Sistemas de Informações Gerenciais

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Esta apresentação relata a utilização do Sistema de Informações Gerenciais nas organizações públicas e privadas de nosso país e outros afora.

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Sistemas de Informações Gerenciais

  1. 1. Sistemas de Informações Gerenciais Marco Antonio A. Amaral 1
  2. 2. O Papel dos SIG´s no Ambiente de Negócios A cada ano o volume de recursos financeiros gastos em hardware e software para sistemas de informações e equipamentos de telecomunicação aumenta consideravelmente. Outros volumosos recursos ainda serão gastos em consultorias e serviços de gestão. Nos EUA, mais da metade do investimento privado envolve tecnologia e sistemas de informações. No mundo inteiro, vários países já possuem mais aparelhos celulares do que telefones fixos instalados. Celulares, smartphones, notebooks, tablets, iphones, e_mails, sites de relacionamentos, programas de comunicação são ferramentas essenciais para o mundo dos negócios atualmente. 2
  3. 3. Como os SI estão Transformando o Ambiente de Negócios e a Sociedade O volume de empresas e pessoas que estão conectadas a internet diariamente cresce constantemente. Isto eleva os processos de busca on-line, compras virtuais, pesquisas, relacionamentos, enfim, tudo isto permite afirmarmos que se você ou a sua empresa não estiverem conectados, fatalmente não estão sendo tão eficientes quanto deveriam. Sistemas de informações permitem que empresas otimizem seus estoques, reduzindo seus custos diretamente proporcionais (JIT). Pessoas no mundo todo estão alterando seus hábitos de acesso à notícia, migrando da TV, jornal impresso, rádio para sites com estas finalidades (Netflix). 3
  4. 4. O Google tem uma receita hoje superior a U$ 25 bilhões só em anúncios. Novas leis são criadas no mundo inteiro visando proteger pessoas, empresas e relações comerciais por conta do avanço da internet (marco regulatório da internet). Obviamente que as carreiras e os profissionais em formação também sofreram e sofrerão alterações em função destas e outras mudanças que ocorrerão. Como os SI estão Transformando o Ambiente de Negócios e a Sociedade 4
  5. 5. O que há de novo em SI? Para usar os sistemas de informação com eficiência, é preciso entender as dimensões organizacional, humana e tecnológica que os formam. Um sistema de informação oferece soluções para importantes problemas ou desafios organizacionais que a empresa enfrenta. 5
  6. 6. O que há de novo em SI? - TECNOLOGIA • A computação em nuvem surge como uma das principais áreas de inovação empresarial - Isto vai levar para um arranjo mais flexível de computadores na internet para desempenhar tarefas que anteriormente eram realizadas apenas dentro das empresas. • Plataforma móvel digital – Notebboks, tablets e principalmente smartphones, mesmo com capacidades inferiores, porém mais leves e baratos, quando conectados à rede tornam-se poderosas ferramentas de trabalho e segmento de mercado (iPhone). 6
  7. 7. O que há de novo em SI? - PESSOAS • Reuniões virtuais proliferam – Videoconferência ou conferências via web reduzem tempo e recursos gastos com passagens, aumentando a colaboração e a tomada de decisão. • Programas colaborativos e redes sociais para melhorar a coordenação, colaboração e compartilhamento de conhecimentos – Muitas organizações utilizam estas ferramentas como maneira de integrar equipes, de comunicação entre colaboradores e até mesmo para gerenciar seus funcionários. 7
  8. 8. O que há de novo em SI? - ORGANIZAÇÕES • Aplicações da Web 2.0 são amplamente adotados pelas empresas – Interação através de blogs, comunidades on-line; e- mails, hashtag, mensagens instantâneas, facebook, twiter e outros. • Teletrabalho ganhando força nas organizações – Os equipamentos móveis permitem cada vez mais que pessoas fora das instalações da empresa mantenham-se vinculadas as mesmas. Há casos em que empresas sequer exigem a presença de determinados empregados em suas dependências. • Criação do valor de negócios – A interação com stakeholders ajudam as empresas a melhorar seus produtos, serviços e processos. 8
  9. 9. Desafios e Oportunidades da Globalização O comércio mundial, a partir das viagens de Colombo em 1492, aproximou pessoas e culturas. A revolução industrial iniciada em meados do século XVIII ocorreu motivada pela expansão de dos negócios entre as nações. Em 2005, Thomas Friedman afirma em seu livro que a internet e a comunicação global reduziram de forma significativa as vantagens econômicas e culturais dos países desenvolvidos. Este mundo globalizado apresenta para todos os negócios, tanto oportunidades como desafios. Dentre as oportunidades surgidas, a área de sistemas de informações é aquela que vem despontando grandes demandas de profissionais, mesmo considerando a resseção despontada em 2008 e suas consequências nos anos seguintes. 9
  10. 10. O que a Globalização tem a Haver com os SIG´s? Tudo. Um sistema de comunicação internacional totalmente desenvolvido na internet reduz drasticamente os custos de operação e transação em escala global. Os clientes podem fazer compras em um mercado mundial 24 horas por dia, comparando preços e comprando com segurança. Empresas criam produtos e serviços em escala global para atender diferentes tipos de consumidores, mercados, culturas, leis e outras diversidades. Resumindo, os sistemas de informações viabilizam e impulsionam a globalização. 10
  11. 11. • Excelência operacional • Novos produtos, serviços e modelos de negócios • Relacionamento mais estreito com clientes e fornecedores • Melhor tomada de decisão • Vantagem competitiva • Sobrevivência Os Objetivos Empresariais dos Sistemas de Informação O Papel dos SIG´s nos Negócios Atuais 11
  12. 12. Os Objetivos Empresariais dos Sistemas de Informação O Papel dos SIG´s nos Negócios Atuais Excelência Operacional: • Resultados melhorados com maior lucratividade. • Sistemas e tecnologias da informação ajudam a alcançar altos níveis de eficiência e produtividade. • Wal-Mart é o campeão em combinar sistemas de informação e melhores práticas empresariais para alcançar eficiência operacional — e 285 bilhões de dólares em vendas em 2005. • Wal-Mart é considerada a loja mais eficiente do mundo em resultado de vínculos digitais entre seus fornecedores e lojas. 12
  13. 13. Os Objetivos Empresariais dos Sistemas de Informação O Papel dos SIG´s nos Negócios Atuais Novos Produtos, Serviços e Modelos de Negócios: • Os sistemas e as tecnologias de informação permitem que as empresas criem novos produtos, serviços e modelos de negócio • Um modelo de negócios inclui como uma empresa produz, entrega e vende seus produtos e serviços • A indústria de música testemunhou mudanças drásticas nos modelos de negócio nos anos recentes • A Apple tem sido muito bem-sucedida em introduzir novos produtos e adotar um novo modelo de negócio 13
  14. 14. Os Objetivos Empresariais dos Sistemas de Informação O Papel dos SIG´s nos Negócios Atuais Relacionamento mais estreito com fornecedores e clientes: • Clientes bem atendidos são clientes fiéis, que comprarão mais. • Relacionamentos mais estreitos com fornecedores resultam em custos mais baixos. • O Mandarin Oriental em Manhattan (hotel) usa sistemas e tecnologias de informação para estimular um relacionamento estreito com seus clientes, incluindo monitorar suas preferências. • A JCPenney (moda) usa sistemas de informação para aumentar seu relacionamento com seu fornecedor de Hong Kong. 14
