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Defensores da Fé (Cristã) - Tópicos da Lição 4 da Revista (A História da Igreja) "Juvenis" da CPAD.

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    1. 1. Defensores da FÉ
    2. 2. ENFOQUE BÍBLICO “Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.” 1 Pedro 3.15
    3. 3. Texto Bíblico 1. Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, 2. Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. 3. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; 4. E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. 5. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério. 2 Timóteo 4. 1-5
    4. 4. “Apologia”?  Do grego: “Defesa” No início da Igreja cristã, houve um tipo de pressão que atingiu frontalmente a Igreja Antiga: a perseguição intelectual. Quando a Igreja Primitiva (neotestamentária) perdeu seus primeiros líderes, tornou-se alvo de violentos, e sucessivos, ataques intelectuais. A perseguição agora, não era mais realizada por generais ou soldados do império romano, conforme vimos na aula passada. Porém, a nova perseguição apresentava ataques na esfera intelectual. Eles eram oriundos da nobreza, dos filósofos, dos políticos e outros contemporâneos da cultura greco-romana. Para responder a esses ataques Deus levanta homens com habilidades filosóficas para defender o Evangelho. Eles são classificados por historiares eclesiásticos de “Apologistas”.
    5. 5. A Importância de os apologistas e o que defenderam Deus levantou defensores da fé, um grupo de escritores prolíficos que ficaram conhecidos como “Apologistas”. [...] Usamos o termo “apologistas” para designar um grupo de escritores cristãos (originalmente gregos) que escreveram importantes defesas da fé nos primeiros séculos da Igreja. Algumas vezes, eles escreveram para os imperadores. Em geral, seu objetivo era influenciar a opinião pública em relação a Jesus e abrir a mente das pessoas, para que estas considerassem a possibilidade de se tornarem cristãs.
    6. 6. PAULO E JOÃO - OS PRIMEIROS APOLOGISTAS Os primeiros embates teológicos de Paulo e João foram com os judeus. A linha de defesa é sempre a mesma: o cristianismo é a continuação do judaísmo. É o cumprimento das promessas feitas sobre o Messias. Assim combatiam os judaizantes (que ensinavam que os cristãos deveriam manter os rituais judaicos – Ver Atos 15.8-11). Combateram também o gnosticismo (“conhecimento”). Para o gnosticismo tudo que é material foi criado pelo deus mal e deve ser desprezado; assim, por exemplo, o casamento e tido como mau porque através dele o homem (corpo) se multiplica. Paulo combateu isto em 1Tm 4, 1. Tudo o que é espiritual teria sido criado pelo deus bom. João diz: “Deus é Luz, e não há treva nele – nenhuma” (1 Jo 1.5). Portanto o nosso Deus jamais poderia ser ruim.
    7. 7. Instantâneos Justino Mártir Alguns Apologistas
    8. 8. Quintus Septimius Florens Tertullianus, conhecido como Tertuliano (ca. 160 - ca. 220 dC) foi um autor das primeiras fases do Cristianismo, nascido em Cartago na província romana da África. Ele foi um primeiro autor cristão a produzir uma obra literária (corpus) em latim. Ele também foi um notável apologista cristão e um polemista contra a heresia. Orígenes de Alexandria (185 - 254) - é um dos maiores teólogos e escritores do começo do cristianismo. Com ele iniciou-se o posterior constante diálogo entre a filosofia e a fé cristã e uma tentativa de fusão das duas. Exemplo do pensamento de Orígenes: «O Espírito sopra onde quer (Jo 3, 8). Isto significa que o Espírito é um ser substancial e não, como alguns afirmam, uma simples força ou atividade de Deus sem existência individual. O Apóstolo (São Paulo), depois de enumerar os dons do Espírito, prossegue: "um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um de acordo com a sua vontade" (1 Cor 12, 11). Portanto, se atua e distribui de acordo com a sua vontade, é um ser substancial ativo, e não uma mera atividade ou manifestação.»
    9. 9. Justino (em latim: Flavius Iustinus ou Iustinus Martir), também conhecido como Justino Mártir ou Justino de Nablus (100 - 165) foi um teólogo do século II. Justino foi introduzido na fé diretamente por um velho homem que o envolveu numa discussão sobre problemas filosóficos e então lhe falou sobre Jesus. Ele falou a Justino sobre os profetas que vieram antes dos filósofos, ele disse, e que falou "como confiável testemunha da verdade". Eles profetizaram a vinda de Cristo e suas profecias se cumpriram em Jesus. Justino disse depois que "meu espírito foi imediatamente posto no fogo e uma afeição pelos profetas e para aqueles que são amigos de Cristo, tomaram conta de mim; enquanto ponderava nestas palavras, descobri que a sua era a única filosofia segura e útil". Justino "se consagrou totalmente a expansão e defesa da religião cristã".

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