2007 / 2008



valorização de cada um como elemento
indispensável para o nível mais elevado
       do desempenho de todos
AVALIAR


Para fazer o acompanhamento de processos
 (rectificação e mudança)‫‏‬
                         ;

pela respons...
Um dia, Alice chegada a um cruzamento na estrada, viu
um gato numa árvore e, indecisa, perguntou-lhe:
-”Que estrada devo s...
FASES DO PROCESSO
          com os vários intervenientes no processo
 Reunião
 educativo

 Para quê?
 Consciencializar e ...
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CARCAVELOS




             1ª FASE

    HIPÓTESES BASEADAS EM
   PERCEPÇÕES RECOLHIDAS
  JUNTO ...
ANÁLISE SWOT

      PONTOS FORTES
                                               PONTOS FRACOS

    sucesso no acesso à

...
PONTOS FORTES                             PONTOS FRACOS

    A escola é capaz de detectar              estratégias pedagóg...
PONTOS FORTES                             PONTOS FRACOS

relação escola/família - relacionamento       poucos locais na es...
OPORTUNIDADES                          CONSTRANGIMENTOS

    criação do Agrupamento de
                                  ...
2ª FASE


   RECOLHA DE DADOS E
COMPROVAÇÃO DE HIPÓTESES
ÁREA EM ESTUDO TÉCNICA                                                   QUEM APLICA                  A QUEM/ AO QUE É
   ...
ÁREAS EM AVALIAÇÃO

                         1
                  CARACTERIZAÇÃO
                     DA ESCOLA

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Caracterização do concelho




                 grupo sócio-económico que mais se evidencia no Concelho de
              ...
CARACTERIZAÇÃO
 DA COMUNIDADE
   EDUCATIVA
Espaços Físicos




    6 blocos - 35 salas de aula normais;
●

    9 salas específicas: 1 Laboratório de Biologia, 1 Labo...
Recursos Informáticos




    85 computadores no total, dos quais 10 portáteis;
●

    15 estão atribuídos aos Serviços Ad...
NACIONALIDADE DOS E.E. - 5º AO 12º ANO            NACIONALIDADE DOS ALUNOS - 5º AO 12º ANO
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SITUAÇÃO PERANTE O TRABALHO DOS E.E. - 5º AO 12º ANO
               HABILITAÇÕES LITERÁRIAS DOS E.E.
          40         ...
As mães constituem ainda, como tradicionalmente, a


    grande maioria dos encarregados de educação.
ALUNOS COM ASE POR NÍVEIS DE ENSINO EM % DO TOTAL
ALUNOS POR NÍVEL DE ENSINO ( em % do total)
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Corpo Docente                                                          Corpo Docente
                                     ...
Corpo Docente - Habilitações Literárias                                                                        Corpo Docen...
Corpo não Docente                                           Corpo Não Docente
                                            ...
Não Docentes – situação profissional


                                                                 Corpo Não Docente
...
A QUALIDADE DAS
APRENDIZAGENS
O bom ensino caracteriza-se, quase sempre, pela
existência de critérios claros, de feed-back formativo, de
uma avaliação e...
Ensino Básico / Qualidade das
             aprendizagens
            Categorias em estudo

Capacidade de ensinar

Capacida...
Referências
            resultados das composições realizadas
                pelos alunos do ensino básico


    98%     ...
Exemplificação
Relacionamento com os alunos
       Pela negativa                           Pela Positiva
           42%                  ...
Equidade e Justeza
                     Justeza

    Pela negativa                     Pela positiva
        100%         ...
Capacidade de manter a
             disciplina
      Pela negativa                         Pela positiva
          90%    ...
Capacidade de ensinar

      Pela negativa                            Pela positiva
           52%                        ...
Capacidade de avaliar
      Pela negativa                   Pela positiva
          100%                            0%

  ...
Diversidade de estratégias
      Pela negativa                             Pela positiva
          88%                    ...
Em Síntese...
RETRATO “ROBOT” DO “ BOM PROFESSOR ” DA
            NOSSA ESCOLA

        Assíduo                           pontual
   

...
RETRATO “ROBOT” DO “ PROFESSOR MENOS
       BOM” DA NOSSA ESCOLA


       escuta                        não valoriza o
  ...
Aprendizagens/aspectos que facilitam




 Apresentação oral de trabalhos/debates
 Utilização de acetatos, música, filmes...
Aprendizagens/aspectos que dificultam




 Aulas repetitivas
 Professor com mau humor
 O Professor fala muito rápido
 ...
QUALIDADES DE
LIDERANÇA / CEI
A participação na escola deve ser entendida como referencia a um
projecto político democrático, como afirmação de interess...
QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI/ AS PIORES
    50
    45

    40
                                              Competências...
QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI/ AS PIORES
                                                           60
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QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI / AS MELHORES                   QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI/ AS PIORES
    90
          ...
QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI/ AS PIORES
                                                                45

            ...
Em Síntese...
PONTOS FORTES

   EMPENHO    CONHECIMENTO        BOM
               ACTUALIZADO   RELACIONAMENTO



          PONTOS FRACO...
A ESCOLA ENQUANTO
     LOCAL DE
   APRENDIZAGEM
Um “local de aprendizagem” é aquele em que há um sistema de crenças partilhado, uma
preocupação com o sucesso para todos, ...
ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO
ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO
                 DEBATE ESTRUTURADO / PROFESSORES, ALUNOS,
                 ENCARREGADOS DE ED...
ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO
DEBATE ESTRUTURADO / PROFESSORES, ALUNOS,

ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO E FUNCIONÁRIOS


         ...
ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO
DEBATE ESTRUTURADO / PROFESSORES, ALUNOS,
ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO E FUNCIONÁRIOS



         ...
DESENVOLVIMENTO

PESSOAL E SOCIAL
Felicidade, carácter moral, contributo para a vida social e, cada vez
mais, o estatuto profissional dependem não dos conhe...
DISCIPLINA
TOTAL DE OCORRÊNCIAS COM SANÇÃO 2006/2007
                    ( em % do total de ocorrências)
                            ...
.Tendência de subida da percentagem das
             tarefas de integração ( 52% para 57%);


                descida da p...
. sem registo de processos disciplinares
            tanto num ano como noutro;
                descida das tarefas de int...
Em Síntese...
*MAIORIA DAS PARTICIPAÇÕES REALIZADA POR PROFESSORES



