O posicionamento das empresas de energia num Mundoemmudança<br />Antonio Vidigal, <br />CEO , EDP Inovação<br />S. Paulo, ...
A EDP é hojeumaempresa Global, com presençaemvárioscontinentes e múltiplospaíses. A EDP tem no ADN as energiasrenováveise ...
PorquêInovar? : Background<br />Herdámos um PlanetaAzul<br />
PorquêInovar?: Background<br />Em2050 a Terra pode ser 4ºC maisquente. Sobreviveremos?<br />NewsScientist<br />
“The worst is not<br />So long as we can say ‘this is the worst ‘ ”<br />William Shakespeare<br />in “King Lear”, act 4, s...
E podetornar-se muitopior …Aoponto de nosforçar a recorrer à Geo-Engenharia<br />Paul Crutzen (Nobel Prize)<br />Roger Ang...
E podetornar-se muitopior …Aoponto de nosforçar a recorrer à Geo-Engenharia<br />“Give me a tankerfullofiron, and I willgi...
É melhornãotermos de chegartãolonge …A perguntaquetemos de noscolocar:<br />“Qual é a temperatura em que queremos viver ?”...
Jáescolhemos a temperatura ? <br />
A concentração de CO2 teve crescimentos abrutos …<br />
As medidas são bastante precisas…<br />
As constantes de tempo são longas:  é uma luta de gerações…<br />
Os modelossãoestocásticos…<br />
O desequilíbrio é pequeno, mas estamos a empurrar <br />a temperatura no sentido errado…<br />
Ouve 3 alterações à normalidad nos últimos 2000 anos:<br />1) Período quente medieval (900 – 1300) <br />2) A pequena idad...
Umaequaçãodifícil de resolver…<br />
1 b – Usatoda a energiaquelheapetece<br />1 b – Quercomportar-se como o 1º b<br />3 b – Precisa de melhorar de qualidade d...
An equation difficult do solve   … If we do not change the paradigm<br /> Development = Bigger Energy Comsumption<br />
Umaequaçãodifícil de resolver…<br />Teremosquedesacoplar o crescimentoeconómico das emissões de CO2<br />Aparecerãoimensas...
Neste momento, mesmo os cenários mias agressivos para 2030 consideram muito pouca energia renovável …<br />2030<br />AIE<b...
Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />
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A consumption abatement cost curve for Iberia<br />Energy Efficiency Realistic potential vs. cost  / Energy Efficiency Sup...
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Recentementeforampublicados 6 relatóriosdestinados a definir as opçõesenergéticas de Europaaté2050…<br />2<br />1<br />3<b...
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Energy policies enhanced implementation</li></ul>1<br />2<br />3<br />4<br />5<br />OCDE<br />UE 2050<br />1. United Kingd...
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Armazenamento
DSM
Back-up</li></ul>Hours<br />30<br />
Load sharing<br />Instruments<br />Description<br /><ul><li>Coal and gas power plants flexible enough to accommodate fluct...
A verdade é queháenergiarenovávelquechegue…<br />… mastemos de ser capazes de a capturar.<br />
A energia incidente solar numa área de 300.000 Km2 (metade) capturada com 20% de eficiência seria o suficiente para alimen...
Podenão ser tãodisparatado …<br />Solar Highways<br />Desertec<br />Um conjunto de empresaslançaram o projetoDesertec.<br ...
A eficiência do fotovoltaico está quase lá …<br />Foram conseguidas eficiências de 40% em laboratório  e a lei de Moore po...
  Instituto Superior de Engenharia de Lisboa<br />ERoEI – Energy Return on Energy InvestedAnálise do retorno energético de...
Obter energia requer energia – o ERoEI mede a eficiência deste processo<br />Energia da presa<br />Energy Return<br />ERoE...
A revolução industrial permitiu dar um salto enorme no ERoEI das nossas sociedades<br />Agricultura mecanizada actual<br /...
O aumento do ERoEI cria excedentes energéticos que possibilitam o desenvolvimento das sociedades/civilizações<br />Utiliza...
No entanto, a cada vez maior dificuldade e complexidade de extracção tem degradado o ERoEI do petróleo <br />Plataforma pe...
Para além das reservas estarem mais remotas, é necessária mais energia para extrair petróleo num poço em fim de vida<br />...
120<br />A queda no ERoEI do petróleo pode explicar a evolução estrutural em alta do respectivo preço<br />Evolução do pre...
Contudo, a evolução estrutural dos preços do petróleo a longo prazo reflecte a sua escassez e custos de extracção
Assim, a tendência estrutural dos preços tende a evoluir inversamente ao ERoEI
Por esta razão, o ERoEI é usado para avaliar opções de política energética</li></ul>tendência preço<br />1.  Fontes: BP St...
Dada a redução do ERoEI das actuais fontes de energia, haverá que encontrar fontes alternativas para evitar um “energy cli...
É portanto necessário encontrar fontes alternativas de energia que compensem o declínio de retorno energético das fontes t...
Este estudo procura avaliar e comparar os retornos energéticos das várias fontes de energia</li></ul>Energy cliff<br />Ten...
Tecnologias energéticas analisadas<br />Energias Primárias<br />Energia Eléctrica<br />Sistemas Propulsão<br />Carvão<br /...
Foi desenvolvido um modelo que permite analisar a sensibilidade do ERoEI à variação dos parâmetros definidos<br />Alterand...
O carvão é a energia primária com ERoEI mais elevado; petróleo offshore e gás natural equivalem-se<br />Comentários<br />E...
Elevada sensibilidade ao tipo de mineração (superfície, subterrânea) e de carvão (lenhite, betuminoso, etc)
Gama de valores alargada para o petróleo representando legado vs. novas explorações
Forte sensibilidade a onshore vs. offshore
ERoEI globalmente baixos para o Gás Natural pelo elevado dispêndio de energia no processo de extracção
Acentuada diminuição para LNG</li></ul>100<br />Banda de valores na bibliografia<br />Valores do modelo<br />28<br />30<br...
A geração eléctrica com renováveis apresenta ERoEI superiores ao das térmicas convencionais<br />Comentários<br />ERoEI En...
Eólica e Solar PV são já competitivas com tecnologias convencionais
ERoEI depende do recurso (load factor) e tecnologia (rendimento)
O ERoEI das térmicas convencionais (CCGT e Carvão) é muito dependente do ERoEI dos respectivos combustíveis e do rendiment...
Nuclear é a 2ª tecnologia em termos de ERoEI
Assumindo enriquecimento de urânio por centrifugação
As referências bibliográficas apresentam bandas mais amplas que as do modelo, facto explicado pelo enviesamento de certos ...
Na mobilidade, o carro eléctrico apresenta o menor consumo de energia no ciclo de vida completo por km percorrido<br />Com...
Os carros a etanol ainda não são energeticamente competitivos com os automóveis tradicionais
As diferenças entre os resultados obtidos com o modelo e os estudos analisados decorrem do facto de nem todos estes estudo...
No caso dos transportes (utilização final de energia) não faz sentido comparar ERoEI, mas sim consumo específico, incluind...
120<br />A diminuição do ERoEI na industria petrolífera reflete-se no custo do barril de petrólio…<br />Evolutionofoilpric...
