Apresentação final

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Apresentação final

  1. 1. Energia e as emissões de gases deefeito estufa associadas a sistemasestruturais de construçãoRaymond J Cole_Environmental Research Group School of Architecture University of BritishColumbia/ Vancouver/ CanadaReceived 7 September 1997, revised 15 February 1998, accepted 5 April 1998
  2. 2. EdificaçõesConstruçãoEstruturaEnergia EmbutidaEmissões gases efeito estufaRESUMO
  3. 3. 1. INTRODUÇÃOA noção de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV)• Análise e avaliação sobre o efeito ambiental dos materiais deconstrução, componentes e conjuntos em toda a vida da construção civil, uso edemolição• Ciclo de vida de edifícios : + complexo – envolve efeitos globais de uma sériede ciclos de vida e seus materiais constituintes, componentes, conjuntos esistemas.• Incluem todos aqueles incorridos na produção, utilização e remoção de umedifício;TAVARES, 2006
  4. 4. Fases da vida de um edifício:1. Avaliação da aquisição, produção eefeitos dos materiais para a construção;2. Uso de recursos e efeitos ambientais naprodução inicial da edificação;3. E.E. e efeitos recorrentes da utilizaçãodesses recursos na manutenção/operação e reforma da edificação;4. Uso de recursos e efeitos da demoliçãono final da vida útil;Específica ao materialou componentesozinhoEspecíficos para omaterial/componente esua aplicação1. INTRODUÇÃO
  5. 5. Energia Embutida InicialDiretaEnergia efetivamente consumida na construção de edifíciosIndiretaEnergia consumida na produção dos materiais de construçãoe seu transporte até o distribuidor.1. INTRODUÇÃO
  6. 6. E. E.: E emissões de gases de efeito estufa• Entendidas como sendo uma porção relativamente pequena na produção inicialde edifícios.• Estima-se que de 7 a 10% da E.E. seja da construção civil e o percentual relativoa gases de Efeito Estufa são desconhecidos;Objetivo principal do trabalho:• Verificar a proporção relativa de que o processo de construção representa nototal de energia Embutida Inicial (E.I.) e se existem diferenças significativas entreos 3 elementos estruturais escolhidos : Aço, Madeira e ConcretoNota: Exemplos escolhidos dentro da indústria de construção canadense – fazemparte do projeto ATHENA * – Desenvolvimento de uma ferramenta de avaliação dociclo de vida que permita comparar méritos relativos, quantidades de energiaemissões, resíduos e etc. associados a produção e instalação de projetosalternativos1. INTRODUÇÃO
  7. 7. 2 - PROCESSO DE ANÁLISE• Construção Estrutural:– Elementos essenciais de um edifício para suportar e apoiar as cargas previstas• Tabela com a gama de conjuntos estruturais examinados
  8. 8. 2 - PROCESSO DE ANÁLISE• O que foi analisado?- Construção de 1m² de uma parede ou de piso em cada sistema• Itens analisados:- Transporte dos materiais a partir de um centro de distribuição ao local- Transporte dos equipamentos- Transporte dos trabalhadores- Uso dos equipamentos na obra• Fontes de dados- Catálogo RS Means: tamanho da equipe e duração da tarefa;- Entrevistas com os empreiteiros: distâncias de transporte, resíduos e uso dosequipamentos
  9. 9. Processo de Construção:Efeitos Ambientais Mais Quantificáveis• Uso de Energia• Emissões Atmosféricas• Uso da Água• Resíduos Sólidos e LíquidosEfeitos Ambientais Menos Quantificáveis : Complexos e MalDocumentados• Remoção de Terra• Alteração do Ecossistema• Distribuição da Vegetação• Interferência nas lençóis freáticos2 - PROCESSO DE ANÁLISEFATORES AMBIENTAISdesconsideradoconsiderado
