Pnaic - Geometria - caderno/unidade 5

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Pnaic - Geometria - caderno/unidade 5

  1. 1. GEOMETRIA UNIDADE 5 ORIENTADORA: AMANDA NOLASCO DE OLIVEIRA SANTOS COORDENADORA: CLAUDIA BIZZIO PEREIRA DO VALE 8º ENCONTRO
  2. 2. Leitura deleite
  3. 3. Retomando tarefa
  4. 4. Perspectiva do encontro  Este caderno esta dividido entre duas partes: a primeira em trabalho com figuras geométricas, enfatizando o reconhecimento daqueles mais presentes em nossa vida, bem como desenvolver habilidades de classificar e a segunda dentro da na cartográfica e nas questões sobre orientações, localizações e lateralidade.
  5. 5. Aprofundando o tema!  Dimensão, semelhança e forma...  Nosso movimento provoca a necessidade de que desenvolvamos uma linguagem associadas a localização, visualização, representação e construção de imagens mentais e gráficas sobre as quais falamos e escrevemos para nos comunicar uns com os outros. P7.
  6. 6.  È importante observar e distinguir significados no cotidiano e os conceitos da geometria  Fotos Revista nova escola/abril
  7. 7.  Como apresentar? Forma triangular ou formato/figuras triangulares?
  8. 8.  Dimensão: linhas, planos, superfície e espaço  Semelhança/forma: relação entre figuras semelhantes ou seja uma indicação de que dois fenômenos têm um mesmo comportamento. P.8.
  9. 9.  P.15  Após os alunos levantarem suas conjecturas é de suma importância por em prática;  Nesta fase os alunos podem observar, medir, desenhar, estimar, montar, desmontar, generalizar entre outros aspectos relevantes do pensamento geométrico.  Podendo assim argumentar, apresentar fatos, ideias, razões lógicas, provas, etc.
  10. 10.  E em todo este processo, o registro é importante, seja ele escrito ou em forma de desenho e diagramas, bem como compartilhar ideias de suas conjecturas com os outros colegas. P15
  11. 11. Seção compartilhando  Atividade 8: Leitura e analise das produções feitas pelos alunos.
  12. 12.  Onde os alunos poderão construir estas experimentações?
  13. 13.   Uma delas é observando  o seu meio.
  14. 14. O espaço em que vivemos varia em natureza e em tamanho. Quanto ao tamanho, é possível distinguir ao menos dois tipos de espaço.
  15. 15. A geometria faz parte de todo o contexto onde o individuo esta inserido!!! Mas desde quando??
  16. 16. Desde sempre...
  17. 17.  Leitura coletiva “Trabalhando com Origami e Kirigami.
  18. 18. curiosidade  O triângulo, entre todos os polígonos, apresenta uma rigidez geométrica que os outros não têm. Uma vez construído, é impossível modificar a abertura de seus ângulos e construir outro triângulo. Essa propriedade tem bastante valor e é muito utilizada na carpintaria, na engenharia e na arquitetura, em especial, na construção da estrutura dos telhados, conhecida como tesoura ou treliça, feita em madeira e composta por diversos triângulos. Tais triângulos impedem que um ventinho qualquer abale a estrutura, podendo levar o telhado chão abaixo, o que, certamente, aconteceria se fosse constituída por quadriláteros, por exemplo.  fonte= http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.p hp?idPagina=27324
  19. 19. Primeiros elementos da geometria.  NATUREZA
  20. 20.  A harmonia da natureza também na simetria...
  21. 21.  A natureza nos oferece uma diversidade de exemplo que podemos utilizar em sala de aula, estabelecendo conexão entre a geometria e outras áreas do conhecimento.  RELAÇÃO-FORMA-FUNCIONALIDADE P.21
  22. 22.  As figuras geométricas espaciais e planas possibilitam o individuo reconhecer, organizar, sistematizar e darem significados as sensações e aos estímulos recebidos pelos órgãos dos sentidos.  Tato= ao sentir as particularidades da figuras para descreve-las, Visão= identificar e analisar os atributos, classificar formas...