Novas Indústrias vão  aparecer com muita rapidez<br />
Capacidade Eólica Mundial – Final de 2010<br />+22%<br />Capacidade Eólica Mundial Acumulada [MW]<br />194,390 MW<br />TOP...
EDP Renováveis – Final de 2010<br />Total EU<br />Canada<br />-<br />7.268<br />3.794<br />-<br />-<br />649<br />480<br /...
A EDP Renováveis é actualmente a 3a maior empresa eólica no mundo – 2ª maior na EU e nos US<br />1<br />2<br />3<br />
EDPR Portugal, incluindo ENEOP2 – Capacidade Instalada<br />Quotas de Mercado em 2012 (TOP 5)<br />Promotores:<br />
O projecto  ENEOP<br /><ul><li>48 ParquesEólicos
Potência a instalar de 1.200 MW (500 MW jáemexploração)
Investimento total de 1.680 milhões de euros
Fabrico integral dos aerogeradoresem Portugal
1.800 postos de trabalhodirecto
Contribuição com 35 milhões de eurosparaprogramas</li></ul>inovação do governo.<br /><ul><li>Produção annual de 2.700 GWh ...
Rendimento annual paraosproprietários dos terrenos de cerca</li></ul>3,5 milhões de euro<br /><ul><li>Cluster com 29 empre...
A EDPR é a empresa com maior taxa de crescimento na área das energias renováveis<br />Potência Instalada Bruta (MW)<br />7...
Presença em geografias que representam quase metade do crescimento mundial  previsto<br />
A EDPR cresceu de uma forma sustentada, identificando e aproveitando as oportunidades do mercado<br />
Estreia em  novas tecnologias, como a eólica offshore no Reino Unido<br />
Através de know-how próprio, a EDPR implementou uma estratégia de sucesso…<br />
A EDPR tem vindo a alcançar factores de carga que constituem referência no mercado<br />2009<br />2010<br />2009:  28%<br ...
Capital humano com fortes competências globais e com um conhecimento local muito claro<br />63<br />
A posição de liderança mundial em energia eólica proporciona vantagens competitivas na aquisição de AEGs<br />
.<br />…<br />SCADA Clients<br />…<br />OPMS Portal Clients<br />WEMS: Integração e harmonização do controlo remoto e gest...
Enquadramento do WEMS<br />Interno EDPR<br />Legenda:<br />PARQUES EÓLICOS<br />Externo EDPR<br />Operadores dos Sistemas ...
A eólica “Deep offshore”<br />Wind moving faster than previous industries …<br />Até aqui<br />daqui<br />
Os moinho de ventodão um dos ex-libris de Cascais. São conhecidosdesde o século X quandoquandoIbnMuqãnapublicouosseus vers...
O vento “deep offshore”<br />
O vento “deep offshore”<br />State-of-the-art and market perspectives<br />State-of-the-arte - foundations:<br /><ul><li>L...
Up to 50m depth: Tripod
 Over 50m depth: Strongeconomicalconstraintsregardingfixedfoundations
 Floating foundationsunderdevelopmentwithimpact in theeconomicsofoffshorewindfarms</li></ul>Foundations – Prototypes (unti...
 SWAY: depth >80m
Blue H Group: depth >40m
WndFloat: depth >50m</li></ul>nrel<br />Blue H<br />Group<br />Hywind<br />70<br />
A Energia das Ondastêmdensidadeadequada…<br />A energiaestálápara ser capturada : umaonda de  2m de amplitude e período de...
Um recurso apreciável em todo o Mundo<br />WorldwidegrossWaveEnergyresourceiscomparable to theworld’sinstalledcapacity<br ...
Distintas tecnologias<br />OscillatingWaterColumn(onshore, nearshoreor offshore)<br />PointAbsorbers– Floatingorsubmerged,...
Os conceitos mais avnaçados estão no estádio 3<br />Technologymaturityphases<br />O desenvolvimentodatecnologia das ondaso...
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O posicionamento das empresas de energia num Mundo em mudança

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Workshop que realizei em S. Paulo, em 13 de Maio de 2011, inserido no círculo de conferências EDP 2020.

Procurei abordar temas que vão do aqueciemnto global às energias limpas, á nova cultura e organização que conduzem à inovação aberta

www.antoniovidigal.com

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    1. 1. O posicionamento das empresas de energia num Mundoemmudança<br />Antonio Vidigal, <br />CEO , EDP Inovação<br />S. Paulo, 13 de Maio 2011<br />
    2. 2. A EDP é hojeumaempresa Global, com presençaemvárioscontinentes e múltiplospaíses. A EDP tem no ADN as energiasrenováveise Inovação<br />1<br />Portugal<br />PotênciaInstalada<br />9.0 GW<br />Distribuição de Eletricidade<br />46.5 TWh<br />6.1 milhões de Clientes<br />Distribuição de Gás<br />201 mil Clientes<br />ComercializaçãodeGás<br />119 mil Clientes<br />Renováveis<br />Brasil<br />Espanha<br />PotênciaInstalada<br />3.0 GW<br />Distribuição de Eletricidade<br />9.7 TWh<br />628 mil customers<br />Comercialização de Gás<br />509 mil Clientes<br />Europe<br />Geração de Eletricidade<br />2.9 GW<br />EnergiaGerada<br />3.9 TWh<br />U.S.A.<br />Geração de Eletricidade<br />1.9 GW<br />EnergiaGerada<br />3.9 TWh<br />PotênciaInstalada<br />1.7 GW<br />Distribuição<br />24.4 TWh<br />2.6 milhões de Clientes<br />Note: 2009 figures<br />
    3. 3. PorquêInovar? : Background<br />Herdámos um PlanetaAzul<br />
    4. 4. PorquêInovar?: Background<br />Em2050 a Terra pode ser 4ºC maisquente. Sobreviveremos?<br />NewsScientist<br />
    5. 5. “The worst is not<br />So long as we can say ‘this is the worst ‘ ”<br />William Shakespeare<br />in “King Lear”, act 4, scene1<br />
    6. 6. E podetornar-se muitopior …Aoponto de nosforçar a recorrer à Geo-Engenharia<br />Paul Crutzen (Nobel Prize)<br />Roger Angel<br />
    7. 7. E podetornar-se muitopior …Aoponto de nosforçar a recorrer à Geo-Engenharia<br />“Give me a tankerfullofiron, and I willgiveyoubackthe Ice Age”<br /> John Martin (americanoceanologist – 90’s)<br />John Latham e Sephen Salter<br />
    8. 8. É melhornãotermos de chegartãolonge …A perguntaquetemos de noscolocar:<br />“Qual é a temperatura em que queremos viver ?”<br />
    9. 9. Jáescolhemos a temperatura ? <br />
    10. 10. A concentração de CO2 teve crescimentos abrutos …<br />
    11. 11. As medidas são bastante precisas…<br />
    12. 12. As constantes de tempo são longas: é uma luta de gerações…<br />
    13. 13. Os modelossãoestocásticos…<br />
    14. 14. O desequilíbrio é pequeno, mas estamos a empurrar <br />a temperatura no sentido errado…<br />
