Trabalhar com projetos em sala de aula

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    1. 1. TRABALHAR COM PROJETOS EM SALA DE AULA: A educação volta às suas raízes PROFESSOR: OLÍVIO MANGOLIM
    2. 2. NÓS SOMOS PROTAGONISTAS DA HISTÓRIA <ul><li>“ TU TE TORNAS ETERNAMENTE RESPONSÁVEL POR AQUILO QUE CATIVAS” </li></ul>
    3. 3. “ O homem é a única criatura que precisa ser educada (...) Por ser dotado de instinto, um animal, ao nascer, já é tudo o que pode ser; uma razão alheia já cuidou de tudo para ele. O homem, porém deve servir-se de sua própria razão. Não tem instinto e deve determinar ele próprio o plano de sua conduta. Ora, por não ter de imediato capacidade para fazê-lo, mas, ao contrário, entrar no mundo, por assim dizer, em estado bruto, é preciso que outros o façam para ele” (Kant, fim do século XVIII).
    4. 4. <ul><li>“ Se não encontrarmos respostas adequadas a todas as questões sobre educação, continuaremos a forjar almas de escravos em nossos filhos” </li></ul><ul><li>(FREINET) </li></ul>
    5. 8. A Aprendizagem não mora no podium. Ela mora no trajeto. A aprendizagem não se dá na conquista. Ela se dá na luta.
    6. 12. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>Não é idéia nova e nem revolucionária na prática docente; </li></ul><ul><li>Contemporaneamente essa prática evoluiu para uma estratégia de ensino com definição mais formal; </li></ul>
    7. 13. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>O trabalho com projeto ganhou um lugar de maior interesse na sala de aula quando pesquisadores documentaram o que os professores já sabiam: os alunos participam mais quando têm a chance de aprofundar em problemas complexos, desafiadores e, às vezes, bastante confusos que se assemelham à vida real. </li></ul>
    8. 14. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>O trabalho com projeto vai além (óbvio), desperta o interesse dos alunos; </li></ul><ul><li>O projeto é um instrumento para a superação da tragédia: não pensar, TRAZ A SENSAÇÃO DA SEDE; </li></ul><ul><li>Estimula a curiosidade ativa e um nível mais elevado de raciocínio; </li></ul>
    9. 15. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>A capacidade dos alunos de adquirir novos conhecimentos melhora quando trabalham com atividades de resolução de problemas e quando recebem ajuda para entender porque, quando e como esses fatos e conhecimentos são importantes. </li></ul>
    10. 16. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>O trabalho com projeto é uma metodologia de ensino que envolve os alunos em investigações de problemas atrativos, que geram resultados originais; </li></ul><ul><li>Os projetos dão margem a perguntas desafiadoras que não podem ser respondidas pelo método de ensino rotineiro; </li></ul>
    11. 17. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>Os projetos colocam os alunos em uma posição ativa: </li></ul><ul><ul><ul><li>aquele que soluciona problemas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>que toma decisões; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>investigador ou documentarista. </li></ul></ul></ul><ul><li>Os projetos servem a metas educacionais específicas e essenciais; eles não são desvios ou complementos do currículo real. </li></ul>
    12. 18. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>As atividades principais de um projeto envolvem o questionamento e a construção de um novo saber por parte do aluno; </li></ul><ul><li>Ao responder suas próprias perguntas, os alunos podem investigar tópicos que não haviam sido identificados pelo professor como meta de ensino. </li></ul>
