Escola de frankfurt 33 ana

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Escola de frankfurt 33 ana

  1. 1. ESCOLA DE FRANKFURT Trabalho de filosofia Ana 33MP
  2. 2. A DIALÉTICA DO ESCLARECIMENTO Aufklärung, em alemão, significa “esclarecimento” e foi uma das palavras mais utilizadas nas analises feitas pelos pensadores da escola de Frankfurt. Pode-se dizer que o pensamento da escola de Frankfurt tenha sido muito influenciado pelo de Nietzsche, filósofo do século 19 que pregava sobre o excesso de razão que levava a humanidade a um inconsciente declino. Os principais filósofos da Escola, Adorno e Horkheimer, criticaram muito esse excesso de razão, mas ao contrario de Nietzsche, seguiram por uma linha que condenava sem a possibilidade de uma salvação por equilíbrio.
  3. 3. O Marxismo que os pensadores seguiam era desfocado dos partidos comunistas, muito comuns na época. Suas analises se baseavam no fato de que a razão estava seguindo caminhos sem a presença da ética, o excesso de razão a tornava uma falha, ou como dizem em sua principal obra, uma razão “podre”. Um dos mais interessantes trabalhos desses dois filósofos e da Escola foi a analise dos regimes totalitários, mostrando que não foram frutos de uma irracionalidade e sim desse excesso de razão. Essa distorção do Aufklärung.
  4. 4. A RAZÃO TÉCNICA A mídia e a cultura das massas pregavam muito fielmente os ideais e padrões a serem seguidos – E ainda o fazem! – levando uma propagação gigante dessa “razão podre”. O “Ser feliz” sendo rapidamente substituído pelo “Ter Felicidade”. A razão avançou muito a sociedade isso é um fato, mas essa manipulação que começou no século vinte e foi tão fortemente analisada por esses pensadores está presente nas mentes da humanidades, mas há sempre uma volta negativa quando não há um equilíbrio compreensivo.
  5. 5. WALTER BENJAMIM E A IMPRENSA Walter Benjamim foi o primeiro pensador a criticar essas expansão exacerbada da mídia. Suas analises mostram como o capitalismo torna a cultura apenas comercial. Métodos da imprensa que poderiam ser úteis na transmissão da cultura passam a métodos de manipulação. Bom exemplo disso aconteceu na Segunda Grande Guerra, assim que conquistou paris, Hitler rapidamente encheu os cinemas franceses de filmes nazistas. Com certeza ganhou vários entusiastas para seu partido com essa atitude.
  6. 6. TEORIA CRITICA DE HORKHEIMER Max Horkheimer, em sua obra de 1937, intitulada Teoria Tradicional e Teoria Crítica tem por objetivo opor-se ao que é designado pela expressão Teoria Tradicional, que remonta ao Discurso do Método, de Descartes. Para Horkheimer, a Teoria Tradicional permanecia alheia à conexão global dos setores de produção. A Teoria Tradicional não se ocupa com as origens sociais dos problemas e as situações reais e acaba, portanto, por ser mais abstrata e estranha à realidade. A fundamentação para a distância da prática, na Teoria Tradicional, é justificada pela proteção das tensões em relação ao sábio, propiciando a ele uma estrutura segura para sua atividade
  7. 7. A Teoria Crítica, por sua vez, pretende desenvolver uma série de teorias atentas aos problemas sociais, como a desigualdade de classes, não somente no ponto de vista sociológico, mas também filosófico. Mais do que interpretar os acontecimentos, a Teoria Crítica pretende transformar o mundo. No epilogo do livro de Horkheimer, há uma interessante passagem sobre o conceito de Teoria Crítica. O homem seria o objeto, como produtor de seu próprio caminho histórico, sendo que tudo não depende apenas da natureza, mas também do homem que tem poder sobre ela.
  8. 8. ADORNO E O “AMERICAN WAY OF LIFE” Com os avanços nazistas, os filósofos da escola de Frankfurt viram-se obrigados a se refugiarem em outros países, ele foi convidado a ir para os EUA, onde o capitalismo já estava fortemente enraizado, Adorno dedicou- se a estudar o modo de vida dos americanos, e a exaltação do consumismo e uma falsa sensação de liberdade que encobria um padrão nas atitudes da sociedade daquele país.
  9. 9. Primeira Geração Max Horkheimer Theodor W. Adorno Herbert Marcuse Friedrich Pollock Erich Fromm Otto Kirchheimer Leo Löwenthal MEMBROS Segunda Geração Jürgen Habermas Franz Neumann Oskar Negt Alfred Schmidt Albrecht Wellmer Axel Honneth

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