A VARIÁVEL FECUNDIDADECOMO COMPONENTE DOS ESTUDOSDEMOGRÁFICOSA expressão fecundidade ,segundoElza S. Berquó, no capitulo 3...
Ciclo Reprodutivo em Gerações       Menarca               Período Reprodutivo                 Menopausa
Período reprodutivo compreendido entreos 15 e 49 anos de Idade. Variando emalguns casos de mulher para mulher.Assim explic...
A expressão matemática é 3%ººEm outro sentido, vem o conceitode Fertilidade# Fecundidade.Fertilidade refere-se a capacidad...
Deriva que nem toda mulher fértil efecunda.E ainda que a Fecundidade é variávelanalítica dos estudos de população edemogra...
Fatores diversos interferem nasduas variáveis.Berquó afirma “ fatores endógenoscomo a constituição física da mulhere sua i...
O que você pensa sobre isso?
Jacques Verriére já havia afirmadoque:“ A Fecundidade humana é umfenômeno social pelo menos tantoquanto biológico.”
Jacques Verriére aponta a existência de  dois inconveniente perigosos aos  efetivos populacionais:  - A diminuição catastr...
A proliferação, capaz de conduzir àesterilização do território porsuperexploração( em condiçõestecnológicas tidas por está...
Uma preocupação inversa: em KENNEDY,Paul. Preparando para o século XXI. Rio deJaneiro:Campus, 1993.  “Em 1825, quando Malt...
Nos cem anos que se seguiram, apopulação mundial duplicou para 2bilhões, e no meio século seguinte(de1925 a 1976) voltou a...
As previsões dos Demógrafos seconfirmarão o tamanho médio dasfamílias diminuíram, influenciadaspelas condições de urbaniza...
Se assim está ocorrendo, aspreocupações de KENNEDY fazsentido?Dizia que: “A população crescentedo mundo continua a procria...
03 - ENEM – 2004 - Ao longo doséculo XX, as características dapopulação brasileira mudarammuito. Os gráficos mostram asalt...
Comparando-se os dados dos gráficos,pode-se concluir que(A) o aumento relativo da população rural éacompanhado pela reduçã...
Kennedy enfatiza:“Antes de chegar aos chamadosníveis de “fecundidade dereposição global”, que asautoridades das Nações Uni...
Uma outra forma de compreender osnúmeros: O aumento anual dapopulação“No período de 1950-1955, o acréscimoanual à populaçã...
Igual a população do México. Se afecundidade mundial futura seguir aestimativa mais elevada, os anos de1995-2000 poderiam ...
Fenômeno que está acontecendoem Países em desenvolvimento.Kennedy interroga e responde: “ Porque as populações de certos p...
Que tem agora, pela primeira vez,uma geração com reduçõessignificativas nas taxas demortalidade. Historicamente, astaxas d...
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“Transição demográfica consisteem uma sucessão de fases pelasquais uma população passa àmedida que entra no quechamamos de...
O gráfico abaixo apresenta atransição demográfica brasileira:
ApresentaçãoOs indicadores listados são os mesmos calculados pelaREDE Interagencial de Informação para a Saúde (RIPSA) epu...
IndicadorC.1 Taxa de mortalidade infantilTaxa de mortalidade infantil neonatal precoceóbitos ≤ 6 dias x 1.000nascidos vivo...
C.3 Taxa de mortalidade maternaóbitos por causas maternasx 100.000nascidos vivosComo este tipo de óbito é raro, fazera méd...
C.4 Mortalidade proporcional (%) por gruposde causas óbitos x 1.000total de óbitosDoenças infecciosas e parasitárias (códi...
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C.5 Mortalidade proporcional (%) por causasmal definidas óbitos por causas mal definidastotalde óbitos CID-10, Capítulo XV...
C.6 Mortalidade proporcional (%) pordoença diarréica aguda em < 5 anos deidade óbitos por diarréica aguda < 5anostotal de ...
Nominador: http://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores desaúde > Estatísticas Vitais - Mortalidade eNasci...
C.8 Taxa de mortalidade por doenças doaparelho circulatório óbitos x100.000populaçãoDoenças do aparelho circulatório (CID-...
http://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores desaúde > Estatísticas Vitais - Mortalidade eNascidos Vivos >...
Nominador: http://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores desaúde > Estatísticas Vitais - Mortalidade eNasci...
