 Dar apoio ao processo de planejamento e gestão urbana
através da participação plena e permanente dos cidadãos
mediante o...
 Proporcionar informação e análises a todos os atores para
que participem com igualdade de condições com o
propósito de u...
 Fornecer informações, conhecimentos e experiências
para o observatório urbano do município de São
Paulo;
 Fornecer subs...
 Criado em novembro de 1996 no Departamento de Projeto da
FAUUSP;
 O Laboratório conta com uma equipe regular de
aproxim...
 Busca inserir na cena de pesquisa acadêmica as necessidades,
demandas e pontos de vista daqueles setores sociais
normalm...
 As atividades de pesquisa resultam em relatórios, seminários,
cursos de capacitação, debates com públicos diversificados...
 Quem passeia por qualquer grande metrópole brasileira
dificilmente deixa de notar que há ali algo de errado: bairros
ult...
 Os problemas habitacionais da cidade de São Paulo
exigem da secretaria municipal de habitação (Sehab)
dedicação, empenho...
 É um sistema de mapeamento dos assentamentos precários na
cidade de São Paulo, que contém valiosas informações para o
en...
 Adquirir informação tornou-se a principal tarefa do homem
moderno. Isso gerou novos desafios, pois os meios
produtores d...
 Lançada no dia 23 de julho, a ferramenta digital HABISP.plus,
que permite ao cidadão acompanhar o andamento de todas as
...
LISTA DE FAVELAS
 “O Habisp é a melhor iniciativa da prefeitura nos últimos 25
anos. Antes quando precisávamos planejar as áreas que
receb...
 Hoje a cartografia pode relacionar igualmente a analise, a
comunicação e a visualização de dados. Dessa forma, um
só map...
 O sistema traz um mapeamento de obras das unidades
habitacionais da cidade, bem como dos programas
Urbanização de Favela...
 O primeiro levantamento sobre assentamentos irregulares em
São Paulo foi publicado pela Secretaria de Bem-Estar Social
e...
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Observatório habitacional da cidade de são paulo
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Observatório habitacional da cidade de são paulo

248 visualizações

Publicada em

Slide : Observatório habitacional da cidade de são paulo - Materia: Regional e Urbana

Publicada em: Economia e finanças
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
248
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Observatório habitacional da cidade de são paulo