    15. 15. Ouve 3 alterações à normalidad nos últimos 2000 anos:<br />1) Período quente medieval (900 – 1300) <br />2) A pequena idade do gelo(1300 – 1700)<br />3) A Era Industrial<br />Há uma ampla evidência que a atual subida de temperatura é provocada pelo homem <br />Pieter Bruegel the Elder1525-69 <br />
    16. 16. Umaequaçãodifícil de resolver…<br />
    17. 17. 1 b – Usatoda a energiaquelheapetece<br />1 b – Quercomportar-se como o 1º b<br />3 b – Precisa de melhorar de qualidade de vida e paraissoprecisadesesperadamente de maisenergia<br />Umaequaçãodifícil de resolver…<br />+3 b – Vãonascer, a maior parte empaísesemdesenvolvimento e em mega-cidades<br />
    18. 18. An equation difficult do solve … If we do not change the paradigm<br /> Development = Bigger Energy Comsumption<br />
    19. 19. Umaequaçãodifícil de resolver…<br />Teremosquedesacoplar o crescimentoeconómico das emissões de CO2<br />Aparecerãoimensasoportunidades…<br />
    20. 20. Neste momento, mesmo os cenários mias agressivos para 2030 consideram muito pouca energia renovável …<br />2030<br />AIE<br />640.000PJ<br />132.000 PJ<br />33%<br />102.400 PJ<br />16 %<br />2004<br />430.000 PJ<br />Greenpeace<br />400.000 PJ<br />Other Renewables<br />Hydro<br />Biomass<br />Nuclear<br />Coal<br />Natural Gas<br />Oil<br />55.900 PJ<br />12%<br />
    21. 21. Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />
    22. 22. Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />
    23. 23. Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />
    24. 24. Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />
    25. 25. Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />
    26. 26. A consumption abatement cost curve for Iberia<br />Energy Efficiency Realistic potential vs. cost / Energy Efficiency Supply Curve<br />€2008/MWh and TWh Final Energy, 2020, breakdown per Sector<br />Diesel to PIH<br />Diesel to EV<br />Gasoline to PIH<br />Gasoline to EV<br />Medium VSDs<br />Energy Management Systems<br />High Speed Train<br />Lighting<br />Microwind<br />Gasoline Non-Engine Improvements<br />Large VSDs<br />LED Traffic Lights<br />Refrigerators<br />Very Large VSDs<br />Gasoline Powertrain Improvement<br />Clothes Dryer<br />Lighting (T8 to T5)<br />Stand By<br />Solar PV<br />Residential CFLs<br />Large VSDs<br />Solar PV<br />Smart Meters<br />Residential LEDs<br />AC<br />Diesel Non-Engine Improvements<br />Retrofit Insulation<br />Source: EDP analysis<br />25<br />
    27. 27. Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />Origin: Bill Gates in “Innovating to Zero”<br />
    28. 28. Recentementeforampublicados 6 relatóriosdestinados a definir as opçõesenergéticas de Europaaté2050…<br />2<br />1<br />3<br />4<br />6<br />5<br />These reports were developed aiming to support the revision of the European Energy Policy expected to be debated by 2010<br />27<br />
    29. 29. …todosconcluemque tem de haverumamaiorpercentagem de eletricidade no consumototaal de energia…<br />Electric power consumption over total consumption<br />%, 1973-2050<br />Main drivers<br />1 <br />Higher efficiency<br /><ul><li>Electric power technologies have higher efficiency than alternative tecs</li></ul>average= 48<br />Lower impact in CO2 emmissions<br /><ul><li>Commercially available “zero-emission” technologies
    30. 30. Energy policies enhanced implementation</li></ul>1<br />2<br />3<br />4<br />5<br />OCDE<br />UE 2050<br />1. United Kingdom<br />Source: Key World Energy Statistics 2009 (IEA)<br />28<br />
    31. 31. …e umamaiorutilização de energiasrenováveis<br />Weight of Renewables within overall electricity generation within EU<br />%, 2000-2050<br />1 <br />Average = 62<br />1<br />2<br />3<br />4<br />5<br />2050<br />1. United Kingdom<br />29<br />
    32. 32. l<br />Maisenergiarenovávelvaicriarproblemas de ajuste entre geração e demanda<br />Padrõesdageraço<br />%<br />Padrõesdademanda<br />GW<br />Necessário:<br /><ul><li>Flexibilidade
    33. 33. Armazenamento
    34. 34. DSM
    35. 35. Back-up</li></ul>Hours<br />30<br />
    36. 36. Load sharing<br />Instruments<br />Description<br /><ul><li>Coal and gas power plants flexible enough to accommodate fluctuation between peak loads and technical minimum loads</li></ul>Technology<br />Flexible conventional generation<br />Renewable portfolio diversification<br /><ul><li>Portfolio diversification (e.g., wind and solar) improving overall stability in power output</li></ul>Regional<br />Interconnection<br /><ul><li>Volatility reduction driven by diversification of demand in a larger geographic area</li></ul>Timewise<br />Centralized storage<br /><ul><li>Capacity storage to cope with peak loads (e.g., hydro pumping and other centralized technologies)</li></ul>De-centralized storage<br /><ul><li>Capacity storage to cope with peak loads (e.g., car batteries and other de-centralized technologies)</li></ul>Demand side management<br /><ul><li>Remote and selective control of electrical equipment</li></ul>31<br />Large scale integration of Renewables requires the implementation of multiple solutions…<br />
    37. 37. A verdade é queháenergiarenovávelquechegue…<br />… mastemos de ser capazes de a capturar.<br />
    38. 38. A energia incidente solar numa área de 300.000 Km2 (metade) capturada com 20% de eficiência seria o suficiente para alimentar o Mundo (~15 TW in 2005).<br />
    39. 39. Podenão ser tãodisparatado …<br />Solar Highways<br />Desertec<br />Um conjunto de empresaslançaram o projetoDesertec.<br />“Consortium plans to raise 400 billion euro for a solar power project that could provide 15 percent of Europe’s need for electricity.”<br />www.desertec.org<br />
    40. 40. A eficiência do fotovoltaico está quase lá …<br />Foram conseguidas eficiências de 40% em laboratório e a lei de Moore pode vir a aplicar-se ao fotovoltaico. <br />
    41. 41. Instituto Superior de Engenharia de Lisboa<br />ERoEI – Energy Return on Energy InvestedAnálise do retorno energético de diferentes energias primárias, tecnologias de geração eléctrica e mobilidade<br />Lisboa, Novembro de 2010<br />