Secretaria de Saúde realiza I FórumMunicipal de Mortalidade Materna e Infantil- Secretaria de Saúde – Na Paraíba-Cabedelo
http://www.cabedelo.pb.gov.br/index.aspA redução da mortalidade infantil e maternano Brasil, ainda é um desafio para osser...
http://www.cabedelo.pb.gov.br/noticia_completa.asp?noticia=515   Ciente dessa realidade e reconhecendo a   mortalidade inf...
...       A implantação e organização desse      Comitê são imprescindíveis, por      representar um espaço de discussão  ...
Quadro epidemiológico e mortalidade
Autores:Carlos BatistellaCausas Externas: violência e acidentes detrânsito“ Os acidentes e violências vêm ganhandocada vez...
Na faixa de idade de maiores de 1 a44 anos de idade, esses eventosrepresentam a primeira causa demorte e nas internações h...
http://www.epsjv.fiocruz.br/pdtsp/index.php?s_livro_id=6&area_id=2&autor_id=&capitulo_id=24&sub_capitulo_id=84&arquivo=ver...
Sobre o problema da AIDs no BRASIl  Dados do último Boletim Epidemiológico do  Ministério da Saúde apontam que a mortalida...
Você pode se cuidar! Previna-se!
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  1. 1. A VARIÁVEL FECUNDIDADECOMO COMPONENTE DOS ESTUDOSDEMOGRÁFICOSA expressão fecundidade ,segundoElza S. Berquó, no capitulo 3 doLivro Dinâmica da População: Teoria,métodos e técnicas de análise, deautoria da Jair L.F. Santos et all, dizser expressão usada para designar odesempenho reprodutivo efetivo deuma mulher ou de um grupo demulheres que já completaram operíodo reprodutivo.
  2. 2. Ciclo Reprodutivo em Gerações Menarca Período Reprodutivo Menopausa
  3. 3. Período reprodutivo compreendido entreos 15 e 49 anos de Idade. Variando emalguns casos de mulher para mulher.Assim explica a autora:“...se um grupo de mil mulheres que jáatravessaram o período reprodutivoderam origem a 3.000 nascidos vivos,este número medirá a fecundidadecompleta dessas mulheres.”
  4. 4. A expressão matemática é 3%ººEm outro sentido, vem o conceitode Fertilidade# Fecundidade.Fertilidade refere-se a capacidadefisiológica que tem a mulher deconceber uma criança.
  5. 5. Deriva que nem toda mulher fértil efecunda.E ainda que a Fecundidade é variávelanalítica dos estudos de população edemografia, enquanto que fertilidade éelemento de interesse da Biologia,ciências da saúde e das pessoas deforma geral.
  6. 6. Fatores diversos interferem nasduas variáveis.Berquó afirma “ fatores endógenoscomo a constituição física da mulhere sua idade tem-se mostrado degrande importância para que oproduto da concepção não se percaantes de chegar a termo”.
  7. 7. O que você pensa sobre isso?
  8. 8. Jacques Verriére já havia afirmadoque:“ A Fecundidade humana é umfenômeno social pelo menos tantoquanto biológico.”
  9. 9. Jacques Verriére aponta a existência de dois inconveniente perigosos aos efetivos populacionais: - A diminuição catastrófica, suscetívelde impossibilitar o domínio do meio natural e de colocar em perigo a transmissão da cultura do grupo e;
  10. 10. A proliferação, capaz de conduzir àesterilização do território porsuperexploração( em condiçõestecnológicas tidas por estáveis),portadora de ameaças de tensõesinternas e de exploração política.
  11. 11. Uma preocupação inversa: em KENNEDY,Paul. Preparando para o século XXI. Rio deJaneiro:Campus, 1993. “Em 1825, quando Malthus estava fazendo as correções finais no seu primeiro Ensaio sobre a população, cerca de um bilhão de seres humanos, ocupavam o planeta, tendo sido necessário milhares de ano para chegar a esse total. Mas já então a industrialização e a medicina moderna estavam possibilitando o crescimento populacional em taxas muito altas.
  12. 12. Nos cem anos que se seguiram, apopulação mundial duplicou para 2bilhões, e no meio século seguinte(de1925 a 1976) voltou a duplicar para 4bilhões. Em 1990 esse númeroavançara para 5,3 bilhões.² É certoque a taxa de aumento diminuiu nasúltimas décadas, porque as taxasgerais de fecundidade estãodiminuindo em muitos países.”
  13. 13. As previsões dos Demógrafos seconfirmarão o tamanho médio dasfamílias diminuíram, influenciadaspelas condições de urbanização eoutros fatores incidiram a transiçãodemográfica.Estabilização dos números.
