BIOGRAFIA 
 A escritora Sophia de Mello Breyner Andresen 
nasceu a 6 de Novembro de 1919, no Porto e 
faleceu em Lisboa a...
BIOGRAFIA (CONTINUAÇÃO) 
 Ela estudou no 
Colégio do Sagrado 
Coração de Maria. 
Aos 17 anos, partiu 
para Lisboa e 
insc...
ALGUMAS DAS SUAS OBRAS: 
“A Menina do mar” 
“A Fada Oriana”
“O Rapaz de Bronze” 
“ A Floresta”
“Cavaleiro da Dinamarca” 
“A Noite de Natal”
“ A FLORESTA” 
Vamos agora recontar uma das 
suas obras:
 Era uma vez uma quinta toda cercada de muros, 
que tinha muitos arvoredos, pomares e um parque 
com um pinhal.
 Na casa dessa quinta morava Isabel, uma menina 
de onze anos. Como não tinha irmãos, geralmente ela 
brincava sozinha, c...
 Num sábado à tarde, no mês de Outubro, Isabel foi 
para o pequeno bosque que ficava perto da sua casa. 
Sentou-se ao pé ...
 Na Quinta-Feira era feriado. Isabel levantou-se cedo 
e dirigiu-se para o bosque, ficou contente porque a casa 
estava i...
 O anão ao ver Isabel ficou muito assustado e pediu-lhe 
para sair. Isabel disse-lhe que só o queria conhecer 
e ouvir as...
 A partir desse dia eles tornaram-se grandes amigos. 
Passou um ano e nessa altura o anão já tinha confiança 
necessária ...
 Naquele tempo todos se tinham ido embora, só os 
três frades permaneceram no seu convento. Então o 
chefe dos bandidos r...
 Os bandidos foram enriquecendo ao longo dos anos, 
mas um dia a sorte mudou ao tentarem assaltar um 
mercador que passav...
 Depois de meia hora de luta, os bandidos foram 
vencidos e só o capitão, gravemente ferido, é que 
conseguiu escapar, vi...
 Passados alguns dias os frades decidiram chamar os 
anões e contar-lhes o que tinha acontecido. Estes já 
sabiam que o t...
 Os anões construíram um carro para desenterrar as 
arcas e, como elas eram grandes, não cabiam nas celas 
nem no refeitó...
 Entretanto, os anos iam passando, os frades 
adoeceram e acabaram por morrer, sem terem 
encontrado o homem inteiramente...
 No dia seguinte, quando Cláudio chegou, Isabel contou-lhe 
a história e foram ter com o anão. Este levou-os 
onde estava...
 Então o anão transportou o oiro para o laboratório do 
Dr. Máximo, enquanto o Cláudio tirava de lá as pedras. 
Passados ...
 A cidade estava em festa e o Dr. Máximo foi 
homenageado. Ele subiu para um palco e começou a 
distribuir o oiro pelos p...
 Na noite de homenagem ao Dr. Máximo, o anão dormiu 
em casa de Cláudio. Nessa noite o laboratório e a 
biblioteca do cie...
FIM
Afloresta 110119125222-phpapp01
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Afloresta 110119125222-phpapp01

719 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
719
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
453
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Afloresta 110119125222-phpapp01