*MAIORIA DAS OCORRÊNCIAS SEM GRAVIDADE       SEM PENALIZAÇÃO



*S...
COMPORTAMENTOS DESVIANTES DOS ALUNOS




              EM SALA DE AULA         NOUTROS
ESPAÇOS


     UTILIZAÇÃO DE TM    ...
AO NÍVEL DA SALA DE AULA



FALTA DE CONSERTAÇÃO DAS POSIÇÕES TOMADAS PELOS
           VÁRIOS PROFESSORES DATURMA


ALGUMA...
ALUNOS BI E TRI REPETENTES




     ALUNOS MAIS PROBLEMÁTICOS DA ESCOLA
                (10, 15 ALUNOS)‫‏‬



PERTURBAM SI...
APRAZIBILIDADE DO ESPAÇO
        ESCOLAR
Espaços aprazíveis




              • Espaços verdes exteriores, sobretudo os da entrada da escola e os que são
         ...
Espaços menos aprazíveis




             • Problemas de estacionamento junto aos aloendros ;

             • falta de con...
Os espaços de recreio/lazer
            As necessidades dos alunos do 5º ano

      Conclusões do estudo realizado pelo Nú...
Os espaços de recreio/lazer
             As necessidades dos alunos do 5º ano

      Conclusões do estudo realizado pelo N...
RESULTADOS
ESCOLARES
7.ºAno - Média Final nos últimos 4 anos                                    8º Ano - Média final nos últimos 4 anos

      ...
10º Ano - Média final nos últimos 4 anos                                           11º Ano - Média final nos últimos 4 ano...
8ºANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES/TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL
7º ANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES/TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL
     ...
11º ANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES
          10º ANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES
                                            ...
Compreendido entre 2000 e 2007 a Português do Ensino Secundário

                 PORTUGUÊS - 10º ANO                     ...
Compreendido 2000 e 2007 – Matemática do Ensino Secundário
                                                               ...
MÉDIAS DE EXAMES E CLASSIFICAÇÃO FINAL


                                                                                 ...
Em Síntese...
Tendência de longo prazo de subida da média das
  classificações em todos os anos de escolaridade




Análise de curto pra...
O que podia ter sido é uma abstracção
Permanecendo possibilidade perpétua
Apenas num mundo de especulação.
O que podia ter...
3ª FASE

