Slides sobre tecnologia assistiva acessibilidade

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Slides sobre tecnologia assistiva acessibilidade

  1. 1. Equipe Instituto Municipal Helena Antipoff Cristiane Correia Taveira
  2. 2. Acessibilidade e tecnologia assistiva <ul><li>Conceitos afins / Sinônimos </li></ul><ul><li>Conceitos interligados </li></ul><ul><li>Tecnologia assistiva </li></ul><ul><li>Ajudas técnicas </li></ul><ul><li>Tecnologia de apoio </li></ul><ul><li>Adaptações </li></ul><ul><li>Ambientes acessíveis </li></ul><ul><li>Desenho Universal </li></ul><ul><li>Acessibilidade </li></ul>
  3. 3. Acessibilidade (símbolo)
  4. 4. Acessibilidade (CONADE) Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência <ul><li>Ver o vídeo “Acessibilidade do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CONADE)” no site IHA Informa, seção “Multimídia”. </li></ul>
  5. 5. Desenho Universal
  6. 6. Acessibilidade e tecnologia assistiva <ul><li>Finalidades/ Desafios/ </li></ul><ul><li>Objetivos a serem alcançados </li></ul><ul><li>Vida Independente - Autonomia – Mobilidade </li></ul><ul><li>Equiparação de oportunidades </li></ul><ul><li>Qualidade de Vida - Participação </li></ul><ul><li>Inclusão Social </li></ul>
  7. 7. Tecnologia assistiva - conceito brasileiro www.mj.gov.br/sedh/ct/corde/dpdh/corde/principal.asp <ul><li>  Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CORDE </li></ul><ul><li>é o órgão de Assessoria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República </li></ul><ul><li>Possui Comitê de Ajudas Técnicas – CAT </li></ul><ul><li>O conceito apresentado pela Comissão: “ Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social .” (CORDE – Comitê de Ajudas Técnicas – ATA VII, 2007) </li></ul>
  8. 8. Texto 1 - INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA ASSISTIVA - Rita Bersch <ul><li>“ Tecnologia Assistiva – TA é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover vida independente e inclusão.” </li></ul><ul><li>(Bersch, 2008) </li></ul><ul><li>“ Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. </li></ul><ul><li>Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis.” </li></ul><ul><li>(RADABAUGH, 1993) </li></ul><ul><li>Os autores Cook e Hussey definem a TA citando o conceito do ADA – American with </li></ul><ul><li>Disabilities Act, como “uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas funcionais encontrados pelos indivíduos com deficiências”. (COOK & HUSSEY, 1995) </li></ul>
  9. 9. Texto 1 - INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA ASSISTIVA - Rita Bersch <ul><li>Dialogando com o texto... </li></ul><ul><li>Inicialmente, o termo TA focaliza as ajudas por meio de técnicas/tecnologia que visam superar limitações localizadas num corpo deficiente. </li></ul><ul><li>Atualmente, o termo TA sinaliza extrapolar o entendimento de produto para superar limitações do corpo e agrega outras atribuições como: estratégias, serviços e práticas que favorecem o desenvolvimento de habilidades de pessoas com d Eficiência ; barreiras e/ou oportunidades se referem as interações entre biológico e social , corpo e ambiente. </li></ul>
  10. 10. Categorias de tecnologia assistiva Rita Bersch http://www.assistiva.com.br/
  11. 11. Categorias de tecnologia assistiva Rita Bersch http://www.assistiva.com.br/
  12. 12. Portal de ajudas técnicas Ministério da Educação (MEC) http://portal.mec.gov.br/seesp/index.php?option=content&task=view&id=64&Itemid=193 <ul><li>Ao entrar no site MEC, clicar em Educação Especial, a seguir clicar em Catálogo de Publicações , terá disponível para Download uma série de materiais. </li></ul><ul><li>O “ Portal de Ajudas Técnicas ” apresenta recursos à educação de alunos com deficiência: </li></ul><ul><li>Recursos Pedagógicos Adaptados I e II, </li></ul><ul><li>da Comunicação Alternativa e </li></ul><ul><li>Recursos de Acessibilidade ao Computador </li></ul>