  15. 15. Os Objetivos Empresariais dos Sistemas de Informação O Papel dos SIG´s nos Negócios Atuais Melhor tomada de decisão: • O resultado final de uma empresa pode ser comprometido por gerentes sobrecarregados de dados inoportunos ou inúteis, o que os obriga a trabalhar com suposições. • Dados em tempo real melhoram a capacidade de os gerentes tomarem decisões. • A Verizon usa um painel digital na Internet para atualizar os gerentes com dados em tempo real sobre queixas dos clientes, desempenho da rede e linhas danificadas. 15
  16. 16. Os Objetivos Empresariais dos Sistemas de Informação O Papel dos SIG´s nos Negócios Atuais Vantagem competitiva: • Alcançar os objetivos empresariais mencionados previamente em geral leva a vantagem competitiva. • Vantagens sobre os concorrentes incluem cobrar menos por produtos superiores, melhor desempenho e melhor resposta a clientes e fornecedores. • A Dell Computer é um dos melhores exemplos de estabelecimento de vantagem competitiva à medida que continua sendo lucrativa durante um período em que os preços do PC vêm caindo constantemente. 16
  17. 17. Os Objetivos Empresariais dos Sistemas de Informação O Papel dos SIG´s nos Negócios Atuais Sobrevivência: • As empresas talvez precisem investir em sistemas de informação porque eles se tornaram imprescindíveis. • Cresce a necessidade de manter-se no mesmo ritmo que os concorrentes, como no caso da introdução dos caixas automáticos pelo Citibank. • A necessidade também cresce a partir de regulações federais e estaduais, tais como a Lei de Controle de Substâncias Tóxicas e a Lei Sarbanes-Oxley (Enron). 17
  18. 18. O que é um Sistema de Informação? Perspectivas em SI e Tecnologia da Informação • A tecnologia da informação é o hardware e o software que uma empresa usa para atingir seus objetivos. • Um sistema de informação consiste nos componentes que dão suporte à tomada de decisão e ao controle e auxiliam com análise, visualização e criação de produto. • A informação se refere a dados moldados em um formato útil e significativo. • Dados são seqüências de fatos brutos representando eventos e ocorrências. 18
  19. 19. O que é um Sistema de Informação? Perspectivas em SI e Tecnologia da Informação As atividades de um sistema de informação produzem: •Entrada •Processamento •Saída •Feedback Implantar um sistema de informação só se justifica quando o resultado dele traz valor para a organização. Caso isto não aconteça, ele vai consumir tempo, esforço e credibilidade dos envolvidos. 19
  20. 20. 20 Objetivos Processamento Entradas Saídas Controle e Avaliação Retroalimentação (feedback) O que é um Sistema de Informação? Perspectivas em SI e Tecnologia da Informação
  21. 21. A Abordagem de Resolução de Problemas? Compreendendo os SI: a Abordagem de Resolução de Problemas Organizacionais • Poucos problemas empresariais são simples ou fáceis de compreender. • Muitos problemas empresariais envolvem um conjunto de fatores que podem ser categorizados como organizacionais, tecnológicos e humanos. 21
  22. 22. SISTEMA 1 E SISTEMA 2 Stanovich e West (2000) fazem uma distinção entre o funcionamento destes dois sistemas. O Sistema 1 refere-se ao pensamento intuitivo que é rápido e automático. Geralmente a maioria das decisões de nossas vidas ocorrem neste sistema. O Sistema 2 refere-se ao pensamento mais lento, consciente e lógico, demando maior estruturação na tomada de decisão, como expressado anteriormente. Quanto mais apressado e ocupado estiver o tomador de decisão, mais coisas ele terá em sua mente, aumentando as chances de utilizarem o Sistema 1. Compreendendo os SI: a Abordagem de Resolução de Problemas Organizacionais 22
  23. 23. O processo completo do Sistema 2 não é exigido para cada decisão gerencial, porém cabe ao tomador de decisão analisar as situações que deverão passar do pensamento intuitivo do Sistema 1 para o pensamento lógico do Sistema 2. Na prática os dois sistemas atuam constantemente em sequência, com a modificação da resposta rápida e inicial do Sistema 1 para a consideração mais profunda do Sistema 2. SISTEMA 1 E SISTEMA 2 Compreendendo os SI: a Abordagem de Resolução de Problemas Organizacionais 23
  24. 24. Qual destas mesas tem o formato mais quadrado e qual delas tem o formato mais retangular? 24 SISTEMA 1 E SISTEMA 2 Compreendendo os SI: a Abordagem de Resolução de Problemas Organizacionais
  25. 25. Compreendendo os SI: a Abordagem de Resolução de Problemas Organizacionais Um Modelo para o Processo de Resolução de Problemas • Identificação do problema • Propostas de solução • Escolha • Implementação • A resolução de problemas é um processo, não um evento 25
  26. 26. Compreendendo os SI: a Abordagem de Resolução de Problemas Organizacionais A Resolução de Problemas é um Processo Contínuo de Quatro Passos Durante e depois da implantação, o resultado precisa ser continuamente medido, e os solucionadores de problemas devem procurar saber em que medida a solução está funcionando. Desse modo, a identificação do problema pode mudar ao longo do tempo, as soluções podem ser alteradas e novas escolhas podem ser feitas, tudo com base na experiência. 26
  27. 27. Compreendendo os SI: a Abordagem de Resolução de Problemas Organizacionais O Papel do Senso Crítico na Resolução de Problemas Os quatro elementos do senso crítico: • Manter uma postura questionadora e adiar o julgamento. • Ter consciência das diferentes perspectivas. • Testar as alternativas e deixar que a experiência dite as regras. • Ter consciência dos limites organizacionais e humanos. 27
  28. 28. OS Sistemas de Informações e a sua Carreira Como os Sistemas de Informação Afetam as Carreiras Relacionadas a Negócios • O sucesso no mercado de trabalho atual exige um amplo conjunto de habilidades. • Os candidatos a empregos devem ter habilidades de resolução de problemas tanto quanto habilidades técnicas para que possam desempenhar tarefas específicas. • O setor de serviços ocupa 95 por cento dos novos postos de trabalho criados ou abertos atualmente. 28
  29. 29. Componentes de uma Empresa • Quatro funções empresariais básicas: manufatura e produção, vendas e marketing, finanças e contabilidade, e recursos humanos • Cinco entidades empresariais básicas: fornecedores, funcionários, faturas/salários e produtos e serviços Organizando uma Empresa: Funções Empresariais Básicas Uma empresa é uma organização formal cujo objetivo é produzir produtos ou prestar serviços a fim de gerar lucro 29
  30. 30. 30 Componentes de uma Empresa Fornecedores Funcionários Produtos ou Serviços Faturas/salários
  31. 31. • Que tarefas cada funcionário desempenha, em que ordem e em que agenda? • Como as matérias-prima são transformadas em produtos? • Como os pedidos são preenchidos? • Como as contas são pagas? • Como os produtos são oferecidos ao mercado? • Como os funcionários são contratados? Processos Empresariais Componentes de uma Empresa 31
  32. 32. Processar um pedido do cliente envolve um complexo conjunto de passos que exigem a estreita coordenação entre as funções de vendas, contabilidade e produção. Processamento do Pedido Componentes de uma Empresa 32
  33. 33. O Ambiente de Negócios Fatores ambientais globais • Tecnologia e ciência • Economia • Política • Mudanças internacionais Fatores ambientais imediatos • Clientes • Fornecedores • Concorrentes • Órgãos reguladores • Acionistas Componentes de uma Empresa 33