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Auto AvaliaçAo Das Escolas

  1. 1. 2007 / 2008 valorização de cada um como elemento indispensável para o nível mais elevado do desempenho de todos
  2. 2. AVALIAR Para fazer o acompanhamento de processos (rectificação e mudança)‫‏‬ ; pela responsabilidade social; para melhoria das práticas lectivas.
  3. 3. Um dia, Alice chegada a um cruzamento na estrada, viu um gato numa árvore e, indecisa, perguntou-lhe: -”Que estrada devo seguir?” Ele respondeu com uma pergunta: - “Para onde queres ir?” -” Não sei”, respondeu Alice -”Então”, disse o gato, “tanto faz!” Lewis Carroll, Alice in Wonderland
  4. 4. FASES DO PROCESSO com os vários intervenientes no processo Reunião educativo Para quê? Consciencializar e reflectir sobre as percepções da escola de um grupo de acompanhamento do Constituição processo de avaliação Escolha de áreas prioritárias de avaliação de inquéritos por amostragem/análise Aplicação dos resultados dos resultados/reflexão Apresentação
  5. 5. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CARCAVELOS 1ª FASE HIPÓTESES BASEADAS EM PERCEPÇÕES RECOLHIDAS JUNTO DOS VÁRIOS AGENTES EDUCATIVOS
  6. 6. ANÁLISE SWOT PONTOS FORTES PONTOS FRACOS sucesso no acesso à  média fraca dos resultados  universidade; escolares ; organização - melhoria nos  últimos anos, com muito mais diminuição do espaço oferecido  regras dentro e fora da sala de pela escola para as iniciativas aula; dos alunos; papel importante da escola ao  autonomia pouco valorizada;  nível da socialização das crianças, desenvolvendo a cooperação e a tempo de aula pouco produtivo -  solidariedade; o professor tem que perder muito tempo com questões horários do 5º ano muito bons / a  disciplinares, com o sumário, escola fez uma boa escolha do faltas e outras questões pavilhão em que este ano burocráticas; funciona;
  7. 7. PONTOS FORTES PONTOS FRACOS A escola é capaz de detectar estratégias pedagógicas utilizadas   dificuldades de aprendizagem e pouco flexíveis e pouco variadas; apresentar soluções diferenciadas e eficazes; dimensão reduzida das salas em  relação ao número de alunos; excelente apoio aos alunos  estrangeiros; Fraco apoio aos alunos dos PALOP;  alunos e professores gostam de  Inexistência de clima de respeito  permanecer na escola mesmo fora mútuo; do tempo de aulas; a escola tem muita facilidade em  sancionar, mas é parca em recompensas;
  8. 8. PONTOS FORTES PONTOS FRACOS relação escola/família - relacionamento poucos locais na escola onde os  mais activo; alunos possam permanecer nos tempos livres; relação escola/comunidade - nem  a escola conhece o meio, nem o meio conhece a escola ou colabora com ela; dificuldade dos encarregados de  educação estabelecerem ligação com a escola, devido aos horários de atendimento;
  9. 9. OPORTUNIDADES CONSTRANGIMENTOS criação do Agrupamento de  dimensão reduzida da escola –  Escolas de Carcavelos – salas de aula com dimensão possibilidade de desenvolver inadequada relativamente ao nº de novos relacionamentos com alunos; falta de espaços lúdicos; diversos actores educativos; necessidade de fazer opções sobre as ofertas educativas; auto-avaliação de escola e  avaliação do desempenho – imagem externa da escola com  possibilidade de novas dinâmicas; pouca dimensão. generalização transversal das TIC 
  10. 10. 2ª FASE RECOLHA DE DADOS E COMPROVAÇÃO DE HIPÓTESES
  11. 11. ÁREA EM ESTUDO TÉCNICA QUEM APLICA A QUEM/ AO QUE É APLICADA A Escola e o meio Inquéritos Grupo de auto-avaliação Encarregados de Educação Sociocultural Pais E.E: nacionalidade e situação profissional: Alunos: nacionalidade Professores e Pessoal Auxiliar. Idade, formação, tempo de serviço Resultados escolares Classificação nas disciplinas Taxas de aproveitamento e retenção por ano. Análise estatística Desenvolvimento pessoal Observação Alunos (trabalho alunos de Alunos e social: Análise documental: relatórios do GAD Sociologia) Professores disciplina e segurança, Professores Funcionários respeito, conflito 3 Funcionários Fotografias – análise e exposição Desenvolvimento pessoal 3 grupos de 3 Alunos e social: aprazibilidade do + 2 grupos de 3 Professores Espaços escolares interiores e espaço escolar; adequação Trabalho estagiários de E.F. 1 grupo de 3 Funcionários exteriores aos alunos do 5º ano Desenvolvimento pessoal Debate estruturado Alunos Alunos e social: autonomia Professores Professores (espaço de participação) Funcionário Funcionários Qualidade das Campo de forças / aspectos que Grupo de auto-avaliação 7 Alunos aprendizagens: utiliz. De facilitam e aspectos que dificultam 6 Professores materiais na sala de aula, 7 Encarregados de Educação organização e tipologia do trabalho, avaliação Qualidade das Questionário (4 turmas de secundário) 6 Professores Professores aprendizagens: relação Análise de conteúdo: composição pedagógica alunos de 5º/8º anos (4 turmas) Alunos A escola enquanto local Alunos de aprendizagem: Grupo de auto-avaliação Professores, funcionários e Liderança Questionário Encarregados de Educação A escola enquanto local Debate estruturado Grupo de auto-avaliação Professores e Alunos de aprendizagem: Actividades de substituição
  12. 12. ÁREAS EM AVALIAÇÃO 1 CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA 1 5 3 DESENVOLVIMENTO 12 A ESCOLA QUALIDADE DAS PESSOAL E ENQUANTO LOCAL DE APRENDIZAGEM APRENDIZAGENS SOCIAL 2 4 6 7 RESULTADOS ESCOLARES
