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Como serão os documentos de amanhã A nova economia da velocidade  indica que, no futuro a maior  parte dos documentos ser...
Caminhos entrelaçadosO significado dos conteúdos em fluxo nunca é total em uma composição digital com narrativas paralela...
Os três tempos da informação
Como avaliar os conteúdos digitaisÉ necessário para a gestão avaliar conteúdos digitais, em  termos de sua confiabilidade...
O que avaliar?
Na velocidade das conexões imediatas Shiyali Ramamrita Ranganathan disse: 1 Livros são para o uso. 2 A cada leitor o se...
AVISO IMPORTANTEA publicação de imagens deste instrumento não tem qualquer proposito ou interesse comercial, este é apena...
Aldo de Albuquerque Barreto      • Pesquisador Sênior (vitalício) do CNPq      • Professor Adjunto I da Unigranrio      • ...
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Gestão de conteúdos em um mundo de significados provincianos e cosmopolitas

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Diversidade cultural engloba as diferenças culturais que existem entre as pessoas e seus artefatos de informação, a sua linguagem e a sua escrita.

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  • Topologia: configuração da disposição de palavras e texto em um determinado espaço.
  • Topologia: configuração disposição de palavras e texto em um determinado espaço. Linear
  • Topologia: configuração disposição de palavras e texto em um determinado espaço.
  • enunciados – parte de um discurso associado ao contexto em qu é lançado. Uma estrutura simbolicamente significante que adia uma escrita conversacional potencial em realização.
  • Gestão de conteúdos em um mundo de significados provincianos e cosmopolitas