  14. 14. Se assim está ocorrendo, aspreocupações de KENNEDY fazsentido?Dizia que: “A população crescentedo mundo continua a procriar maisdo que morrer, o efeito é parecidocom um superpetroleiro que começaa diminuir a marcha em pleno mar.Mesmo desacelerando, ele aindatem uma distância considerável apercorrer até parar.”
  15. 15. 03 - ENEM – 2004 - Ao longo doséculo XX, as características dapopulação brasileira mudarammuito. Os gráficos mostram asalterações na distribuição dapopulação da cidade e docampo e na taxa defecundidade (número de filhospor mulher) no período entre1940 e 2000.
  16. 16. Comparando-se os dados dos gráficos,pode-se concluir que(A) o aumento relativo da população rural éacompanhado pela redução da taxa defecundidade.(B) quando predominava a população rural,as mulheres tinham em média três vezesmenos filhos do que hoje.(C) a diminuição relativa da população ruralcoincide com o aumento do número defilhos por mulher.(D) quanto mais aumenta o número depessoas morando em cidades, maior passaa ser a taxa de fecundidade.(E) com a intensificação do processo deurbanização, o número de filhos por mulhertende a ser menor.
  17. 17. Kennedy enfatiza:“Antes de chegar aos chamadosníveis de “fecundidade dereposição global”, que asautoridades das Nações Unidasacreditam possam ser alcançadosaproximadamente em 2045, osuperpetroleiro da população teráavançado muito.” (Kennedy,1993)
  18. 18. Uma outra forma de compreender osnúmeros: O aumento anual dapopulação“No período de 1950-1955, o acréscimoanual à população do mundo foi cerca de47 milhões de habitantes-um poucomenos do que a população atual daInglaterra e País de Gales, hoje. Noperíodo de 1985-1990, a população daTerra estava recebendo um acréscimo de88 milhões de pessoas todo ano -
  19. 19. Igual a população do México. Se afecundidade mundial futura seguir aestimativa mais elevada, os anos de1995-2000 poderiam ver umaumento anual em torno de 112milhões – igual à atual populaçãonigeriana.” p.25
  20. 20. Fenômeno que está acontecendoem Países em desenvolvimento.Kennedy interroga e responde: “ Porque as populações de certos paísescrescem tão depressa: A respostasimples é que eles estão hoje namesma posição da Inglaterra eFrança na época da Malthus, isto é,são basicamente sociedadesagrárias
  21. 21. Que tem agora, pela primeira vez,uma geração com reduçõessignificativas nas taxas demortalidade. Historicamente, astaxas de fecundidade nassociedades agrárias são em geralmuito elevadas, mas também sãoelevadas as taxas de mortalidade,sobretudo entre as crianças.”
  22. 22. http://pepartidoescolar.blogspot.com.br/2010/03/crescimento-populacional.html“Países subdesenvolvidos - Base largasendo reflexo das elevadas taxas denatalidade, sendo determinante naprevalência de jovens. A parteintermediária tende a crescer emdecorrência do envelhecimento dosjovens. Em muitos países ainda não épredominante o ápice estreito reflexoda baixa expectativa de vida.”
  23. 23. “Transição demográfica consisteem uma sucessão de fases pelasquais uma população passa àmedida que entra no quechamamos de modernidade, isto éuma sociedade agrária tradicionaltransforma-se numa sociedademoderna, industrial e urbana.”
  24. 24. O gráfico abaixo apresenta atransição demográfica brasileira:
  25. 25. ApresentaçãoOs indicadores listados são os mesmos calculados pelaREDE Interagencial de Informação para a Saúde (RIPSA) epublicados anualmente nos folhetos de Indicadores e DadosBásicos para a Saúde no Brasil (IDB). A RIPSA publicaindicadores agregados nos níveis nacional, regional,estadual e para as capitais. O propósito dessa apresentaçãoé fornecer os detalhes dos cálculos e algumas fontes dedados que permitirão ao administrador ou pesquisador fazeros mesmos cálculos nos níveis de regional de saúde, microe mesorregião, e do município. O significado de cadaindicador e como usá-lo na avaliação, planejamento eadministração de recursos e atividades de saúde pode serencontrado no livro Indicadores Básicos para a Saúde noBrasil: conceitos e aplicações - 2ª Edição (2008).