  23. 23.  E se espera que o aluno possa classificar estas figuras geométricas por meio de suas características, o que definimos como atributos definido; retas, lados, ângulos.  Os atributos podem ser relevantes como o descrito acima e tem também os irrelevantes distinguidos por cor, tamanho, orientações da imagem na pagina. P.21.
  24. 24.  Seção compartilhando:  Atividade 1: Observe a figura a seguir e responda as questões da pagina 73.  Triangulo, quadrado, Retângulo, Pentágono, Trapézio e Hexágono.  Leitura para consulta P. 21.
  25. 25.  Para que os alunos formem os conceitos de modo adequado, devemos considerar não apenas a quantidade de exemplo, mas a qualidade em que os atributos definidores e irrelevantes são modificados. P.22.
  26. 26. Possibilidades
  27. 27.  As crianças irão aprender geometria...  OBSERVANDO  MANIPULANDO  REPRESENTANDO  TRANSFORMANDO  CONSTRUINDO
  28. 28. Seção compartilhando:  Atividade 2:Construa e represente as figuras pedidas e reflita as possibilidades didáticas que o uso do Tangram pode oferecer. P.74.  Atividade 3: Construa as figuras Geométricas conforme as orientações descrita na P. 74 e 75.
  29. 29. Leitura deleite pela professora Cleunice
  30. 30. Assim, nas atividades geométricas realizadas no primeiro ciclo, é importante estimular os alunos a progredir na capacidade de estabelecer pontos de referencias em seu entorno, a situar-se no espaço, deslocando-se nele, dando e recebendo instruções, compreendendo termos como esquerda, direita, distancia, acima, abaixo, ao lado, na frente, perto, para descrever a posição, construindo itinerários. Também observar semelhanças e diferenças entre formas tridimensional e bidimensional, figuras planas e não planas, que construam e representem objetos de diferentes formas. PCN Matemática P.68-69.
  31. 31. Seção compartilhando  Atividade 4:Leia o relato da professora e Maria José e reflita com seus colegas quais os conceitos geométricos podem ser explorado com os alunos de diferentes anos e ciclo de alfabetização.
  32. 32.  CARTOGRAFIA  Ha diferentes tipos de mapas: cartas celestes, cartas náuticas, mapas rodoviários, mapas turísticos, geomorfológicos, etc. P49.  E cada um tem suas peculiaridades.
  33. 33.  E sendo imprescindível interpretar, ler o que determina mensagens (no caso, uma imagem visual, o mapa) pretende significar. Todo mapa deve ser decodificado, isto é para poder ter sentido pra quem vai usar. P 54.
  34. 34. Seção compartilhando  Atividade 9: (Adaptado) Em grupo, monte imagens aleatórias que seriam interessantes ao seu publico, escolha uma e descrever as orientações de como o outro fara para encontrar a escolhida.
  35. 35.  Ao criar seus mapas, as crianças podem perceber que os pontos de referencias usados para os mapas urbanos podem ser distintos daqueles usados nos mapas da zona rural, da horta, do quintal, da casa, escola, igreja, etc. P.57.
  36. 36. A professora Analice Cordeiro dos Santos Victor apresenta uma destas atividades no Portal do Professor do MEC (http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=23825).P. 58  PISTAS DO GRUPO 1  1. VÁ ATÉ A PORTA DA SALA, VIRE À ESQUERDA. ANTES DE CHEGAR À PORTA QUE DÁ PARA O CARACOL, VOCÊ ENCONTRARÁ A PRÓXIMA PISTA.  2. ENTRE NO CARACOL E FIQUE DE FRENTE PARA O PAINEL. ANDE DE LADO PARA A DIREITA E A PRÓXIMA PISTA IRÁ ENCONTRAR.  3. VÁ ATÉ O MEIO DA QUADRA E CAMINHE EM DIREÇÃO AO PALCO. CAMINHANDO A DIREITA DO PALCO OUTRA PISTA VAI ENCONTRAR.  4. DÊ 3 OU 4 PASSOS BEM LARGOS EM DIREÇÃO A LAVANDERIA E MAIS UMA PISTA ENCONTRARÁ.  5. CAMINHANDO EM DIREÇÃO AO PALCO O TESOURO VAI ENCONTRAR.