  34. 34. Até a década de 1950 as empresas administravam tudo em registros impressos e divulgavam as informações em relatórios impressos. Nos últimos 50 anos as informações e os fluxos com delas entre os principais atores dos negócios foram computadorizados. Investir em sistemas de informações é a maneira com que as empresas administram suas funções internas e lidam com demandas dos atores chaves. O Papel dos Sistemas de Informação em uma Empresa Componentes de uma Empresa 34
  35. 35. Os sistemas de informação se relacionam aos seguintes objetivos empresariais: • Alcançar excelência operacional • Desenvolver novos produtos e serviços • Desenvolver relacionamento estreito e serviço ao consumidor • Melhorar a tomada de decisão • Promover vantagens competitivas • Assegurar a sobrevivência O Papel dos Sistemas de Informação em uma Empresa Componentes de uma Empresa 35
  36. 36. Em uma empresa há diferentes tipos de interesses em função da especialização da informação e da sua hierarquia. Isto, obviavente vai nos levar a diferentes tipos de sistemas de informações. Porém, nenhum Sistema isolado vai conseguir fornecer todas as informações que a empresa necessita. Tradicionalmente, uma empresa contará com sistemas que apoiam cada uma das principais funções de negócios (marketing e vendas; manufatura e produção; finanças e recursos humanos). Sistemas que operam de forma independente estão se tornando coisa do passado. Cada vez mais as empresas buscam por sistemas interrelacionados e multifuncionais. Tipos de Sistemas de Informação Empresariais 36
  37. 37. • Sistemas de vendas e marketing • Sistemas de manufatura e produção • Sistemas de finanças e contabilidade • Sistemas de recursos humanos Sistemas sob a Perspectiva Funcional Tipos de Sistemas de Informação Empresariais 37
  38. 38. São sistemas que monitoram as transações e as atividades básicas da organização, como venda, recebimentos, entradas de dinheiro, folhas de pagamento, estoque de materiais e outras. O principal objetivo é responder perguntas de rotina e monitorar fluxo de transações dentro da empresa. • Quantas peças há em estoque? • O que aconteceu com o pagamento do sr. Fulano? • Quais apartamentos tem reservas confirmadas? Tipos de Sistemas de Informação Empresariais Sistemas de Processamento de Informações - SPTs 38
  39. 39. São sistemas que proporcionam relatórios sobre desempenho da organização. Com estas informações é possível monitorar e controlar a empresa, além de precver seu desempenho futuro. Os sistemas de apoio à decisão auxiliam os gerentes a tomar decisões não usuais, como por exemplo: Qual o impacto para a produção caso as vendas dobrem no próximo mês? Tipos de Sistemas de Informação Empresariais Sistemas de Informações Gerenciais – SIG e Sistemas de Apoio à Decisão - SAD 39
  40. 40. São sistemas que ajudam a gerência senior a tomar decisões que abordem questões estratégicas e tendências de longo prazo. Tentam responder questionamentos tais como: Como será a demanda do Mercado em 5 anos? A atual política econômica afetará os negócios em que dimensão? Os SAEs incorporam dados sobre eventos externos, como alterações em leis tributárias, novos concorrentes, ações da empresa e Mercado financeiro. Tipos de Sistemas de Informação Empresariais Sistemas de Apoio a Executivos - SAEs 40
  41. 41. Inter-relacionamentos entre Sistemas Os vários tipos de sistemas da organização têm interdependências. Os SPTs são os maiores produtores das informações requisitadas pelos outros sistemas, que, por sua vez, produzem informações para outros sistemas. Na maioria das organizações, as ligações entre esses diferentes tipos de sistemas são menos rígidas. Tipos de Sistemas de Informação Empresariais 41
  42. 42. Aplicativos Integrados Sistemas que Abrangem Toda a Empresa Aplicativos integrados são sistemas que abrangem todas as áreas funcionais, executam processos de negócios que atravessam toda a empresa e incluem todos os níveis de gerência, como: • Sistemas integrados • Sistemas de gerenciamento da cadeia de suprimentos • Sistemas de gerenciamento do relacionamento com o cliente • Sistemas de gestão do conhecimento 42
  43. 43. 43 Sistemas que Abrangem Toda a Empresa Aplicativos Integrados
  44. 44. • Também conhecidos como sistemas de planejamento de recursos empresariais (enterprise resource planning – ERP) • Integram os processos empresariais importantes de uma empresa inteira em um único repositório central, permitindo que gerentes de empresas grandes tenham uma visão panorâmica das operações • A Alcoa usou o ERP para eliminar redundâncias e ineficiências em seus diversos sistemas Pesquisa => Procurem, na internet, um empresa que ofecere um Sistema ERP e façam uma apresentação em PowerPoint do mesmo, mostrando o que ele abrange e quais as vantagens oferecidas por ele – Grupos de no máximo 5 alunos. Sistemas Integrados Sistemas que Abrangem Toda a Empresa 44
  45. 45. • Ajudam a administrar a quantidade correta de um produto da fonte para o ponto de consumo, com o mínimo dispêndio de tempo e o menor custo possível • Usados pelas empresas para administrar relações com fornecedores, empresas de compra, distribuidores e empresas de logística por meio do compartilhamento de informações sobre pedidos, produção, níveis de estoque etc. • Automatizam o fluxo de informações por meio das fronteiras organizacionais Sistemas de Gerenciamento da Cadeia de Suprimento Sistemas que Abrangem Toda a Empresa 45
  46. 46. • Coordenam todos os processos de negócios que lidam com clientes, a fim de otimizar a receita, a satisfação e a retenção dos clientes. • Podem ser combinados registros de dados de vendas, marketing e serviços de múltiplos canais de comunicação. • A Saab implementou aplicativos CRM (Customer Relationship Management) da Siebel Systems para obter uma visão de 360º dos clientes, resultando em taxas mais altas de follow-up (acompanhamento da relação estabelecida entre a empresa e o cliente) das indicações de vendas e aumento da satisfação do consumidor. Sistemas de Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente - CRM Sistemas que Abrangem Toda a Empresa 46
  47. 47. • Ativos de conhecimento intangíveis agregam valor às empresas • Os sistemas de gestão do conhecimento administram a captura, o armazenamento, a distribuição e a aplicação do conhecimento, de modo que ele possa alavancar benefícios estratégicos Sistemas de Gestão do Conhecimento Sistemas que Abrangem Toda a Empresa 47
  48. 48. Intranets e Extranets • Plataformas tecnológicas que aumentam a integração e aceleram o fluxo de informação • Intranets: redes internas baseadas em padrões Internet • Extranets: intranets que são estendidas para uso externo autorizado • As intranets geralmente utilizam um portal • As extranets facilitam a colaboração Sistemas que Abrangem Toda a Empresa 48
  49. 49. E-business (negócios eletrônicos) – É o uso da TI, através de computadores e telecomunicações, para automatizar a compra e venda de produtos e serviços entre empresa-consumidor e empresa-empresa. Do ponto de vista administrativo, o e-business é o planejamento da imersão da empresa na internet com o propósito de automatizar suas atividades diversas, como a comunicação interna e externa, a transmissão de dados, o contato com o cliente, o treinamento de pessoal e outras mais. O e-commerce (comércio eletrônico) é um dos componentes do e- business, com o intuito de controlar a atividade de vendas pelo uso de meios eletrônicos. E-government refere-se ao uso da tecnologia Internet pelo governo, para entregar informação e serviços aos cidadãos, empregadores e empresas. Sistemas que Abrangem Toda a Empresa 49