  26. 26. IndicadorC.1 Taxa de mortalidade infantilTaxa de mortalidade infantil neonatal precoceóbitos ≤ 6 dias x 1.000nascidos vivosTaxa de mortalidade infantil neonatal tardiaóbitos > 6 e < 28 dias x 1.000nascidos vivosTaxa de mortalidade infantil pós-neonatalóbitos ≥ 28 dias x 1.000nascidos vivosC2 Taxa de mortalidade perinatal(óbitos fetais +óbitos neonatais precoces)x 1.000óbitos fetais + nascidos vivosóbito fetal = óbitos com ≥ 22 semanas, ou 154dias, completas de gestação
  27. 27. C.3 Taxa de mortalidade maternaóbitos por causas maternasx 100.000nascidos vivosComo este tipo de óbito é raro, fazera média de três anos
  28. 28. C.4 Mortalidade proporcional (%) por gruposde causas óbitos x 1.000total de óbitosDoenças infecciosas e parasitárias (códigos A00-B99)Neoplasias (códigos C00-D48)Doenças do aparelho circulatório (códigos I00-I99)Doenças do aparelho respiratório (códigos J00-J99)Afecções originadas no período perinatal (códigosP00-P96)Causas externas (códigos V01-Y98)Demais causas definidas (todos os demaiscapítulos, exceto o XVIII e o XXI)
  29. 29. http://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores de saúde > Cadernode Informação em saúde > UF > Municí-pio > Mortalidadehttp://www.saude.rs.gov.br/Organograma > Departamento de Ações em saúde (DAS) >Núcleo de Informações de Saúde (NIS) > Relatórios - BaseAnual SIM e SINASC > Mortalidade Geralhttp://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores de saúde >Estatísticas Vitais - Mortalidade e Nascidos Vivos >Mortalidade geral - desde 1979Capítulo do CID-10: XVIII
  30. 30. C.5 Mortalidade proporcional (%) por causasmal definidas óbitos por causas mal definidastotalde óbitos CID-10, Capítulo XVIII, Códigos R00 aR99 por sexo por faixa etária<1 ano1-4 anos5-9 anos10-19 anos20-29 anos30-39 anos40-49 anos50-59 anos60-69 anos70 anos e mais http://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores de saúde >Estatísticas Vitais - Mortalidade e Nascidos Vivos >Mortalidade geral - desde 1979Capítulo do CID-10: XVIII
  31. 31. C.6 Mortalidade proporcional (%) pordoença diarréica aguda em < 5 anos deidade óbitos por diarréica aguda < 5anostotal de óbitos < 5 anosCID-10, Códigos A00 a A09Anual SIM e SINASC > Mortalidade InfantilC.7 Mortalidade proporcional (%) porinfecção respiratória aguda (IRA) em < 5anos de idade óbitos por IRA < 5anostotal de óbitos < 5 anosCID-10, Códigos J00 a J22
  32. 32. Nominador: http://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores desaúde > Estatísticas Vitais - Mortalidade eNascidos Vivos > Mortalidade geralCausa - CID-10: Selecionar Influenza +Pneumonia + Bronquiolite + restante deoutras inf agudas de vias aéreas inferioresFaixa etária: Selecionar menores de 1 ano+ 1 a 4 anosDenominador:http://www.datasus.gov.br/Repetir por Causa - CID-10: Todascategorias
  33. 33. C.8 Taxa de mortalidade por doenças doaparelho circulatório óbitos x100.000populaçãoDoenças do aparelho circulatório (CID-10, I00a I99)Doenças isquêmicas do coração (CID-10,068)Doenças cerebrovasculares (CID-10 070)por sexo por faixa etária0-29 anos30-39 anos40-49 anos50-59 anos60-69 anos70 anos e mais
  34. 34. http://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores desaúde > Estatísticas Vitais - Mortalidade eNascidos Vivos > Mortalidade geralCID-10: Capítulo IXRepetir por Causa CID-10: Todascategoriashttp://www.saude.rs.gov.br/Organograma > Departamento de Açõesem saúde (DAS) > Núcleo de Informaçõesde Saúde (NIS) > Relatórios - Base AnualSIM e SINASC > Mortalidade Infantil
  35. 35. Nominador: http://www.datasus.gov.br/Informações de Saúde > Indicadores desaúde > Estatísticas Vitais - Mortalidade eNascidos Vivos > Mortalidade geralCausa CID-10: Selecionar Cólera + Diarréia eGastr de origem infecciosa presumível +Febres tifóide e paratifóide + Restante deoutras doenças infecciosas intestinaisFaixa etária: Selecionar menores de 1 ano +1 a 4 anosDenominador: http://www.datasus.gov.br/Repetir por Causa CID-10: Todas categoriashttp://www.saude.rs.gov.br/Organograma > Departamento de Ações emsaúde (DAS) > Núcleo de Informações deSaúde (NIS) > Relatórios - Base Anual SIM eSINASC > Mortalidade Infantil
  36. 36. Secretaria de Saúde realiza I FórumMunicipal de Mortalidade Materna e Infantil- Secretaria de Saúde – Na Paraíba-Cabedelo
  37. 37. http://www.cabedelo.pb.gov.br/index.aspA redução da mortalidade infantil e maternano Brasil, ainda é um desafio para osserviços de saúde, os gestores e asociedade como um todo. Apesar dodeclínio que vem sendo observado nessastaxas, a velocidade de queda está aquémdo desejado, resultando em índices aindamuito elevados.A cidade de Cabedelo, de acordo comavaliação do Ministério da Saúde, estáentre os vinte e um municípios do Estadoda Paraíba considerados prioritários para aredução da mortalidade infantil, diante dosvalores preocupantes desse indicador.