  37. 37.  Reconhecendo sua lateralidade (manifestação da preferencia de uso dos membros direitos e esquerdos pra a realização de certas tarefas), a criança pode evoluir dessa percepção que é própria, singular, restrita, ao conceito de lateralidade, ou seja, a compreender que sua “esquerda” coincide com a “direita” de quem está à sua frente e olhando para ela; ou que sua “esquerda” coincide com a “esquerda” de quem está ao seu lado, olhando da mesma direção que ela. A passagem da noção de lateralização para a de lateralidade está vinculada à orientação no espaço. (PIRES, CURI e CAMPOS, 2000, put Caderno 5, P. 60 e 61).
  38. 38. Seção compartilhando  Atividade 5: O texto “A lateralidade e os modos de se representar” aborda maneiras equivocadas de se trabalhar com a questão da lateralidade, Discuta com seus colegas as questões da pagina 78.  Leitura de apoio P. 59.
  39. 39.  Atividades que visem a percepção de um objeto e sua representação sob diferentes pontos de vista auxiliam as crianças na sistematização de suas percepções no que diz respeito à perspectiva. Por tanto, o trabalho desenvolvido pelo professor deve estar ancorado nos conhecimentos trazidos pelos alunos e enriquecidos pelo professor a partir de situações que são familiares, isto é, de objetos e situações do próprio universo infantil. P.62.
  40. 40.  Possibilidades...
  41. 41.  Dança da Chuva  * Formação em círculo; Cantar...  Chuva vai (p/frente)  Chuva vem (p/trás)  (circular batendo palmas)  Chuva miúda não molha ninguém.  Cai chuva, cai lá do céu (p/frente)  Cai chuva, no meu chapéu. (p/trás)
  42. 42. Seção compartilhando  Atividade 6: Leia o relato da professora e destaque os “Direitos” trabalhados e as possibilidades de continuidade desta atividade.  Atividade 7: Analise a proposta de trabalho e crie mais uma proposta a ser trabalhada. P. 79 ao 82. Leitura de apoio P. 60.
  43. 43. Seção compartilhando  Atividade 10: Leitura coletiva do grande grupo e discussão sobre outras possibilidades de se encontrar objetos ou pessoas em um plano. P. 85 ao 88.
  44. 44. Leitura Deleite pela professora Lourdes
  45. 45. Seção compartilhando:  Atividade 11: Escolha uma colega e meça ela com barbante as suas principais dimensões e divida o barbante ao meio, e repita este procedimento quantas vezes forem necessário até caber na folha.
  46. 46.  Atividade 12: Compartilhando Jogos possíveis para se trabalhar Geometria.
  47. 47. Ler e Entender?!  Leia o texto e responda as perguntas:  Isabel esticurava um po e o artamunia a Carmem. Alberto não pintaculava pos ni tenas, porque Isabel e Carmem custoniam nipas. (*)  1- Quem esticurava o po?  2- Por que Alberto não pintaculava pos ni tenas?  3- O que Isabel e Carmem custoniam?  Proposta de reflexão / UNESP- Pólo de Sorocaba/Formadoras: Michele Regina Ferreira/Sabrina de Almeida
  48. 48.  Ler vai muito além do identificar palavras no texto.  Quando percebemos o por que estamos lendo, certamente superamos o paradigma do ler por ler. Não basta aprender a ler, é necessário aprender para que lemos: necessário interpretar os conteúdos e construir significado, para que a leitura, enquanto exercício de inteligência, cumpra o seu papel. Não sendo um ato mecânico, do juntar silabas e formar palavras, mas o dialogar com o texto a maneira de pensar do autor, uma participação ativa na produção dos sentidos dos textos.