    42. 42. Obter energia requer energia – o ERoEI mede a eficiência deste processo<br />Energia da presa<br />Energy Return<br />ERoEI =<br />ERoEIleão =<br />Energy Invested<br />Energia para caçar<br /><ul><li> Para garantir a sobrevivência,</li></ul>> 1<br />ERoEI ~ 1 a 2<br />37<br />
    43. 43. A revolução industrial permitiu dar um salto enorme no ERoEI das nossas sociedades<br />Agricultura mecanizada actual<br />Agricultura pré Revolução Industrial<br />ERoEI ~ 1 a 5<br />ERoEI ~ 40 a 60<br />Na base deste salto esteve a descoberta e utilização massiva dos combustíveis fósseis<br />Fonte: Kurt Cobb, The Net Energy Cliff, Energy Bulletin, 2008<br />38<br />
    44. 44. O aumento do ERoEI cria excedentes energéticos que possibilitam o desenvolvimento das sociedades/civilizações<br />Utilização da energia vs. ERoEI<br />ERoEI<br />Sociedades agrícolas pré-industriais<br />Sociedades desenvolvidas actuais<br />Fonte: Kurt Cobb, The Net Energy Cliff, Energy Bulletin, 2008<br />39<br />
    45. 45. No entanto, a cada vez maior dificuldade e complexidade de extracção tem degradado o ERoEI do petróleo <br />Plataforma petrolífera da actualidade<br />Exploração de petróleo de inícios do sec. XX<br />1900: ERoEI > 100<br />2010: ERoEI < 10<br />A redução estrutural do ERoEI do petróleo levanta a questão da sustentabilidade do actual modelo de sociedade<br />40<br />
    46. 46. Para além das reservas estarem mais remotas, é necessária mais energia para extrair petróleo num poço em fim de vida<br />Costuma associar-se a extracção de petróleo a isto…<br />… mas é mais parecido com isto…<br />A taxa de recuperação média de petróleo é 35%. São necessárias técnicas de “ImprovedOilRecovery” (IOR – injecção de vapor) e “EnhancedOilRecovery” (EOR – injecção de CO2) para aumentar estas taxas – mas sempre exigindo mais energia.<br />Source: “S.O.S. tenibilidad”, Antonio Turiel; EAGE Student Lecture Tour <br />“What Energy Future after World Oil Production Peak?”– Total.<br />41<br />
    47. 47. 120<br />A queda no ERoEI do petróleo pode explicar a evolução estrutural em alta do respectivo preço<br />Evolução do preço e do ERoEI do Petróleo1<br />$real2009/bbl;#<br />Comentários<br /><ul><li>Preços são afectados por factores de curto prazo (choques na oferta e na procura)
    48. 48. Contudo, a evolução estrutural dos preços do petróleo a longo prazo reflecte a sua escassez e custos de extracção
    49. 49. Assim, a tendência estrutural dos preços tende a evoluir inversamente ao ERoEI
    50. 50. Por esta razão, o ERoEI é usado para avaliar opções de política energética</li></ul>tendência preço<br />1. Fontes: BP Statistics; Cleveland, C; Net energy from the extraction of Oil and Gas in the United States; Energy; 2005<br />42<br />
    51. 51. Dada a redução do ERoEI das actuais fontes de energia, haverá que encontrar fontes alternativas para evitar um “energy cliff”<br />Comentários<br />Utilização da energia vs. ERoEI<br /><ul><li>O mundo da Energia com ERoEI a 100 está a acabar
    52. 52. É portanto necessário encontrar fontes alternativas de energia que compensem o declínio de retorno energético das fontes tradicionais para sustentar a actual estrutura das sociedades
    53. 53. Este estudo procura avaliar e comparar os retornos energéticos das várias fontes de energia</li></ul>Energy cliff<br />Tendência estrutural dos combustíveis fósseis<br />ERoEI<br />43<br />
    54. 54. Tecnologias energéticas analisadas<br />Energias Primárias<br />Energia Eléctrica<br />Sistemas Propulsão<br />Carvão<br />Carvão<br />Eléctrico<br />CCGT<br />Híbrido<br />Gás Natural<br />Nuclear<br />Hídrica<br />Gasolina / Gasóleo<br />Petróleo<br />Eólica<br />Solar<br />Etanol<br />Etanol<br />44<br />
    55. 55. Foi desenvolvido um modelo que permite analisar a sensibilidade do ERoEI à variação dos parâmetros definidos<br />Alterando estes pressupostos é possível ver o respectivo impacto quer no ERoEI quer nas Emissões Específicas<br />Gráficos comparam o ERoEI e as Emissões Específicas das diferentes fontes de energia<br />Parâmetros indicativos médios<br />45<br />
    56. 56. O carvão é a energia primária com ERoEI mais elevado; petróleo offshore e gás natural equivalem-se<br />Comentários<br />ERoEI Energias Primárias – Modelo vs. bibliografia<br />136,6<br /><ul><li>O carvão é a energia primária que apresenta o ERoEI mais elevado
    57. 57. Elevada sensibilidade ao tipo de mineração (superfície, subterrânea) e de carvão (lenhite, betuminoso, etc)
    58. 58. Gama de valores alargada para o petróleo representando legado vs. novas explorações
    59. 59. Forte sensibilidade a onshore vs. offshore
    60. 60. ERoEI globalmente baixos para o Gás Natural pelo elevado dispêndio de energia no processo de extracção
    61. 61. Acentuada diminuição para LNG</li></ul>100<br />Banda de valores na bibliografia<br />Valores do modelo<br />28<br />30<br />23<br />8<br />1<br />46<br />
    62. 62. A geração eléctrica com renováveis apresenta ERoEI superiores ao das térmicas convencionais<br />Comentários<br />ERoEI Energias Eléctricas – Modelo vs. bibliografia<br />267<br />Banda de valores na bibliografia<br /><ul><li>A hídrica destaca-se como a tecnologia de ERoEI mais elevado
    63. 63. Eólica e Solar PV são já competitivas com tecnologias convencionais
    64. 64. ERoEI depende do recurso (load factor) e tecnologia (rendimento)
    65. 65. O ERoEI das térmicas convencionais (CCGT e Carvão) é muito dependente do ERoEI dos respectivos combustíveis e do rendimento das centrais
    66. 66. Nuclear é a 2ª tecnologia em termos de ERoEI
    67. 67. Assumindo enriquecimento de urânio por centrifugação
    68. 68. As referências bibliográficas apresentam bandas mais amplas que as do modelo, facto explicado pelo enviesamento de certos estudos a favor ou contra o Nuclear, Renováveis, etc.</li></ul>104,7<br />80<br />Valores do modelo<br />59<br />34<br />26<br />12<br />7<br />6<br />4<br />5<br />4<br />2<br />47<br />