    13. 19. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>Diminui o formalismo dos encontros das aulas; </li></ul><ul><li>Favorece a disciplina e resgata a motivação para a pesquisa; </li></ul><ul><li>Possibilita a visão de continuidade de um semestre para outro; </li></ul>
    14. 20. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>Aproxima a Coordenação pedagógica ao trabalho docente; </li></ul><ul><li>Contribui para o desenvolvimento da autonomia do aluno; </li></ul><ul><li>Favorece habilidades de comunicação. </li></ul>
    15. 21. <ul><li>BENEFÍCIOS DO TRABALHO COM PROJETOS </li></ul><ul><li>Aumenta a participação dos alunos; </li></ul><ul><li>Reduz a evasão escolar; </li></ul><ul><li>Estimula a capacidade de </li></ul><ul><li>aprendizagem cooperativa; </li></ul><ul><li>- Melhora o desempenho escolar. </li></ul>
    16. 22. <ul><li>BENEFÍCIOS PARA OS ALUNOS: </li></ul><ul><li>Aumento da freqüência; </li></ul><ul><li>Aumento da autoconfiança; </li></ul><ul><li>Atitudes mais positivas com </li></ul><ul><li>relação ao aprendizado; </li></ul>
    17. 23. BENEFÍCIOS PARA OS ALUNOS: - Ganhos acadêmicos iguais a ou superiores àqueles produzidos por outros modelos, com os alunos envolvidos em projetos assumindo mais responsabilidade sobre seu próprio aprendizado em comparação com atividades tradicionais em sala de aula;
    18. 24. BENEFÍCIOS PARA OS ALUNOS: - Oportunidades para desenvolver habilidades complexas, como capacitação cognitiva da mais alta ordem, resolução de problemas, colaboração e comunicação;
    19. 25. <ul><li>BENEFÍCIOS PARA OS ALUNOS: </li></ul><ul><li>Acesso a uma variedade maior de </li></ul><ul><li>chances de aprendizagem em sala de </li></ul><ul><li>aula, criando oportunidade para a </li></ul><ul><li>participação de alunos de culturas </li></ul><ul><li>diferentes; </li></ul><ul><li>Originalidade da experiência desse </li></ul><ul><li>estilo de ensino: alunos envolvidos em </li></ul><ul><li>atividades reais com significado que </li></ul><ul><li>extrapola os limites da sala de aula. </li></ul>
    20. 26. <ul><li>BENEFÍCIOS ADICIONAIS PARA OS PROFESSORES: </li></ul><ul><li>Aumento do profissionalismo; </li></ul><ul><li>Maior colaboração entre colegas; </li></ul><ul><li>Oportunidades de estabelecer </li></ul><ul><li>relacionamentos com os alunos; </li></ul><ul><li>Introduzir uma variedade maior de </li></ul><ul><li>oportunidades de aprendizagem </li></ul><ul><li>para a turma. </li></ul>
    21. 27. <ul><li>FILOSOFIA DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>Para os alunos acostumados a uma escola mais tradicional, isso significa uma transformação, na qual eles deixam de seguir ordens e passam a executar atividades de aprendizagem direcionadas por eles mesmos; </li></ul>
    22. 28. <ul><li>FILOSOFIA DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>Os alunos deixam de memorizar e </li></ul><ul><li>repetir e passam a descobrir, </li></ul><ul><li>integrar e apresentar; </li></ul><ul><li>Deixam de ouvir e reagir e passam a </li></ul><ul><li>comunicar e assumir </li></ul><ul><li>responsabilidades; </li></ul>
    23. 29. <ul><li>FILOSOFIA DOS PROJETOS </li></ul><ul><li>Os alunos não só recebem conhecimento de fatos, termos e conteúdo, mas sim compreendem os processos; passam da teoria à aplicação da teoria; deixam de depender do professor e assumem o poder. </li></ul>
    24. 31. <ul><li>DESAFIOS ESPECÍFICOS QUE OS PROFESSORES ENFRENTAM: </li></ul><ul><li>Reconhecer situações que dão </li></ul><ul><li>origem a bons projetos; </li></ul><ul><li>Estruturar os problemas como </li></ul><ul><li>oportunidades de aprendizagem; </li></ul><ul><li>Colaborar com colegas para </li></ul><ul><li>desenvolver projetos </li></ul><ul><li>interdisciplinares; </li></ul>
