Engenharia de Software I - Aula 12

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Slides da 12ª aula da disciplina "Engenharia de Software I".

Curso: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

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Engenharia de Software I - Aula 12

  1. 1. Alessandro Almeida | www.alessandroalmeida.com
  2. 2. Prova 1:Dia 9 de outubro
  3. 3. Reforçando o conteúdo das últimas aulas e exercitando mais!
  4. 4.  Ferramenta de modelagem gráfica da solução  Análise Estruturada Permite imaginar um sistema como uma rede de processos funcionais, interligados por dutos e tanques de armazenamentos de dados Pode ser apresentado para o cliente!  Se for construído da forma correta, é claro
  5. 5.  Analisando um pouco já é possível entender Representação simples Intuitivo Importante...  Na construção, lembre-se que o cliente (usuário) é quem vai validar  Ou seja, o cara precisa entender seu desenho
  6. 6.  O DFD pode ser desenhado em uma página  Seu cliente vai conseguir examinar o diagrama sem se confundir!
  7. 7. Entendendo a estrutura – Parte 1
  8. 8.  Primeiro componente de um DFD Mostra como uma ou mais entradas são convertidas em saídas Normalmente, é representado por um círculo  Mas também pode ser uma elipse ou um retângulo Exemplo: Validar CPF
  9. 9.  Graficamente representado por uma seta que entra ou sai de um processo Utilizado para mostrar o movimento de fragmentos ou de pacotes de informações de um ponto a outro do sistema  Ou seja, representa os dados em movimento Exemplo: situação do pedido
  10. 10.  Modela uma coleção de pacotes de dados em repouso  Ou seja, o banco de dados Normalmente, o nome escolhido para identificar o depósito é o plural do nome dos pacotes transportados pelos fluxos para dentro e para fora dos depósitos Exemplo: Pedidos
  11. 11.  Representa as entidades externas com as quais o sistema se comunica Tipicamente, é uma pessoa ou um grupo de pessoas  Mas também pode ser outro sistema com o qual o seu sistema vai se comunicar (por exemplo: B2B) Exemplo: Clientes
  12. 12.  Diagrama de Fluxo de Dados da preparação de um bolo...
  13. 13.  Diagrama de Fluxo de Dados de um processo de validação de número de telefone...
  14. 14. Entendendo a estrutura – Parte 2
  15. 15. 1. Escolher nomes significativos para os processos, fluxos, depósitos e terminadores2. Numerar os processos3. Evitar DFDs complexos demais4. Refazer o DFD tantas vezes forem necessárias, até obter uma boa estética5. Certificar-se de que o DFD seja internamente consistente, além de manter a consistência com outros DFDs
  16. 16.  Rotular os processos de modo a identificar as funções que o sistema executa  Iniciando com um verbo no infinitivo... Validar CPF
  17. 17.  Nomes não recomendados para processos:  Fazer serviço  Funções diversas  Manipular entrada  Cuidar dos clientes  Processar dados  Edição geral Os nomes acima podem significar muita coisa...  Além disso, demonstram que o Analista de Sistemas não está certo de qual função está sendo executada
  18. 18.  Facilitam a referência ao processo  É mais fácil dizer bolha 1 em vez de Editar erros de transações e de relatórios Facilitam a leitura no detalhamento dos DFDs  A bolha 2 será detalhada através das bolhas 2.1, 2.2 e 2.3
  19. 19.  Processo no primeiro nível...
  20. 20.  Processo no segundo nível...  Qual processo estamos detalhando?
  21. 21.  Um DFD deve ser prontamente compreendido, facilmente absorvido e agradável aos olhos  Ou seja, não crie um DFD com diversos processos, fluxos, depósitos e terminadores... O ideal é que o DFD se ajuste em uma folha A4  Aprenderemos a “quebrar” o DFD em níveis (nível 0, 1 e 2)  Lembrem do exemplo anterior
  22. 22.  Refaça o DFD 5, 10 ou 15 vezes até que esteja...  Tecnicamente correto  Aceitável pelo seu cliente  Tão bem desenhado que você não fique constrangido em mostrá-lo aos diretores da sua empresa
  23. 23.  Tome cuidado com...  Poços sem fundo: Bolhas com fluxo de entrada, mas sem fluxo de saída
  24. 24.  Tome cuidado com...  Bolhas com geração espontânea: Bolhas com fluxo de saída, mas sem o fluxo de entrada
  25. 25.  Tome cuidado com...  Fluxos e processos sem rótulo: Se não conseguiu definir um nome satisfatório para o processo ou fluxo, pode ser que há algum item implícito no sistema que ainda não foi identificado
  26. 26.  Tome cuidado com...  Depósitos somente leitura ou somente escrita: Seu banco de dados somente recebe dados ou somente é consultado? Reveja se é assim mesmo que funciona...
  27. 27. Revisando e detalhando o DFD...
  28. 28.  Baseados nas dicas da aula de hoje, revisem os DFDs iniciados na aula passada  Avaliar se as diretrizes estão sendo cumpridas! Quem não iniciou o DFD na aula passada: Aproveite para começar!
  29. 29. 1. Comecem a pensar nos processos / módulos que irão compor o seu sistema  Cadastrar funcionários  Criar prontuário do paciente  Atualizar estoque  Gerar relatórios analíticos  Emitir fatura  Emitir pedido de fabricação  Etc...
  30. 30. 2. Quais depósitos de dados serão criados?  Funcionários  Mercadorias  Clientes  Alunos  Pacientes
  31. 31. 3. Como os dados irão “fluir” entre os processos / funções e depósitos de dados?
  32. 32. alessandro.almeida@uol.com.brwww.slideshare.net/alessandroalmeida

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