  49. 49.  A compreensão e a proficiência na leitura evoluem ao longo do desenvolvimento da criança e relacionam-se com a compreensão de outras informações que a criança obtém através de outros sistemas de comunicação além da escrita. A compreensão da informação linguística depende do desenvolvimento das capacidades cognitivas para selecionar, processar e (re)organizar informações, mas depende igualmente do nível dos conhecimentos prévios em relação à língua e aos conteúdos abordados no texto.  Susana Gonçalves. Aprender a ler e compreensão do texto: processos cognitivos e estratégias de ensino
  50. 50.  Ao saber localizar e inferir informações, de forma cada vez mais autônoma, essas crianças podem também se beneficiar das informações que leem em diferentes suportes e gêneros textuais, tanto para aprender os conteúdos escolares, quanto para satisfazer sua curiosidade, fora da escola, sobre qualquer tema, e ainda discernir entre o que é um fato apontado pelo autor, no texto, e o posicionamento que o autor assume diante desse fato, o que envolve uma ação de interpretação e de avaliação crítica, ainda que de forma inicial.  www.alfabetizario.caedufjf.net/wp-content/.../ARTIGO_ALFA_LP.pdf
  51. 51. De modo esquemático, o professor pode considerar a seguinte sequência básica no estudo de diferentes suportes e gêneros textuais:  exploração das condições de produção do material em questão (Quem escreveu? Para quem escreveu? Por que escreveu? Para que escreveu? Onde circula? Como se organiza, de modo geral? etc.);  estabelecimento de objetivos de leitura do material (Ler para descobrir, comparar, concordar, discordar etc.) e levantamento de hipóteses sobre o que pode ser o tema/assunto do texto e o que o aluno sabe a esse respeito;  www.alfabetizario.caedufjf.net/wp-content/.../ARTIGO_ALFA_LP.pdf
  52. 52.  leitura do suporte ou gênero, atentando para a possibilidade de variação nessa prática (individual, em dupla, coletiva, pelo professor, de forma silenciosa, em voz alta etc.); comprovação (ou não) das hipóteses levantadas, novidades encontradas no texto e satisfação (ou não) dos objetivos de leitura da turma;  exploração de informações explícitas do texto; exploração de informações implícitas, que as marcas do texto permitem levantar, e de outros materiais de leitura, que podem servir para esclarecer o que não foi compreendido;  recuperação do esquema percorrido pelo autor em seu texto, ou seja, qual o seu objetivo e como ele organizou as informações para alcançá-lo (O texto trata do quê? O que se diz sobre isso?).  www.alfabetizario.caedufjf.net/wp-content/.../ARTIGO_ALFA_LP.pdf
  53. 53.  A escola é a primeira instituição, para muitas crianças no ensino a leitura. Tendo então o compromisso de organizar esta ação de uma forma significativa e, para que seja efetivado, o comportamento mecânico não contribuirá muito, Sendo necessário ser encarado como uma atividade construtiva e empenhada do aluno, num emaranhado de situações do que o aluno já sabe e o que ele poderá alcançar conforme seus objetivos. E quando tomar para si este conceito, a criança perceberá a real necessidade da leitura, e assim empenhar-se assegurando que o ato de ler é um verdadeiro ato de aprendizagem.
  54. 54.  Vídeo: O perigo de uma única história. Palestra de Adichie.
  55. 55. TAREFA  Leitura do texto “A geometria e o ciclo de alfabetização”, retire os principais pontos.  Aplicar e registrar uma das atividades que foram escolhidas pelo grupo.
  56. 56. Fica a dica! Obrigada a todos!
  57. 57. REFERÊNCIAS BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio a Educação Básica. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: Geometria. Brasília: MEC, SEB, 2014. Susana Gonçalves. Aprender a ler e compreensão do texto: processos cognitivos e estratégias de ensino PCNs: Matemática. INTERNET  www.alfabetizario.caedufjf.net/wp-content/.../ARTIGO_ALFA_LP.pdf http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.php?idP agina=27324

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