    25. 32. <ul><li>DESAFIOS ESPECÍFICOS QUE OS PROFESSORES ENFRENTAM: </li></ul><ul><li>Gerenciar o processo de </li></ul><ul><li>aprendizagem; </li></ul><ul><li>Integrar tecnologias sempre que </li></ul><ul><li>apropriado; </li></ul><ul><li>Desenvolver avaliações originais. </li></ul>
    26. 33. DA TEORIA PARA A PRÁTICA: Elaborando meu projeto
    27. 34. ESTRUTURA DIDÁTICA DE PROJETO <ul><li>IDENTIFICAÇÃO </li></ul><ul><li>JUSTIFICATIVA </li></ul><ul><li>OBJETIVO GERAL </li></ul><ul><li>OBJETIVOS ESPECÍFICOS </li></ul><ul><li>METAS </li></ul><ul><li>METODOLOGIA E </li></ul><ul><li>ESTRATÉGIAS DE AÇÃO </li></ul><ul><li>ATIVIDADES </li></ul><ul><li>CRONOGRAMA </li></ul><ul><li>MATERIAIS </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO </li></ul><ul><li>PUBLICAÇÃO </li></ul><ul><li>BIBLIOGRAFIA </li></ul>
    28. 35. <ul><li>PROJETO INTERDISCIPLINAR DE INCENTIVO À LEITURA EXTRA-CLASSE DOS LIVROS DIDÁTICOS ADOTADOS NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO - TURMAS: A, B e C </li></ul><ul><li>PROFESSOR MESTRE OLÍVIO MANGOLIM – MATRÍCULA 64299631 – FILOSOFIA E SOCIOLOGIA </li></ul><ul><li>“ Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história” ( Bill Gates ). </li></ul><ul><li>CAMPO GRANDE, FEVEREIRO DE 2009. </li></ul>ESCOLA ESTADUAL LINO VILLACHÁ RUA HAROLDO PEREIRA, 887 – BAIRRO NOVA LIMA CAMPO GRANDE – MS – FONE: (0xx67) 3354-2239
    29. 36. <ul><li>INTRODUÇÃO (BREVE DESCRIÇÃO DO PROJETO) </li></ul><ul><li>A leitura é um ato que, também, depende de estímulo e motivação. A prática da leitura é uma tarefa essencial para a construção do conhecimento e um deflagrador do sentimento e opinião crítica do indivíduo. Ao propor atividades de leitura a alunos de ensino médio, professores devem levar em conta o gosto que os mesmos possuem pelo ato de ler. Sabe-se que esta faixa de idade não se sente muito motivada pelo ato de ler por vários fatores: um deles, porque por vezes foram impostas por alguns de seus professores, o que muitas vezes, não lhes era prazeroso. Ou ainda, porque precisam ler livros de literatura brasileira impostas pelos mesmos e não sentem atração por esse tipo de leitura. Outro ponto relevante da falta de leitura, desse público é a interferência dos meios de comunicação, como por exemplo, a internet e a televisão. </li></ul><ul><li>Enquanto professor de Filosofia, Sociologia e História, tenho percebido o quanto os alunos do Ensino Fundamental e Médio vêm rejeitando a prática de leitura e produção de textos. Não foi preciso muito diálogo para logo compreender que a forma como vem sendo praticada a leitura não desperta no aluno o interesse em ler qualquer que seja o gênero textual, principalmente quando se trata do gênero literário, filosófico e sociológico. Na verdade, o aluno está cansado de ser um leitor passivo. Quando o leitor deixa de ser passivo no processo de construção do conhecimento, a leitura passa a ter uma significação no processo de ensino-aprendizagem, pois ser co-autor ou até mesmo autor confere ao leitor uma participação autônoma no processo, despertando no mesmo o interesse e o prazer em ler e escrever. </li></ul><ul><li>Diante disso, este projeto de incentivo a leitura tem como objetivo principal despertar nos alunos do primeiro ano do ensino médio matutino o gosto e prazer pela mesma, além de proporcionar melhoria na aprendizagem de todas as demais disciplinas, seja em qual for a área de conhecimento. </li></ul><ul><li>A metodologia utilizada neste trabalho é bastante simples e muito desafiadora: o aluno (a) do primeiro ano do Ensino Médio Matutino deverá ler, fazer a resenha por unidade da obra, apresentar algumas atividades (exercícios) resolvidas (de acordo com o cronograma em anexo I). </li></ul>ESCOLA ESTADUAL LINO VILLACHÁ RUA HAROLDO PEREIRA, 887 – BAIRRO NOVA LIMA CAMPO GRANDE – MS – FONE: (0xx67) 3354-2239