  13. 13. Portal de ajudas técnicas Ministério da Educação (MEC) http://portal.mec.gov.br/seesp/index.php?option=content&task=view&id=64&Itemid=193
  14. 14. Portal de ajudas técnicas Ministério da Educação (MEC) http://portal.mec.gov.br/seesp/index.php?option=content&task=view&id=64&Itemid=193 <ul><li>Alguns capítulos da publicação a seguir também favorecem a discussão sobre ajudas técnicas/ tecnologia assistiva explorando o assunto de acordo com a deficiência a ser estudada </li></ul><ul><li>Atendimento Educacional Especializado (Pessoa com surdez, DF, DV) </li></ul>
  15. 15. Portal de ajudas técnicas MEC http://portal.mec.gov.br/seesp/index.php?option=content&task=view&id=64&Itemid=193 <ul><li>Processo de desenvolvimento das ajudas técnicas </li></ul><ul><li>Orientação para os profissionais da educação </li></ul><ul><li>Objetivo encontrar soluções de objetos que auxiliem o aprendizado de pessoas com necessidades especiais. </li></ul><ul><li>Cada necessidade é única e, portanto, cada caso deve ser estudado com muita atenção </li></ul>
  16. 16. Portal de ajudas técnicas MEC http://portal.mec.gov.br/seesp/index.php?option=content&task=view&id=64&Itemid=193
  17. 17. A introdução da Comunicação Alternativa e Ampliada Escrita na escola Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - MiryamPelosi <ul><li>Dialogando com o texto... </li></ul><ul><li>Situação- problema 1 – O aluno é apresentado como muito lento: a criança ou jovem apresenta a escrita convencional, mas não consegue copiar as atividades do quadro, fazer ditado no mesmo tempo dos colegas, responder as provas, etc. Necessitará de recursos alternativos para melhorar seu desempenho escolar. Esses recursos podem ser: </li></ul><ul><li>Carbono Gravador Máquina elétrica Computador </li></ul>
  18. 18. A introdução da Comunicação Alternativa e Ampliada Escrita na escola Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi <ul><li>Dialogando com o texto... </li></ul><ul><li>Situação – problema 2 - A criança que não consegue segurar o lápis (ou segura com dificuldade): as crianças ou jovens com dificuldades motoras podem apresentar dificuldade em manter o lápis na mão ou serem incoordenadas. Será necessária a avaliação /discussão com terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, para experimentação de algumas possibilidades. </li></ul><ul><li>Aranha-mola Engrossador de espuma Órteses Adaptadores </li></ul>
  19. 19. Brinquedo adaptado (uso de acionador)
  20. 20. A introdução da Comunicação Alternativa e Ampliada Escrita na escola - Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi <ul><li>Dialogando com o texto... </li></ul><ul><li>Situação – problema 3 - O aluno que não apresenta a escrita : para as crianças e jovens que não apresentam habilidades motoras para a escrita serão necessários outros recursos para facilitar seu processo escolar. </li></ul><ul><li>Letras emborrachadas Peças imantadas </li></ul>
  21. 21. A introdução da Comunicação Alternativa e Ampliada Escrita na escola - Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi <ul><li>Letras/ palavras e frases confeccionadas em papelão </li></ul><ul><li>Livro didático respostas das perguntas recortadas e coladas nas lacunas </li></ul><ul><li>Atividades de múltipla escolha </li></ul><ul><li>Máquina elétrica / computador / uso colméia acrílico / teclados alternativos </li></ul>