  13. 13. Caracterização do concelho grupo sócio-económico que mais se evidencia no Concelho de O Cascais é o dos Empregados Administrativos do Comércio e Serviços, com 13,7% da população. que concerne às habilitações escolares dos residentes activos No empregados, verifica-se que o maior contigente possui o Ensino Secundário (22,2%), sendo muito aproximados os pesos relativos dos que completaram o 3º ciclo do ensino básico (20%) e dos que fizeram o 1º Ciclo (19,5%). apresenta uma estrutura de emprego de nítida Cascais terciarização, com relevância para o chamado quot;terciário superiorquot; (intermediações e prestações de serviço mais especializadas) e mesmo para o que gradualmente se começa a designar por sector quot;quartenárioquot; (referente à esfera das novas economias de acentuado pendor tecnológico). áreas/avaliaçã o
  14. 14. CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE EDUCATIVA
  15. 15. Espaços Físicos 6 blocos - 35 salas de aula normais; ● 9 salas específicas: 1 Laboratório de Biologia, 1 Laboratório de Física, 1 ● Laboratório de Química, 3 sala de TIC, 1 sala de Educação Visual, 1 sala de Matemática, 1 sala de Educação Tecnológica ; 8 gabinetes de trabalho de professores; ● 1 Biblioteca; ● 2 auditórios; ● 4 salas multiuso; ● um Pavilhão Gimnodesportivo, 4 campos de jogos; ● 2 bares. ●
  16. 16. Recursos Informáticos 85 computadores no total, dos quais 10 portáteis; ● 15 estão atribuídos aos Serviços Administrativos e à Comissão Executiva ● Instaladora e os restantes distribuem-se pelas salas de aula , pela Sala de Professores, Biblioteca e Quiosques; 10 impressoras; ● 7 projectores multimédia; ● 2 quadros interactivos. ●
  17. 17. NACIONALIDADE DOS E.E. - 5º AO 12º ANO NACIONALIDADE DOS ALUNOS - 5º AO 12º ANO 90 90 80 80 70 70 60 60 Portugal PALOPS e Timor Palops + Timor Leste Leste 50 50 Brasil % Leste da Europa % Europa de Leste Brasil 40 40 Outros Portugal 30 30 Outros 20 20 10 10 0 0 Coluna J Coluna C Nacionalidades Nacionalidades Cerca de 6 % dos encarregados de educação são oriundos  dos PALOPS e Timor Leste e cerca de 3 % prov ém dos países da Europa do Leste. Estão representadas 22 nacionalidades diferentes  Cerca de 4 % dos alunos são oriundos dos PALOPS e Timor  Leste, o que atendendo à percentagem re lativ a aos encarregados de educação, pode-se deduzir a obtenção da nacionalidade portuguesa de alguns elementos da 2ª geração de im igrantes cerca de 4 % dos alunos são oriundos do Brasil 
  18. 18. SITUAÇÃO PERANTE O TRABALHO DOS E.E. - 5º AO 12º ANO HABILITAÇÕES LITERÁRIAS DOS E.E. 40 45 37,5 35 40 32,5 Formação 35 30 Desconhecida 27,5 Desempregado Básico (1º ciclo) 30 Estudante 25 Básico (2º ciclo) Reformado 22,5 25 Básico (3º ciclo) % Situação Desconhecida 20 % Secundário Trabalhador por conta de 17,5 20 Bacharelato outrem 15 Licenciatura Trabalhador por conta 15 12,5 própria Mestrado 10 Trabalhador por conta Outra 10 própria como empregador 7,5 Trabalhador por conta 5 5 própria como isolado 2,5 0 0 Coluna N Coluna N Habilitações situação perante o trabalho mais de 40% dos encarregados de educação não  mais de 40% dos encarregados de educação não  disponibiliza informação sobre a sua situação profissional disponibiliza informação sobre as suas habilitações literárias 42% trabalham por conta de outrém  Aproximadamente 20% completaram o ensino secundário e  quase 5% estão desempregados 10% o 3º ciclo do ensino básico  cerca de 12 % possuem habilitações ao nível Licenciatura  ou Mestrado
  19. 19. As mães constituem ainda, como tradicionalmente, a  grande maioria dos encarregados de educação.
  20. 20. ALUNOS COM ASE POR NÍVEIS DE ENSINO EM % DO TOTAL ALUNOS POR NÍVEL DE ENSINO ( em % do total) 20 60 55 18 50 Alunos do ens. bás. c/ ASE 16 (% do total de alunos do 45 bás.) 14 40 Alunos do ens. sec. C/ ASE (% do total de alunos do 12 35 sec.) 2º e 3º ciclos % % 10 30 Secundário Recorrente 25 8 20 6 15 4 10 2 5 0 0 Coluna B Coluna C BÁSICO SECUNDÁRIO Básico Secund. Recorrente •Aproximadamente 58% dos alunos da escola frequenta o ensino básico , dos quais, cerca de 20% beneficia de ASE; •Dos 35% de alunos da Escola que frequenta o Ensino Secundário, cerca de 8% beneficia de ASE.
  21. 21. Corpo Docente Corpo Docente 49 50 120 111 110 45 39 100 40 35 90 30 80 24 70 Nº de Anos 25 Masculino 60 Nº de Professores 20 Feminino 50 15 11 37 40 10 30 5 19 20 0 1º Ciclo 2º, 3º Ciclo e Secundárioe 10 1 0 Média de Idades Média de Tempo de 1º Ciclo 2º, 3º Ciclo e Serviço Secundárioe •A grande maioria dos docentes do agrupamento é do sexo feminino; No 1º ciclo a média de idades é mais baixa (39) do que nos outros ciclos (49); • No 1º ciclo a média de tempo de serviço é menos de metade da dos outros ciclos. •
  22. 22. Corpo Docente - Habilitações Literárias Corpo Docente - Escalões 128 44 45 130 120 40 110 36 Nº de Professores 35 100 Nº de Professores 90 30 80 1º Ciclo 1º Ciclo 25 70 2º, 3º Ciclo e 2º, 3º Ciclo e 60 20 Secundário Secundário 50 14 15 13 40 9 30 10 7 56 17 20 5 5 11 3 3 8 2 2 10 1 1 1 3 0 00 0 1 0 0 0 0 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º Bacharelato Licenciatura Mestrado Pós Escalão Escalão Escalão Escalão Escalão Escalão Escalão Escalão Escalão Escalão Graduação •A grande maioria dos docentes do Agrupamento possui habilitações ao nível da Licenciatura, havendo apenas 8 pessoas com o grau de Mestre; Nos 2º e 3º ciclos e Secundário, a grande maioria dos docentes (80), • encontra-se nos 9º e 10º escalões, enquanto que no 1º ciclo, se posicionam ao nível dos 3º e 4º escalões.
  23. 23. Corpo não Docente Corpo Não Docente 50 50 50 45 45 40 40 Nº de Funcionários 35 35 30 30 Nº Total de 25 Nº de Anos 25 47 Coluna B Funcionários 20 20 18 15 15 10 10 5 5 6 0 0 Masculino Feminino Média de Idades Média de Tempo de Sexo Serviço •A grande maioria do pessoal não docente é do sexo feminino; •A média de idades é relativamente alta (50 anos), embora a média do tempo de serviço ronde apenas os 18 anos.
