2 estrategia de_gestão - Ramón Jr.

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2 estrategia de_gestão - Ramón Jr.

  1. 1. 1  Formação: Administrador Especialista - F.G.V.  Profº.: MAURÍCIO DE NASSAU – Graduação.  Profº.: ESAMAZ - Pós-Graduação.  Profº.: ESMAC – Graduação e Pós-Graduação.  Consultor: Gestão Comercial Gestão de Pessoas Gestão de ME e EPP Empreendedorismo Responsabilidade Social Projeto Empresarial Planejamento Estratégico Plano de Negócios  Resp. Social: Dir. Adm. Financeiro Voluntário – Instituição Assistencial Lar de Maria. Dir. Adm. Financeiro Voluntário – Grupo de Estudo e Apoio à Adoção Renascer.  Disciplinas: Fundamentos do Empreendedorismo Gestão Empreendedora Empreendedorismo em Organizações Gestão Estratégica de Pessoas Gestão do Conhecimento e Competências Planejamento Estratégico Plano de Negócios Técnicas de Negociação e Administração de Conflitos Gestão da Inovação e Empreendedorismo  E-mail: ramonjr@ig.com.br Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr.
  2. 2. 2 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos “Ao longo da história da humanidade os prenúncios da moderna Administração foram aparecendo aos poucos e com uma lentidão impressionante. [...]” (Chiavenato – 2011) “Somente a partir do século XX é que ela surgiu e explodiu em um desenvolvimento de notável pujança e inovação” (Chiavenato – 2011)
  3. 3. 3 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos Antes do Sec. XIX Como eram as organizações:  Poucas e pequenas, oficinas e artesãos independentes  Pequenas escolas,  Profissionais autônomos (médicos, advogados, artistas),  Processos pouco definidos,  Direitos trabalhistas não definidos,  Insalubridade no trabalho,  Baixo nível de especialização,
  4. 4. 4 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências Filosóficas Sócrates 470 a.C. – 399 a.C - “[...] em sua discussão com Nicomaquides, expõe seu ponto de vista sobre a Administração como uma habilidade pessoal separada do conhecimento técnico e da experiência” (Chiavenato – 2011) Platão 429 aC. – 347 a.C - “[...] analisou os problemas políticos e sociais [...], em sua obra ‘A República’, expõe a forma democrática de governo como a preferida na administração dos negócios públicos (Chiavenato – 2011) Aristóteles 384 aC. – 322 a.C - “[...] No livro ‘Política’, que versa sobre a organização do Estado, distingue as três formas de administração pública: Monarquia (tirania) , Aristocracia (elite) e Democracia (povo) (Chiavenato – 2011)
  5. 5. 5 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos – Influências Igreja Católica Após a queda do Império Romano em 476 d.C:  Crescimento extraordinário da Igreja,  Transferência da gestão pública do Estado p/Igreja e organizações militares,  Igreja e militares com objetivos comuns,  Hierarquia de autoridade (assessoria),  Coordenação funcional p/assegurar integração,  Simples e eficiente (todos governados pelo Papa),  Serviu de modelo para as demais organizações.