  22. 22. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Dialogando com os textos... </li></ul><ul><li>O termo comunicação alternativa e ampliada é utilizado para definir outras formas de comunicação como o uso de gestos, língua de sinais, expressões faciais, o uso de pranchas de alfabeto ou símbolos pictográficos, até o uso de sistemas sofisticados de computador com voz sintetizada (Glennen, 1997). </li></ul><ul><li>A comunicação é considerada alternativa quando o indivíduo não apresenta outra forma de comunicação e, considerada ampliada quando o indivíduo possui alguma comunicação, mas essa não é suficiente para suas trocas sociais. </li></ul><ul><li>A decisão sobre qual o tipo de sistema alternativo de comunicação será escolhido, se gestual ou pictográfico, se figurativo ou alfabético , requer reflexão que envolve família, escola e saúde . </li></ul>
  23. 23. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Dialogando com os textos... </li></ul><ul><li>Grupos variados necessitam de comunicação alternativa a longo prazo, temporariamente e/ ou para aquisição de linguagem. </li></ul><ul><li>Mitos sobre sistemas e códigos de linguagem e comunicação, como a língua de sinais e o braile ocorrem, como com CAA/CSA, por exemplo : Se o aluno usar CAA/CSA prejudicará o desenvolvimento da fala. </li></ul><ul><li>Benefícios: A compreensão de conceitos aumenta a disposição e a manutenção do diálogo a partir de respostas compreensíveis ao outro uso de vocabulário/símbolos compartilhados e com possibilidade de ampliação </li></ul>
  24. 24. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily
  25. 25. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Situação-problema 4 – O aluno com autismo, por exemplo, que não fala nem demonstra o que quer fazer... Como atuar com ele? </li></ul><ul><li>Criação de pranchas de Comunicação </li></ul><ul><li>Objetos reais – Miniaturas - Objetos parciais </li></ul>
  26. 26. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Para alunos não alfabetizados... Em processo de letramento... </li></ul><ul><li>Possibilita ao não falante fazer escolhas e manifestar-se. </li></ul><ul><li>Seqüência de signos de atividades minimizam a ansiedade do aluno. </li></ul><ul><li>São exemplos de recursos de baixa tecnologia: </li></ul><ul><li>Fotografias /recortes de revistas ou </li></ul><ul><li>embalagem de produtos </li></ul>
  27. 28. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Na confecção de pranchas de... </li></ul><ul><li>Pranchas de rotina </li></ul><ul><li>Pranchas de horário </li></ul><ul><li>Pranchas de escolha, de opção de atividades </li></ul>
  28. 29. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Situação-problema 5 – O aluno com paralisia cerebral, por exemplo, que não fala... </li></ul><ul><li>E o aluno com deficiência mental, com grande dificuldade na articulação de palavras... </li></ul><ul><li>Como saber se compreendeu a história que foi lida para a turma? </li></ul><ul><li>Recursos: </li></ul><ul><li>Símbolos gráficos – Há uma série de símbolos gráficos que foram desenvolvidos para facilitar a comunicação de pessoas com necessidades educacionais especiais.   </li></ul><ul><li>Recortes de revistas ou embalagem de produtos </li></ul>Prancha de atividades especiais (passeios, aniversários, festas)
  29. 30. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Na confecção de pranchas de... </li></ul><ul><li>Prancha de atividades escolares </li></ul><ul><li>O Picture Communication Symbols (PCS) com seus 3000 símbolos possui grande variedade de vocabulário e é encontrado em forma de fichário e como programa de computador. Seus símbolos são encontrados em preto e branco ou coloridos e podem ser reproduzidos para a criação de pranchas de comunicação. Suas figuras são bastante icônicas e facilmente reconhecidas por crianças. </li></ul><ul><li>O programa em forma de computador é o Boardmaker que foi recentemente traduzido para o português e encontra-se já na plataforma Windows. </li></ul>