  50. 50. Comércio Eletrônico e Internet Histórico Comércio eletrônico (e-commerce) refere-se ao uso da Internet e da Web para conduzir negócios; transações comerciais realizadas digitalmente entre pessoas, empresas e até mesmo o governo. Começou em 1995 através de um dos primeiros portais da Internet, o Netscape.com, aceitou anúncios de grandes corporações e popularizou a idéia de que a a Web poderia ser utilizada como nova mídia para publicidade e vendas. O e-commerce continuous a crescer exponecialmente nos anos seguintes, com uma pequena retração nos anos de 2008 e 2009 em função da crise econômica norte-americana (subprimes). 50
  51. 51. Comércio Eletrônico e Internet O Comércio Eletrônico Hoje Atualmente, a taxa anual de crescimento do e-commerce está acima de 25%, enquanto que as vendas diretas no varejo caem em media 5% ao ano. 51
  52. 52. Comércio Eletrônico e Internet O Comércio Eletrônico Hoje Em 2009 as vendas no comércio eletrônico no mundo totalizaram U$ 228 bilhões. Em 2012 o montante chegou a U$ 1 trilhão. As vendas pela internet nos Estados Unidos alcançaram US$ 343 bilhões em 2012, segundo as estimativas do estudo, seguidas pelas vendas no Japão, com US$ 127 bilhões, Inglaterra, com US$ 124 bilhões, e China, com US$ 110 bilhões. Em 2013, a China passaria a ocupar o segundo lugar em vendas pela internet graças a uma expansão que a empresa norte-americana estima em 65% no ano, para US$ 181 bilhões. Os Estados Unidos continuarão ocupando o primeiro lugar, mas seu crescimento será mais lento, de 12%, para US$ 384 bilhões. 52
  53. 53. Uma das grandes vantagens do e-commerce é que ele permite atingir mercados antes não atendidos. A venda direta de produtos aos consumidores resulta em considerável aumento do faturamento da empresa devido à redução da quantidade de atravessadores. Como melhorias de caráter externo podemos destacar a aproximação com seus fornecedores e uma maior agilidade para atender às necessidades de seus clientes. Existem 5 fases no posicionamento do negócio na Web. Estas fases representam amadurecimento e quebra de paradigmas no que diz respeito ao uso desta tecnologia para alavancar os negócios da organização; e são definidas como: Comércio Eletrônico e Internet 53
  54. 54. a) Presença online: colocação no ar de um site visando promover informações básicas sobre os seus produtos/serviços e formas de o usuário contactá-la. b) Negócios online: o site da organização oferece uma maneira alternativa de fazer negócios, principalmente com fornecedores, substituindo outros meios como fax e telefone. c) Negócios online integrados: o site passa a ser uma peça-chave nos negócios da empresa. A integração entre sistemas da empresa, seus fornecedores e distribuidores é quase total, permitindo a troca de dados. d) Negócios online avançados: a empresa reformula seus processos de negócios para ampliar o seu mercado. A fusão de elementos da organização com o relacionamento com o cliente e com a cadeia de suprimento torne-se uma vantagem competitiva. e) E-business total: as relações de negócio entre consumidor-empresa-fornecedor passam a ser de parceria completa. Comércio Eletrônico e Internet 54
  55. 55. Como benefícios do comércio eletrônico, podemos destacar: Papel: redução do uso e armazenamento de documentos, dando lugar aos formatos digitais de armazenamento. Tempo: redução do tempo nas negociações e transações comerciais. Distância: a internet permite a redução das fronteiras físicas o que pode projetar a empresa em escala global. Custos com pessoal: existem vários exemplos de empresas que reduziram drasticamente seus custos com pessoal, uma vez que há menos trabalho operacional e executivo. Relações com o cliente: o comércio eletrônico resulta em uma relação muito mais estreita entre a empresa, seus cliente e fornecedores em função da eliminação de atravessadores. Facilidade de uso e maior controle: as empresas e usuários optam pelas operações eletrônicas pois estas permitem maior controle dos acontecimentos além da facilidade de operação. Comércio Eletrônico e Internet 55
  56. 56. Por Que o Comércio Eletrônico é Diferente? 1. Ubiqüidade (marketplace, custos de transação) 2. Alcance global 3. Padrões universais (custos de entrada no mercado, custos de busca) 4. Riqueza (richness) 5. Interatividade 6. Densidade da informação (transparência de preços, transparência de custos, discriminação de preços) 7. Personalização/Customização 8. Tecnologia social Comércio Eletrônico e Internet 56
  57. 57. Por Que o Comércio Eletrônico é Diferente? 1. Ubiqüidade (marketplace, custos de transação) A tecnologia da internet/Web está disponível em qualquer parte e a qualquer momento através dos dispositivos móveis (celulares, notebooks, tablets). O marketplace se estende para além das fronteiras tradicionais e deixa de ser limitado a um ponto específico no tempo e no espaço. Surge o marketspace, onde a compra pode ocorrer em qualquer lugar e a qualquer momento. Este processo aumenta a conveniência para o cliente e o custo da compra é reduzido. Comércio Eletrônico e Internet 57
  58. 58. Por Que o Comércio Eletrônico é Diferente? 2. Alcance global A tecnologia atravessa as fronteiras territoriais e abrange todo o planeta. O marketplace inclui potencialmente bilhões de consumidores e milhões de empresas em todo mundo, que poderão se tornar clients. 3. Padrões universais Como existem conjuntos de padrões téncnicos válidos em todo mundo, há a necessidade destes sistemas independentes se comunicarem com facilidade (interdempendentes). Comércio Eletrônico e Internet 58
  59. 59. Por Que o Comércio Eletrônico é Diferente? 4. Riqueza (richness) Mensagens de marketing de texto, foto, áudio e video podem ser disseminadas rapidamente, com enorme abrangência e com qualidade e a baixo custo. 5. Interatividade Permite que um vendedor on-line interaja com o consumidor dirimindo suas dúvidas e fornecendo mais informações sobre o produto ou o serviço, sem a necessidade de deslocamento e em escala global. Comércio Eletrônico e Internet 59
  60. 60. Por Que o Comércio Eletrônico é Diferente? 6. Densidade da informação Os custos de armazengem e processamento das informações caem vertiginosamente, enquanto que a atualização e a precisão melhoram de maneira impressionante. 7. Personalização/Customização A personalização de mensagens de marketing e a customização de produtos e serviços baseiam-se em características individuais. 8. Tecnologia social O avanço das redes sociais permitem a criação e distribuição de conteúdos criados para estes usuários. Comércio Eletrônico e Internet 60
  61. 61. Categorias do Comércio Eletrônico Comércio Eletrônico Comércio eletrônico empresa-empresa (B2B) Comércio eletrônico empresa-consumidor (B2C) Comércio eletrônico consumidor-consumidor (C2C) Comércio eletrônico empresa-governo (B2M) Comércio eletrônico consumidor-governo (C2M) Comércio móvel (m-commerce) 61
  62. 62. 62 O comércio eletrônico possui formas diferentes de implantação, sendo que cada tipo tem características específicas e alvos diferentes. Essas modalidades são: Business to business (B2B) => Modalidade que compreende um mercado (marketplace) seguro, também conhecido como Portal B2B, em circuito fechado, que possibilita transações comerciais de uma indústria ou negócio de um ou mais mercados. O principal objetivo do Portal B2B é a redução dos custos do comprador. Abaixo temos as modalidades de Portais B2B e os tipos de negócios B2B. B2B Público Vários fornecedores disponibilizam seus produtos para venda a outras empresas dentro de um determinado segmento de mercado. B2B Particular Um único fornecedor vende seus produtos para seus representantes, revendedores e lojistas. B2B Compras Solução para grandes compradores. Neste caso, os diversos fornecedores divulgam seus produtos para as empresas compradoras. Portais Comércio Eletrônico