    69. 69. Na mobilidade, o carro eléctrico apresenta o menor consumo de energia no ciclo de vida completo por km percorrido<br />Comentários<br />Consumo Específico (kWh/km) – Modelo vs. bibliografia<br />Banda de valores na bibliografia<br /><ul><li>Os carros eléctricos apresentam um consumo energético consistentemente inferior aos automóveis tradicionais a gasolina ou gasóleo
    70. 70. Os carros a etanol ainda não são energeticamente competitivos com os automóveis tradicionais
    71. 71. As diferenças entre os resultados obtidos com o modelo e os estudos analisados decorrem do facto de nem todos estes estudos fazerem um análise exaustiva de todo o ciclo de vida
    72. 72. No caso dos transportes (utilização final de energia) não faz sentido comparar ERoEI, mas sim consumo específico, incluindo toda a energia consumida ao longo do ciclo de vida</li></ul>Valores do modelo<br />0,94<br />0,68<br />0,34<br />0,44<br />0,38<br />0,10<br />48<br />
    73. 73. 120<br />A diminuição do ERoEI na industria petrolífera reflete-se no custo do barril de petrólio…<br />Evolutionofoilprice vs. ERoEI<br />$real2009/bbl;#<br />Price trend<br />49<br />
    74. 74. Novas Indústrias vão aparecer com muita rapidez<br />
    75. 75. Capacidade Eólica Mundial – Final de 2010<br />+22%<br />Capacidade Eólica Mundial Acumulada [MW]<br />194,390 MW<br />TOP 10<br />CumulativeCapacity<br />(Dez-10)<br /> Portugal 3,702 1.9 <br />Fonte: GWEC<br />
    76. 76. EDP Renováveis – Final de 2010<br />Total EU<br />Canada<br />-<br />7.268<br />3.794<br />-<br />-<br />649<br />480<br />30.499<br />10.404<br />-<br />3.460<br />-<br />120<br />99<br />57<br />1.300<br />70<br />18.914<br />13<br />1.840<br />4<br />90<br />284<br />138<br />25<br />613<br />702<br />-<br />2.405<br />838<br />14<br />20<br />201<br />58<br />70<br />500<br />4.944<br />501<br />1.181<br />Potência Bruta (MW)<br />* Inclui Eólicas de Portugal (239MW)<br />Instalada<br />Emconstrução<br />Uma entrada selectiva em novos mercados constituindo um portfolio diversificado em 8 países europeus, 26 Estados nos EUA, Brasil e Canada<br />Pipeline+Prospecção<br />Fontes: EDP Provisional Volumes Statement – 2010<br />
    77. 77. A EDP Renováveis é actualmente a 3a maior empresa eólica no mundo – 2ª maior na EU e nos US<br />1<br />2<br />3<br />
    78. 78. EDPR Portugal, incluindo ENEOP2 – Capacidade Instalada<br />Quotas de Mercado em 2012 (TOP 5)<br />Promotores:<br />
    79. 79. O projecto ENEOP<br /><ul><li>48 ParquesEólicos
    80. 80. Potência a instalar de 1.200 MW (500 MW jáemexploração)
    81. 81. Investimento total de 1.680 milhões de euros
    82. 82. Fabrico integral dos aerogeradoresem Portugal
    83. 83. 1.800 postos de trabalhodirecto
    84. 84. Contribuição com 35 milhões de eurosparaprogramas</li></ul>inovação do governo.<br /><ul><li>Produção annual de 2.700 GWh de electricidadelimpa, que</li></ul>evitará a emissão de 1,4 milhões de toneladas de CO2 porano.<br /><ul><li>Receitasanuaisparaosmunicípios de cerca de 5 milhões de euro.
    85. 85. Rendimento annual paraosproprietários dos terrenos de cerca</li></ul>3,5 milhões de euro<br /><ul><li>Cluster com 29 empresas</li></li></ul><li>Perspectiva histórica do crescimento da EDP Renováveis<br />
    86. 86. A EDPR é a empresa com maior taxa de crescimento na área das energias renováveis<br />Potência Instalada Bruta (MW)<br />7.268<br />x 20 em 8 anos<br />Objectivo<br />
    87. 87. Presença em geografias que representam quase metade do crescimento mundial previsto<br />
    88. 88. A EDPR cresceu de uma forma sustentada, identificando e aproveitando as oportunidades do mercado<br />
    89. 89. Estreia em novas tecnologias, como a eólica offshore no Reino Unido<br />
    90. 90. Através de know-how próprio, a EDPR implementou uma estratégia de sucesso…<br />
    91. 91. A EDPR tem vindo a alcançar factores de carga que constituem referência no mercado<br />2009<br />2010<br />2009: 28%<br />2010: 29%<br />26%<br />27%<br />32%<br />32%<br />29%<br />29%<br />A EDPR alcançou um factor de carga de 29%, um dos mais altos no sector, subjacente à qualidade dos seus activos<br />Fonte: EDP Provisional Volumes Statement – 2010<br />
    92. 92. Capital humano com fortes competências globais e com um conhecimento local muito claro<br />63<br />
    93. 93. A posição de liderança mundial em energia eólica proporciona vantagens competitivas na aquisição de AEGs<br />
    94. 94. .<br />…<br />SCADA Clients<br />…<br />OPMS Portal Clients<br />WEMS: Integração e harmonização do controlo remoto e gestão da performance em tempo real dos activos da EDPR<br />Intranet<br />OPMS: Operational Performance Management System<br />SCADA: Supervisory Control And Data Acquisition<br />Data Centre - Oporto <br />Web Server<br />Global Enterprise Server<br />Front Office Operational Services<br />(7 days/week ▪ 24h/day)<br />OPMS <br />SAN<br />OVIEDO<br />OPORTO<br />HOUSTON<br />SCADA <br />HOUSTON / DALLAS<br />North America Centre<br />OVIEDO<br />European Back-up Centre<br />OPORTO<br />Main Centre<br />
    95. 95. Enquadramento do WEMS<br />Interno EDPR<br />Legenda:<br />PARQUES EÓLICOS<br />Externo EDPR<br />Operadores dos Sistemas de Transporte e Distribuição<br />TSO / DSO SCADA EMS<br />Outros Sistemas<br />SCADA<br />operação remota centralizada<br />24x7<br />WindPowerProductionForecasting<br />Trading e Mercados de Electricidade<br />Controlling &<br />PlantMaintenance<br />Telecontagem de Energia<br />Trading e Mercados e Electricidade<br />OPMS<br />Top / UnitManagement<br />Manutenção dos PEs<br />Centros de Controlo Remoto dos Fabricantes dos AEGs<br />Fonte única corporativa de informação operacional<br />e KPIs<br />Armazenamento Centralizado de Dados<br />Áreas de Suporte de Negócio<br />WEMS<br />Áreas Técnicas<br />
    96. 96. A eólica “Deep offshore”<br />Wind moving faster than previous industries …<br />Até aqui<br />daqui<br />
    97. 97. Os moinho de ventodão um dos ex-libris de Cascais. São conhecidosdesde o século X quandoquandoIbnMuqãnapublicouosseus versos sobre Al Qabdaq, hojeAlcabideche…<br />A energia do vento tem já uma longa cruva de aprendizagem…<br />Alcabideche : Moinhos de vento do século X …<br />
    98. 98. O vento “deep offshore”<br />