  30. 31. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Na confecção de pranchas de... </li></ul><ul><li>Prancha de montagem de histórias </li></ul>
  31. 32. Quando a fala não se devolve da forma esperada Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Na confecção de pranchas de... </li></ul><ul><li>Prancha de montagem de histórias </li></ul>
  32. 33. Confecção da prancha de Comunicação Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Como selecionar símbolos para a prancha de comunicação? </li></ul><ul><li>Os símbolos a serem colocados nas pranchas de comunicação podem ser escolhidos pela criança ou jovem (pegando, olhando). </li></ul><ul><li>A família é muito importante com os seus relatos de gostos e vivências... Partir de textos escritos pela mãe/familiar da criança ou jovem, lendo em voz alta para o mesmo e identificando os gostos, concordâncias e discordâncias por meio de risos, sons e expressões faciais, o apontar... marcando, assim o léxico significativo . </li></ul><ul><li>Poucos símbolos na prancha para os iniciantes. </li></ul>
  33. 34. Confecção da prancha de Comunicação Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Como selecionar símbolos para a prancha de comunicação? </li></ul><ul><li>Pasta de pictogramas, com pistas visuais para levar e trazer recados e novidades de casa-escola, entre espaços de convivência. </li></ul><ul><li>Signos sociais “oi, meu nome é...” para promover a iniciativa para dialogar. </li></ul><ul><li>Perguntas com “Me pergunte em sim/não ”, “obrigado”, “começar de novo”, “adivinhe” facilitam a conversa com novos amigos. </li></ul><ul><li>Prancha em forma de cartaz visível a todos ou individuais. </li></ul><ul><li>Prancha individual em pasta dobrável, pictogramas destacados e com velcro em pasta ou fichário ... ou imantados para uso em plano inclinado ou mesa. </li></ul>
  34. 36. Confecção da prancha de Comunicação Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Como o aluno indicará os símbolos? </li></ul><ul><li>As técnicas de seleção são: seleção direta através do apontar ou olhar, a varredura e a codificação. </li></ul><ul><li>O aluno tem condições de indicar o signo com autonomia (dedo, mão, pé, cotovelo); precisa de prancha inclinada, de uma ponteira (no queixo, na cabeça)? </li></ul><ul><li>Ou ele precisa de interlocutor que aponte os itens em seqüência, e quando o aluno indicar sim de alguma maneira já combinada ou conhecida (sorriso, vocalização, movimento corporal, piscadela) ele verbaliza/está mostrando o que entendeu e recomeça a varredura, escaneamento. </li></ul><ul><li>A técnica de seleção pelo olhar é geralmente a mais eficiente para indivíduos com graves problemas físicos (Johnson, 1998, p.14). </li></ul><ul><li>A técnica de varredura exige que o indivíduo tenha uma resposta voluntária consistente como piscar os olhos, balançar a cabeça, sorrir ou emitir um som para que possa sinalizar sua resposta. </li></ul>
  35. 37. Confecção da prancha de Comunicação Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily <ul><li>Para aqueles que usam a escrita com fluência </li></ul><ul><li>Prancha alfabética </li></ul><ul><li>Teclados adaptados </li></ul>
  36. 38. Confecção da prancha de Comunicação Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia Reily Pranchas de comunicação <ul><li>Relembrando que... </li></ul><ul><li>Os recursos de baixa tecnologia podem estar organizados em : cartões, pranchas, pranchas de olhar ( eye-gaze ), pastas, coletes, aventais ou colares, livros, fichários tipo pasta-arquivo, entre outros (Johnson, 1998).  </li></ul><ul><li>Eye-gaze – pranchas de apontar com os olhos </li></ul>