  63. 63. 63
  64. 64. Business to consumer (B2C) => Modalidade para desenvolvimento de vendas direcionadas e para formação de comunidades de interesses comuns. Os portais B2C muitas vezes são sites que centralizam produtos de diversos fornecedores. Quando um pedido é realizado, um banco vinculado ao portal verifica o crédito pelos dados do cliente (CPF, cartão de crédito) e, em caso de aprovação, o pedido é enviado para o fornecedor que entrega o produto no local definido pelo consumidor. Comércio Eletrônico 64
  65. 65. Loja Virtual Provedor Banco Depósito Entrega Pedido Comércio Eletrônico 65
  66. 66. 66
  67. 67. Consumer to consumer (C2C) => Venda de bens e serviços por consumidores diretamente a outros consumidores O C2C permite que compras e vendas sejam realizadas entre pessoas físicas. O vendedor não precisa ter empresa aberta ou uma loja física. Esse é um mercado que vem conquistando cada sai mais adeptos. Com o passar dos anos a confiança em realizar transações via internet cresceu e assim proporcionou ao consumidor a possibilidade de negociar não apenas com grandes estruturas empresariais, mas também com outras pessoas. Comércio Eletrônico 67
  68. 68. 68
  69. 69. 69
  70. 70. Business to management (B2M ou egovernment) => Modalidade que cobre todas as transações entre empresas e organizações governamentais. É uma recente categoria com grande possibilidade de expansão. No Brasil, a modalidade de Pregão Eletrônico vem sendo aplicada cada vez mais nos Serviço Público Federal. Através do site Compras Governamentais (antigo comprasnet) é possível acompanhar todos os processos que compras e contratações de serviços realizadas pela União. Sistemas que Abrangem Toda a Empresa 70
  71. 71. 71
  72. 72. Consumer to management – (C2M) => Categoria que compreende todo tipo de transação eletrônica entre pessoas físicas e jurídicas com o governo e seus departamentos. No Brasil podemos citar como exemplo, sites como Detran, Receita Federal, Ministério do Trabalho e outros. O caso mais bem-sucedido e conhecido é o site da Receita Federal, vinculado ao Ministério da Fazenda. Tal iniciativa torna-se muito interessante para a sociedade, uma vez que reduz drasticamente a burocracia implícita nos serviços governamentais e impõe dinamismo ao uso desses serviços. Comércio Eletrônico 72
  73. 73. 73
  74. 74. Mobile-commerce (M-commerce)=> O Mobile Commerce (m- commerce) é um fenômeno que tem se destacado já há algum tempo em grande parte dos países. Com o surgimento das redes 3G, smartphones e outros dispositivos portáteis de tecnologia avançada, é cada vez mais popular o uso de dispositivos móveis para compras na web. O número de pessoas que estão substituindo as tradicionais compras on-line pela alternativa móvel vem aumentando a cada dia, chegando a um ponto no qual quase todas as transações sejam concluídas a partir de dispositivos móveis. Comércio Eletrônico 74
  75. 75. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 75 Componentes da Infra-Estrutura • Hardware • Software • Tecnologia de gerenciamento de dados • Tecnologia de rede e telecomunicações • Serviços de tecnologia
  76. 76. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 76 Componentes da Infra-Estrutura Hardware => O hardware consiste na tecnologia para processamento, armazenamento, entrada e saída de dados. Este component incluí grande mainframes, servidores, computadores de médio porte, computadores pessoais, notebooks, assistentes pessoais (tablets, celurales, PDA´s), equipamentos de mídias diversos (HD´s, CD/DVD/BlueRay), meios fídicos de armazenamento (HD´s) e dispositivos de saída (impressoras e multifuncionais).
  77. 77. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 77 Componentes da Infra-Estrutura Software => São programas que agrupados podem gerar sistemas ou que tem alguma aplicação específica – aplicativos. Atualmente, na maioria das vezes, os sistemas e os aplicativos não são mais programados pelo cliente, mas adquiridos de servidores externos.
  78. 78. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 78 Componentes da Infra-Estrutura Tecnologia de gerenciamento de dados => Além da mídia física para armazenamento de dados são necessários softwares para orgaziná-los e disponibilizá-los aos usuários. Um software de gestão de dados organiza, gerencia e processa dados rerentes a estoques, clients, fornecedores e muitas outras variáveis.
  79. 79. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 79 Componentes da Infra-Estrutura Tecnologia de rede e telecomunicação => Proporciona conectividade de dados, voz, vídeos entre funcionários, clients e fornecedores. Isto inclui tecnologia para operar redes internas da empresa (ERP) e tecnologia para operar sites e conecntar-se com outros sistemas computacionais por meio da internet.
  80. 80. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 80 Componentes da Infra-Estrutura Serviços de tecnologia => Pessoal responsável por operar e gerenciar os demais components de TI e também para treinar/qualificar os demais funcionários à utilizer estas ferramentas diariamente. Dependendo do porte da empresa, um serviço interno de TI pode ser insuficiente, sendo necessário contar com a contratação de empresas mais especializadas neste segmento.
  81. 81. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 81 Tipos de Computadores Há vérios tipos de computadores e de diferentes tamanhos e configurações, desde pequenos dispositivos portáteis até mainframes e supercomputadores. Pessoas que trabalham sozinhas ou em pequenas empresas geralmente adotam PC ou notebooks. Também podem utilizer dispositivos portáteis como iPhone, Tablet ou smartphone.
  82. 82. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 82 Tipos de Computadores Para profissionais que trabalham com engenharia e projetos avançados, que exigem recursos gráficos e computacionais poderosos, utilizam estações de trabalho (workstation), muito parecidos com PC´s, porém com muito mais capacidade de processamento e principalmente com ponderosas placas gráficas.
  83. 83. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 83 Tipos de Computadores No caso de empresas que trabalham com vários computadores interligados em rede, será necessária a utilização de um “servidor”. Estes computadores tem como principal característica uma grande capacidade de armazenamento de dados e de gerenciamento dos PC´s e das workstations. Os servidores fornecem as plataformas para o comércio eletrônico (e-commerce). Em função do fluxo de negócios que podem ocorrer, poderão ser necessários vários servidores.
  84. 84. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 84 Tipos de Computadores Os mainframes surgiram a partir da década de 1960. É um computador com altíssimo desempenho e capacidade, com o poder de processor enormes quantidades de dados com extrema velocidade. A IBM é a lider mundial neste segmento. Várias grandes coorporações utilizam este tipo de equipamento, como, por exemplo, companhias aéreas, órgãos públicos e corretoras de valores.