    99. 99. O vento “deep offshore”<br />State-of-the-art and market perspectives<br />State-of-the-arte - foundations:<br /><ul><li>Lowdepth (< 30m): Monopile
    100. 100. Up to 50m depth: Tripod
    101. 101. Over 50m depth: Strongeconomicalconstraintsregardingfixedfoundations
    102. 102. Floating foundationsunderdevelopmentwithimpact in theeconomicsofoffshorewindfarms</li></ul>Foundations – Prototypes (until 2015):<br /><ul><li>Hywind (StatoilHydro): depth >100m
    103. 103. SWAY: depth >80m
    104. 104. Blue H Group: depth >40m
    105. 105. WndFloat: depth >50m</li></ul>nrel<br />Blue H<br />Group<br />Hywind<br />70<br />
    106. 106. A Energia das Ondastêmdensidadeadequada…<br />A energiaestálápara ser capturada : umaonda de 2m de amplitude e período de 10s tem mais de 50 kW por metro de comprimento de onda.<br />
    107. 107. Um recurso apreciável em todo o Mundo<br />WorldwidegrossWaveEnergyresourceiscomparable to theworld’sinstalledcapacity<br />16% ofthatresourceisinEurope<br />(320 GW, fromwhich 21 GW in Portugal)<br />
    108. 108. Distintas tecnologias<br />OscillatingWaterColumn(onshore, nearshoreor offshore)<br />PointAbsorbers– Floatingorsubmerged, usuallyhydraulic PTO<br />Overtopping(onshore, nearshoreor offshore)<br />Articulated<br />
    109. 109. Os conceitos mais avnaçados estão no estádio 3<br />Technologymaturityphases<br />O desenvolvimentodatecnologia das ondasobriga a umaabordagemsistemática<br />Comercial / Mature<br />Meeting a Business Plan<br />5<br />Pre-comercial<br />Generating energy to the grid continuously, but not meeting a business plan<br />4<br />Sea Trials<br />1/4th to Full scale<br />3<br />Photos are illustrative and do no reflect present state of devices<br />Tank Simulation<br />1/40th – 1/10th scale<br />2<br />Numerical <br />Simulation<br />1<br />
    110. 110. Os Sistemas de energia têm de ser re-inventados<br />Origem: Documento da UE sobre SmartGrids<br />
    111. 111. Se Marconi voltasse à vida, ficaria surpreendido, Edison nem tanto …<br />Thomas Edison<br />Inventor oftheelectricalbulbandofthedistribution network<br />Guglielmo Marconi<br />Inventor of wireless telegraphy<br />1847 - 1931<br />1874 –1937 <br />
    112. 112. O futuro é difícil de prevermesmoparaos Gurus <br />“Pensoquehaverá no Mundoespaçopara 5 computador."”<br />Thomas Watson, Presidente da IBM , 1943<br />“Nãoháqualquemotivoqueleve um indivíduo a quererter um computadorem casa." <br />Ken Olsen, fundador e CEO of <br />Digital Equipment Corporation 1977<br />“A beleza do Unix é quenão serve para nada." <br />Ken Olsen namesmaconferência<br /> “640 K ought to be enough for anybody." <br />Bill Gates, ConferênciadaNasa 1981<br />
    113. 113. O futuro é difícil de prevermesmoparaos Gurus <br />“É impossívelintroduzirnumaredeelétricamais de 30% de renováveis” <br />xxx , 2008<br />“Nãoháqualquermotivopara um individuoquerergerar a própriaenergia”<br />yyy, 2008<br />“Os veículoselétricossãoapenas gadgets quenuncavingarão" <br />zzz, 2008<br />“O máximaenergiarenovávelutilizávelem 2030 emsão 133.000 PJ" <br />
    114. 114. Os Sistemas de Energiaestãoainda a ser desenhadoscomoosSistemas de informação dos anos 70..<br />
    115. 115. A Energy Web<br />O novo paradigma das redeselétricas<br />Uma energy web materializar-se-á no futuropróximo. <br />Web<br />Energy Web<br />A EDP está a preparar-se paraessedesasfio.<br />
    116. 116. A Energy Web<br />O novo paradigma das redeselétricas<br />A DARPA-E está a financiar o desenvolvimento de um “Router” de energia.<br />“Huang, a professor of electrical engineering at North Carolina State University, is reinventing the transformers that currently reduce the voltage of the electricity distributed to neighborhoods so that it's suitable for use in homes and offices.”<br />
    117. 117. A Energy Web: a Google<br />Estão-se a prefilar um conjunto de novas ameaças<br />Apelidado de Android@Home, o novo sistema da Google vai servir como um controle remoto de eletrodomésticos. <br />Google PowerMeter<br />
    118. 118. A resposta da EDP: A EDPBox<br />Principaisvantagenspara o Cliente<br />O conceito<br /><ul><li>Menorconsumo de Energia(espera-se>10%)
    119. 119. GestãodaEnegiadaCsa
    120. 120. Optimização de tarifas
    121. 121. Contolo e monitorizaçãodaenergiaproduzida e consumida
    122. 122. Auto pricing
    123. 123. Fácil de instalar e utiliar
    124. 124. Automatic a e programável
    125. 125. Acessivel de qualquerlugar
    126. 126. Compatível com todososequipamentosdisponíveisapra Home Energy Management (Hardware Agnostic)
    127. 127. BaixoCusto
    128. 128. Focoapenasnagestão de energia
    129. 129. Possibilita a democratização dos serviços de gestão de energia
    130. 130. Possibilitadomótica simples</li></ul>Geraçãodistribuída<br />Smart outlets<br />LCD<br />Home Area Network<br />Telcos<br />Internet<br /> Router<br />do Cliente<br />BOX<br />Smartphone<br />(Gateway)<br />Distribuição<br />Iphone<br />Energy Box<br />Notebook<br />
    131. 131. O projecto EDP Box irá desenvolver uma plataforma de serviços completa e independente de qualquer fabricante de equipamentos de HomeEnergyManagement<br />Arquitectura de referência do EDP Box<br />Router do cliente<br />WAN/Cabo<br />Cside<br />EDP Box<br />(Backend)<br />Internet<br />EDP Box<br />(Gateway)<br />WIT - Software<br />EDP Box<br /> (Internet Front-end)<br />WIFI<br />Aberto a qualquer fabricante<br />Plug1<br />Plug 2<br />Plug 3<br />Display local<br />ZigBee<br />PLC<br />EDP Distribuição<br />EDP Box<br /> (Mobile Front-end)<br />Energy Box<br />84<br />
    132. 132. 85<br />Conceito<br /><ul><li>A EDP Box é um conceito de serviço global que permitirá ao cliente :
    133. 133. Conhecer os factos relativos aos seus consumos e à sua produção.
    134. 134. Comandar e controlar os equipamentos domésticos de uso diário, tendo em conta as necessidades de conforto, a conveniência de utilização e os custos de energia associados
    135. 135. Interagir de forma simples e eficaz através de plataformas de uso corrente (Display, PC, Telemóvel e TV).