    30. 37. <ul><li>I – JUSTIFICATIVA </li></ul><ul><li>“ Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem” ( Mário Quintana ). </li></ul><ul><li>No Brasil estima-se que apenas 14% da população com mais de 14 anos lê com regularidade, enquanto que nos Estados Unidos chega a 50%. </li></ul><ul><li>Ler é um bom começo na vida de qualquer cidadão. Além de dar prazer é um caminho que ajuda a melhorar as pessoas: aprimora o conhecimento geral, oferece subsídios para refletir sobre o mundo e a condição humana. </li></ul><ul><li>Durante a infância e a adolescência o indivíduo passa por um processo de socialização. Aprende o que é certo e o que é errado com os pais ou professores e começa a agir de acordo com o senso comum. A leitura favorece o desenvolvimento de idéias próprias, conceitos e valores. </li></ul><ul><li>Atualmente percebe-se que o desenvolvimento dos alunos do primeiro ano do Ensino Médio, não está alcançando a competência mínima esperada para a continuidade de seus estudos devido à inabilidade para leitura, compreensão e interpretação de textos. </li></ul><ul><li>Diante deste quadro, surge a necessidade de se elaborar um Projeto Interdisciplinar para desenvolver nos alunos estas habilidades ainda deficitárias. Neste Projeto todas as disciplinas do currículo escolar serão integradas a partir da leitura, resenha por unidades, resolução de algumas das atividades propostas e exercícios do livro didático adotado corresponde à disciplina. É primordial que alunos saibam escrever e nada melhor do que ler para aprimorar estas habilidades, pois a dificuldade em escrever provém do ato de não ler. </li></ul><ul><li>II – PROBLEMÁTICA </li></ul><ul><li>“ A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede” ( Carlos Drummond de Andrade ). </li></ul><ul><li>A falta de vontade e habilidade para leitura, compreensão e interpretação é o grande entrave para a construção do conhecimento. Isso é facilmente percebido observando vários fatores tais como: </li></ul><ul><li>a) Ausência do hábito de leitura: vocabulário pobre, dificuldade de escrita e ausência de criatividade. </li></ul><ul><li>b) Falta de concentração: dificuldade de interpretação, dificuldade em estabelecer seqüências lógicas e leitura fragmentada. </li></ul><ul><li>c) Alfabetização deficitária: dificuldade de ortografia e compreensão. </li></ul><ul><li>d) Falta de iniciativa familiar: desinteresse e desleixo. </li></ul>ESCOLA ESTADUAL LINO VILLACHÁ RUA HAROLDO PEREIRA, 887 – BAIRRO NOVA LIMA CAMPO GRANDE – MS – FONE: (0xx67) 3354-2239
    31. 38. <ul><li>III – QUESTÃO CENTRAL </li></ul><ul><li>O projeto em questão irá oferecer uma grande contribuição para o crescimento do rendimento escolar dos alunos do primeiro ano do Ensino Médio Matutino em todas as demais disciplinas, uma vez que, os alunos estarão fazendo a leitura, resenha e resolução de atividades do conteúdo curricular correspondente. Pretende-se, também, melhorar a vontade e o gosto pela leitura de forma organizada. </li></ul><ul><li>IV – OBJETIVO GERAL </li></ul><ul><li>Propiciar ao aluno do primeiro ano de Ensino Médio Matutino da Escola Estadual Lino Villachá um despertar para a vontade, o gosto pela leitura e aprendizagem diferenciada de produção de texto, elaboração de resenhas e