  37. 39. Confecção da prancha de Comunicação Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi Texto 3 – SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA (CSA) IN ESCOLA INCLUSIVA: LINGUAGEM E MEDIAÇÃO – Lucia ReilyPranchas de comunicação <ul><li>Avental –em tecido que facilita a fixação de símbolos ou letras com velcro , que é utilizado pelo professor. No seu avental o professor prende as letras ou as palavras e a criança responde através do olhar.   </li></ul><ul><li>Comunicador em forma de relógio – o comunicador é um recurso que possibilita a criança dar sua resposta com autonomia, mesmo quando ela apresenta uma dificuldade motora severa. Seu princípio é semelhante ao do relógio, só que é a criança que comanda o movimento do ponteiro apertando um botão. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  38. 40. Recursos de alta tecnologia Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Myriam Pelosi <ul><li>Os sistemas de alta tecnologia incluem os comunicadores e os computadores. </li></ul><ul><li>Comunicadores com voz gravada </li></ul><ul><li>Comunicadores com voz sintetizada </li></ul><ul><li>Computadores – Com o avanço da tecnologia têm surgido novos sistemas de CAA para os alunos com necessidades especiais. </li></ul><ul><li>Crianças que necessitam de programas especiais </li></ul><ul><li>Software Comunique </li></ul><ul><li>http://www.comunicacaoalternativa.com.br </li></ul>
  39. 41. Recursos de alta tecnologia Texto 2 - O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA INTEGRAÇÃO DAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - Miryam Pelosi <ul><li>Formas de acesso ao computador </li></ul><ul><li>Crianças que necessitam de adaptações em seu próprio corpo: </li></ul><ul><li>órteses colocadas nas mãos ou dedos que facilitam o teclar. </li></ul><ul><li>pulseira de peso para diminuir a incoordenação e outras de faixas para restringir o movimento dos braços. A indicação desses recursos deve ser feita por um terapeuta ocupacional.   </li></ul><ul><li>Crianças que necessitam de adaptação do próprio computador: </li></ul><ul><li>Existem várias adaptações: </li></ul><ul><li>colméia de acrílico </li></ul><ul><li>teclados alternativos </li></ul><ul><li>mouse adaptado </li></ul><ul><li>tela sensível ao toque </li></ul><ul><li>    </li></ul>
  40. 42. Acessibilidade Computador TECNOLOGIA ASSISTIVA A Tecnologia Assistiva em Ambiente Computacional e Telemático na Educação de Alunos com Necessidades Especiais Luciana Lopes Damasceno / Teófilo Alves Galvão Filho http://www.infoesp.net/recursos/recurso1.htm <ul><li>Alguns dos recursos mais úteis e mais facilmente disponíveis, porém muitas vezes ainda desconhecidos, são as &quot; Opções de Acessibilidade &quot; do Windows (Iniciar - Configurações - Painel de Controle - Opções de Acessibilidade). </li></ul>
  41. 43. Acessibilidade Computador TECNOLOGIA ASSISTIVA A Tecnologia Assistiva em Ambiente Computacional e Telemático na Educação de Alunos com Necessidades Especiais Luciana Lopes Damasceno / Teófilo Alves Galvão Filho http://www.infoesp.net/recursos/recurso1.htm <ul><li>Por exemplo, um aluno que, por dificuldades de coordenação motora, não consegue utilizar o mouse, mas pode digitar no teclado (o que ocorre com muita freqüência), tem a solução de configurar o computador, através das Opções de Acessibilidade, para que a parte numérica à direita do teclado realize todos os mesmos comandos na seta do mouse que podem ser realizados pelo próprio mouse. </li></ul>
  42. 44. Acessibilidade Computador TECNOLOGIA ASSISTIVA A Tecnologia Assistiva em Ambiente Computacional e Telemático na Educação de Alunos com Necessidades Especiais Luciana Lopes Damasceno / Teófilo Alves Galvão Filho http://www.infoesp.net/recursos/recurso1.htm <ul><li>Além do mouse, outras configurações podem ser feitas, como a das &quot; Teclas de Aderência &quot;, a opção de &quot; Alto Contraste na Tela &quot; para pessoas com dificuldades visuais </li></ul>
