Capital Industrial

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Revolução Industrial e Capitalismo

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Capital Industrial

  1. 1. INDUSTRIALIZAÇÃO CAPITALISMO E A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL-URBANA
  2. 2. CAPITALISMO INDUSTRIAL Marx, em O Capital, afirma que o capitalismo comercial se caracterizava por ser exterior à produção - o lucro advinha do transporte e comercialização das mercadorias produzidas de forma pré-capitalista (os trabalhadores ainda não eram separados da propriedade dos meios de produção e eles vendiam ao capitalista comercial apenas o excedente de sua produção). Em contraposição, o capitalismo industrial adentrou na produção de mercadorias, formatou a produção de modo que o lucro é o objetivo direto das coisas produzidas, e, para tal, separou a população de seus meios de produção e formou uma classe que, sem ter meios de vida, vê-se necessitada de vender sua capacidade de trabalhar (força de trabalho) como uma mercadoria a fim de conseguir um salário que lhe permita sobreviver. Essa classe é o proletariado. Comprando a capacidade de agir e atuar da população, os capitalistas agora possuem o poder de tornar toda a produção em produção para o capital. O trabalho assalariado é, pois, a relação social fundamental do capitalismo industrial.
  3. 3. Manchester, England ("Cottonopolis"), pictured in 1840, showing the mass of factory chimneys.
  4. 4. A Bethlehem Steel, fundada em 1857 em Bethlehem, Pensilvânia, nos Estados Unidos, chegou a ser a segunda maior siderúrgica do mundo.
  5. 5. Desenvolvimento técnico e científico # “casamento” entre ciência e o capital. # Inovações ligadas a ganhos de produtividade, sistemas produtivos # Primeira e segunda revolução Industrial (carvão – petróleo – eletricidade) # Força Mecânica e Fontes de Energia # Telecomunicações (telégrafo) # Invenções e patentes Industriais
  6. 6. Sächsische Maschinenfabrik in Chemnitz, Germany, 1868
  7. 7. MODERNIDADE / CONTEMPORÂNEO Cidade ou Urbe como local de acontecimento – centro político, econômico e cultural Fábrica, moradias, o cortiço, a classe trabalhadora (proletariado), a burguesia (o capitalista) Processo contínuo de êxodo rural – expansão das infra estruturas urbanas – modernização
  8. 8. EXPOSIÇÃO UNIVERSAL PARIS 1889
  9. 9. Modernidade é definida como sendo um termo utilizado para articular um senso de diferenciação com relação ao passado, e descrever uma identidade peculiarmente moderna. Baudelaire define-a como sendo o transitório, o fugidio, o contingente, a metade da arte, cuja outra metade é o eterno e o imutável.
  10. 10. ILUMINISMO E DEMOCRACIA O Iluminismo exerceu vasta influência sobre a vida política e intelectual da maior parte dos países ocidentais. A época do Iluminismo foi marcada por transformações políticas tais como a criação e consolidação de estados-nação, a expansão de direitos civis e a redução da influência de instituições hierárquicas como a nobreza e a igreja. o ideário iluminista é associado ao surgimento das principais correntes de pensamento que caracterizariam o século XIX, o liberalismo, o socialismo, e as repúblicas democráticas. Bem como a inúmeras revoluções políticas, levantes e insurgências que ocorreram nesse período.
  11. 11. ESTADOS NAÇÕES E NEOCOLONIALISMO A ideia de nação está geralmente associada ao sentimento e a consciência coletiva de valores e de tradições históricas e culturais, bem como a um destino comum que confere a um grupo de pessoas um sentimento de identidade nacional, tendo, nesse caso, o mesmo significado da palavra povo. Os Estados que se formavam estavam vinculados a um poder, a um povo, a um território e as suas fronteiras, que no período moderno emolduravam o Estado Nação. Na realidade, estes estados não eram homogêneos, pois formavam-se com a unificação de diversas nações, que possuíam diferenças linguísticas e étnicas a partir de um projeto de identificação nacional empreendido nas instituições de educação e cultura.
  12. 12. Thomas Hobbes, em seu livro o Leviatã, justificou a necessidade do Estado despótico. Para Hobbes, na sociedade primitiva ninguém estava sujeito às leis, todos estando em guerra entre si (bellum omnia omnes) – o homem era como um lobo para o próprio homem (homo homini lupus). Posteriormente, o homem dotado da razão e do sentimento de autoconservação buscou unir-se em uma sociedade civil, mediante um contrato segundo o qual cada um cede seus direitos ao soberano. Maquiavel, no livro O Príncipe, aconselha o soberano florentino a que fique acima das considerações morais, mantendo a autonomia política. Para ele, “os fins justificam os meios” e a razão de Estado deve sobrepor-se a tudo, ou seja, o soberano tudo pode fazer pelo bem-estar do país.
  13. 13. Neocolonialismo é o processo de dominação política e econômica estabelecido pelas potências capitalistas emergentes ao longo do século XIX e início do século XX, que culmina com a Partilha da África e da Ásia, (colonização da África e da Ásia). A disputa por novas terras envolve Reino Unido, França e Bélgica, primeiras potências industrializadas; Alemanha e Estados Unidos, que conhecem o apogeu industrial e econômico a partir de 1870; e Itália, Rússia e Japão, que ingressavam na via da industrialização.

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