resolução de atividades, a partir da leitura extra classe dos livros didáticos adotados. </li></ul><ul><li>V – OBJETIVOS ESPECÍFICOS </li></ul><ul><ul><li>Despertar o gosto pela leitura de livros; </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacitar para a produção de textos, resenhas e resumos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Adquirir conhecimentos novos através da leitura; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aliar a leitura e produção de texto com saberes adquirido; </li></ul></ul><ul><ul><li>Adquirir conhecimentos básicos de metodologia científica. </li></ul></ul>ESCOLA ESTADUAL LINO VILLACHÁ RUA HAROLDO PEREIRA, 887 – BAIRRO NOVA LIMA CAMPO GRANDE – MS – FONE: (0xx67) 3354-2239
    32. 39. <ul><li>VI – CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES </li></ul>ESCOLA ESTADUAL LINO VILLACHÁ RUA HAROLDO PEREIRA, 887 – BAIRRO NOVA LIMA CAMPO GRANDE – MS – FONE: (0xx67) 3354-2239 23/11/09 4º BIMESTRE 01/10 – 15/12/09 18/09/09 3º BIMESTRE 27/07 – 30/09/09 29/06/09 2º BIMESTRE 01/05 – 10/07/09 17/04/09 LIVRO DIDÁTICO SALA DE TECNOLOGIA BIBLIOTECA ESCOLAR Profª. NATÁLIA Prof°. OLÍVIO Profº. EDER Profº. EURIDES Profª. ANITA Profº. FABIANO Profª. NANCY Profº. MÁRCIO Prof°. OLÍVIO BIOLOGIA FILOSOFIA FÍSICA GEOGRAFIA HISTÓRIA MATEMÁTICA PORTUGUES QUÍMICA SOCIOLOGIA 1º BIMESTRE 09/02 – 30/04/09 DATA DA ENTREGA RECURSOS RESPONSÁVEIS DISCIPLINAS QUANDO
    33. 40. <ul><li>VII – INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO (e critérios para os alunos) </li></ul>ESCOLA ESTADUAL LINO VILLACHÁ RUA HAROLDO PEREIRA, 887 – BAIRRO NOVA LIMA CAMPO GRANDE – MS – FONE: (0xx67) 3354-2239 <ul><li>As resenhas e atividades e/ou exercícios propostos deverão ser entregues ao coordenador do projeto, digitadas, no formato disponível na sala de tecnologia. </li></ul><ul><li>- A sala de tecnologia estará disponível durante as aulas de Filosofia e Sociologia (planejadas) para os alunos que assumirem o projeto, digitarem seus trabalhos. </li></ul>Metodologia - O Cronograma deverá ser respeitado à risca conforme planejado. - As resenhas e atividades deverão ser entregues nas datas estipuladas. Cumprimento de prazos <ul><li>Assertiva de 75% das atividades e/ou exercícios propostos. </li></ul><ul><li>Domínio de conteúdos na resolução das atividades. </li></ul><ul><li>- Criticidade. </li></ul>Resolução das atividades ou exercícios propostos - Síntese dos conteúdos apreendidos; - Compreensão e aplicação dos conhecimentos em novas situações. Resenha por unidades Livro Didático CRITÉRIOS INSTRUMENTOS
    34. 41. <ul><li>VIII – AVALIAÇÃO FINAL DOS ALUNOS INTEGRADOS NO PROJETO </li></ul><ul><li>Os alunos que participarem do projeto e cumprirem todos os procedimentos necessários, devidamente avaliados pelo professor coordenador do projeto e pelos professores de cada uma das disciplinas (de acordo com o cronograma), avaliados também pelo professor responsável da sala de tecnologia quanto ao desenvolvimento da metodologia e cumprimento dos horários de digitalização, recebendo um conceito como RAZOÁVEL, BOM, MUITO BOM OU EXCELENTE, receberão nota bimestral DEZ em Filosofia e Sociologia, desde que cumpriram os demais procedimentos estipulados nos planejamentos elaborados destas disciplinas. </li></ul>ESCOLA ESTADUAL LINO VILLACHÁ RUA HAROLDO PEREIRA, 887 – BAIRRO NOVA LIMA CAMPO GRANDE – MS – FONE: (0xx67) 3354-2239