  43. 45. Acessibilidade Computador TECNOLOGIA ASSISTIVA A Tecnologia Assistiva em Ambiente Computacional e Telemático na Educação de Alunos com Necessidades Especiais Luciana Lopes Damasceno Teófilo Alves Galvão Filho http://www.infoesp.net/recursos/recurso1.htm <ul><li>Na Internet o site do técnico espanhol Jordi Lagares , no qual ele disponibiliza para download diversos programas freeware por ele desenvolvidos. Esses simuladores podem ser acionados não só através de sopros, mas também por pequenos ruídos ou pequenos movimentos voluntários feitos por diversas partes do corpo. </li></ul><ul><li>Outro exemplo de Software Especial de Acessibilidade são os simuladores de teclado e de mouse. Todas as opções do teclado ou as opções de comando e movimento do mouse, podem ser exibidas na tela e selecionadas, ou de forma direta, ou por meio de varredura que o programa realiza sobre todas as opções.     </li></ul><ul><li>Existem outros sites na Internet que disponibilizam gratuitamente outros simuladores e programas especiais de acessibilidade, como o site da Rede Saci. http:// saci .org.br </li></ul>
  44. 46. Texto 4 - Recursos Pedagógicos: A imagem visual em duas dimensões e a imagem em movimento – Lucia Reily <ul><li>Letramento visual para todos </li></ul><ul><li>“ ... Se a palavra é para todos, a imagem também tem de ser.” </li></ul><ul><li>Entre as pessoas que se beneficiam quando o currículo é apresentado visualmente: alunos surdos, alunos com distúrbios lingüísticos, alunos com deficiência mental, alunos com deficiência neuromotora usuários de sistemas de comunicação pictográfica, pessoas com autismo ou síndrome de Asperger, e outras. </li></ul><ul><li>Exemplo Temple Grandin, designer de equipamento para agropecuária, profissional que, em razão do autismo, experencia o mundo de maneira diferenciada (p. 26) </li></ul><ul><li>A imagem visual é um veículo sígnico. </li></ul>
  45. 47. Texto 4 - Recursos Pedagógicos: A imagem visual em duas dimensões e a imagem em movimento – Lucia Reily <ul><li>E quando a imagem precisa ser mediada? </li></ul><ul><li>Situação-problema 6 – Quando a imagem não tem a função de mera ilustração de um conceito trabalhado verbalmente, mas está articulada com o conteúdo em discussão... O que fazer para o aluno cego ter acesso a figura, ao sentido da figura? </li></ul><ul><li>Narrar a imagem. </li></ul><ul><li>A imagem com demarcação clara pode ser destacada, com pontilhados ou tinta relevo. </li></ul>
  46. 48. Texto 4 - Recursos Pedagógicos: A imagem visual em duas dimensões e a imagem em movimento – Lucia Reily <ul><li>Manipulação das formas essenciais da figura recortadas em EVA (material emborrachado) ou em papelão. </li></ul><ul><li>Utilização de materiais que criem texturas em graus de fino ao grosso, arenoso, aveludado. </li></ul><ul><li>Colagem de cordonê ou barbante no contorno de figuras, carretilha que crie pontilhados </li></ul>
  47. 49. Texto 4 - Recursos Pedagógicos: A imagem visual em duas dimensões e a imagem em movimento – Lucia Reily <ul><li>Para adaptação de figuras em mapas, textos, globos terrestres, é preciso pensar... </li></ul><ul><li>-Pensar sobre a figura. </li></ul><ul><li>-Pensar que o significado será apreendido por via tátil-verbal. </li></ul><ul><li>Exemplo fotógrafo cego Evgen Bavcar (p. 39) </li></ul><ul><li>-Ressaltar formas numa figura linear, figura 2-D (altura e largura). </li></ul><ul><li>- Não são todas as figuras que fazem sentido para quem não tem visão de profundidade, figura 3-D (profundidade). </li></ul><ul><li>-Alunos com cegueira congênita pode não compreender desenhos em perspectiva. </li></ul><ul><li>- Planos recortados em papelão tipo cenário de teatro, maquetes táteis podem auxiliar na noção de profundidade e de planos gradativamente mais distantes. </li></ul><ul><li>- Indagar o próprio aluno se a adaptação atende às suas necessidades </li></ul>