  38. 38. http://www.cabedelo.pb.gov.br/noticia_completa.asp?noticia=515 Ciente dessa realidade e reconhecendo a mortalidade infantil e materna como grave problema de saúde pública, a gestão municipal decidiu enfrentar esse desafio, priorizando ações com vistas a reduzir esses óbitos. Para tanto, resolveu adotar como estratégia inicial de enfrentamento desse agravo, a ferramenta considerada mais importante, que é instalar e fazer funcionar efetivamente o COMITÊ DE MORTALIDADE MATERNA E INFANTIL.
  39. 39. ... A implantação e organização desse Comitê são imprescindíveis, por representar um espaço de discussão entre profissionais de saúde e gestores, viabilizando por meio da reflexão e da análise crítica dos óbitos ocorridos no estabelecimento de saúde, a identificação das causas, responsabilidades e de proposição de medidas de prevenção de novas ocorrências.
  40. 40. Quadro epidemiológico e mortalidade
  41. 41. Autores:Carlos BatistellaCausas Externas: violência e acidentes detrânsito“ Os acidentes e violências vêm ganhandocada vez mais importância no perfilepidemiológico do nosso país. Em 1930,as causas externas ocupavam a sextaposição da classificação de mortes porcausas definidas da população brasileira,representando 2,6% dos óbitos, passandoa ocupar o terceiro lugar entre todos osóbitos com causas conhecidas em 2002(14,9% dos óbitos totais).”N
  42. 42. Na faixa de idade de maiores de 1 a44 anos de idade, esses eventosrepresentam a primeira causa demorte e nas internações hospitalares,na faixa etária de 10 a 29 anos, ascausas externas representam asegunda maior causa de morbidadehospitalar. São principalmente oshomicídios e os acidentes detransportes terrestres os grandesresponsáveis por essas altas taxasde morbimortalidade.
  43. 43. http://www.epsjv.fiocruz.br/pdtsp/index.php?s_livro_id=6&area_id=2&autor_id=&capitulo_id=24&sub_capitulo_id=84&arquivo=ver_conteudo_2 “Existe um grande diferencial deste problema de saúde pública, segundo sexo. De um total de 126.550 óbitos por acidentes e violências notificados ao SIM do Brasil em 2002, 106.714 (84,4%) ocorreram entre homens e 19.718 (15,6%) entre mulheres. Entre todos as causas de óbitos ocorridos em 2002, os acidentes e violências estão entre as que mais apresentam diferenças entre homens e mulheres, na razão de 5,4 óbitos masculinos para cada óbito feminino.”
  44. 44. Sobre o problema da AIDs no BRASIl Dados do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que a mortalidade por aids no Brasil é de 11 mil óbitos por ano, demonstrando que a doença, ainda hoje, revela-se como um importante problema de saúde pública no país. “Não pode ser natural 30 pessoas morrerem de aids por dia no Brasil”, afirma Mário Scheffer, presidente do Grupo Pela Vidda/SP. Segundo ele, o tema está banalizado. “Se um ônibus com 30 pessoas cai no precipício e nenhuma delas sobrevive, toda a mídia se mobiliza. No caso da aids, é como se tivéssemos uma tragédia diária dessas, mas ninguém fala sobre o assunto”, diz
  45. 45. Você pode se cuidar! Previna-se!

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