    35. 42. <ul><li>B I B L I O G R A F I A </li></ul><ul><li>ANDRADE, Araci Isaltina de. Atividades de incentivo à leitura em bibliotecas escolares: biblioteca do Colégio Estadual Simão Hess. Florianópolis, 1997. (Relatório do projeto de extensão - Departamento de Biblioteconomia e Documentação da UFSC). </li></ul><ul><li>APPLE, Michael W. Tradução, Vinícius Figueira. Ideologia e Poder. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. </li></ul><ul><li>BLATTMANN, Ursula. Atividades de incentivo à leitura em bibliotecas escolares: biblioteca da Escola Desdobrada Jacinto Cardoso. Florianópolis, 1996. (Relatório do projeto de extensão - Departamento de Biblioteconomia e Documentação da UFSC) </li></ul><ul><li>BOUTINET, Jean-Pierre. Anthropologie du Project . Coleção: Epistemologia e Sociedade, Instituto Piaget, Lisboa, 1990. </li></ul><ul><li>BRUNIER, Suzan. Pedagogia das Competências: conteúdos e métodos . http://www.senac.br/informativo/BTS/273/boltec273e.htm Acesso em 9 set.2006 . </li></ul><ul><li>CALIXTO, José  Antônio. Biblioteca pública versus biblioteca escolar : uma proposta de mudança. Cadernos BAD, Lisboa, n. 3, p.57-67, 1994. </li></ul><ul><li>CLARET, Martin. A Essência da Motivação . Coleção Pensamentos e Textos de Sabedoria. São Paulo: 2001. </li></ul><ul><li>COOL, César. O Construtivismo em Sala de Aula . 6. ed. São Paulo: Cortez, 2003. </li></ul><ul><li>FAZENDA, Ivani C. Arantes . Práticas Interdisciplinares na Escola. (Coord.), in FERREIRA, Maria Elisa de M. Pires. Ciência e Interdisciplinaridade. São Paulo: Cortez, 1999. </li></ul><ul><li>FREITAS, Maria Terezinha N. et al. Educação pela leitura: uma experiência. Perspectiva, Florianópolis, v.3, n. 7, p. 26-40, jun./dez. 1986. </li></ul><ul><li>GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. </li></ul><ul><li>HERNÁNDEZ, Fernando e Ventura, Montserrat. A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho: O conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artmed, 1998. </li></ul><ul><li>HOUAISS, Antonio e VILLAR, Mauro de Salles Orgs. Minidicionário da língua portuguesa . Rio de Janeiro: Objetiva, 2004. </li></ul><ul><li>LAROUSSE: Ática. Minidicionário da língua portuguesa . Paris: Larousse/São Paulo: Ática, 2001. </li></ul><ul><li>MAYRINK, Paulo Tarcísio. Diretrizes para a formação de coleções de bibliotecas escolares. In:  CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 16., 1991, Salvador. Anais...   Salvador: Associação Profissional dos Bibliotecários do estado da Bahia, 1991. 2 v., v. 1, p.  304-314. </li></ul><ul><li>MORAES, Maria Cândida . O paradigma educacional emergente . 9 ed. São Pulo: Papirus, 2003. </li></ul><ul><li>MORIN, Edgard. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000. </li></ul><ul><li>NOGUEIRA , Nilbo Ribeiro. Pedagogia dos projetos: Uma jornada Interdisciplinar Rumo ao Desenvolvimento das Múltiplas Inteligências . 5. ed. São Paulo: Érica, 2001. </li></ul><ul><li>PADILHA , Paulo Roberto. Planejamento Dialógico: Como construir o projeto político pedagógico da escola. (Guia da escola Cidadã, v.7), 4 ª ed. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2003. </li></ul><ul><li>PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Introdução aos Parâmetros Nacionais /Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. 3 ed. Brasília: 2001. </li></ul><ul><li>PERRENOUD, Philippe . Novas Competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. </li></ul><ul><li>PESSANHA , Antonio José Américo Motta . Sócrates . (Coleção Os Pensadores) São Paulo: Nova Cultural, 1999. </li></ul><ul><li>REFERENCIAIS CURRICULARES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: Volume 3/Secretaria da Educação Infantil, Brasília: A Secretaria, 2001. </li></ul><ul><li>REVISTA NOVA ESCOLA. Grandes Pensadores , Edição Especial, 2004. </li></ul><ul><li>REVISTA NOVA ESCOLA. “O