    136. 136. Conseguir poupanças efectivas nos seus consumos e na sua factura de energia, sem demasiado esforço e preocupação</li></ul>A EDP Box deverá ser um instrumento de relacionamento e fidelização dos clientes em diferentes segmentos de mercado. <br />
    137. 137. A equipa está a selecionar parceiros para integração de várias tipologias de Hardware<br />86<br />
    138. 138. 87<br />Plataforma on-line<br />Principais funcionalidades<br /><ul><li>Histórico de consumos com discriminação do tarifário
    139. 139. Total e individual por tomada
    140. 140. Totais em CO2, kWh e €
    141. 141. Comparação com período homólogo
    142. 142. Comparação com vizinhos e casas similares
    143. 143. Estimativa do consumo mensal
    144. 144. Alarmística
    145. 145. Histórico de produção com totais em CO2, kWh e €
    146. 146. Comparação com produtores na vizinhança
    147. 147. Totalizador de venda de energia à rede
    148. 148. Integração com feeds RSS para notícias</li></ul>Desenvolvido por Cside<br />
    149. 149. 88<br />Aplicação iPhone<br />Principais funcionalidades<br /><ul><li>Ligação à Gateway
    150. 150. Dashboard (página inicial) resumo
    151. 151. Dados da instalação
    152. 152. Consumo instantâneo vs potência instalada
    153. 153. Tomadas favoritas
    154. 154. Tomadas
    155. 155. Controlo on/off e standby
    156. 156. Gestão de tomadas favoritas
    157. 157. Alteração do nome e ícone
    158. 158. Histórico de consumo
    159. 159. Ajuda – click to call</li></ul>Desenvolvido por WIT-Software<br />
    160. 160. WAN<br />(GPRS/UMTS)<br />É o InovGrid, desenvolvidopela EDP quesuportatudoisto<br />4<br />InformationSystems<br />SCADA/DMS<br />4<br />3<br />SCADA<br />3<br />2<br />MV/LV transformers<br />SysGrid<br />DTC<br />2<br />LV Distribution network<br />Microgeneration<br />Consumers<br />DTC: DistributionTransformerController<br />1<br />1<br />1<br />EB<br />EB<br />ElectricVehicle<br />Energy Box<br />
    161. 161. Estaplataforma é fundamental para a disponibilização de novosserviços<br />OTHER PLAYERS<br />SUPPLIERS<br />CONSUMERS<br />3<br />2<br />Energy Supply<br />Emerging Energy Businesses<br />New services<br />(demand side management, home automation, Electrical Vehicle, etc)<br />Newtariffs<br />(more customized tariffs, including real-time tariffs, pre-payment, etc)<br />Enhanced Network Services<br />(Remote meter management incl. remote connection/disconnection and changes in power)<br />DATA<br />DATA<br />1<br />SmartGridPlatform<br />Integrated in thedistribution network <br />90<br />
    162. 162. Case Study: O automóvel precisa de ser uma espécie em evolução rápida …<br />Forget theoldcar. Thenewcarhasanextensioncord…<br />Originofphotos: Wired<br />
    163. 163. Can the Grid Cope ? Yes, if we bring in Smart Grids !<br />Origin: SmartGarageReport<br />
    164. 164. O que se passa com umaadopçãomassiça de VEs?<br />First Scenario – Worst case uncontrolled charging with 100% occurring in Synchronism between 20h às 23h.<br />Power taken<br />Assumptions:<br /><ul><li>4.5 million vehicles in Shangai;
    165. 165. Maximum power taken from Grid: 230V x 16A, 3,68kW;
    166. 166. Daily travel ~30km;
    167. 167. Power consumption 15kWh/100km;</li></ul> An additional 6,75GW would be needed in the Grid!<br />
    168. 168. O que se passa com umaadopçãomassiça de VEs?<br />Scenario 2 – Loadcontrolledandautomaticallydistributedbetween 23h and 07h<br />An additional 2,9 GW would be needed in the Grid !<br />The average power taken by each vehicle would reduce to 0,64 kW<br />
    169. 169. V2G pode ser ainda melhor…<br />Os VEseplug-ins, willdecidirão quando comprar ou vender energia de acordo com o preço “spot” da eletricidade.<br />SystemOperator<br />Energy<br />Energy<br />
    170. 170. O que se passa com umaadopçãomassiça de VEs?<br /><ul><li>Scenario 3 – V2G, it is possible to use theenergystored in carbatteries in order to storeenergyandfeed it back to theGridwheneverconvenient.</li></ul>Here we are using 5 GWh to peak shaving energy in daytime . <br />Each EV just contributing wiht 1,2 kWh, which represents 4% of an average battery<br />Área = 5000 MWh<br />
    171. 171. E a rede de distribuição?<br /><ul><li>Scenario 1:
    172. 172. Assumptions: An average transformer station 630 kVA – 300 clients – 200 of them with Electrical Vehicles
    173. 173. Vehicles are charged wihout control at Peak Hour: Peak may reach 500 + 750 kVA =1250 kVA</li></ul>MT<br />MT<br />MT<br />EVs<br />Load<br />750 kVA<br />EVs<br />Load<br />750 kVA<br />EVs<br />Load<br />750 kVA<br />BT<br />BT<br />Maximum S<br />630 kVA<br />500 kVA maximum typical calue<br />Max <br />Peak<br />Load<br />500 kVA<br />Max<br />Peak <br />Load<br />500 kVA<br />Max<br />Peak<br />Load<br />500 kVA<br />Design Value 2/3<br />410 kVA<br />200 kVA Min<br />Typicalvalue<br />
    174. 174. E a rede de distribuição?<br /><ul><li> Scenario 2:
    175. 175. Here the EV’s charging is controlled and pushed towards the night: Peak power Reduces to 200 + 130 kVA =330 kVA</li></ul>MT<br />MT<br />MT<br />BT<br />BT<br />Maximum S<br />630 kVA<br />500 kVA maximum typical calue<br />Design Value 2/3<br />410 kVA<br />EVs<br />Load<br />130 kVA<br />EVs<br />Load<br />130 kVA<br />EVs<br />Load<br />130 kVA<br />200 kVA Min<br />Typicalvalue<br />Night<br />Load<br />200 kVA<br />Night <br />Load<br />200 kVA<br />Night<br />Load<br />200 kVA<br />
    176. 176. WAN<br />Internet<br />As SmartGrids e os sistemas de carregamento de VE’s funcionarão coordenados<br /> Market agents<br />Central Systems<br />System<br />Information services<br />System<br />Operation and network control<br />System<br />Management and energy metering<br />System <br />Other (technical, commercial)<br />Elect. suppliers<br />EG Mobi.E<br />Business Management System<br />GPRS, ADSL, …<br />Distribution Substation<br />Sub HV/MV (*)<br />GPRS<br />DTC<br />Local Control and operation optimization<br />DTC<br />Customer Service<br />PLC, GPRS, ZigBee, …<br />GPRS<br />WAN – Wide Area Network<br />LAN – Local Area Network<br />LAN<br />WAN<br />Billing / Rating<br />GPRS<br />PLC, GPRS, ZigBee, …<br />Local Bi-directional <br />Demand<br />Charging network control<br />User Interface<br />Remote Interaction<br />Local Interaction<br />PHEV / BEV<br />
    177. 177. As SmartGridsalavancam<br />osinvestimentos<br />do passado<br />Novas oportunidadespara a operaçãodaRede:<br /><ul><li>Maiorpenetração de renováveis
    178. 178. Micro-geraçãodistribuída
    179. 179. Automaçãodistribuída e inteligente
    180. 180. Demand side management
    181. 181. Gestão dos apagões
    182. 182. Fault detection and management (self-healing)
    183. 183. Minimização de perdas
    184. 184. Voltage VAr control
    185. 185. Microgrids
    186. 186. Real Time Markets</li></li></ul><li>A inovação tem de estaralinhada com a estratégiada EDP<br /><ul><li>Descobriropções de crescimento
    187. 187. Produção de energialimpa(wave energy, wind offshore, solar,…)
    188. 188. Novosnegócios (mobilidadeelétrica)</li></ul>Crescimentofocada<br />Riscocontrolado<br /><ul><li>Colocar o grupodaprimeiralinha do desenvolvimento(smart grids, electric mobility, energy efficiency)
    189. 189. Controlo do risco de todososprojetos de inovação</li></ul>Eficiência Superior<br /><ul><li>Encontraroportunidades / tecnologiasparamelhorar a eficiência de todas as áresda EDP.
