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•Tem que ser acolhedor, incluir todas as pessoas.
•É importante que a pessoa que faça esse trabalho
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Aula 6 a formação dos agentes de prevenção

  1. 1. ABORDAGEMEDUCATIVA DAABORDAGEMEDUCATIVA DA DOENÇAS SEXUALMENTEDOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEISTRANSMISSÍVEIS A FORMAÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE
  2. 2. Para esclarecer dúvidas, transmitir as informações corretas e encaminhar adequadamente, é necessário que o Agente Comunitário de Saúde se capacite sobre os assuntos que envolvem a comunidade e se atualize constantemente. A FORMAÇÃO DOS ACS
  3. 3. O QUE PRECISAMOS SABER PARA FAZER O TRABALHO DE PREVENÇÃO?
  4. 4. Um bom começo é discutir e conversar sobre o próprio corpo e sobre a sexualidade. No campo da ação preventiva, a capacidade de se proteger tem a ver com esse conhecimento e com a reflexão sobre nossos desejos, medos, expectativas, prazeres.
  5. 5. As relações sexuais e a própria vivência da sexualidade são cercadas de muitas crenças e tabus que podem dificultar o trabalho de prevenção da AIDS e das outras doenças transmitidas pelo sexo.
  6. 6. É sentindo o jeito de cada morador/a, que os/as agentes vão dando o tom do trabalho: tem horas em que é possível usar do bom humor, noutras você apenas responde as perguntas, noutras você pergunta e por aí vai... O importante é respeitar o tempo e o limite de cada um/a.
  7. 7. LEMBRE-SE A INFORMAÇÃO E A REFLEXÃO SOBRE A PREVENÇÃO COMEÇAM POR VOCÊ!
  8. 8. PREVENÇÃO SE FAZ COM ESCUTA CONFIANÇA Nas conversas informais com os/as moradores/as, que ocorrem diariamente devido à enorme procura, o/a ACS deve se preocupar em escutar a todos/as de forma aberta e sem julgamentos. Não se deve esquecer que estas conversas precisam ser mantidas em sigilo para que o vínculo de confiança com os/as moradores/as seja conservado e se fortaleça o diálogo.
  9. 9. “O momento de escuta é muito importante. É fundamental parar um momento para escutar as pessoas da comunidade, as queixas e as demandas. Saber escutar e dar uma resposta que não assuste. A escuta da liderança não é uma escuta comum nem é uma escuta técnica, mas uma escuta para encaminhar. Ouvir para encaminhar, para orientar,para buscar uma solução com os recursos existentes e não julgar”. Grupo Consulta - Salvador
  10. 10. COMO DEVE SER UM AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE NA ABORDAGEM DAS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS,
  11. 11. •Tem que ser acolhedor, incluir todas as pessoas. •É importante que a pessoa que faça esse trabalho seja uma pessoa aberta, que esteja preparada para trabalhar com públicos diversos. •Ter atenção à ética e ao sigilo. •É preciso ver a pessoa como um todo e não em partes. •É preciso ter sempre esclarecimento, porque, em vez de ajudar, pode complicar ainda mais com informações desencontradas •Se não souber responder, é só dizer que vai consultar e falar a resposta depois. Quando for o caso, encaminhar diretamente para o serviço de saúde.
  12. 12. “Eu preciso limitar até onde eu posso ir, quem sou eu nessa história, qual o meu compromisso com essas pessoas e o que elas podem esperar de mim. Sou mulher, também tenho que trabalhar, cuidar de mim, dos meus filhos. Você não tem que resolver, interferir em todas as situações. Você vai colocando seus limites.” Grupo Consulta Rio de Janeiro

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