  24. 24. Não Docentes – situação profissional Corpo Não Docente 35 35 30 Nº de Funcionários 25 20 Situação Profissional 15 11 10 5 1 1 1 1 1 1 0 Assis. Aux. Aux. de Chefe de Cozinhei Encarreg Técnico Técnico Administ Acção Manuten Serviços ro ado de Profissio Superior rativo Educativ ção Admninis Coorden nal de 1ª A grande maioria do pessoal não docente tem a categoria de Auxiliar de Acção Educativa ou de Assistente Administrativo áreas/avaliação
  25. 25. A QUALIDADE DAS APRENDIZAGENS
  26. 26. O bom ensino caracteriza-se, quase sempre, pela existência de critérios claros, de feed-back formativo, de uma avaliação eficaz, da capacidade de comunicação e de empatia do professor, do ritmo estimulante e da diversidade das actividades propostas. In A História de Serena
  27. 27. Ensino Básico / Qualidade das aprendizagens Categorias em estudo Capacidade de ensinar Capacidade de avaliar os alunos Capacidade de manter a ordem e disciplina Equidade e justeza no tratamento dos alunos Diversidade de estratégias/actividades Relacionamento com os alunos
  28. 28. Referências resultados das composições realizadas pelos alunos do ensino básico 98% dos alunos refere a categoria  “relacionamento com os alunos” “equidade e justeza no tratamento dos 65%  alunos” “capacidade de manter a ordem e 64%  disciplina” “capacidade de ensinar” 52%  “capacidade de avaliar” 16%  “diversidade de estratégias” 10% 
  29. 29. Exemplificação
  30. 30. Relacionamento com os alunos Pela negativa Pela Positiva 42% 58% “podiam‫‏‬ter‫‏‬mais‫‏‬paciência” “os‫‏‬professores‫‏‬querem‫‏‬apenas‫‏‬ter‫‏‬ • • prazer em estar com as suas turmas e não‫‏‬terem‫‏‬vergonha‫‏‬dos‫‏‬alunos” “os‫‏‬professores‫‏‬são‫‏‬um‫‏‬bocado‫‏‬ • “é‫‏‬muito‫‏‬divertido(a)” brutos” • “é‫‏‬compreensivo(a)‫‏‬e‫‏‬faz-nos sentir à “estão‫‏‬sempre‫‏‬aos‫‏‬gritos” • • vontade” “às‫‏‬vezes‫‏‬descarregam‫‏‬em‫‏‬nós” • “é‫‏‬muito‫‏‬sincero(a),‫‏‬dá‫‏‬gosto‫‏‬ter‫‏‬aulas‫‏‬ “deveriam‫‏‬ser‫‏‬mais‫‏‬simpáticos” • • com ele(a)‫‏‬ “são‫‏‬agressivos” • “ajuda-nos em situações que exigem • “têm‫‏‬um‫‏‬comportamento‫‏‬ emoção” • inconstante, um dia estão muito “ajuda-nos em aspectos para além • bem‫‏‬e‫‏‬no‫‏‬outro...” das‫‏‬aulas” “os‫‏‬alunos‫‏‬sabem‫‏‬que‫‏‬têm‫‏‬que‫‏‬ • respeitar, mas ao mesmo tempo há momentos‫‏‬de‫‏‬descontracção”
  31. 31. Equidade e Justeza Justeza Pela negativa Pela positiva 100% 0% “é‫‏‬injusto(a),‫‏‬por‫‏‬um‫‏‬pagam‫‏‬todos” “não‫‏‬sabe‫‏‬controlar‫‏‬a‫‏‬turma,‫‏‬logo‫‏‬ o aproveitamento da turma não rende” “faz‫‏‬chantagem” “não‫‏‬deviam‫‏‬castigar‫‏‬toda‫‏‬a‫‏‬turma,‫‏‬ quando só alguns se portam mal”
  32. 32. Capacidade de manter a disciplina Pela negativa Pela positiva 90% 10% “sabe‫‏‬controlar‫‏‬a‫‏‬turma” “devia‫‏‬ter‫‏‬mais‫‏‬controlo‫‏‬na‫‏‬ • • turma” “há‫‏‬muita‫‏‬rigidez,‫‏‬mas‫‏‬não‫‏‬ • consegue controlar o comportamento‫‏‬da‫‏‬turma”
  33. 33. Capacidade de ensinar Pela negativa Pela positiva 52% 48% “escreve‫‏‬muito‫‏‬rápido‫‏‬no‫‏‬quadro‫‏‬ “ensina‫‏‬bem” • • para‫‏‬a‫‏‬nossa‫‏‬idade” “faz‫‏‬com‫‏‬que‫‏‬todos‫‏‬participem‫‏‬e‫‏‬ • fiquemos‫‏‬atentos” “sabe‫‏‬para‫‏‬si,‫‏‬mas‫‏‬não‫‏‬consegue‫‏‬ • transmitir‫‏‬aos‫‏‬outros”‫‏‬ “no‫‏‬apoio‫‏‬percebo‫‏‬bem‫‏‬a‫‏‬matéria” • “não‫‏‬nos‫‏‬deixa‫‏‬sair‫‏‬da‫‏‬aula‫‏‬sem‫‏‬ • percebermos a matéria, puxa por nós”
  34. 34. Capacidade de avaliar Pela negativa Pela positiva 100% 0% “os professores só nos avaliam • pela negativa. Quando nos portamos mal, levamos logo um (-), mas quando nos portamos bem não levamos sinal (+)” “os testes são muito distantes • uns dos outros e assim há muita matéria”
  35. 35. Diversidade de estratégias Pela negativa Pela positiva 88% 12%  “ao‫‏‬fim‫‏‬de‫‏‬meia‫‏‬hora‫‏‬já‫‏‬estamos‫‏‬ “ensina‫‏‬bem” • cansados de ouvir os professores falarem‫‏‬e‫‏‬eles‫‏‬não‫‏‬entendem‫‏‬isso” “óptimos‫‏‬métodos‫‏‬de‫‏‬ensino” •  “escreve‫‏‬muito‫‏‬no‫‏‬quadro,‫‏‬mesmo‫‏‬a‫‏‬ matéria‫‏‬que‫‏‬está‫‏‬no‫‏‬livro”‫‏‬
  36. 36. Em Síntese...
  37. 37. RETRATO “ROBOT” DO “ BOM PROFESSOR ” DA NOSSA ESCOLA Assíduo pontual  afectivo bem disposto  escutar sabe o sucesso de todos procura expõe de forma clara e organizada linguagem adequada aos alunos utiliza PONTO FRACO:POUCA DIVERSIDADE DE ESTRATÉGIAS
  38. 38. RETRATO “ROBOT” DO “ PROFESSOR MENOS BOM” DA NOSSA ESCOLA escuta não valoriza o não os alunos empenho e iniciativa dos alunos motiva não varia os materiais que utiliza na sala de aula não não organiza actividades fora da sala de aula PONTO FORTE: É EMPENHADO, ASSÍDUO E PONTUAL
  39. 39. Aprendizagens/aspectos que facilitam  Apresentação oral de trabalhos/debates  Utilização de acetatos, música, filmes  Aulas variadas, dinâmicas, organizadas  Trabalho de grupo  Modo como o professor explica  O professor saber a matéria  A atenção que o professor dá a cada aluno  Apoio  Actividades práticas  (...)
  40. 40. Aprendizagens/aspectos que dificultam  Aulas repetitivas  Professor com mau humor  O Professor fala muito rápido  O Professor não explica a matéria de forma clara e não tira dúvidas  O professor não deixa intervir  Testes difíceis  Barulho e o professor não intervém  Exposição de muita matéria  Poucos apontamentos  O professor fala só na língua estrangeira  (...) áreas/avaliação
  41. 41. QUALIDADES DE LIDERANÇA / CEI
  42. 42. A participação na escola deve ser entendida como referencia a um projecto político democrático, como afirmação de interesses e de vontades, enquanto elemento limitativo e mesmo inibidor da afirmação de certos poderes, como elemento de intervenção nas esferas de decisão política e organizacional, factor quer de conflitos, quer de consensos negociados. L.Lima
