Vigilância Epidemiológicadas Meningites no Ceará            Susana Glória     Fortaleza/Ce, Setembro de 2009
Objetivos Gerais  Monitorar a situação epidemiológica das  meningites no Ceará  Orientar a utilização das medidas de  prev...
Objetivos Específicos  Detectar surtos de DM e de meningite viral  Monitorar a prevalência dos sorogrupos e  sorotipos de ...
Notificação  Meningite faz parte da Lista Nacional de  Doenças de Notificação Compulsória (Portaria  GM nº2.325 - 8/12/200...
Investigação Epidemiológica  Deve ser realizada de forma imediata frente à  notificação de qualquer caso suspeito de  meni...
Medidas de Prevenção e Controlequimioprofilaxia                     Caso                    primário                      ...
Medidas de Prevenção e ControleVacina contra Meningococo  Podem ser polissacarídicas ou conjugadas  Sorogrupo específica  ...
Definição de Caso Suspeito  Crianças > 1 ano e adultos com:    febre, cefaléia intensa, vômitos em jato, rigidez    denuca...
Definição de Caso ConfirmadoCaso suspeito confirmado por um dos critérios  exames laboratoriais específicos (Cultura, CIEF...
Classificação e critérios deconfirmação dos casos de meningite
Critério de confirmação     Cultura;     Contraimunoeletroforese (CIE);     Aglutinação pelo Látex;     Clinico;     Bacte...
Prioridades de Critérios das MBMeningites bacterianas com etiologia especificada:    1º) Cultura do liquor, sangue ou outr...
SituaçãoEpidemiológica
Número de Casos e Incidência das                      Meningites em Geral, Ceará, 1980 a 2009*               Nº de casos  ...
Número de casos e incidência da Meningite Viral                       por ano, Ceará, 1997 a 2009*               Nº de cas...
Número de Casos e Incidência da Meningite por                      Pneumococos, Ceará, 1995 a 2009*                 Nº de ...
Número de Casos e Incidência da Meningite por                     Hemófilo, Ceará, 1991 a 2009*              Nº d e ca so ...
Número de Casos e Incidência da Doença                                Meningocócica, Ceará, 1980 a 2009*              Nº d...
Número de casos da doença meningocócica por mês,           no Ceará, de 2005 a 2009*       Nº d e ca so s 12              ...
Número de Casos, Incidência, Porcentagem, Óbitos e       Letalidade, Capital e Interior no Ceará, 2001 à 2009*            ...
Número de casos de doença meningocócica por mês,                        em Fortaleza, de 2004 a 2009*                     ...
Principais desafios     Melhorar a especificidade do sistema de     vigilância e a capacidade de análise das equipes     M...
Componentes do Sistema
Trabalhar em equipe
Obrigada!            Fortaleza-Ce
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  1. 1. Vigilância Epidemiológicadas Meningites no Ceará Susana Glória Fortaleza/Ce, Setembro de 2009
  2. 2. Objetivos Gerais Monitorar a situação epidemiológica das meningites no Ceará Orientar a utilização das medidas de prevenção e controle disponíveis e avaliar a efetividade do seu uso Avaliar o desempenho operacional do Sistema de Vigilância Produzir e disseminar informações epidemiológicas
  3. 3. Objetivos Específicos Detectar surtos de DM e de meningite viral Monitorar a prevalência dos sorogrupos e sorotipos de N. meningitidis, e dos sorotipos de H. influenzae e S. pneumoniae circulantes no país Monitorar o perfil da resistência bacteriana das cepas destes microrganismos
  4. 4. Notificação Meningite faz parte da Lista Nacional de Doenças de Notificação Compulsória (Portaria GM nº2.325 - 8/12/2003) É de responsabilidade do serviço de saúde notificar todo caso suspeito Todos os profissionais de saúde de unidades de saúde públicas e privadas, bem como de laboratórios públicos e privados, são responsáveis pela notificação As unidades de vigilância epidemiológica (UVE) nos hospitais são fundamentais na busca ativa de casos