  10. 10. O CONSUMO DE ENERGIA2 - PROCESSO DE ANÁLISE• Energia utilizada pelos equipamentos na obra• Energia utilizada para produção de combustíveis utilizados para otransporte de funcionários, materiais, equipamentos e uso na obraconsideradoconsiderado
  11. 11. AS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA• Gases emitidos no processo de construção:– CO2 (dióxido de carbono)– CO (monóxido de carbono)– NOx (óxidos de azoto)– CH4 (metano)• Os gases tem efeito de equivalência de CO2– Ponderação de gases = CO2 + CO*3 + NOx*150 + CH4*632 - PROCESSO DE ANÁLISE
  12. 12. VARIAÇÕES CLIMÁTICAS2 - PROCESSO DE ANÁLISEPOSSÍVEIS DIFERENÇAS REGIONAISinverno canadensequestão críticadificulta a realizaçãodo trabalhoaumenta o consumo deenergia e emissão de gasesmais tempo de obra pelabaixa produtividademaior número deviagem dos operáriosutilização de aquecimentotemporário na obraaquecimento temporáriopara cura do concretodesconsideradosconsiderado
  13. 13. MISTURA DE COMBUSTÍVEL E FATORES DE EMISSÃO2 - PROCESSO DE ANÁLISEPOSSÍVEIS DIFERENÇAS REGIONAISdiferenças regionais nautilização de combustíveispara transporte e uso na obraconsideradodiferenças regionais naprodução de energiafoi adotada umamédia nacionalfoi adotado uma médiaconsiderado
  14. 14. DISTÂNCIAS DE TRANSPORTEPOSSÍVEIS DIFERENÇAS REGIONAIS2 - PROCESSO DE ANÁLISEdistâncias para transportede materiais, equipamentos e operáriosdifere de projeto para projetoconsideradofoi adotada umavariável de acordo com cada casorepresenta o componentemais significativo
  15. 15. PRÁTICAS / TÉCNICAS REGIONAISPOSSÍVEIS DIFERENÇAS REGIONAIS2 - PROCESSO DE ANÁLISEdiferenças de clima geramdiferenças na prática de construçãoex: geadas, nevascas, etcafeta mais questões deisolamento, revestimento eacabamentodo que de estruturadesconsiderado
  16. 16. 2 - PROCESSO DE ANÁLISEfatores considerados e desconsideradosinteresse na comparação entre sistemasnão pode ser considerada para análiseisolada de um sistema
  17. 17. • Transporte do trabalhador;• Transporte de materiais;• Transporte de equipamentos;• Uso de equipamentos;• Processos auxiliares na construção.3 – FATORES NA CONSTRUÇÃO
  18. 18. TRANSPORTE DO TRABALHADORConvenção:• Todos os trabalhadores serão transportados por veículos movidos àgasolina;• Distância média (ida e volta), igual para os três materiais: 50 km;• Jornada diária (8 horas) equivalente a 1 viagem ida-volta.Cálculo:Observação:• Horas de trabalho por área de montagem estrutural extraídas doCatálogo R.S. Means.3 – FATORES NA CONSTRUÇÃO
  19. 19. TRANSPORTE DE MATERIAISConvenção:• Centro de distribuição ao local da obra;• Transporte por veículo a diesel, com capacidade de 5-40 t;• Distância média (ida e volta), igual para os três materiais: 39 km;• Consumo de combustível: média entra a ida (carregado) e volta(vazio).Cálculo:Observação:• Consumo de combustível e tipo de veículo determinada através deentrevistas com fornecedores.3 – FATORES NA CONSTRUÇÃO
  20. 20. TRANSPORTE DE EQUIPAMENTOSConvenção:• Equipamento pesado (guindastes, empilhadeiras e outros);• Distância média (ida e volta), igual para os três materiais: 40km;• Consumo de combustível: média entra a ida (carregado) evolta (vazio).Cálculo:3 – FATORES NA CONSTRUÇÃO