  6. 6. 6 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos – Influências Organizações Militares General Chinês Sun Tzu – 544 a.C. – 496 a.C.:  Escreveu ‘A Arte da Guerra’ (planos de guerra),  Influencia até hoje gestores e consultores,  Na Idade Média já se utilizava da estrutura linear,  Unidade de comando como princípio hierárquico,  Graus de responsabilidade e autoridade, Napoleão Bonaparte 1769 – 1821 - “[...] cada general ao chefiar seu exército, cuidava da totalidade do campo de batalha. Com as guerras de maior alcance e de âmbito continental, o comando exigiu novos princípios, como planejamento e controle descentralizados [...]” (Chiavenato – 2011)
  7. 7. 7 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências das Ciências Francis Bacon 1561 - 1626 - “Filósofo e estadista inglês, fundador da Lógica Moderna, baseada no método experimental e indutivo [...] mostra preocupação prática de se separar o que é experimentalmente comprovado do que é acidental ou acessório” (Chiavenato – 2011) René Descartes 1569 - 1650 – “Filósofo, matemático e físico francês, considerado o fundador da Filosofia Moderna, criador das coordenadas cartesianas e impulsionou a matemática e a geometria” (Chiavenato – 2011) Galileu Galilei 1564 - 1642 – Físico, matemático e astrônomo italiano, considerado Pai da Ciência Moderna” (Chiavenato – 2011) Isaac Newton 1643 - 1727 – Considerado o mais influente na história da ciência, tendência ao determinismo matemático e à exatidão na Administração [...] seu racionalismo tornou-se fundamental no início da teoria administrativa (Chiavenato – 2011)
  8. 8. 8 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências da Rev. Industrial As grandes invenções:  Máquina a vapor – James Watt (1736 – 1819),  Nova concepção de trabalho,  Grandes mudanças comerciais e sociais,  Consequências econômicas, políticas e sociais,  Novas matrizes energéticas: vapor e eletricidade. “É a Revolução Industrial, que se iniciou na Inglaterra e que pode ser dividida em duas épocas distintas” (Chiavenato – 2011)
  9. 9. 9 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências da Rev. Industrial A duas épocas distintas da Revolução Industrial:  1ª Ref. Industrial - 1780 a 1860 Revolução do carvão e do ferro 2ª Ver. Industrial – 1860 a 1914 Revolução do aço e da eletricidade. “A Rev. Industrial surgiu como uma bola de neve em aceleração crescente e alcançou todo seu ímpeto a partir do século XIX, a 1ª Rev. Ind. passou por 4 fases distintas” (Chiavenato – 2011)
  10. 10. 10 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências da Rev. Industrial 1ª Revolução Industrial - 1ª Fase Mecanização da Ind. e Agricultura:  Máquina de fiar (1767),  Tear hidráulico (1769),  Tear mecânico (1785),  Descascador de algodão (Whitney - 1792) “[...] essas máquinas substituíram o trabalho do homem e a força muscular do homem, do animal ou da roda de água [...]” (Chiavenato – 2011) “[...] O descaroçador de algodão trabalhava mil libras de algodão, enquanto, no mesmo tempo, um escravo conseguia trabalhar apena cinco libras[...]” (Chiavenato – 2011)
  11. 11. 11 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências da Rev. Industrial 1ª Rev. Industrial - 2ª Fase Aplicação da força motriz à Indústria:  Força elástica do vapor (sec XIV sem aplicação).  Em 1776 Watt inventa a máquina a vapor,  Consequências:  Oficinas transformam-se em fábricas,  Profundas transformações nos transportes,  Idem, comunicações,  Idem, agricultura.
  12. 12. 12 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências da Rev. Industrial 1ª Rev. Industrial - 3ª Fase Desenvolvimento do sistema fabril:  Desaparecimento do artesão e sua oficina,  Surgimento do operário e das fábricas, baseadas na divisão do trabalho,  Novas indústrias em detrimento da atividade rural,  Êxodo rural, com graves complicações sociais (urbanização),
  13. 13. 13 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências da Rev. Industrial 1ª Rev. Industrial 4ª Fase: Aceleramento dos transportes e comunicações:  Surgimento da navegação a vapor – 1807 – Robert Fulton,  Substituição das rodas propulsoras por hélices,  Aperfeiçoamento da locomotiva a vapor – Stephenson,  Primeira estrada de ferro na Inglaterra – 1825,  Propagação mundial das estradas de ferro,  Invenção do telégrafo elétrico – Morse – 1835  Invenção do selo postal – Inglaterra 1840,  Invenção do telefone – Graham Bell – 1876
  14. 14. 14 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos - Influências da Rev. Industrial 2ª Rev. Industrial, provocada por 03 fatores (1860): 1. Processo de fabricação do aço – 1856, 2. Aperfeiçoamento do dínamo – 1873, 3. Invenção do motor de combustão interna – Daimler - 1873,  Características: 1. Substituição do ferro pelo aço como matéria prima básica, 2. Substituição do vapor pela eletricidade e derivados de petróleo, 3. Desenvolvimento de máquinas automáticas e especialização do trabalho, 4. Domínio da indústria pela ciência, 5. Transformações radicais nas comunicações e transportes 6. Novas formas de organizações capitalistas.