  5. 5. Investigação Epidemiológica Deve ser realizada de forma imediata frente à notificação de qualquer caso suspeito de meningite Obter informações quanto à caracterização clínica do caso (incluindo a análise dos exames laboratoriais) e as possíveis fontes de transmissão da doença Verificar a coleta e resultados de exames de líquor, sangue/soro e fezes encaminhados ao laboratório Verificar a necessidade de identificação de contatos Avaliar a necessidade de adoção das medidas de controle pertinentes cabíveis em cada situação
  6. 6. Medidas de Prevenção e Controlequimioprofilaxia Caso primário Caso secundários Outros casos Vacinação
  7. 7. Medidas de Prevenção e ControleVacina contra Meningococo Podem ser polissacarídicas ou conjugadas Sorogrupo específica Polissacarídica AC Protege contra sorogrupos A e C imunidade de curta duração controle de surtos de DM sorogrupo C Conjugada C imunidade de longa duração disponível no CRIE/PNI/SVS/MS
  8. 8. Definição de Caso Suspeito Crianças > 1 ano e adultos com: febre, cefaléia intensa, vômitos em jato, rigidez denuca, sinais de irritação meníngea (Kernig e Brudzinski), convulsões e/ou manchas vermelhas no corpo Crianças < 1 ano: Sintomas clássicos podem não ser tão evidentes Considerar sinais de irritabilidade: choro persistente, e abaulamento de fontanela
  9. 9. Definição de Caso ConfirmadoCaso suspeito confirmado por um dos critérios exames laboratoriais específicos (Cultura, CIEF, Látex) vínculo epidemiológico com caso confirmado laboratorialmente exames laboratoriais inespecíficos (Bacterioscopia, Quimiocitológico) evolução clínica compatível caso suspeito de meningite tuberculosa com história de vínculo epidemiológico com casos de tuberculose
  10. 10. Classificação e critérios deconfirmação dos casos de meningite
  11. 11. Critério de confirmação Cultura; Contraimunoeletroforese (CIE); Aglutinação pelo Látex; Clinico; Bacterioscopia; Quimiocitológico do liquor; Clinico Epidemiológico; Isolamento Viral; PCR; Outros
  12. 12. Prioridades de Critérios das MBMeningites bacterianas com etiologia especificada: 1º) Cultura do liquor, sangue ou outros materiais compatíveis 2º) CIE do liquor 3º) Látex no liquor ou soro 4º) Clinico epidemiológico com caso confirmado pelo lab.Meningites bacterianas não especificadas: 1º) Bacterioscopia 2º) Quimiocitológico do liquor 3º) ClinicoMeningite Tuberculosa: 1º) Cultura do liquor, sangue 2º) Bacterioscopia do liquor 3º) Cultura do escarro ou outras secreções compatíveis 4º) Quimiocitológico 5º) Clinico epidemiológico e clinico
  13. 13. SituaçãoEpidemiológica
  14. 14. Número de Casos e Incidência das Meningites em Geral, Ceará, 1980 a 2009* Nº de casos Incidência p/100.000 hab. 1.400 20,0 1.200 15,0 1.000 800 10,0 600 400 5,0 200 0 0,0 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009*Nº de casos 376 352 477 431 391 688 642 550 6031.007 687 744 609 686 1.282 930 966 825 711 948 663 473 471 478 550 383 365 366 519 294 Incidência 7,1 6,5 8,7 7,7 6,9 11,510,0 9,1 9,8 15,810,3 11,7 9,6 10,8 19,113,9 14,211,9 10,113,3 9,2 6,5 6,1 6,1 7,0 4,7 4,4 4,4 6,1 3,4 Fonte: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará / Núcleo de Vigilância Epidemiológica . *Dados até 15/09/2009, sujeitos à revisão.
  15. 15. Número de casos e incidência da Meningite Viral por ano, Ceará, 1997 a 2009* Nº de casos Incidência/100.000 hab. 400 6,00 350 5,00 300 4,00 250 200 3,00 150 2,00 100 1,00 50 0 0,00 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009Nº de casos 170 133 346 147 101 107 102 138 69 103 84 162 123 Incidência 2,46 1,90 4,87 2,04 1,38 1,40 1,31 1,73 0,85 1,25 0,10 1,90 1,40Fonte: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará / Núcleo de Vigilância Epidemiológica .*Dados até 15/09/2009, sujeitos à revisão.
  16. 16. Número de Casos e Incidência da Meningite por Pneumococos, Ceará, 1995 a 2009* Nº de casos Incid./100.000 hab. 50 0,7 0,6 40 0,5 30 0,4 0,3 20 0,2 10 0,1 0 0,0 95 96 97 98 99 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Nº de casos 13 27 44 35 38 31 32 23 26 25 20 23 16 19 11 Incidência 0,2 0,4 0,6 0,5 0,5 0,4 0,4 0,3 0,3 0,3 0,2 0,3 0,2 0,2 0,1Fonte: SESA / Núcleo de Vigilância Epidemiologia.* Dados até 15.09.09, sujeitos a rev isão.