  21. 21. USO DE EQUIPAMENTOSConvenção:• Equipamentos e ferramentas diversos (serras, compressores eoutros);• Uso de equipamento na jornada de 8 horas.Cálculo:Observação:• Uso de equipamentos por área de montagem extraídas doCatálogo R.S. Means.3 – FATORES NA CONSTRUÇÃO
  22. 22. PROCESSOS AUXILIARES NA CONSTRUÇÃO1. Fôrmas do concreto• Fôrmas em madeira;• Considerado a concretagem de piso e parede;• Reuso da fôrma: 10 vezes.2. Aquecimento para cura do concreto• 22-29 kW por 100 m2 de aquecimento necessário;• Considerado o aquecimento à gás (25,5 kW/h) pelo período de 24h;• Considerado aumento de 22 MJ/m.3. Aquecimento no transporte do concreto para evitar o congelamento• Diferentes métodos utilizados conforme a necessidade das condiçõesclimáticas (frio severo);• Complexidade de determinar o consumo adicional;• Não foi considerada na presente análise.3 – FATORES NA CONSTRUÇÃO
  23. 23. A quantia de energia da construção e emissões de gás do efeito estufa usadaspara transporte e energia local varia de um método estrutural ao outro.ENERGIA DA CONSTRUÇÃO E EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA4 - RESULTADOSMADEIRA AÇO CONCRETO• Transporte de funcionários - representa grande parte do total de energia e dasemissões de gases todos os módulos estruturais .• Vão/carga - a relação de energia por m² /vão e carga, em geral, é igualmenteproporcional.
  24. 24. Nas figuras abaixo pode-se observar dentro de cada ‘mancha’ um materialestrutural diferente. Aqui os números apresentados são absolutos.CONSTRUÇÃO EM RELAÇÃO AO TOTAL DE ENERGIA EMBUTIDA INICIAL4 - RESULTADOSMADEIRA AÇO CONCRETOSOMENTETRANSPORTEDEFUNCIONÁRIOSSEMTRANSPORTEDEFUNCIONÁRIOSCOMTRANSPORTEDEFUNCIONÁRIOS
  25. 25. CONSTRUÇÃO EM RELAÇÃO AO TOTAL DE ENERGIA EMBUTIDA INICIALA construção de estruturasem aço é baixa (2-5%). A construçãode estruturas em madeira podevariar de 6-16%. No entanto, aconstrução das estruturas deconcreto representa entre 11-25%da energia total inicial incorporada.Novamente, para as emissões degases de efeito estufa, a proporçãorelativa que a construção representaé maior do que para a energia (3-6%para as estruturas de aço, 8-20%para a madeira e 15-25% para oconcreto).4 - RESULTADOS
  26. 26. • O artigo fornece uma análise detalhada das emissões de gases de efeito estufa e energiaassociados com a construção de conjuntos estruturais do edifício.• Existem diferenças significativas entre a quantidade de E.E. E as Emissões entre os tressistemas estudados, sendo que o concreto é o que apresenta a diferença mais significativa;• Normalmente o transporte de trabalhadores é ignorado, quando isso for cosniderado, ovalor de E.E de 7-a 10% da construção será alto para madeira e aço, e muito baixo para oconcreto;• Quanto mais intensivo for o trabalho na construção civil, maior será a quantidade detransporte de trabalhador a ser considerada;• O transporte de trabalhadores de e para o local da obra representa a maior proporção deuso de energia na construção civil, e quando considerados na análise farão com que a aproporção de Energia Embutida na construção seja muito maior do que a assumida hoje.5 - CONCLUSÕES
  27. 27. CONSIDERAÇÕESRELEVÂNCIA DA PESQUISA E APLICABILIDADE NA REALIDADE BRASILEIRAPrincipais aspectos a serem reavaliados :• Diferenças dos meios de transporte;• Fatores culturais: predominância do concreto;• Tecnologia da construção: baixodesenvolvimento;• Fatores regionais e climáticos.
  28. 28. OBRIGADO!

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