  1. 1.  Dar apoio ao processo de planejamento e gestão urbana através da participação plena e permanente dos cidadãos mediante o fornecimento de informações sobre o desenvolvimento sustentável e do habitat;  Realizar o monitoramento das atividades, programas e projetos das instâncias encarregadas do desenvolvimento do habitat da cidade;  Sistematizar as pesquisas sociais, econômicas e ambientais que se produzem no Município relacionadas com a temática do observatório;  Estabelecer relações permanentes entre o Governo Local, as instituições e os cidadãos;  Manter e recuperar o sentido de pertencimento dos habitantes da cidade e entorno.
  2. 2.  Proporcionar informação e análises a todos os atores para que participem com igualdade de condições com o propósito de uma participação mais eficaz na formulação de política urbana e habitacional e sua implementação;  Contribuir para a capacitação dos diversos segmentos sociais em relação a gestão e utilização da informação urbana para as políticas setoriais, a partir de um foco em indicadores e de replicação de boas práticas e boas políticas;  Construir e analisar indicadores sobre condições de moradia adequada;
  3. 3.  Fornecer informações, conhecimentos e experiências para o observatório urbano do município de São Paulo;  Fornecer subsídios sobre a situação da moradia no município de São Paulo , para os espaços de interlocução dos gestores da política habitacional e as organizações da sociedade civil;  Produzir informações sobre os temas e problemas de moradia da cidade de São Paulo.
  4. 4.  Criado em novembro de 1996 no Departamento de Projeto da FAUUSP;  O Laboratório conta com uma equipe regular de aproximadamente vinte pessoas, entre professores e estudantes;  Com o objetivo de interligar as atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária em um mesmo espaço, dando prioridade à formulação de alternativas para as demandas habitacionais, urbanas e ambientais que visem a inclusão social.
  5. 5.  Busca inserir na cena de pesquisa acadêmica as necessidades, demandas e pontos de vista daqueles setores sociais normalmente afastados dos preceitos da produção teórica e técnica academicamente reconhecida;  Reunir agentes públicos, sociedade organizada e universitários num trabalho conjunto de desenvolvimento de projetos é um processo de aprendizado em que todos se qualificam - é o que o LabHab vem procurando em seus anos de atividades.
  6. 6.  As atividades de pesquisa resultam em relatórios, seminários, cursos de capacitação, debates com públicos diversificados, subsídios a políticas públicas;  Nos casos da elaboração de pesquisa aplicada, plano, programa ou ação local, busca-se chegar a um quadro final que inclua: Avaliações, Propostas, Agentes Envolvidos, Encaminhamentos, Operacionalização;  É o caso, por exemplo de Santo André, onde o trabalho conjunto com a prefeitura resultou no Programa Integrado de Inclusão Social, programa social que combina a intervenção urbanística em favelas com o atendimento da população visando a inclusão socioeconômica;  Programa premiado pela agência Habitat da ONU em 2002.
  7. 7.  Quem passeia por qualquer grande metrópole brasileira dificilmente deixa de notar que há ali algo de errado: bairros ultrassofisticados, que não deixam nada a desejar em relação às grandes cidades desenvolvidas, cotejam favelas que amontoam gente em condições indignas de vida.
  8. 8.  Os problemas habitacionais da cidade de São Paulo exigem da secretaria municipal de habitação (Sehab) dedicação, empenho e criatividade na proposição de soluções técnicas nos projetos e obras realizadas. E o Sistema de Informações para Habitação Social em São Paulo (Habisp) é mais uma dessas iniciativas.
  9. 9.  É um sistema de mapeamento dos assentamentos precários na cidade de São Paulo, que contém valiosas informações para o enfrentamento da pobreza urbana. Pobreza essa que se materializa em são Paulo nas diversas formas de assentamentos informais: favelas, loteamentos irregulares, cortiços, alojamentos e conjuntos degradados.  O projeto foi concebido para reunir diferentes dados de cada área ocupada irregularmente ou de forma precária. Seu objetivo é identificar facilmente as condições geográficas, físicas, sociais, econômicas e legais de cada um desses lugares.  O Habisp armazena, organiza, processa e produz informações geográficas de alta qualidade, que servem de suporte para os técnicos da Secretaria Municipal de Habitação na tomada de decisões. É uma importante ferramenta na condução da política municipal de habitação social de qualidade na cidade.
  10. 10.  Adquirir informação tornou-se a principal tarefa do homem moderno. Isso gerou novos desafios, pois os meios produtores de informação são pressionados a buscar constantemente novos tipos de suporte e infraestrutura. Essa tecnologia da informação criou possibilidades antes impensadas. Exemplos disso são a diminuição dos custos na busca de informação, o aumento da produtividade e a ampliação da transparência das ações publicas.
  11. 11.  Lançada no dia 23 de julho, a ferramenta digital HABISP.plus, que permite ao cidadão acompanhar o andamento de todas as obras de habitação na cidade de São Paulo, atingiu a marca de 10 mil acessos e interações. Na média, são quase 700 acessos diários no sistema que mostra as etapas das novas moradias previstas no Programa de Metas 2013-2016.
  12. 12. LISTA DE FAVELAS
  13. 13.  “O Habisp é a melhor iniciativa da prefeitura nos últimos 25 anos. Antes quando precisávamos planejar as áreas que receberiam intervenção, era o representante da comunidade que influenciava. Agora com todas as informações no sistema, o programa mostra quais são as piores áreas, ou seja, as que devem ser priorizadas”. Darcy Gebara Ramos Francisco Diretora da Habi Sudeste.
  14. 14.  Hoje a cartografia pode relacionar igualmente a analise, a comunicação e a visualização de dados. Dessa forma, um só mapa, digital ou não, pode ser considerado um Sistema de Informação Espacial, fornecendo respostas das mais diversas ordens a quem o analisa.
  15. 15.  O sistema traz um mapeamento de obras das unidades habitacionais da cidade, bem como dos programas Urbanização de Favelas, Renova SP, Mananciais III e Minha Casa, Minha Vida. Esse zoneamento deve demarcar territorialmente áreas públicas ou particulares ocupadas por população de baixa renda, onde há interesse público de promover a urbanização e a regularização jurídica da posse da terra, a fim de garantir o direito à moradia.
  16. 16.  O primeiro levantamento sobre assentamentos irregulares em São Paulo foi publicado pela Secretaria de Bem-Estar Social em 1974.  Em 1987 a Sehab concluiu que a população favelada somava 8,9% do total do município, o que naquela época equivalia a aproximadamente 815 mil habitantes.  Seis anos depois a (FIPE) revelou que o total de residentes em favelas era de aproximadamente 19%. Isso representou uma taxa de crescimento de 15,2 ao ano entre 1987 e 1993.

×