  48. 50. Texto 4 - Recursos Pedagógicos: A imagem visual em duas dimensões e a imagem em movimento – Lucia Reily Atendimento Educacional Especializado Deficiência Visual - Recursos Tecnológicos <ul><li>Livros Didáticos Adaptados – transcrição a braille, ampliação </li></ul>
  49. 51. Texto 4 - Recursos Pedagógicos: A imagem visual em duas dimensões e a imagem em movimento – Lucia Reily Atendimento Educacional Especializado Deficiência Visual - Recursos Tecnológicos <ul><li>Impressos em tinta e em braille com desenhos em relevo </li></ul>
  50. 52. Atendimento Educacional Especializado Deficiência Visual - Recursos Tecnológicos http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dv.pdf <ul><li>DOSVOX: sistema operacional desenvolvido </li></ul><ul><li>pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade </li></ul><ul><li>Federal do Rio de Janeiro. Possui um conjunto de </li></ul><ul><li>ferramentas e aplicativos próprios além de agenda, </li></ul><ul><li>chat e jogos interativos. Pode ser obtido gratuitamente </li></ul><ul><li>por meio de “download” a partir do site do projeto </li></ul><ul><li>DOSVOX: </li></ul><ul><li>http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox </li></ul><ul><li>VIRTUAL VISION: é um software brasileiro </li></ul><ul><li>desenvolvido pela Micropower, em São Paulo, concebido </li></ul><ul><li>para operar com os utilitários e as ferramentas do </li></ul><ul><li>ambiente Windows. É distribuído gratuitamente pela </li></ul><ul><li>Fundação Bradesco e Banco Real para usuários cegos. </li></ul><ul><li>No mais, é comercializado. Mais informações no site </li></ul><ul><li>da empresa: </li></ul><ul><li>http://www.micropower.com.br </li></ul>
  51. 53. Agradecimentos <ul><li>Fotos acervo </li></ul><ul><li>Equipe Professora Cristiane Taveira. </li></ul><ul><li>Materiais produzidos na Oficina Vivencial e no Centro de Transcrição à Braille (CTB)- Instituto Municipal Helena Antipoff (IHA/SME Rio de Janeiro) - Professoras Hilda Gomes, Janaína Larrate, Maristela Siqueira . </li></ul><ul><li>Materiais produzidos no Centro de Transcrição a Braille (CTB) – Professoras Ainda da Silva e Vilma Sampaio, Elisa Magalhães. </li></ul><ul><li>Oficina da Comunicação Alternativa e ampliada, Professora Claudia Alexandra de Araújo. </li></ul>
  52. 54. Bibliografia <ul><li>BERSCH, R. Introdução à tecnologia assistiva. Disponível em: http://www.assistiva.com.br/Introducao%20TA%20Rita%20Bersch.pdf Acesso em: 20 de agosto de 2008. </li></ul><ul><li>PELOSI, M. B. Por uma escola que ensine e não apenas acolha - Recursos e estratégias para inclusão escolar. In: Eduardo José Manzini. (Org.). Inclusão e acessibilidade . Marília: ABPEE, 2006, v., p. 121-132. </li></ul><ul><li>PELOSI, M. B. O papel da comunicação alternativa e ampliada (CAA) na integração das crianças com necessidades educacionais especiais. In : A Comunicação Alternativa e Ampliada nas Escolas do Município do Rio de Janeiro : formação de professores e caracterização dos alunos com necessidades educacionais especiais. Rio de Janeiro: Tese de Mestrado em Educação defendida na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, cap.II, p. 34 – 57, 2000.  </li></ul><ul><li>REILY, L. Recursos pedagógicos: A imagem visual em três dimensões e a imagem em movimento. In: REILY, L. Escola inclusiva : linguagem e mediação. Campinas, SP: Papirus, 2004, cap. 2, p.25- 48. </li></ul><ul><li>REILY, L. Sistemas de comunicação suplementar e alternativa. In: Escola inclusiva : linguagem e mediação. Campinas, SP: Papirus, 2004, cap. 4, p.67- 88. </li></ul>

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