  1. 1. BIOGRAFIA  A escritora Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de Novembro de 1919, no Porto e faleceu em Lisboa a 2 de Julho de 2004.  Foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.
  2. 2. BIOGRAFIA (CONTINUAÇÃO)  Ela estudou no Colégio do Sagrado Coração de Maria. Aos 17 anos, partiu para Lisboa e inscreveu-se na Faculdade de Letras em Filologia Clássica.
  3. 3. ALGUMAS DAS SUAS OBRAS: “A Menina do mar” “A Fada Oriana”
  4. 4. “O Rapaz de Bronze” “ A Floresta”
  5. 5. “Cavaleiro da Dinamarca” “A Noite de Natal”
  6. 6. “ A FLORESTA” Vamos agora recontar uma das suas obras:
  7. 7.  Era uma vez uma quinta toda cercada de muros, que tinha muitos arvoredos, pomares e um parque com um pinhal.
  8. 8.  Na casa dessa quinta morava Isabel, uma menina de onze anos. Como não tinha irmãos, geralmente ela brincava sozinha, conversando com as árvores, com as pedras e com as flores. Às vezes, passeava com o seu grande amigo, o velho jardineiro chamado Tomé.
  9. 9.  Num sábado à tarde, no mês de Outubro, Isabel foi para o pequeno bosque que ficava perto da sua casa. Sentou-se ao pé de um carvalho a ler, e começou a imaginar que aquele lugar era um bom lugar para morarem anões. Depois de meditar alguns momentos, resolveu fazer uma casa pequenina e imaginar que depois os anões viriam para ali morar.
  10. 10.  Na Quinta-Feira era feriado. Isabel levantou-se cedo e dirigiu-se para o bosque, ficou contente porque a casa estava intacta, mas ao abrir a porta ficou espantada com o que viu… pensou que estava a sonhar!... Pois em cima da cama estava mesmo um anão!!
  11. 11.  O anão ao ver Isabel ficou muito assustado e pediu-lhe para sair. Isabel disse-lhe que só o queria conhecer e ouvir as histórias que ele tinha para contar. Mas o anão disse-lhe que para confiar nela teria de o deixar sair e deixá-lo ir embora. Então Isabel saiu e foi pôr-se junto duma tília.
  12. 12.  A partir desse dia eles tornaram-se grandes amigos. Passou um ano e nessa altura o anão já tinha confiança necessária em Isabel para lhe contar que acontecera uma desgraça no bosque… apareceram uns bandidos, e os lenhadores fugiram com as suas famílias. Então eles travaram uma batalha com os caçadores.
  13. 13.  Naquele tempo todos se tinham ido embora, só os três frades permaneceram no seu convento. Então o chefe dos bandidos resolveu dizer-lhes que podiam ficar na capela mas com a condição de eles serem os seus médicos.
  14. 14.  Os bandidos foram enriquecendo ao longo dos anos, mas um dia a sorte mudou ao tentarem assaltar um mercador que passava por ali, pois este vinha preparado para lutar com os bandidos. Além de trazer dez homens a cavalo, trazia mais doze homens escondidos entre as mercadorias.
  15. 15.  Depois de meia hora de luta, os bandidos foram vencidos e só o capitão, gravemente ferido, é que conseguiu escapar, vindo a falecer ao pé dos frades, mas não sem antes revelar onde estava escondido o tesouro.
  16. 16.  Passados alguns dias os frades decidiram chamar os anões e contar-lhes o que tinha acontecido. Estes já sabiam que o tesouro se encontrava enterrado no meio da floresta, por detrás da fonte entre um carvalho e uma bétula, debaixo de uma grande pedra redonda.
  17. 17.  Os anões construíram um carro para desenterrar as arcas e, como elas eram grandes, não cabiam nas celas nem no refeitório e não podiam ficar na capela… então, tiveram de construir um quarto subterrâneo com uma entrada secreta e ainda hoje lá estão!
  18. 18.  Entretanto, os anos iam passando, os frades adoeceram e acabaram por morrer, sem terem encontrado o homem inteiramente bom, ficando um anão encarregue de o encontrar. Depois de pensar um pouco, Isabel disse ao anão que poderia dar o tesouro ao seu professor de música, que era um homem muito bom.
  19. 19.  No dia seguinte, quando Cláudio chegou, Isabel contou-lhe a história e foram ter com o anão. Este levou-os onde estava o tesouro. Cláudio não aceitou ficar com o tesouro, pois era muita riqueza para ele. Então Cláudio disse que tinha um amigo muito sábio que sonhava transformar pedras em oiro e que era um homem muito bom.
  20. 20.  Então o anão transportou o oiro para o laboratório do Dr. Máximo, enquanto o Cláudio tirava de lá as pedras. Passados 3 dias, o Dr. Máximo nem queria acreditar… tinha transformado as pedras em oiro!
  21. 21.  A cidade estava em festa e o Dr. Máximo foi homenageado. Ele subiu para um palco e começou a distribuir o oiro pelos pobres. O Dr. Máximo estava contente, mas ao mesmo tempo estava triste pois não podia fazer mais experiências porque estava a causar problemas nos negócios da cidade.
  22. 22.  Na noite de homenagem ao Dr. Máximo, o anão dormiu em casa de Cláudio. Nessa noite o laboratório e a biblioteca do cientista tinham ardido. Mas este estava contente, porque assim deixava de ter inimigos, pois o transformar as pedras em oiro trouxera-lhe problemas. O anão, que se encontrava com eles, disse-lhes que tinha chegado a hora da sua partida, já se tinha liberto do tesouro dos bandidos. Nesse momento, desceu do cimo de um carvalho um pássaro que levou o anão para as florestas do Norte.
  23. 23. FIM

×