  15. 15. 15 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos Influências dos Economistas Clássicos Teorias econômica – Séc. XVII:  Foco nos fenômenos empresariais microeconômicos,  Foco no empirismo comercial,  Liberalismo econômico,  Aceitação pelos clássicos – Séc. XVIII,  Influência da Revolução Francesa (ideias liberais),  Características:  Bens naturais, sociais e econômicos são eternos,  Direitos humanos inalienáveis,  Liberalismo econômico (Estado fora da economia),  Livre concorrência, “As ideias básicas dos economistas clássicos liberais constituem os germes iniciais do pensamento administrativo de nossos dias” (Chiavenato – 2011)
  16. 16. 16 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos Influências dos Economistas Clássicos “As ideias básicas dos economistas clássicos liberais constituem os germes iniciais do pensamento administrativo de nossos dias [...]” (Chiavenato – 2011)  Adam Smith – 1723 a 1790,  Fundador da economia clássica,  Centrada na competição,  Intervenção estatal para garantir a lei e a ordem,  Reforça o planejamento das organizações,  Princípio da especialização (fabricação do alfinete),  A riqueza das nações está na divisão do trabalho, “Seus princípios vão influenciar Taylor e Gilbreth como a base fundamental da Administração Científica”
  17. 17. 17 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos Influências dos Economistas Clássicos “Karl Marx (1818-1883) e Friendrich Engel (1820-1895), criadores do socialismo científico e do materialismo histórico, publicaram em 1848 o Manifesto Comunista [...]” (Chiavenato – 2011)  Análise dos diversos regimes econômicos e sociais,  A luta de classes é o motor da história,  Capitalismo é modo de produção transitório,  Capitalismo está sujeito à crises cíclicas,  Capitalismo como etapa rumo ao socialismo, “O Estado é um órgão a serviço da classe dominante, cabendo à classe operária lutar por sua conquista e implementar a ditadura do proletariado [...] Em 1867 publica ‘O Capital’ e suas teorias sobre a ‘mais-valia’”
  18. 18. 18 “O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século XXI mais do que a Revolução Industrial foi para o século XX” (Jefry Timmons, 1990) A Revolução do Empreendedorismo – Sec. XX  Grandes invenções  Estilo de vida das pessoas  1930 – Racionalização do trabalho  1940 – Relações humanas no trabalho  1950 – Funcionalismo estrutural  1960 – Sistemas abertos  1970 – Contingências ambientais  1980 – Informática e informação  1990 – Processo de Globalização “[...] O momento atual pode ser chamado de a era do empreendedorismo, pois são os empreendedores que estão eliminando barreiras comerciais e culturais, encurtando distâncias, globalizando e renovando conceitos econômicos [...] criando novas relações de trabalho e emprego” (Dornelas 2005) Antecedentes Históricos Influências dos Pioneiros Empreendedores Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr.
  19. 19. Profº Ramón Jr. 19 “[...] O termo ‘entrepreneur’ tem origem francesa e quer dizer aquele que assume riscos e começa algo novo” (Hisrish - 1986) • Marco Polo: ........nova rota comercial para o oriente • Idade Média: ......gestão de grandes projetos de produção com pequeno risco • Século XVII: ...... acordos contratuais com o governo, prevendo prejuízos • Século XVIII:...... Rev. Industrial e a diferença entre capitalista e empreendedor • Thomas Edison e os investidores financeiros • Sec. XIX e XX: ... Empreendedores confundidos com gerentes ou administradores Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos Influências dos Pioneiros Empreendedores
  20. 20. 20 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos Influências dos Pioneiros Empreendedores
  21. 21. 21 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos Influências dos Pioneiros Empreendedores
  22. 22. 22 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Antecedentes Históricos Influências dos Pioneiros Empreendedores A virada do Sec. XIX:  Quebra financeira de grandes corporações,  Grande empirismo na gestão (habilidade pessoal),  Condições para o surgimento da empresa moderna,  Pioneiros empreendedores substituídos por organizadores, Chega a era da competição e concorrência (fatores):  Tecnologia e concorrência entre nações,  Livre comércio,  De mercado vendedor para comprador,  Aumento da capacidade de investimento,  Obsolescência tecnológica acelerada,  Crescimento de negócios e empresas