  85. 85. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 85 Tipos de Computadores Supercomputadores são os sofisticados, utilizados para realizer cálculos extremamentes complexos e com rapidez. São utilizados em cálculos avançados de engenharia, experimentos científicos, astronomia, áreas militares e previsão do tempo - Volvo. Existe ainda a computação em grade – grid computing – que consiste reunir em uma única rede PC´s e workstations geograficamente distantes. Uma vez conectados, é possível maximizar o processamento destas máquinas, aproximando- se do desempenho dos supercomputadores - Shell.
  86. 86. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 86 Rede de Computadores e Computação Cliente/Servidor Na maioria dos casos as pessoas trabalham em computadores conectados em rede na sua empresa. A utilização de múltiplos computadores por uma rede denomina-se processamento distribuído. Já o processamento centralizado é realizado por um computador central e de grande porte (mainframe), porém é menos comum (DOS). O modelo amplamente utilizado atualmente é a computação cliente/servidor. Ambos fazem parte da mesma rede, mas cada máquina executa uma função específica, aquela que estiver mais apta à executar.
  87. 87. Nesta computação, o processamento computacional é dividido entre máquinas clientes e máquinas servidoras conectadas por uma rede. O usuário interage com a interface das máquinas clientes. Infraestrutura em TI: Hardware e Software Rede de Computadores e Computação Cliente/Servidor
  88. 88. Além do hardware para processamento de dados, são necessárias tecnologias para armazenamento, entrada e saída de dados. Estes dispositivos são chamados de periféricos porque ficam de for a da unidade central de processamento. • Discos magnéticos • Discos ópticos • Fita magnética • Rede de armazenamento de dados – SAN – store area network Infraestrutura em TI: Hardware e Software Tecnologia de Armazenamento, Entrada e Saída
  89. 89. Discos magnéticos: É atualmente o meio de armazenamento de dados mais utilizado. Os computadores possuem discos rígidos (HD), que dependendo do tipo de computador, podem ser vários, com capacidades de gigabytes ou terabytes. Vários notebooks já não possuem HD e utilizam unidades de estado sólido (SSD), o que garante maior rapidez no processamento, porém, ainda com baixa capacidade de armazenamento – (tecnologia semelhante ao flash-USB). Infraestrutura em TI: Hardware e Software Tecnologia de Armazenamento, Entrada e Saída
  90. 90. Discos ópticos: Estes utilizam tecnologia laser para armazenar grande quantidade de dados, incluindo som e imagens de forma altamente compactada. O primeiro disco óptico utilizado para esta finalidade em computadores foram os CD-ROM´s, com capacidade de armazenamento de incríveis (na época) 0,66 gigabytes. Em seguida surgiram os DVD´s, do mesmo tamanho dos CD´s, mas aumentando a capacidade para 4,7 gigabytes. Tanto CD´s como DVD´s incluiram posteriormente a possibilidade de regravar os dados (RW). No momento, a tecnologoa blu-ray vem avançando e ocupando espaço neste segmento. Um disco de blu-ray possui a capacidade de armazenar 25 gigabytes. Infraestrutura em TI: Hardware e Software Tecnologia de Armazenamento, Entrada e Saída
  91. 91. Fita Magnética: É um método mais antigo, surgiu em 1950, porém ainda presente em muitas empresas. Armazena dados de forma sequencial, o que a torna lenta comparando com as demais tecnologias. Além disto, a durabilidade era outro ponto negative, pois há limitação na quantidade de acesso à midia. Infraestrutura em TI: Hardware e Software Tecnologia de Armazenamento, Entrada e Saída
  92. 92. Redes de armazenamento de dados - SAN: É capaz de dividir e replicar entre inúmeras unidades físicas ou dispositivos de armazenamento conectados entre si. Estes dispositivos conectam- se através de uma rede de alta velocidade, criando um grande grupo central de armazenamento que pode ser acessado rapidamente e compartilhado por múltiplos servidores. Infraestrutura em TI: Hardware e Software Tecnologia de Armazenamento, Entrada e Saída
  93. 93. Infraestrutura em TI: Hardware e Software Tecnologia de Armazenamento, Entrada e Saída Teclado – Ainda a principal ferramenta para entrada de dados em um computador. Mouse – Dispositivo que gera um ícone gráfico na tela do computador permitindo acessar funções e programas mais rapidamente. Scanner – Converte imagens e textos impressos em arquivos para o computador. Entrada de áudio – Entrada por voz convertendo sons em arquivos digitais. Câmeras – Captura imagens do ambiente e converte em aquivos de vídeos.
  94. 94. Infraestrutura em TI: Hardware e Software Tecnologia de Armazenamento, Entrada e Saída Monitor/projetor – Têm como finalidade a exposição das imagens dos programas e da linguagem de comunicação dos computadores. Impressoras/plotters – Dispositivos que produzem cópias impressas da informação de saída. Caixas de som/fones de ouvido – Dispositivos de saída de arquivos de audio.
  95. 95. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 95 Tendências Contemporâneras de Hardware Plataforma digital móvel – Smartphones, iPhones e tablets assumiram assumiram muitas funções dos PC´s, como transmissão de dados, navegação na Web, trnasmissão de mensagens, acesso a email´s, exibição de conteúdos digitais e troca de dados com sistemas corporativos. Consumerização da TI – Baseia-se no fato em que pessoas utilizam seus próprios dispositivos móveis no seu ambiente de trabalho. Este processo leva novos desafios às áreas de TI das coorporações, principalmente no quesito de segurança de dados empresariais.
  96. 96. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 96 Tendências Contemporâneras de Hardware Nanotecnologia e computação quântica – O grande desafio dos fabricantes de processadores e microprocessadores é aumentar o poder de processamento e diminuir o tramanho dos processadores. A nanotecnologia e a computação quântica dão novos impulsos para o atingimento destes objetivos. Virtualização – É o processo de apresentar um conjunto de recursos computacionais - tais como capacidade de processamento e de armazenamento de dados – de forma que todos eles possam ser acessados independente da configuração física ou localização geográfica (computação em nuvem).
  97. 97. 97
  98. 98. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 98 Software de Sistema Operacional É o programa que controla e gerencia as atividades do computador. O Sistema operacional é Gerente Geral do seu computador, permitindo que ele lide com várias tarefas e usuários ao mesmo tempo. A BIOS (BIOS é um acrônimo para Basic Input/Output System ou Sistema Básico de Entrada e Saída) é um aplicativo responsável pela execução da várias tarefas executadas do momento em que você liga o computador até o carregamento do sistema operacional instalado na máquina. Ao iniciar o PC, a BIOS faz uma varredura para detectar e identificar todos os componentes de hardware conectados à máquina. Só depois de todo esse processo de identificação é que a BIOS passa o controle para o sistema operacional e o boot acontece de verdade.
  99. 99. 99 Chip com a BIOS
  100. 100. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 100 Software de Sistema Operacional A partir do start da BIOS o sistema operacional do dispositivo será responsável pela interação entre o usuário e a máquina. Através de interfaces gráficas de usuário – GUI (Graphical User Interface) – que fazem uso de ícones, botões, barras e caixas para executar tarefas. Dos sistemas mais conhecidos, destacamos para PC´s o Windows – (90% dos PC´s do mundo), o Linux, que possui código aberto e o OS X da Apple. Temos ainda o Chrome OS da Google, que oferece um sistema leve ideal para que utiliza computação na nuvem e o Android, também desenvolvido pela Google, amplamente utilizado em aparelhos móveis. De forma exclusiva, ainda temos o iOS da Apple, sistema restrito aos equipamentos desta empresa.