que eles ainda têm a nos ensinar”, nº. 139, Abril: 2001. </li></ul><ul><li>RIBEIRO, Maria Solange Pereira. Desenvolvimento de coleção na biblioteca escolar: uma contribuição a formação crítica sócio-cultural do educando. Transinformação, Campinas, v. 6, n.1/3, jan./dez. 1994. </li></ul><ul><li>SILVEIRA, Itália Maria Falceta da. Ensinar a pensar : uma atividade da biblioteca escolar. R Bibliotecon. & Comun., Porto Alegre, v. 7, p. 9-30, jan./dez. 1996. </li></ul><ul><li>VIANA, Maria Cecília Monteiro, ALMEIDA, Maria Olívia de. Pesquisa escolar: uso do livro e da biblioteca. São Paulo: [ s. n.], 1993. </li></ul><ul><li>TOSI, Maria Raineldes. Planejamento, Programas e projetos. Campinas, São Paulo: Alínea, 2001. </li></ul><ul><li>VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005. </li></ul><ul><li>ZABALA, Antoni. Enfoque Globalizador e Pensamento Complexo: uma proposta para o currículo escola. Porto Alegre: Artmed, 2002. </li></ul><ul><li>__________. A Prática educativa: como ensinar . Porto Alegre: Artmed, 1998. </li></ul>ESCOLA ESTADUAL LINO VILLACHÁ RUA HAROLDO PEREIRA, 887 – BAIRRO NOVA LIMA CAMPO GRANDE – MS – FONE: (0xx67) 3354-2239
    36. 43. ESTRUTURA DIDÁTICA DE PROJETO IDENTIFICAÇÃO: (TÍTULO) Nome do Escola, Nome do Projeto, e ano / turmas em que será desenvolvido.
    37. 44. ESTRUTURA DIDÁTICA DE PROJETO JUSTIFICATIVA: A Justificativa deve caracterizar a situação real, obedecendo os seguinte critérios: - Identificar os resultados de projetos anteriores que caracterizam a sua comunidade. - Descrever a situação existente a ser modificada pela execução do projeto, utilizando dados que retratem o desafio de uma maneira precisa.
    38. 45. ESTRUTURA DIDÁTICA DE PROJETO OBJETIVO GERAL: É o que se pretende alcançar com o desenvolvimento do Projeto e deve ser redigido de modo claro, preciso e sem ambigüidade.
    39. 46. ESTRUTURA DIDÁTICA DE PROJETO OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Detalhamento do Objetivo Geral, deve ser formulado, atendendo aos seguintes critérios: - Ser formulado com verbo no infinitivo que define a ação a ser cumprida. - Identificar as mudanças necessárias à modificação da situação existente, descrita pela justificativa.
    40. 47. ESTRUTURA DIDÁTICA DE PROJETO METAS: Na formulação e especificação de metas, deve-se considerar os seguintes critérios: - As metas são os objetivos quantitativos, previstos no tempo e no espaço. Cada objetivo dará origem a uma ou mais metas. - A meta deverá ser especificada, indicando-se quem executará a ação.
    41. 48. ESTRUTURA DIDÁTICA DE PROJETO METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS DE AÇÃO (a maneira como vai se desenvolver as atividades e as atividades em si): APRENDER A SER: Transformar a realidade social, compreender e discutir os diferentes contextos e se colocar como personagem principal de uma nova história; APRENDER A APRENDER: Pensar, argumentar, buscar e selecionar Informações; APRENDER A FAZER: Desenvolver as competências e habilidades no Projeto Proposto; APRENDER A CONVIVER: Incorporar a solidariedade, responsabilidade e reciprocidade nas relações pessoais e sociais, através de ações do cotidiano.
    42. 49. ESTRUTURA DIDÁTICA DE PROJETO CRONOGRAMA: Compõe o tempo que irá iniciar o Projeto e o término do mesmo. MATERIAIS: o que vou precisar? AVALIAÇÃO: Processo contínuo. PUBLICAÇÃO: Apresentar o produto final do projeto é alimentar a auto-estima e a auto-percepção real. Propicia o contato com as potencialidades e as limitações .
    43. 50. OBRIGADO PELA ATENÇÃO SEMPRE É POSSÍVEL DE SE FAZER MELHOR DO QUE OS OUTROS JÁ FIZERAM CONOSCO!