  23. 23. 23 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Pressupostos da Abordagem clássica:  Países industrializados (1º mundo),  Crescimento acelerado das fábricas,  Wilson Taylor, engenheiro americano (Teoria Científica),  Henry Fayol, engenheiro europeu (Teoria Clássica),  Não se comunicaram, mas formaram a base da Abordagem Clássica. Abordagem Clássica da Administração “[...] A Escola Científica se preocupa em aumentar a eficiência da indústria por meio da racionalização do trabalho [...] ” (Chiavenato – 2011) “[...] A Escola Clássica se preocupa em aumentar a eficiência da empresa por meio de sua organização e da aplicação de princípios gerais da Administração [...] ” (Chiavenato – 2011)
  24. 24. 24 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração “A Abordagem Clássica é desdobrada em duas orientações diferentes e, até certo ponto, opostas entre si, mas que se complementam com relativa coerência[...] ” (Chiavenato – 2011)
  25. 25. 25 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Origens da Abordagem Clássica – Consequências da Rev. Industrial: 1 - Crescimento rápido e desorganizado das empresas,  Grande utilização de processos empíricos e improvisados,  Necessária intervenção científica nos métodos e processos,  De teorias globais para as microindustriais,  Surgem as condições de planejamento para substituir o improviso 2- Necessário aumento da competência e eficiência das organizações:  Otimização da utilização dos recursos, visando a competitividade,  Aumento da produção em massa e o número de assalariados,  Necessidade de evitar o desperdício e economizar mão de obra  Divisão: os que pensam (gerentes), os que executam (trabalhadores) Abordagem Clássica da Administração “[...] Nascem as condições econômicas e técnicas para o surgimento do ‘Taylorismo e Fordismo’ nos E.U.A. e do ‘Fayolismo na Europa’” (Chiavenato – 2011)
  26. 26. 26 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Administração Científica – Taylor (EUA) “[...] o nome Administração Científica é devido à tentativa de aplicação dos métodos da ciência aos problemas da Administração a fim de aumentar a eficiência industrial” (Chiavenato – 2011) Características:  Iniciada por Frederick Winslow Taylor (1856-1915) – EUA.  Ênfase na administração das tarefas,  Foco na racionalização do trabalho, padronização e seus princípios. “[...] Taylor é considerado o fundador da moderna TGA, tendo como seguidores: Gantt, Gilbreth, Emerson, Ford, Barth [...]” (Chiavenato – 2011)
  27. 27. 27 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Objetivos dos estudos iniciais de Taylor:  Estudo profundo das rotinas dos operários – “chão de fábrica”,  Estuda o processamento das tarefas para racionalizá-las,  Observa desperdício te tempo e produção,  Percebe diferença de produção entre os operários,  Essa diferença é percebida pelo operários mais produtivos,  Como todos ganham o mesmo salário, o mais produtivo se acomoda. Abordagem Clássica da Administração Administração Científica – Taylor (EUA) “[...] Daí a necessidade de criar condições de pagar mais ao operário que produz mais. (Chiavenato – 2011)
  28. 28. 28 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Administração Científica – Taylor (EUA) 1º Período – “Shop Management” - (1903):  Pagar salários melhores diminuindo custos de produção,  Aplicação de métodos científicos, pesquisas e experimentos,  Seleção científica de operários conforme suas competências,  Treinamento científico para aperfeiçoar suas competências,  Íntima relação da Administração com operários para garantir o ambiente psicológico.
  29. 29. 29 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. 2º Período – “The Principles of Scientific Management” - (1911):  Princípio de planejamento – substituição do empirismo por ciência,  Princípio de preparo – seleção de trabalhadores e disposição do ‘layout’,  Princípio do controle – para verificar se o trabalho atende a eficácia,  Princípio da execução – distribuição de responsabilidades. Abordagem Clássica da Administração Administração Científica – Taylor (EUA) “A preocupação de racionalizar, padronizar e prescrever normas de conduta ao administrador, levou os engenheiros da Administração Científica a pensar que tais princípios pudessem ser aplicados a todas as situações possíveis” (Chiavenato – 2011)
  30. 30. 30 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Administração Científica – Taylor (EUA) 1) Princípio de planejamento:  Substitui no trabalho o critério individual,  Idem, a improvisação e ação empírico-prática,  Aplicação de métodos científicos,  Substituição da improvisação pela ciência através do planejamento,
  31. 31. 31 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Administração Científica – Taylor (EUA) 2) Princípio de preparo:  Seleção de operários pela aptidão, treinamento para produzir mais e melhor,  Seleção e treinamento de acordo com o planejamento,  Preparar máquinas e equipamentos com um ‘layout’ mais racional.
