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A Princesa e a Ervilha

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  1. 1. ;II ll u u n u u | I'| l ll I' EB l Viseu N°S BIBLIOTECA Data Qt', / (2)) / ?XLI-S N” Reg. A E¡ Cota
  2. 2. ra uma vez um bonito príncipe que vivia num grande castelo. O rei e a rainha queriam que o 611m se Lornasse no novo governante &aqueie reino. isto só podia acontecer se o príncipe casasse com uma princesa, mas tinha (ie ser uma princesa verdadeira. Então o príncipe partiu em busca ciessa princesa. Viajou peiopaís e (leu avoita ao muncio, na esperança (ie encontrar a noiva certa para ele. Mas, por mais que viajasse, por mais países e lugares ~ que visitasse, não ccmseguia encontrar a . 5,5 , princesa que tanto desejava.
  3. 3. Nas várias terras por oncie anciou, encontrou muitas princesas, mas ciepressa percebeu que era cliiícíi ter a certeza (ie que eram verciacieiras princesas. Havia sempre aiguma coisa neias que iiie parecia não estar bem: umas eram (iemasiacio altas, outras baixas ciemais; ou eram ciemasiatio novas ou muito veiiias; umas usavam penteaiios horríveis e outras vestiam-se muito mai! Q príncipe continuou a procurar, mas parecia que os seus esforços eram em vão. Foi a tucio quanto era iugar mas, por mais que tentasse, tiescoiiria cieieitos em toiias as raparigas que encontrava.
  4. 4. 0'? o @K9 Por tim, muito triste e desanimado, regressou ao seu castelo e ao seu país. Estava muito tiesiiuçiitio, por não ter encontrado uma princesa verdadeira: alguém que o tizesse teiiz, que o fizesse rir e com quem ele puciesse casar e passar o resto cia sua viria. n “Gostavatanto que ele encontrasse alguém e se casasse . . . - suspirava o rei - . . . mas mesmo que encontre, como podemos ter a certeza Lie que se trata (ie uma princesa verdadeira? " Ó rei e a rainha estavam muito preocupados l com o tiiiio, mas a rainha tranquiiizou o rnaricio i y_ - “Eu trato tio assunto. Quando ele encontrar uma rapariga, (iescoiarirei se é uma princesa verciacieira! "
  5. 5. Uma noite, caiu uma tempestade terrível sobre o reino: ouviam~se terríveis trovões, viam-se enormes relâmpagos e chovia a cântaros. _ De sútaito, no meio da tempestade, *wtf alguém bateu à porta do castelo. - “Meu u 'li Deusl Quem terá coragem de andar lá tora com esta tempestade? " - perguntou o rei. ~ "Deve ser algum pobre que não tem onde ticar. É meltxor deixa-lo entrar para secar e se aquecer". Então o rei desceu a escadaria do castelo, curioso para ver quem estaria a bater à porta.
  6. 6. Õ veltxo rei at›riu a porta do castelo e, para sua grande surpresa, deparou com uma jovem rapariga. Mas em que estado a cliuva e o vento a tinliam postol À água escorria-llie dos calaelos e das roupas, entrava- -ltie pela loiqueira dos sapatos e voltava a sair pelos tacões. Ó veltio rei mal podia acreditar no que os seus ollios viam. - “Peço muita desculpa por estar a incomodar" - disse a jovem - “a minha carruagem voltou-se e tui olarigada a procurar abrigo. Ficaria admirado se soulaesse como irá poucas pessoas dispostas a ajudar uma verdadeira princesa, que lties lnate à porta numa noite de tempestade como esta! "
  7. 7. Deram-itie roupas secas para vestir e › oterecerarxbihe um quarto para C À r , N É passar aquela noite. Quando o príncipe viu a rapariga toda bem vestida, apaixonou-se imediatamente por eia. ~ “Deve ser a princesa que tiá tanto tempo procuro" - pensou o príncipe ~ "mas como posso ter a certeza (ie que é uma princesa verdadeira? " Ó rei e a rainha toram para outra saia e discutiram um macio Lie resolver o problema. Então a rainha disse: “Em breve saberemos. se ela tor uma princesa verciatleira, cieve ser capaz Cie sentir uma ervilha por baixo de vinte colchões! "
  8. 8. À rainha entrou num quarto vago e colocou no tuncio cta cama uma ervilha minúscula. Em seguida, orrienou aos criados que procurassem e ihe trouxessem torias as roupas cama que encontrassem. Õs criados pegaram em vinte colchões, colocaram-nos sohre a ervilha, e sohre eles empiiharam ainda vinte cohertas, teclas com cores e padrões diferentes. Quando terminaram, a rainha chamou a princesa e ciisse-ihe que tinham teito uma cama contortávei na quai pociia passar a noite.
  9. 9. À princesa entrou no quarto e a rainha mostrou-lhe a cama que os criados lhe tinham preparacio. Era tão alta que os criaclos tiveram cte ir huscar um escadote para ela suhir. A princesa suhiu os degraus todos e enfiou- -se na cama. À rainha e os criacios apagaram as luzes e saíram rio quarto. A princesa (lava voltas na cama e tentava adormecer, mas não conseguia. Deitou-se sohre o lado esquerdo, ciepois sohre o direito e, por tim, (ie harriga para cima. Por mais posições que experimentasse, não se sentia confortável e _J não conseguia aziormecer. x. 5-; '
  10. 10. t Na manhã seguinte, todos [g os memhros cia tamília real toram ao quarto da princesa, para saherem se ela tinha &ormido hem. - “Espero que tenha ticio uma noite descansada e contortável" - ciisse a rainha. À princesa respondeu: “Lamento muito, não quero parecer ingrata, mas quase não ciorrni e mal consegui techar os olhos tocia a noite! Sahe Deus o que tinha a cama; era qualquer coisa grancie e dura como uma etira, ue me ôs a ele toda roxa. P q P P Foi horrível! "
  11. 11. Para grancle surpresa : ia princesa, a rainha estava encantada com esta resposta. Então a rainha explicou-lhe: “Estou tão teliz, minha querida, porque isto prova que é realmente uma princesa veráatieira. Que mulher, a não ser uma princesa, pocieria ter uma pele tão cielicacia, ao ponto tie sentir uma ervilha através de vinte colchões e (ie vinte cohertas? " À princesa compreendeu tucto e ticou muito teliz, tal como o rei e, sohreturio, o príncipe. Tinha viajado tanto para encontrar uma princesa verdadeira e, quantia já tinha clesisticio, ela tinha vincto hater à sua portal
  12. 12. Felizmente ciescolariu-se que a princesa tamhém se tinha apaixonacio pelo príncipe. Pouco tempo ctepois, casaram-se e houve muita alegria c muitas testas por tecto o reino. Tiveram muitos tilhos, o príncipe tornou-se rei e a princesa toi a sua rainha e viveram muito telizes para , - sempre. _ N ' E o que aconteceu à ervilha? Foi _ 1h A73; colocaria numa recioma Cie viciro - . t, (é . . 'i' 1 e exposta num museu, oncie (leve i i encontrar-se ainda. E aqui está uma história verriacieira!

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