  43. 43. QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI/ AS PIORES 50 45 40 Competências de 35 comunicação Delega competências 30 eficazmente Inspira os outros, 25 incentivando a s/ criativ. 20 Tem influência positiva nas práticas % 15 Ouve os outros para tomar decisões 10 5 0 Nunca/raramente % QUALIDADES/ AS PIORES PONTOS FORTES - empenho , conhecimento actualizado, capacidade de iniciativa, e boas relações com professores e alunos; PONTOS FRACOS - capacidade de inspirar os outros e incentivá-los na sua criatividade , capacidade de ouvir os outros na tomada de decisões, capacidade de delegar competências e capacidade de difundir a informação com rapidez e eficácia .
  44. 44. QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI/ AS PIORES 60 55 50 Inspira confiança 45 Inspira os outros, 40 incentivando a s/ criativ. Capacidade de avaliar 35 com eficácia 30 Envolve os outros no desenv. Da escola 25 Ouve os outros para % 20 tomar decisões Dissemina a informação 15 rápida e eficient. 10 5 0 Nunca/raramente % QUALIDADES / AS PIORES PONTOS FORTES - empenho , conhecimento actualizado, visão estratégica, capacidade de coordenar e dirigir, influência positiva nas práticas, tomada de decisões eficazes e boas relações com professores, alunos e pais ; PONTOS FRACOS - capacidade de inspirar os outros e incentivá-los na sua criatividade , capacidade de ouvi-los na tomada de decisões, envolver os outros no desenvolvimento da escola, capacidade de avaliar eficazmente e capacidade de difundir a informação com rapidez e eficácia.
  45. 45. QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI / AS MELHORES QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI/ AS PIORES 90 45 80 40 70 Empenho Capacidade de iniciativa 35 60 Conhecimento Inspira os outros, 30 incentivando a s/ criativ. actualizado 50 % Toma decisões eficazes Boas relações com 25 % professores 40 Ouve os outros para 20 tomar decisões Boas relações com 30 funcionários 15 Boas relações com pais 20 10 10 5 0 0 Coluna I Coluna H QUALIDADES / AS PIORES QUALIDADES / AS MELHORES PONTOS FORTES - Empenho, conhecimento actualizado e boas relações que estabelece com professores e funcionários; PONTOS FRACOS - capacidade de iniciativa, capacidade de inspirar os outros e incentivá-los na sua criatividade, capacidade de ouvi-los na tomada de decisões.
  46. 46. QUALIDADES DE LIDERANÇA DA CEI/ AS PIORES 45 40 35 Inspira confiança 30 Inspira os outros, incentivando a s/ criativ. 25 % Tem influência positiva nas práticas 20 Visão estratégica Ouve os outros para 15 tomar decisões 10 5 0 Nunca/raramente % QUALIDADES / AS PIORES PONTOS FORTES – Capacidade de gerir conflitos e boas relações com funcionários, pais e alunos ; PONTOS FRACOS - inspira confiança, capacidade de inspirar os outros e incentivá-los na sua criatividade, influência positiva nas práticas, visão estratégica e capacidade de ouvir os outros na tomada de decisões.
  47. 47. Em Síntese...
  48. 48. PONTOS FORTES EMPENHO CONHECIMENTO BOM ACTUALIZADO RELACIONAMENTO PONTOS FRACOS CAPACIDADE CAPACIDADE DE OUVIR OS OUTROS DE ENVOLVER OS OUTROS NA TOMADA DE DECISÕES áreas/avaliação
  49. 49. A ESCOLA ENQUANTO LOCAL DE APRENDIZAGEM
  50. 50. Um “local de aprendizagem” é aquele em que há um sistema de crenças partilhado, uma preocupação com o sucesso para todos, um empenho em elevar os níveis e em fazer sempre melhor. Mesmo os alunos com melhores resultados podem aprender mais num contexto mais estimulante, com uma monitorização mais consistente, com expectativas mais elevadas e com um empenho da escola em explorar continuamente modos alternativos de gerir a aprendizagem. In “A História de Serena”
  51. 51. ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO
  52. 52. ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO DEBATE ESTRUTURADO / PROFESSORES, ALUNOS, ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO E FUNCIONÁRIOS QUESTÕES CONCLUSÕES O sistema de substituições está Fórmula utilizada para as actividades de ● ● substituição não satisfatória. bem organizado? não haver atraso nas matérias a leccionar; ● “os alunos não estarem a fazer asneiras, não Quais os aspectos mais positivos ● ● andarem à solta”; das actividades de substituição? só faz sentido se o professor for da mesma ● disciplina. se o professor que substitui não é da mesma ● área disciplinar, a sua função praticamente reduz-se à de “guarda de alunos” - sem sentido, principalmente para os alunos do Quais os aspectos mais negativos ● ensino secundário; das actividades de substituição? os alunos não reconhecem legitimidade, nem ● autoridade ao professor de substituição; por estes motivos, os professores não aceitam ● bem as actividades de substituição.
  53. 53. ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO DEBATE ESTRUTURADO / PROFESSORES, ALUNOS, ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO E FUNCIONÁRIOS SUGESTÕE S dos professores – criação de outros •Opinião espaços, para além da sala lúdica, para lazer alternativo às act. de substituição; responsabilização dos alunos por esses espaços; formação de equipa especifica de professores e actividades específicas; Opinião dos alunos – no secundário,  flexibilidade para os alunos gerirem o seu tempo ( quando o professor não é da disciplina);
  54. 54. ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO DEBATE ESTRUTURADO / PROFESSORES, ALUNOS, ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO E FUNCIONÁRIOS SUGESTÕES dos encarregados de educação - Opinião adequação dos professores às substituições/ Servirem como aulas de apoio e serem dadas por professores com perfil adequado; dos funcionários - actividades dinamizadas Opinião pelos próprios alunos ou espaço para os alunos mostrarem aos colegas, supervisionados pelos professores, actividades que tenham fora da escola; áreas/avaliação áreas/avaliação