  32. 32. 32 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Administração Científica – Taylor (EUA) 3) Princípio de controle:  O trabalho executado está de acordo com o planejamento,  Gerência e operários em franca cooperação.
  33. 33. Profº Ramón Jr. 33 Processo:  Planejamento  Projeção de resultado  Realização do resultado  Acompanhamento Inovação, Empreendedorismo e Planejamento Acompanhamento de Resultados Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr.
  34. 34. 34 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Administração Científica – Taylor (EUA) 4) Princípio da execução:  Distribuição de atribuições e responsabilidades,  Busca a execução do trabalho de forma disciplinada “Princípio baseado não no desempenho médio, mas na verificação das exceções ou desvios dos padrões normais Chiavenato – 2011)
  35. 35. Profº. Ramón Jr 35 “[...] sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuando uma função” (DJALMA REBOUÇAS, 2009) Compõem o Sistema e o Planejamento Estratégico:  Objetivos dos usuários e do sistema;  As entradas (material, informação e energia para operacionalização ou processo);  Processo de transformação (função que possibilita transformação dos insumos);  Saídas do sistema (são as finalidades dos objetivos, quantificáveis e qualificáveis);  Controle e avaliação (exige uma medida padrão);  Retroalimentação, realimentação ou “feedback”;  Retroalimentação Positiva (entrada aumenta desempenho do processo ou saída);  Retroalimentação Negativa (entrada diminui desempenho do processo ou saída); “[...] A realimentação é um processo de comunicação que reage a cada entrada de informação, incorporando o resultado da ‘ação resposta’ desencadeada por meio de nova informação, a qual afetará seu comportamento subsequente, e assim sucessivamente” (DJALMA REBOUÇAS, 2009) Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração A Empresa Como Sistema
  36. 36. Profº. Ramón Jr 36 Processos de Transformação Entradas Saídas Retroalimentação Controles e Avaliações Objetivos “[...] a realimentação é um instrumento de regulação retroativa ou de controle, em que as informações realimentadas são resultados das divergências verificadas entre as respostas de um sistema e os parâmetros [padrão] previamente estabelecidos” “[...] Portanto o objetivo do controle é reduzir as discrepâncias ao mínimo, bem como propiciar uma situação em que esse sistema se torna auto-regulador.” (DJALMA REBOUÇAS, 2009) Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Elementos Componentes do Sistema
  37. 37. 37 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Princípios de Harrington Emerson Princípios de Harrington Emerson - (1853 – 1931) : 1. Definição de plano e objetivos, 2. Predomínio do bom-senso, 3. Orientação, instruções e supervisão competentes, 4. Manter disciplina, 5. Honestidade e justiça social nos acordos, 6. Registros precisos, imediatos e adequados, 7. Remuneração proporcional ao trabalho, 8. Normas padronizadas para condições de trabalho, 9. Normas padronizadas para o trabalho em sí, 10. Normas padronizadas para operações, 11. Estabelecer instruções precisas 12. Incentivos para aumento de rendimento e eficiência. “Engenheiro, popularizou a Administração Científica e desenvolveu os primeiros trabalhos sobre seleção e treinamento de empregados” (Chiavenato – 2011)
  38. 38. 38 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Clássica da Administração Princípios de Básicos de Ford Princípios de Ford (1863 – 1947) : 1. Princípio da intensificação: diminuição do tempo de execução, utilização imediata de equipamentos, matéria-prima e rápida colocação do produto no mercado. 2. Princípio de economicidade: reduzir ao mínimo o volume de estoque de matérias primas [...], fazendo que o automóvel fosse pago à empresa antes do vencimento dos salários. 3. Princípio de produtividade: aumentar a capacidade de produção do homem através da especialização. “Sua ideia: popularizar um produto antes artesanal e destinado a milionários, ou seja, vender carros a preços populares, com assistência técnica garantida, revolucionando a estratégia comercial da época” (Chiavenato – 2011)
  39. 39. 39 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria das Relações Humanas Elton Mayo e Colaboradores (EUA) Origens da Teoria das Relações Humanas: 1. Necessidade de humanizar e democratizar a administração, libertando-a dos conceitos rígidos e mecanicistas da Teoria Clássica. É um movimento americano. 2. O desenvolvimento das ciências humanas, principalmente a psicologia aplicada à organização industrial. As ciências humanas vieram demonstrar a inadequação dos princípios da Teoria Clássica. 3. Elton Mayo é o fundador da escola. As ideias da filosofia pragmática de John Dewey e da Psicologia Dinâmica de Kurt Lewin, foram fundamentais para o humanismo na administração. 4. A experiência de Hawthorne, em 1924 realizou pesquisa para verificar a correlação entre produtividade e iluminação do local de trabalho.