  17. 17. Número de Casos e Incidência da Meningite por Hemófilo, Ceará, 1991 a 2009* Nº d e ca so s In ci d ê n ci a p /1 0 0 .0 0 0 h a b . 100 1 ,4 0 1 ,2 0 80 1 ,0 0 60 0 ,8 0 0 ,6 0 40 0 ,4 0 20 0 ,2 0 0 0 ,0 0 91 92 93 94 95 96 97 98 9 9 2 0 0 0 2 0 0 1 2 0 0 2 2 0 0 3 2 0 0 42 0 0 5 2 0 0 6 2 0 0 7 2 0 0 8 2 0 0 9Nº de casos 42 35 53 65 41 67 86 48 48 21 12 14 5 7 5 2 2 4 4 Incidência 0,66 0,54 0,81 0,98 0,61 0,98 1,20 0,68 0,66 0,28 0,15 0,18 0,06 0,08 0,06 0,02 0,02 0,01 0,04 Fonte: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará / Núcleo de Vigilância Epidemiológica . g r a fmen i *Dados até 15/09/2009, sujeitos à revisão. d e ep i 15 pj
  18. 18. Número de Casos e Incidência da Doença Meningocócica, Ceará, 1980 a 2009* Nº d e ca so s In ci d ./1 0 0 .0 0 0 h a b . 300 5 ,0 250 4 ,0 200 3 ,0 150 2 ,0 100 1 ,0 50 0 0 ,0 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009Nº de casos 13 15 38 20 29 39 55 53 85 130 114 113 70 133 266 236 255 193 145 144 180 130 88 100 105 78 61 46 67 25 Incidência 0,2 0,3 0,7 0,4 0,6 0,7 0,9 0,9 1,4 2,0 1,7 1,8 1,1 2,1 4,1 3,6 3,7 2,8 2,1 2,0 2,5 1,7 1,1 1,2 1,3 1,0 0,7 0,5 0,8 0,3 Fonte: SESA / Núcleo de Vigilância Epidemiologia. * Dados até 15.09.09, sujeitos a rev isão.
  19. 19. Número de casos da doença meningocócica por mês, no Ceará, de 2005 a 2009* Nº d e ca so s 12 11 10 9 8 8 8 8 77 7 7 6 6 6 6 6 5 5 5 5 5 5 5 44 4 4 4 4 44 4 4 4 3 3 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 11 0 0 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ ANO 2006 - 61 casos 2007 - 46 casos 2008 - 67 casos 2009 - 25 casosFonte: SESA / Núcleo de Vigilância Epidemiologia.* Dados até 15.09.09, sujeitos a rev isão.
  20. 20. Número de Casos, Incidência, Porcentagem, Óbitos e Letalidade, Capital e Interior no Ceará, 2001 à 2009* Capital Interior Estado Anos Casos % Inc. Óbito Let. Casos % Inc. Óbito Let. Casos Inc. Óbito Let. 2000 75 41,6 3,5 7 9,3 105 58,34 2,07 28 26,6 180 2,5 35 19,4 2001 63 48,4 2,88 8 15 67 51,6 1,24 18 26,8 130 1,7 26 20,0 2002 35 39,7 1,57 5 14,2 53 60,3 0,99 11 20,7 88 1,1 16 18,1 2003 42 42,0 1,86 3 7,1 58 58 1,05 13 22,4 100 1,2 16 16,0 2004 46 43,8 2,0 3 7,1 59 56,2 0,96 9 15,2 105 1,3 12 11,4 2005 26 31,3 1,09 4 15,3 57 68,6 0,99 9 15,7 83 0,7 13 15,6 2006 26 42,6 1,07 4 15,3 35 57,4 0,6 11 31,4 61 0,7 15 24,5 2007 13 28,2 0,52 2 15,3 33 71,8 0,56 11 33,3 46 0,5 13 28,2 2008 30 44,7 1,2 3 10,0 37 55,3 6,2 12 32,4 67 0,8 15 22,3 2009* 9 36,0 0,36 1 11,1 16 64,0 0,26 6 37,5 25 0,3 7 28,0Fonte: SESA/COPROM/NUVEP* Dados sujeitos à revisão
  21. 21. Número de casos de doença meningocócica por mês, em Fortaleza, de 2004 a 2009* Nº d e ca so s 5 4 3 2 & 1 & & & & & & & 0 & < 1 ano 1 -4 5 -9 1 0 -1 4 1 5 -1 9 2 0 -2 9 30 - 39 40 - 49 50 +2004 - INC 1 ,8 3 ,1 2 ,1 1 ,2 1 ,6 1 ,7 0 ,4 0 ,8 0 ,42005 - INC 3 ,6 1 ,8 1 ,8 1 ,3 0 ,7 0 ,8 0 ,7 0 ,2 0 ,72006 - INC 1 ,7 1 ,6 0 ,8 1 ,2 1 ,2 0 ,4 0 ,9 0 ,2 0 ,52007 - INC 2 ,3 2 0 ,9 0 ,3 0 ,4 0 ,3 0 ,2 0 ,1 0 ,22008 - INC 2 ,9 1 ,5 0 ,5 0 ,6 0 ,5 0 ,4 0 ,6 0 ,3 0 ,32009 - INC & 1 ,9 3 0 ,6 0 ,6 0 ,6 0 ,2 0 ,1 0 0 ,2 1 0 ,1Fonte: SESA / Núcleo de Vigilância Epidemiologia.* Dados até 15.09.09, sujeitos a rev isão.
  22. 22. Principais desafios Melhorar a especificidade do sistema de vigilância e a capacidade de análise das equipes Melhorar a oportunidade de detecção de surtos Disponibilizar a vacina conjugada contra o meningococo C na rotina Melhorar o dignóstico etiológico Aumentar o envio de cepas para o Laboratório de Referência Nacional
  23. 23. Componentes do Sistema
  24. 24. Trabalhar em equipe
  25. 25. Obrigada! Fortaleza-Ce

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