  55. 55. DESENVOLVIMENTO PESSOAL E SOCIAL
  56. 56. Felicidade, carácter moral, contributo para a vida social e, cada vez mais, o estatuto profissional dependem não dos conhecimentos académicos, mas de atitudes, valores e competências adquiridas através das experiências vividas em sala de aula e fora da escola. in, “A História de Serena”
  57. 57. DISCIPLINA
  58. 58. TOTAL DE OCORRÊNCIAS COM SANÇÃO 2006/2007 ( em % do total de ocorrências) Diminuição das ocorrências com sanção • 27,5 25 entre 2006/2007 e 2007/2008; 22,5 % OCORRÊNCIAS 20 17,5 Básico Secundário aumento da percentagem relativamente • 15 Total 12,5 ao ensino secundário e uma evolução em 10 7,5 sentido contrário relativamente ao ensino 5 2,5 básico. 0 Linha 24 NÍVEIS DE ENSINO Fonte:GAD TOTAL DE OCORRÊNCIAS COM SANÇÃO 2007/2008 ( em % do total de ocorrências) 32,5 30 % DE OCORRÊNCIAS 27,5 25 22,5 Básico 20 17,5 Secundário 15 Total 12,5 10 7,5 5 2,5 0 Linha 8 NÍVEIS DE ENSINO Fonte: GAD
  59. 59. .Tendência de subida da percentagem das tarefas de integração ( 52% para 57%); descida da percentagem dos processos • disciplinares (7% para 4%); mantem-se sensivelmente o mesmo nível • de suspensões (aprox. 40%). Fonte:GAD Fonte:GAD
  60. 60. . sem registo de processos disciplinares tanto num ano como noutro; descida das tarefas de integração ( 67% • para 57%); subida das suspensões ( 33% para 43%)‫‏‬ • Fonte:GAD Fonte:GAD
  61. 61. Em Síntese...
  62. 62. *MAIORIA DAS PARTICIPAÇÕES REALIZADA POR PROFESSORES *MAIORIA DAS OCORRÊNCIAS SEM GRAVIDADE SEM PENALIZAÇÃO *SANÇÕES/ENSINO BÁSICO AUMENTO DAS TAREFAS DE INTEGRAÇÃO * 5º ANO PROCESSO DE INTEGRAÇÃO NUMA NOVA ORGANIZAÇÃO ELEVADO Nº DE SANÇÕES PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO DIMINUIÇÃO DO Nº DE SANÇÕESAO LONGO DO ANO
  63. 63. COMPORTAMENTOS DESVIANTES DOS ALUNOS EM SALA DE AULA NOUTROS ESPAÇOS UTILIZAÇÃO DE TM AGRESSIVIDADE CONVERSA INDEVIDA LINGUAGEM DESADEQUADA LINGUAGEM DESADEQUADA LOCAL MAIS PROBLEMÁTICO PORTARIA AGRESSIVIDADE RECUSA EM PASSAR O CARTÃO LINGUAGEM DESADEQUADA
  64. 64. AO NÍVEL DA SALA DE AULA FALTA DE CONSERTAÇÃO DAS POSIÇÕES TOMADAS PELOS VÁRIOS PROFESSORES DATURMA ALGUMA INCOERÊNCIA NAS POSIÇÕES DO PROFESSOR EM MOMENTOS DIFERENTES AGRAVAMENTO DOS PROBLEMAS DISCIPLINARES “SE A EQUIPA PEDAGÓGICA FALHA, NÃO SE CONSEGUE MUDAR‫‏‬NADA”
  65. 65. ALUNOS BI E TRI REPETENTES ALUNOS MAIS PROBLEMÁTICOS DA ESCOLA (10, 15 ALUNOS)‫‏‬ PERTURBAM SISTEMATICAMENTE AULAS E A ESCOLA EM GERAL “NUNCA‫‏‬MAIS‫‏‬ESTAREMOS‫‏‏‬NUM‫‏‬SÍTIO‫‏‬ONDE‫‏‬POSSAMOS‫‏‬ FAZER‫‏‬TUDO” áreas/avaliação
  66. 66. APRAZIBILIDADE DO ESPAÇO ESCOLAR
  67. 67. Espaços aprazíveis • Espaços verdes exteriores, sobretudo os da entrada da escola e os que são limítrofes ao campo de jogos: - bonitos e bem cuidados; • Biblioteca: - bem iluminada; - mobiliário novo e confortável; - recursos suficientes ; - bom lugar de trabalho, lazer e reflexão, quando não está superlotada; • Campos de Jogos : - espaços agradáveis e funcionais - ponto de encontro de amigos; • entradas dos Pavilhões E e F – sítios calmos e com muito sol; • Salas F17, F14, F12, F11 - bem equipadas e organizadas; . Sala E17 - boa iluminação; índice . Sala A16 - bem equipada , mas muito fria.
  68. 68. Espaços menos aprazíveis • Problemas de estacionamento junto aos aloendros ; • falta de condições no interior da escola, para a circulação pedestre ; • entrada dos Pavilhões: - espaços funcionais, mas esteticamente “horríveis”; • pavilhões D e E - muita confusão e barulho; . espaços interiores: - necessidade de pintura urgente; - sala lúdica deprimente, pouco apelativa e muito mal aproveitada; • sala de professores - “labiríntica‫‏‬e‫‏‬stressante,‫‏‬barulhenta‫‏‬e‫‏‬superlotada”,‫‏‬ muito pouco funcional; • casas de banho, principalmente as dos alunos no Pavilhão E e D - sem papel higiénico; - pouco limpas e escuras; índice - cheiro desagradável ; - a necessitarem de remodelação urgente.
  69. 69. Os espaços de recreio/lazer As necessidades dos alunos do 5º ano Conclusões do estudo realizado pelo Núcleo de Estágio de Ed. Física Espaços de recreio 87,7% - gostam dos espaços de recreio; ● 3,2% - não gostam devido a conflitos / incompatibilidades com alunos ● mais velhos ou porque são pequenos. espaços mais ocupados pelos alunos nas suas brincadeiras : -os campos exteriores (38% de referências); -o espaço em volta dos pavilhões (10,5%).
  70. 70. Os espaços de recreio/lazer As necessidades dos alunos do 5º ano Conclusões do estudo realizado pelo Núcleo de Estágio de Ed. Física Propostas de forma a melhorar / rentabilizar o espaço escolar:  Criação de espaços onde seja possível a prática de “desportos radicais”;  Aproveitamento dos espaços exteriores existentes que se encontram vazios (ex. colocar rede de voleibol ou cestos de basquetebol);  Criação de um horário diferenciado que permita uma maior frequência de ocupação dos campos desportivos pelos alunos do 5º ano;  Necessidade de mais espaços interiores que se encontrem à disposição dos alunos: criação de uma sala de convívio, multi-actividades. áreas/avaliação
  71. 71. RESULTADOS ESCOLARES
  72. 72. 7.ºAno - Média Final nos últimos 4 anos 8º Ano - Média final nos últimos 4 anos 5,00 5 4,50 4,5 4,00 4 3,50 3,5 3,23 3,25 3,06 3,07 3,20 3,14 3,00 3,03 3,00 3 2,50 2,5 2,00 2 1,50 1,5 1,00 1 2004/2005 2005/2006 2006/2007 2007/2008 2004/2005 2005/2006 2006/2007 2007/2008 9º Ano - M édia final nos últimos 4 anos 5,00 4,50 4,00 3,50 3,17 3,21 3,18 3,00 3,00 2,50 2,00 1,50 1,00 2004/2005 2005/2006 2006/2007 2007/2008