    190. 190. Melhorar a forma comotrabalharmosna EDP</li></li></ul><li>ProcessodaInovação<br />Sourcing<br />Screening<br />Analise/decisão<br />Implementação/ Execução<br /><ul><li>Implementation of the approved initiatives
    191. 191. Detailed project plans with clear milestones (go / no-go decisions)
    192. 192. Controlled risk approach
    193. 193. Involving EDP Inovação’ network (particularly Business Units)
    194. 194. Tech Observatory
    195. 195. Business Units
    196. 196. Workers / team
    197. 197. Supliers / partners
    198. 198. VC funds
    199. 199. Business Angels
    200. 200. Innovation competitions
    201. 201. Universities / scientists
    202. 202. Detailed assessment of technology / business model
    203. 203. Definition of the most adequate form of innovation support
    204. 204. May involve EDP Inovação’ network (particularly Business Units)
    205. 205. Fit with innovation priorities
    206. 206. Relevant market potential
    207. 207. Likelihood of reaching commercial viability
    208. 208. Support from EDP Inovação’ network</li></li></ul><li>O “tool kit” daInovação<br /><ul><li>Technology development team
    209. 209. EDP’s business units
    210. 210. Network of partners</li></ul>Technical advice / opinion<br /><ul><li>Financial and management support
    211. 211. Access to public / European funds
    212. 212. Licensing / permitting support</li></ul>Sponsoring demonstration projects<br /><ul><li>Market testing of products
    213. 213. Pilot commercial partnerships
    214. 214. Joint product development</li></ul>Partnerships<br /><ul><li>EDP Ventures (direct stakes fund) or partner VCs
    215. 215. APBA (business angels)
    216. 216. Innovation competitions (EDP / RB, EDP / MIT, …)</li></ul>Capital / management<br /><ul><li>Prototyping
    217. 217. IP
    218. 218. …</li></ul>Prototipagem<br />EDP Inovação – “one-stop-shop” for innovation<br />
    219. 219. EDP Ventures’ Investment Strategy<br />EDP’s investment arm for the VC market<br />Direct investments<br />Companies in the cleantech field that fit with EDP’s strategic priorities<br />VC funds with a cleantech focus, whose investment focus fits EDP’s strategic priorities<br />Investments in VC funds (fund-of-funds)<br />Acceleratesthe capture ofstrategicbenefits<br /><ul><li>Facilitatesintegrationof EDP in a global VC network
    220. 220. Increasesdealflow (enlargedvisibility over a broader set ofinnovativetechnologies)
    221. 221. Increasesqualityofdealflow
    222. 222. Contributes to reinforveour VC know-how
    223. 223. Potentialsupport to ourdirect VC investmentsandotherinnovationprojects</li></ul>Reducesinvestmentrisk (portfoliodiversificationeffect)<br />104<br />
    224. 224. Umaestratégia de Fundo de fundos– Construiumarede global à votada EDP<br />1 – NGEN<br /><ul><li>July 2008
    225. 225. Commitment of M$ 10
    226. 226. M$ 1,9 invested so far</li></ul>2<br />2 – SIGMA<br /><ul><li>December 2008
    227. 227. Commitment of M£ 1,7
    228. 228. M£ 0,4 invested so far</li></ul>1<br />3<br />3 – Asia<br /><ul><li>Market under analysis
    229. 229. Establishing contacts and exploring possibilities with selected local VCs (without investment)</li></ul>105<br />
    230. 230. A organizaçãodainovaçãona EDP<br /><ul><li>Loboratórios
    231. 231. Field support to innovation initiatives</li></ul>Labelec<br />EDP Inovação<br />EDP R<br />Comité de Inovação<br />Orientaçãoestratégica(CAE), <br />EDP Brasil<br />Distribuição<br /><ul><li>Autonomia local
    232. 232. Coordenação central</li></ul>HC<br />Geração<br />Comercial/<br />Serviços de Energia<br />EDP Gas<br />
    233. 233. O desafio é sobretudocomportamental<br />“O centro do Universo é o local ondehámenosresitência a novas ideias”<br />Kevin Kelly<br />
    234. 234. “O bater das asas de um borboletana China podecrirar um tempestadenosEstadosUnidos”<br />
    235. 235. “Uma nova ideia em qualquer local do Mundo pode dar origem a uma inovação sem par”<br />
    236. 236. “Estamos á procura de novas ideias, nacaudalongadadistribuiçãoemqualquer local do Mundo.”<br />Nújmero de resultados<br />Novosparceiros<br />Parceiroshabituais<br />
    237. 237. Largámos a inovaçãofechada<br />
    238. 238. O medo do<br /> “nãoinventadocá” <br />
    239. 239. Lançámos a InovaçãoAberta<br />
    240. 240. Mudar a cultura<br />Estamostodosinterligados<br />
    241. 241. Uma Organização em Rede<br />“The Networked Organization”Peter Drucker<br />A Organizaçãotorna-se:<br /><ul><li>Horizontal
    242. 242. Aberta
    243. 243. Ágile
    244. 244. Produtiva
    245. 245. Eficiente
    246. 246. Flexível</li></ul>Da organização hierárquica<br /> à organização em rede<br />Qualquermembrodaorganização a 2 “clicks” de distância<br /><ul><li>Uma nova geração de sistemasalavancaestasmudanças
    247. 247. A informaçãonão reside naspessoas –> reside nossistemas
    248. 248. As pessoaspartilhaminformação e conhecimento</li></li></ul><li>CloudComputing<br />“Cloudcomputing” <br />As Empresas Globais têm de alavancar<br /> a sua presença em múltiplas geografias<br />Estratégia de consolidação<br />As aplicações relevantes alojadas algures na Net e acessíveis através de um”browser<br />“Uma única fonte de verdade, uma única data de fecho”<br />
    249. 249. “A maior parte das InovaçõesqueumaConcessionárianecessitanão se encontranaprateleira de umaloja”<br />
    250. 250. Wikiedp<br />
    251. 251. Espaçoscolaborativos<br />
    252. 252. Qualquerpessoapodecriar um espaçocolaborativo com “2 clicks”<br />Propicia uma forma integrada de gestão do espaço, ferramentas, membros, conteúdos,…<br />
    253. 253. O Click Idea/ Bolsa de Ideias<br />Qualquerpessoa a partir de qualquergeografiapode:<br />Contribuir, comentar, seguir, participar, …<br />Versãoparacelular<br />
    254. 254.
    255. 255. “A MobilidadeElétricaestá-se a <br />tornarumarealidade”<br />
    256. 256. ProjetoOpenChargepara a MobilidadeElétrica<br />Posto de carregamento de veículoselétricos “open source”<br />Barato, mas com arquitetura e materiaisrobustos<br />GPRS Shield<br />Baseia-se no Arduino<br />RFID Shield<br />
    257. 257. Dispomos de um ‘site’ <br />de co-criação<br />http://cocreation.pt/<br />
    258. 258. Estamos a inventaruma nova indústria<br />Como somosvistos<br />O quequeremos ser<br />Infraestructure<br />Intermediário<br />Integrator<br />Inovador<br />Serviços de Valor Acrescentado<br /> “Commodity”Electrões<br />Serviços<br />De Energia<br />Platform +Parceiro<br />Fornecedor<br />Plataformas<br />Só<br />Geração<br />Último<br />recurso<br />Só<br />Fios<br />
    259. 259. Temos de apostar nas Energias Limpas, afinal a Idade da Pedra não acabou por falta de pedras.<br />Obrigado !<br />

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