  40. 40. 40 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Resultados da experiência de Hawthorne (1924): 1. O nível de produção é resultado da integração social, 2. O comportamento social dos empregados se apoia totalmente no grupo, 3. Recompensas e sanções sociais, pode influenciar no comportamento, 4. Grupos informais, preocupação contrária aos clássicos, 5. Relações humanas, as pessoas mantém-se em constante interação, 6. Importância do conteúdo do cargo, a especialização não é a maneira mais eficiente da divisão do trabalho, 7. Ênfase nos aspectos emocionais, atenção aos aspectos emocionais não planejados. Teoria das Relações Humanas Elton Mayo e Colaboradores (EUA)
  41. 41. 41 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria das Relações Humanas Elton Mayo e Colaboradores (EUA) “Roethlisberger e Dickson, relatores da experiência de Hawthorne, concebem a fábrica como um sistema social com duas funções principais, uma econômica e uma social, devendo a organização industrial buscar simultaneamente essas duas formas de equilíbrio” (Chiavenato – 2011)
  42. 42. 42 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria das Relações Humanas Decorrências Surgimento de uma nova concepção sobre a natureza do homem: 1. Trabalhadores são criaturas sociais complexas, dotadas de sentimentos, desejos e temores, 2. As pessoas são motivadas por necessidades humanas e alcançam satisfação por meio dos grupos sociais, 3. O comportamento dos grupos sociais é influenciado pelo estilo de supervisão e liderança. 4. As normas sociais do grupo funcionam como mecanismos reguladores do comportamento de seus membros.
  43. 43. 43 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria das Relações Humanas Decorrências – Kurt Lewin - Etapas do Ciclo Motivacional Teoria de campo de Kurt Lewin: 1. O comportamento humano é derivado da totalidade de fatos coexistentes, 2. Esses fatos coexistentes têm o caráter de um campo dinâmico [campo de forças impulsivas e repulsivas], onde as partes dependem de uma inter- relação com as demais partes. 3. O ciclo motivacional pode resultar em frustração ou compensação,
  44. 44. 44 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria das Relações Humanas Decorrências – Kurt Lewin - Etapas do Ciclo Motivacional “Toda necessidade não satisfeita é motivadora de comportamento. Quando uma necessidade não é satisfeita dentro de um tempo razoável, ela passa a ser um motivo de frustração, podendo conduzir a reações comportamentais” (Chiavenato – 2011)
  45. 45. 45 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Comportamental Behaviorista Origens e aspectos gerais da abordagem comportamental:  Nasce a partir dos trabalhos de dinâmica de grupo por Kurt Lewin,  Também chamada de behaviorista (psicologia),  Comportamento é a maneira de agir de um indivíduo ou organização,  Contribuições das ciências comportamentais à Administração:  O homem é um animal social dotado de necessidades,  Idem, dotado de um sistema psíquico,  Idem, capacidade de articular a linguagem e raciocínio abstrato,  Idem, com aptidão para aprender,  O comportamento humano é orientado para objetivos,  Apresenta um comportamento dual (cooperação ou competitividade)
  46. 46. 46 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria Comportamental da Administração Origens e aspectos gerais da Teoria Comportamental: 1. Oposição a Teoria das Relações Humanas (ênfase radical nas relações humanas), 2. Representa um desdobramento da Teoria das Relações Humanas, 3. Critica a Teoria Clássica, 4. Incorpora a Sociologia da Burocracia. 5. O Comportamento Administrativo de Herbert A. Simon (1947), “[...] surge no final da década de 1940, com redefinição total de conceitos administrativos: critica as teorias anteriores, ampliando seu conteúdo e diversificando sua natureza” (Chiavenato – 2011)
  47. 47. 47Fonte: Maximiano -TGA Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria Comportamental da Administração Hierarquia das Necessidades - Abraham Maslow - 1950
  48. 48. 48 Administração de Recursos Humanos I Fonte: A.J. DuBrin 2002 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria Comportamental da Administração Hierarquia das Necessidades - Abraham Maslow - 1950