  73. 73. 10º Ano - Média final nos últimos 4 anos 11º Ano - Média final nos últimos 4 anos 20 20 18 18 16 16 14 14 12,82 12,68 12,02 12 12 11,44 11,04 11,66 11,57 11,62 10 10 8 8 6 6 4 4 2 2 0 0 2004/2005 2005/2006 2006/2007 2007/2008 2004/2005 2005/2006 2006/2007 2007/2008 12º Ano - Média final nos últimos 4 anos 20 18 16 14 13,55 12,62 13 11,8 12 10 8 6 4 2 0 2004/2005 2005/2006 2006/2007 2007/2008
  74. 74. 8ºANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES/TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL 7º ANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES/TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL 12 8 7 10 6 5 8 4 00/01 6 00/01 3 2001/02 2001/02 2 4 2002/03 2002/03 % % 1 2003/04 2003/04 2 2004/05 2004/05 0 2005/06 2005/06 -1 0 2006/07 2006/07 -2 MÉDIA MÉDIA -2 -3 -4 -4 -5 -6 -6 Coluna V Coluna V ANOS ANOS • Média de classificações do conjunto de disciplinas 9ºANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES/TAXA DE CRESCIMENTO – sem tendência definida / grande irregularidade ; 7 6 5 4 3 características das turmas parecem ser decisivas • 00/01 2 2001/02 1 para os resultados alcançados; 2002/03 0 % 2003/04 -1 2004/05 -2 2005/06 -3 2006/07 taxa média de crescimento das classificações • -4 MÉDIA -5 entre 1999 e 2007 positiva, com variação entre -6 -7 (+)0,52% ( 9º ano) e (+) 0,78% (8º ano). -8 Coluna V ANOS
  75. 75. 11º ANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES 10º ANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES TAXA DE CRESCIMENTO 5 8 4 7 3 6 5 2 2000/2001 2000/2001 4 2001/2002 2001/2002 3 1 2002/2003 2002/2003 2 % 2003/2004 2003/2004 0 1 % 2004/2005 2004/2005 0 -1 2005/2006 2005/2006 -1 2006/2007 2006/2007 -2 -2 Média Média -3 -3 -4 -5 -4 -6 -5 -7 Linha 17 Linha 31 ANOS ANOS 12ºANO - MÉDIA DE CLASSIFICAÇÕES TAXA DE CRESCIMENTO Entre 2002/2003 e 2004/2005 - ciclo de • 7 6 crescimento, apesar da irregularidade da taxa 5 2000/2001 4 2001/2002 de crescimento anual no período em estudo; 3 2002/2003 2003/2004 2 % 2004/2005 1 2005/2006 0 2006/2007 taxa de crescimento média no período1999/ • -1 Média -2 -3 /2007 positiva, com variação entre (+) 0,16% -4 -5 (12º ano) e (+) 1,21% (10º ano). Linha 43 ANOS
  76. 76. Compreendido entre 2000 e 2007 a Português do Ensino Secundário PORTUGUÊS - 10º ANO PORTUGUÊS - 11º ANO TAXA DE CRESCIMENTO DAS CLASSIFICAÇÕES TAXA DE CRESCIMENTO DAS CLASSIFICAÇÕES 12,5 7 6 10 5 7,5 4 2000/2001 2000/2001 2001/2002 3 2001/2002 5 2002/2003 2002/2003 2 2003/2004 2,5 2003/2004 1 % % 2004/2005 2004/2005 0 0 2005/2006 2005/2006 -1 2006/2007 2006/2007 -2,5 -2 Média Média -3 -5 -4 -7,5 -5 -6 -10 Linha 20 Linha 6 ANOS ANOS PORTUGUÊS - 12º ANO TAXA DE CRESCIMENTO DAS CLASSIFICAÇÕES 15 Português - grande irregularidade nas taxas • 12,5 10 de crescimento anual das classificações da 2000/2001 7,5 2001/2002 5 2002/2003 disciplina ; 2003/2004 2,5 % 2004/2005 0 2005/2006 taxa de crescimento média no período1999/ • -2,5 2006/2007 Média -5 /2007 com variação entre (-)0,17% (12º ano) e -7,5 -10 (+) 2,12% (10º ano). -12,5 Linha 34 ANOS
  77. 77. Compreendido 2000 e 2007 – Matemática do Ensino Secundário MATEMÁTICA - 11º ANOTAXA DE CRESCIMENTO DAS CLASSIFICAÇÕES MATEMÁTICA - 10º ANOTAXA DE CRESCIMENTO DAS CLASSIFICAÇÕES 17,5 8 7 15 6 12,5 5 10 4 2000/2001 2000/2001 7,5 2001/2002 2001/2002 3 5 2002/2003 2002/2003 2 % 2,5 % 2003/2004 2003/2004 1 2004/2005 2004/2005 0 2005/2006 0 2005/2006 -2,5 2006/2007 2006/2007 -1 Média -5 Média -2 -7,5 -3 -10 -4 -12,5 -5 Linha 24 Linha 10 ANOS ANOS MATEMÁTICA - 12º ANO TAXA DE CRESCIMENTO DAS CLASSIFICAÇÕES Matemática - grande irregularidade nas taxas de • 20 crescimento anual das classificações da disciplina; 17,5 15 • período com tendência positiva entre 2003/2004 e 2000/2001 12,5 2001/2002 2006/2007; 10 2002/2003 2003/2004 7,5 • taxa de crescimento média no período 1999//2007 % 2004/2005 5 2005/2006 com variação entre (-) 0,32% (11º ano) e (+) 2,3% (12º 2,5 2006/2007 Média 0 ano); -2,5 -5 • anos lectivos 2005/2006 e 2006/2007/ 12º ano - -7,5 taxas de crescimento entre (+) 9,25% e (+) 19,64%. Linha 36 ANOS
  78. 78. MÉDIAS DE EXAMES E CLASSIFICAÇÃO FINAL PORTUGUÊS A - MÉDIA DE EXAME E CFD MATEMÁTICA - MÉDIA DE EXAME E CFD 130 140 130 132 132 130 126 118 125 120 124 124 123 123 116 115 113 117 120 110 106 110 110 103 103 110 107 100 93 100 90 87 85 90 82 80 80 MÉDIAS MÉDIAS 80 71 Média de exame Média de exame 70 70 C. Final da Disc. C. Final da Disc. 60 60 56 50 50 40 40 30 30 20 20 10 10 0 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 PORTUGUÊS B - MÉDIAS DE EXAME CFD • Matemática - tendência de melhoria progressiva das classificações nos últimos 3 140 132 130 126 anos; 125 125 122 120 120 118 120 • Em 2007, pela primeira vez, a média de exame 111 110 110 104 101 100 99 é positiva; 100 90 • diferença significativa entre a média de exame MÉDIAS 80 Média de exame e a classificação final da disciplina; 70 C. Final da Disc. 60 50 • Português B - tendência de melhoria nos 40 últimos 3 anos; 30 • Português A - constância de resultados. 20 10 0 (2004 - S/D)‫‏‬ 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
  79. 79. Em Síntese...
  80. 80. Tendência de longo prazo de subida da média das classificações em todos os anos de escolaridade Análise de curto prazo grande irregularidade Melhoria dos resultados escolares na disciplina de Matemática nos últimos três anos Plano da Matemática Sistema interno de apoios
  81. 81. O que podia ter sido é uma abstracção Permanecendo possibilidade perpétua Apenas num mundo de especulação. O que podia ter sido e o que foi Tendem para um só fim, que é sempre presente T. S. Eliot
  82. 82. 3ª FASE REFLEXÃO

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