  101. 101. 101 Infraestrutura em TI: Hardware e Software Software de Sistema Operacional Principais sistemas operacionais para PC´s e servidores
  102. 102. Infraestrutura em TI: Hardware e Software 102 Software Aplicativo e Ferramentas para PC´s Linguagens de programação - As mais populares são: C; C++; Visual Basic e Java. São estas linguagens que permitem o desenvolvimento de inúmeros programas utilizados em seu computador. Pacotes de software e ferramentas de produtividade para PCs – São integrantes deste pacote editores de texto (Word), planilhas eletrônicas (Excel), gerenciador de banco de dados (Access), recursos gráficos de apresentação (PowerPoint), navegadores para a Web (Explorer, Firefox e Chrome) e software de e-mails (Thunderbird e Outlook).
  103. 103. Segurança em Sistemas de Informação 103 Vulnerabilidade dos Sistemas Por que os sistemas são vulneráveis? – Sistemas de informações em diferentes localidades podem estar interconectados através de redes de telecomunicações. Logo, o acesso indevido, doloso ou fraudulento pode ocorrer não apenas em um ponto específico, mas sim em qualquer lugar desta rede.
  104. 104. Segurança em Sistemas de Informação 104 Vulnerabilidade dos Sistemas Parcerias com outras empresas nacionais ou internacionais aumentam a vulnerabilidade do sistema, pois sem uma boa estrutura, dados valiosos podem ser perdidos, destruídos ou subtraídos, revelando informações sigilosas, estratégicas ou de uso restrito pessoal ou empresarial. O crescente uso de dispositivos portáteis ajuda a piorar este cenário porque torna fácil o roubo ou a perda de celulares, smartphones e tablets. Além disto, ainda não é rotina a instalação de programas que minimizam os riscos para estes aparelhos.
  105. 105. Segurança em Sistemas de Informação 105 Vulnerabilidade da Internet Os sistemas baseados nesta rede são mais vulneráveis do que sistemas baseados em redes internas porque ela está aberta virtualmente para qualquer pessoa. Os serviços de telefonia baseados na internet – voz sobre IP (Skype) – não são criptografados, ou seja, qualquer pessoa em uma rede pode ter acesso ao áudio. Hackers podem interceptar diálogos ou simplesmente interromper o serviço. O uso indiscriminado de e_mail aumenta mais ainda a insegurança da rede, porque pode conter anexos que na verdade são programas mal intencionados. O compartilhamento de arquivos também é outra grande preocupação pela fragilidade de segurança.
  106. 106. Segurança em Sistemas de Informação 106 Desafios da Segurança sem Fio É seguro se conectar redes sem fio públicas? Depende da proteção que você possui em seu equipamento. Nenhuma rede sem fio é totalmente segura, seja por Wi-Fi como por Bluetooth. A tecnologia sem fio foi projetada para facilitar o acesso a rede, porém esta facilidade também é encontrada por usuários mal intensionados. Estes usuários utilizam programas farejadores “sniffers” de intrusos, para conseguir a chave de acesso a rede e se logarem na mesma. Isto permitirá que ele tenha acesso aos recursos da rede como também aos equipamentos conectados nela.
  107. 107. 107 Atuação de um sniffer
  108. 108. Segurança em Sistemas de Informação 108 Desafios da Segurança sem Fio É seguro se conectar redes sem fio públicas? Depende da proteção que você possui em seu equipamento. Nenhuma rede sem fio é totalmente segura, seja por Wi-Fi como por Bluetooth. A tecnologia sem fio foi projetada para facilitar o acesso a rede, porém esta facilidade também é encontrada por usuários mal intensionados. Estes usuários utilizam programas farejadores “sniffers” de intrusos, para conseguir a chave de acesso a rede e se logarem na mesma. Isto permitirá que ele tenha acesso aos recursos da rede como também aos equipamentos conectados nela.
  109. 109. Segurança em Sistemas de Informação 109 Vírus, Worms, Cavalos de Tróia e Spyware O termo malware é utilizado para programas mal- intensionados. Vírus de computador que se anexa a outros programas ou arquivos de dados em um computador sem a permissão do usuário. Eles podem ser benignos quando apenas exibem uma imagem, mensagem ou vídeo ou malignos, quando destroem bancos de dados, conropem arquivos, sobrecarregam a memória do computador, formatam o disco rígido ou gerar mal funcionamento do equipamento (travamento). Geralmente, os vírus são passam de um computador para outro através de dispositivos móveis (HD-externo, pen-drive, cartão SD) ou email-s infectados.
  110. 110. Segurança em Sistemas de Informação 110 Vírus, Worms, Cavalos de Tróia e Spyware Os ataques mais recentes vêm de worms – programas de computadores independentes que copiam a si mesmos de uma máquina para outra através de uma rede. Diferentemente dos vírus, eles podem funcionar sozinhos, sem a necessidade de se anexar a outros arquivos de programas e dependem menos da ação do usuário para serem ativados. Isto explica porque os worms se disseminam mais rapidamente do que os vírus, porém causam os mesmos danos, além de provocar problemas nas redes.
  111. 111. Segurança em Sistemas de Informação 111 Vírus, Worms, Cavalos de Tróia e Spyware O Cavalo de Tróia é um programa que parece benigno, mas depois executa função diferente do esperado. Ele em si não é um vírus, porque não se replica, mas é uma porta para que vírus ou worms entrem no sistema do computador ou da rede. Ele permite que o autor faça o que quiser no computador infectado, como enviar, receber, abrir e excluir arquivos, exibir dados e reiniciar o computador. Cavalos de Troia são geralmente usados para reunir um grupo de computadores para formar uma rede que possa ser usada para fins criminosos.
  112. 112. Segurança em Sistemas de Informação 112 Vírus, Worms, Cavalos de Tróia e Spyware O spyware pode monitorar o comportamento online do usuário ou coletar informações sobre ele (inclusive informações confidenciais ou de identificação pessoal), alterar configurações do computador ou fazer com que ele fique lento. Keyloggers, um tipo de spyware, são aplicativos ou dispositivos que ficam em execução em um determinado computador para monitorar todas as entradas do teclado. Assim, aquele que deixou o programa em execução pode, em outro momento, conferir tudo o que foi digitado durante um determinado período.
  113. 113. Segurança em Sistemas de Informação 113 Vírus, Worms, Cavalos de Tróia e Spyware O spyware pode monitorar o comportamento online do usuário ou coletar informações sobre ele (inclusive informações confidenciais ou de identificação pessoal), alterar configurações do computador ou fazer com que ele fique lento. Keyloggers, um tipo de spyware, são aplicativos ou dispositivos que ficam em execução em um determinado computador para monitorar todas as entradas do teclado. Assim, aquele que deixou o programa em execução pode, em outro momento, conferir tudo o que foi digitado durante um determinado período.
  114. 114. Gestão da Informação e de Bancos de Dados 114 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Um banco de dados é conjunto de arquivos relacionados entre si que contêm registros sobre pessoas, lugares ou coisas. Um dos mais bem sucedidos exemplos de bancos de dados é a lista telefônica, que reúne registros diferentes de pessoas físicas e jurídicas que possuem telefone. Antes do desenvolvimento dos bancos de dados digitais, as empresas utilizavam grandes armários de metal com centenas de registros em papel contendo dados de clientes e empresas.
