Cortisol

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Hormonio Cortisol conhecido como o hormônio do estresse

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Cortisol

  1. 1. CORTISOLHORMÔNIO
  2. 2. INTRODUÇÃO Os principais tipos de hormônio adrenocorticais que são secretados pelo córtex adrenal das glândulas adrenais que se chamam glicocorticóides, são sintetizados a partir do colesterol esteróide e tem ação sobre o metabolismo dos carboidratos, das proteínas e das gorduras.
  3. 3. GLÂNDULA ADRENAL • Duas glândulas • Localização: Pólo superior dos rins • Peso: 4g • Medula adrenal e córtex
  4. 4. Conceito de Cortisol • Principal representante do grupo dos glicocorticoides. • É produzido pela parte superior da glândula suprarenal (no córtex adrenal), diretamente envolvido na resposta ao estresse.
  5. 5. GLÂNDULAS ADRENAL Funções: • Medula: hormônios do sistema nervoso simpático (adrenalina e noradrenalina) • Córtex: glicocorticóides, mineralocorticóides e esteróides sexuais
  6. 6. Secreção • A secreção de cortisol se dá a partir de um estímulo estressante (atividade física ou contusão em alguma parte do corpo), que transmite impulsos nervosos ao hipotálamo. • Este, por sua vez, libera o fator liberador de corticotropina (FLC), que chega a hipófise, cujas células secretam hormônio adrenocorticotrópico que flui pelo sangue até o córtex suprarenal onde será produzido o cortisol.
  7. 7. Eixo hipotálamo (CRH)- hipófise (ACTH)- adrenal (glicocorticoides)
  8. 8. Ação •O cortisol por ser lipossolúvel pode atravessar facilmente as membranas celulares e atua num receptor glicocorticoide, presente no núcleo e citoplasma. •Pode estimular a transcrição de regiões determinadas do DNA; ou inativar proteínas que participam da transcrição de certas regiões do DNA, inibindo, assim, a síntese de algumas substâncias.
  9. 9. Ação: Desenho 01
  10. 10. Ação: Desenho 02
  11. 11. Funções no Metabolismo • O hormônio cortisol é conhecido pela sua função catabólica, no equilíbrio eletrolítico e no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídeos, além de possuir um potente efeito anti-inflamatório. • O cortisol apresenta ação oposta à da insulina e similar à do glucagon.
  12. 12. Tecidos afetados pela ação do Cortisol • Fígado: a gliconeogênese é estimulada, graças ao aumento na quantidade de enzimas e na atividade dessas enzimas, e há maior disponibilidade de substratos, vindos de outros tecidos • Tecido Adiposo: nele, o cortisol induz a lipólise, aumentando a disponibilidade tanto de glicerol (para a gliconeogênese) quanto de ácidos graxos livres (para oxidação e obtenção de energia).
  13. 13. Ação muscular • Induz a degradação de proteínas, além de frear a síntese proteica. Dessa forma, há uma maior disponibilização de aminoácidos para a gliconeogênese (ocorrendo no fígado). • O hormônio provoca a diminuição do consumo de glicose pelos músculos, a fim de combater a hipoglicemia, e economizar glicose para o uso do cérebro.
  14. 14. • Tecido ósseo: O cortisol inibe a formação de novas estruturas ósseas • Tecido conjuntivo: a inibição da síntese colagênica produz adelgaçamento cutâneo e das paredes vasculares, podendo provocar pequenas hemorragias cutâneas. • Sistema vascular: ajuda a manter a pressão arterial porque diminui a permeabilidade vascular endotelial, evita perdas de volume circulante. CONSEQUÊNCIAS
  15. 15. EFEITOS DO CORTISOL • O cortisol altera os padrões do sono. Em geral, os glicocorticoides atenuam a percepção dos sentidos, olfativo, gustativo, auditivo e visual; contudo, melhoram a capacidade integrativa e geradora de respostas apropriadas. • Em excesso, o cortisol pode provocar insônias e elevar ou deprimir, marcadamente, o humor.
  16. 16. Resposta ao Estresse •Ansiedade, competição, depressão, exercício físico, hipoglicemia, queimaduras, exposição ao frio e hipertermia. •Por isso que o cortisol é considerado o "hormônio do estresse". Por exemplo, na TPM, ele não é o precursor mas é um importante coadjuvante desse quadro. Fatores que estimulam o cortisol
  17. 17. MECANISMO CORTISOL
  18. 18. Ação Imunológica e Anti-inflamatória Processos inflamatórios muito prolongados acarretam certos prejuízos ao microambiente envolvido. Por isso, é necessário haver um controle da intensidade da inflamação. Outra função do cortisol é justamente realizar esse controle.
  19. 19. Ação Imunossupressora e Anti-inflamatória • Inibe a ação de “mensageiros da inflamação”, como a IL-1 (Interleucina I) • Diminui a atividade dos linfócitos B, diminuindo a produção de anticorpos; • Dificulta a vasodilatação na região afetada, a qual permitiria um extravasamento de células de defesa e líquido (o causador dos inchaços característicos de inflamações).
  20. 20. Fatores que afetam a concentração de cortisol no sangue: • Horário: A concentração de cortisol se altera durante as horas do dia, apresentando seu pico pelas primeiras horas da manhã. • Exercício físico: As concentrações de cortisol aumentam durante o exercício, aumentando o metabolismo proteico, liberando aminoácidos para serem utilizados no processo da gliconeogênese.
  21. 21. NÍVEL DE CORTISOL ALTO • Fraqueza muscular • Ansiedade e irritabilidade • Perda de controle emocional • Dificuldades cognitivas • Pressão arterial elevada • Insônia • Dor de cabeça • Perda óssea, levando a fraturas ao longo do tempo. BAIXO • Depressão; • Fadiga; • Cansaço; • Fraqueza; • Desejo repentino de comer doces.
  22. 22. CONCLUSÃO • Podemos ver que o cortisol tem as funções de: controlar o estresse, reduzir inflamações, contribuir para o funcionamento do sistema imune, manter os níveis de açúcar no sangue constantes, assim como a pressão arterial. • É extremamente importante para ter o equilíbrio manter a qualidade de vida através do exercício físico regularmente, ter uma alimentação saudável aumentando o consumo de vitamina C e evitar a cafeína e ter sono de qualidade por oito horas diárias.
  23. 23. Referências •HALL, J.E. GUYTON & HALL Fundamentos de fisiologia. Rio de Janeiro: Elsevier. 2006. •MILLÉO, J. Manual teórico-prático de anatomia humana. Ponta Grossa: UEPG, 2011. •MOORE, K.L.; A.F. DALLEY. Anatomia – Orientada para a Clínica. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 1999. •SCHULTE, Erik; SCHÜNKE, Michael; SCHUMACHER, Udo (Ed.). Atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

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