. 1. Porto Alegre: SEC, 2009. </li></ul><ul><li>(disponíveis no site: gipe@gipeonline.com.br) </li></ul>

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