  49. 49. 49 Base nos fatores higiênicos e motivacionais :  Fatores Higiênicos:  Localizados no ambiente do trabalho  Extrínsecos às pessoas (salários, benefícios sociais, gestão, ambiente)  Quando presentes não causam insatisfação, mas não causam satisfação  Quando ausentes podem causar até “greve”  Fatores Motivacionais:  São intrínsecos (auto-realização e reconhecimento)  Quando presentes causam satisfação  Se ausentes deixam de causar satisfação, mas não chegam causar insatisfação  Críticas a Herzberg:  Satisfação relacionada ao seu próprio talento  Insatisfação relacionado a “forças ocultas” ou externas  Satisfação é uma questão de “ego” Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria Comportamental da Administração Frederick Herzberg - 1960
  50. 50. 50 Administração de Recursos Humanos I Ambiente de Trabalho Fatores Higiênicos Fatores motivacionais: Conteúdo do Trabalho  Maslow - preocupação com as fontes de motivação no sentido da vida em geral  Herzberg - focalizou as fontes de motivação que pareciam estar relacionadas ao trabalho. Fonte: Maximiano -TGA Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria Comportamental da Administração Teoria dos 2 fatores - Frederick Herzberg - 1960
  51. 51. 51 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Teoria Comportamental da Administração McGregor – Teoria X e Y Teoria X:  Concepção tradicional, baseada em concepções errôneas sobre o comportamento humano Teoria Y:  Concepção moderna, baseada em concepções atuais e sem preconceitos
  52. 52. 52 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Sistêmica da Administração Teoria Geral dos Sistemas (TGS) - Ludwig Von Bertalanffy - 1950 Origens e aspectos gerais da abordagem sistêmica:  A partir da teoria interdisciplinar em princípios gerais p/todas as ciências,  O sistema não pode ser compreendido isoladamente,  Os diversos ramos do conhecimento são compartilhados em uma análise ampla,  A TGS baseia-se na compreensão da dependência recíproca das disciplinas.  A TGS fundamenta-se em três premissas básicas:  Os sistemas existem dentro de sistemas,  Os sistemas são abertos,  As funções de um sistema dependem de suas estruturas. “O conceito de sistemas proporciona uma visão compreensiva, abrangente, hosística e gestáltica de um conjunto de coisas complexas, dando-lhe a configuração e identidade total” (Chiavenato – 2011)
  53. 53. 53 Hierarquia de sistemas:  “O ambiente é também chamado meio ambiente, meio externo, meio ou entorno.”  Sistema (o que se estuda ou se considera ... É sempre a empresa como um“todo”);  Subsistema (são as partes do sistema);  Supersistema ou ecossistema (é o todo e o sistema é um subsistema dele).  [...] Sistemas aberto, são as empresas que estão em permanente intercâmbio com o ambiente, em um equilíbrio dinâmico, a partir de uma adaptação da empresa em relação a seu ambiente.” (Rebolças – 2009) Supersistema ou Ecossistema Sistema Subsistema Subsistema Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Sistêmica da Administração Teoria Geral dos Sistemas (TGS) - Ludwig Von Bertalanffy - 1950
  54. 54. 54 Estratégia de Gestão e Organização Empresarial – Profº Ramón Barros Jr. Abordagem Contingencial – Teoria da Contingência Ações Administrativas Resultados Organizacionais Características Situacionais São contingentes das Para obter Origens e aspectos gerais da Teoria Contingencial:  A partir de pesquisas para identificas as melhores estruturas organizacionais,  As estruturas são dependentes da interface com o ambiente externo,  Não há um único melhor jeito de organizar (the best way),  Pesquisa de Chandler (Dupont, GM, Standard Oil) as empresas passaram por 4 fases:  Acúmulo de recursos (após a Guerra da Sucessão 1865),  Racionalização dos recursos,  Continuação do crescimento,  Racionalização do uso de recursos em expansão. “A TC enfatiza que não há nada de absoluto nas organizações ou na teoria administrativa. Tudo é relativo. Tudo depende, existindo uma relação funcional entre as condições do ambiente e as técnicas administrativas apropriadas para o alcance eficaz dos objetivos” (Chiavenato – 2011)

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