    44. 51. LINKS SOBRE PROJETOS <ul><li>1) Cadernos da TV Escola </li></ul><ul><li>http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/cadernos/default.shtm </li></ul><ul><li>Por este endereço é possível acessar os &quot;Cadernos da TV Escola&quot;, publicações com os temas transmitidos nas séries da TV. </li></ul><ul><li>2) Pedagogia de Projetos </li></ul><ul><li>http://www.cdisp.org.br/pedagogico/projeto </li></ul><ul><li>Site elaborado pelo Núcleo de Informática Aplicada em Educação da Unicamp. Apresenta o conceito de Pedagogia de Projetos e orienta o desenvolvimento de projetos de trabalho, detalhando as etapas do projeto, desde a concepção até sua conclusão. </li></ul>
    45. 52. LINKS SOBRE PROJETOS <ul><li>3) Projeto: uma nova cultura de aprendizagem </li></ul><ul><li>http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/educ30.htm </li></ul><ul><li>Artigo da professora Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, da PUC-SP, que defende a prática pedagógica por meio do desenvolvimento de projetos, como uma nova cultura para desenvolver a aprendizagem dos alunos. </li></ul><ul><li>4) Aprendendo com projetos - PROINFO </li></ul><ul><li>http://www.inf.ufsc.br/~edla/mec/livro04.pdf </li></ul><ul><li>Publicação do Programa Nacional de Informação na Educação do MEC, que contém orientações para a elaboração de projetos na escola, incluindo as novas tecnologias da informação e das telecomunicações. Disponível em formato PDF. Para acessar o material é necessário o programa Acrobat Reader. </li></ul>
    46. 53. LINKS SOBRE PROJETOS <ul><li>5) Cardápio de Projetos </li></ul><ul><li>http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/cp/pgm1.htm </li></ul><ul><li>Série especial do programa &quot;Salto para o Futuro&quot; da TV Escola. Tem como objetivo fornecer subsídios para a elaboração de projetos. Discute a sua importância para a Educação. Apresenta sugestões sobre formas de criar, planejar e implementar projetos. Bem como, aponta caminhos para superar problemas na implementação de projetos. </li></ul><ul><li>6) Diários - Projetos de Trabalho </li></ul><ul><li>http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/pdf/diarios.pdf </li></ul><ul><li>Publicação da Secretaria de Educação a Distância do MEC, material complementar às séries da TV Escola - PCN na Escola. O caderno, lançado em 1998, dividiu-se em dois tópicos principais: Diários e Projetos de Trabalho. Disponível em formato PDF. Para acessar o material é necessário o programa Acrobat Reader. </li></ul>
    47. 54. LINKS SOBRE PROJETOS <ul><li>7) O que é um Projeto Interdisciplinar? </li></ul><ul><li>http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/educ26.htm </li></ul><ul><li>Artigo de Eduardo Chaves, professor titular de Filosofia da Educação da Unicamp e consultor do Instituto Ayrton Senna (IAS), que destaca a importância de se integrar as diferentes áreas do conhecimento por meio do trabalho interdisciplinar. Este texto integra o Programa &quot;Sua escola a 2000 por hora&quot;, do Instituto Ayrton Senna. </li></ul><ul><li>8) Fernando Hernández. Revista Nova Escola. Agosto/2002. </li></ul><ul><li>http://novaescola.abril.com.br/ed/154_ago02/html/repcapa_qdo_hernandez.htm </li></ul><ul><li>Reportagem que traz os principais assuntos focalizados pelo educador espanhol Fernando Hernández, como a reorganização do currículo por projetos de trabalho. Leia também sua entrevista, publicada na página: http://novaescola.abril.com.br/ed/154_ago02/html/hernandez.doc </li></ul>
    48. 55. LINKS SOBRE PROJETOS <ul><li>9) Projetos na Escola </li></ul><ul><li>http://www.leste2.hpg.ig.com.br/projetos.htm </li></ul><ul><li>Página do site da Diretoria de Ensino Leste 2, em São Paulo, com orientações e reflexões sobre o trabalho por projetos. Concebida a partir dos cinco programas da série &quot;Projetos de Trabalho&quot;, exibida pela TV Escola. </li></ul>

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