  115. 115. 115 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Os processos empíricos mostraram que estas informações em papel eram extremamente ineficientes e caras de serem mantidas, além da imprecisão dos dados e lentidão no acesso. Para um bando de dados moderno digital, uma característica importante é a possibilidade de relacionar rapidamente um conjuntos de variáveis com outros bancos de dados e permitir a emissão de relatórios com variáveis pré- selecionadas. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  116. 116. 116 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Um bando de dados de uma empresa poderá reunir informações sobre fornecedores, funcionários, clientes, pedidos, produtos, vendedores, peças, dentre outras. Cada uma destas categorias genéricas que você armazena e mantém informações é denominada ENTIDADE. Porém, cada entidade tem características próprias, que são chamadas de ATRIBUTOS. Por exemplo, para uma entidade FORNECEDOR, os atributos deverão ser razão social, cnpj, endereço completo, telefone, email, pessoa de contato, etc... Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  117. 117. 117 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Caso você organizasse estes arquivos em papel, provavelmente teria um arquivo físico para cada entidade e seus atributos. Em um sistema digital os arquivos são organizados agrupados, mas se relacionando entre si, em função dos seus atributos. O banco de dados relacional é o mais comum, eles organizam os dados em uma tabela de dupla entrada, contendo os dados relacionados a uma entidade e seus atributos. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  118. 118. 118 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Tabela de Banco de Dados Relacional Um banco de dados relacional organiza os dados na forma de tabelas bidimensionais. Temos aqui uma tabela para a entidade FORNECEDOR e vemos como ela representa a entidade e seus atributos. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  119. 119. 119 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Todo banco de dados relacional deve possuir um campo-chave. Esta variável atribui uma identificação exclusiva a cada registro, permitindo a sua atualização recuperação e mapeamento e portanto ele não pode ser duplicado. Na tabela anterior o campo-chave foi atribuído ao Número-fornecedor. Outros bancos de dados serão criados no sistema, mas o que garantirá o relacionamento entre eles será a chave- primária. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  120. 120. 120 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Diagrama entidade/relacionamento básico Este diagrama mostra a relação entre as entidades FORNECEDOR e PEÇA. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  121. 121. 121 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados É este processo que garante o relacionamento entre bancos de dados. Sistemas mais complexos e desenvolvidos permitirão relacionar, por exemplo, diversas entidades como fornecedores, peças, itens, estoque, pedidos e a partir deste relacionamento, melhor a gestão da empresa. Neste caso, será necessário a utilização de um sistema de gestão de banco de dados – DBMS (database management system). Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  122. 122. 122 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados O DBMS é um tipo de software específico para criar, armazenar, organizar e acessar dados de um banco de dados. O Microsoft Access é um exemplo de DBMS para computadores pessoais, enquanto o DB2, o Oracle Database Lite e o Microsoft SQL Server são DBMS para computadores de médio e grande porte. Os DBMS separam a visão física da visão lógica dos dados, ou seja, aquilo que o usuário vê e a forma com que os dados são efetivamente organizados e armazenados. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  123. 123. 123 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Data warehouse é um banco de dados que armazena dados correntes e históricos de potencial interesse para os tomadores de decisão de uma empresa. Uma característica importante de um data warehouse está no fato de que os dados estão disponíveis a todos para acesso conforme a necessidade/autorização, mas eles não podem ser alterados. Este Sistema também oferece ferramentas para consultas, analyses e relatórios gráficos. Muitas empresas usam a internet para disponibilizar informações do data warehouse para um público selecionado. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  124. 124. 124 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Componentes de um Data Warehouse Dados correntes e históricos são extraídos de sistemas operacionais internos à organização. Esses dados são combinados com dados de fontes externas e reorganizados em um banco central projetado para análise gerencial e produção de relatórios. O diretório de informações fornece aos usuários informações sobre os dados disponíveis no armazém. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  125. 125. 125 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Uma vez capturados e organizados no data warehouse, os dados ficam disponíveis para análise. O usuário vai encontrar ferramentas para efetuar estas análises e auxiliá-lo na tomada de decisão. Estas ferramentas que consolidam, analisam e acessam esta grande quantidade de dados são chamadas de inteligência empresarial – BI (business intelligence). Dentre as principais ferramenta, destaque para as ferramentas de análise multidimensional de dados (processamento analítico on-line – OLAP) e data mining. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  126. 126. 126 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Inteligência Empresarial Uma série de ferramentas analíticas trabalha com os dados armazenados nos bancos de dados, encontrando padrões e insights que ajudam gerentes e funcionários a tomar melhores decisões e, assim, aprimorar o desempenho organizacional. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  127. 127. 127 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados O OLAP permite uma análise multidimensional de dados, de forma que o usuário veja os mesmos dados de maneiras diferentes, pois utiliza múltiplas dimensões. Desta forma, um gerente de produção poderia saber quantos itens do produto A foram vendidas para a região X no mês M e comparar esta informação com o mês anterior ou o mesmo mês do ano passado, além de confrontar com a venda estimada. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  128. 128. 128 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados O data mining (mineração de dados) é mais orientado para descobertas. Ele fornece percepções dos dados corporativos que não podem ser obtidas pelo OLAP, descobrindo padrões e relacionamentos ocultos em grandes bancos de dados e inferindo regras a partir deles para prever comportamentos futuros. Estes modelos e regras podem ser utilizados para guiar o processo de decisão e prever efeitos destas escolhas. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  129. 129. 129 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Vestibular PUC-RJ Utilizando as técnicas da mineração de dados, um programa de obtenção de conhecimento depois de examinar milhares de alunos forneceu a seguinte regra: se o candidato é do sexo feminino, trabalha e teve aprovação com boas notas no vestibular, então não efetivava a matrícula. Estranho, ninguém havia pensado nisso. Mas, uma reflexão justifica a regra oferecida pelo programa: de acordo com os costumes do Rio de Janeiro, uma mulher em idade de vestibular, se trabalha é porque precisa, e neste caso deve ter feito inscrição para ingressar na universidade pública gratuita. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  130. 130. 130 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Vestibular PUC-RJ Se teve boas notas provavelmente foi aprovada na universidade pública onde efetivará matrícula. Claro que há exceções: pessoas que moram em frente à PUC, pessoas mais velhas, de alto poder aquisitivo e que voltaram a estudar por outras razões que ter uma profissão, etc.. Mas a grande maioria obedece à regra anunciada. Gestão da Informação e de Bancos de Dados
  131. 131. 131 Abordagem de banco de dados para a gestão de dados Estado civil x cargos de servidores Com o uso de data mining foram verificadas correlações entre o estado civil e salários da Secretaria de Fazenda do Estado do Amazonas. Notava-se que cerca de 80% dos servidores deste órgão eram divorciados/desquitados, enquanto que em outras instituições, como por exemplo na Secretaria de Educação (composta em sua maioria por professores), esta média de divorciados/desquitados era inferior a 30%. Longe de parecer coincidência, os dados sugerem que servidores com maior poder aquisitivo se envolvam com relações extra-conjugais, resultando geralmente em desfazimento do casamento. Gestão da Informação e de Bancos de Dados

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