    1. 1. Gestão de conteúdos com diversidade cultural em um mundo de significados provincianos e cosmopolitas Aldo de Albuquerque Barreto
    2. 2. Um mundo e muitas vozesDiversidade culturalengloba as diferençasculturais que existementre as pessoas e seusartefatos de informação,a sua linguagem e a suaescrita.
    3. 3. Cultural e informação• Nenhuma cultura informacional é única. Todas são resultantes de contatos e empréstimos.• A ideia de uma “cultura de informação” é uma pluralidade que inclui a de diferentes grupos sociais e suas características diferenciadas na produção informacional.
    4. 4. espaços sem territórioEsse espaço cultural está hoje no tempo instantâneo das conexões imediatas.A geografia dos espaços demarcados foi substituída pela topologia das narrativas intertextuais
    5. 5. Interatividade multiculturalA velocidade nas trocas entreos estoques de informação emrede e os receptores estápróxima ao infinito.No ciberespaço, as trocas serealizam em tempo real, notempo quase zero.
    6. 6. InterconectividadeO espaço multi-informacional permite umavizinhança universal. A afetividadeinformacional de um receptor pode estarna sala ao lado ou na China. A velocidadeda comunicação para trocar enunciados ébasicamente a mesma.A assimilação da informação nociberespaço acontece no cotidiano de umponto do presente. Este ponto remete asvivências cognitivas do passado e asexpectativas subjetivas do futuro. O pontode apropriação do conhecimento tem nopresente uma única dimensão de tempo.
    7. 7. A desterritorialização dos enunciadosO conceito de desterritorialização" ocorre quando não se tem mais um ponto de referência exato para fixar uma cultura de informação e seus produtos.O mundo perde suas fronteiras e se reordena na cotidianidade de uma “cultura informacional” de jogos de enunciados imediatos.O ciberespaço é uma dimensão da sociedade em rede, onde os fluxos de conectividade definem novas formas de relações sociais
    8. 8. Conteúdos de informação: provincianos e cosmopolitasDocumentos convencionais em papel são  fronteiriços  são provincianos  porque estão presos a sua estrutura, e só com ela se relacionam espacialmente.Documentos em formato digital não têm fronteiras são cosmopolitas Multiculturais, pois se encadeiam e relacionam ao mundo de conteúdos do ciberespaço.
    9. 9. Conteúdos provincianos: Estruturas de informação fechada  são conteúdos que estão formatados e finalizados  pelo imperativo de integridade de sua estrutura. conteúdos de narrativa contínua o sentido do texto vai um seguimento como em um folhetim que vai se contando. São exemplos deste tipo de objetos os livros, artigos de periódicos impressos, imagens acabadas, documentos históricos, legais ou contratuais, patentes concedidas. Não é só a forma que determina a completeza, mas a impossibilidade de modificar o conteúdo após o documento acabado.
    10. 10. aberta são artefatos que estão em se fazendo ou apesar de acabados podem ter sua narrativa modificada. Sua estrutura permite um constante diálogo com o gerador ou participação em rede. São intertextuais destinados pelo link. São exemplos deste tipo de objetos as escrituras em formato digital em estoques eletrônicos e intertextuais
    11. 11. Um novo regime• A coisa toda mudou com velocidade das conexões imediatas. Os usuários usam em tempo real o grande arquivo da humanidade e navegam com instrumentos infinitamente melhores que os astrolábios.• Não se trata de uma desordem que se instalou, mas de uma nova ordem, um outro regime de informação
    12. 12. Gestão do conhecimentoEstamos preparados para lidar com documentos em formato digital da web? Usaremos as mesmas rotinas de organização dos regimes estáticos dos conteúdos provincianos?Narrativas em formato digital são enunciados lançados em conversação.Seu código lingüístico simplificado subverte a estrutura da linguagem, pois agrega ao traço da fala e escrita outros elementos de explanação.Conteúdos em formato digital não estão presos a paternidade de uma escrita definida. Eles se realizam nas relações interpessoais onde nenhuma linguagem comanda a outra.
    13. 13. Um tempo místico dos enunciadosA velocidade do mundo textualiza a velocidade uma nova escrita digital que vem com outro traço de intermediação.A postagem digital é um enunciado jogado, com um vigor dinâmico que materializa na escrita a ação de conversação.Há uma negação do tempo tradicional e uma a busca da emotiva de um tempo místico, um tempo de celebração de todos os tempos. Um eterno presente de assimilação de significados.
    14. 14. Postar é enunciarPostar é colocar um enunciado em um jogo de significação; partes de um discurso associado ao contexto em que é lançadoNa escrita há sempre opções para colocar uma enunciados: “ Todo enunciado deve considerado um lance em um jogo”
    15. 15. Um linguagear digital que afeta a emoção O linguagear de troca de enunciados faz parte da condição humana. Só humanos participam desta atividade de conversar através de jogos de linguagem. Na conversação digital dos enunciados intertextuais o linguagear admite vivências específicas; os jogadores denotam uma ação onde as palavras enviadas ao outro revelam um estado emotivo da comunicação
    16. 16. Como serão os documentos de amanhã A nova economia da velocidade indica que, no futuro a maior parte dos documentos serão em formato digital Documentos digitais tem assimilação diferenciada da dos documentos lineares: mais abrangente e cosmopolita. Alguns documentos tradicionais como o livro nunca deixarão de existir apenas mudará o seu formato, sua base para digital
    17. 17. Caminhos entrelaçadosO significado dos conteúdos em fluxo nunca é total em uma composição digital com narrativas paralelas e destinos infinitos.Os significados ficam com a percepção como que "adiada" até que se complete a navegação do receptor seguindo seus links.
    18. 18. Os três tempos da informação
    19. 19. Como avaliar os conteúdos digitaisÉ necessário para a gestão avaliar conteúdos digitais, em termos de sua confiabilidade, consistência e coerência; sua duplicidade e completeza
    20. 20. O que avaliar?
    21. 21. Na velocidade das conexões imediatas Shiyali Ramamrita Ranganathan disse: 1 Livros são para o uso. 2 A cada leitor o seu livro. 3 A cada livro o seu leitor. 4 Poupe o tempo do leitor. nesta atualidade, sem a devida gestão: A informação que temos não é a que mais desejamos. A informação que desejamos nem sempre é a que precisamos. A informação que queremos e necessitamos é a que interessa Atribuida a John Peers
    22. 22. AVISO IMPORTANTEA publicação de imagens deste instrumento não tem qualquer proposito ou interesse comercial, este é apenas um instrumento acadêmico voltado para o ensino e a pesquisa sem a intenção de quebrar DIREITOS de ninguém.DISCLAIMER - The published images of this instrument has no comercial purpose or interest, this is just an academic instrument for teaching and research without intending to break anyones RIGHTS.
    23. 23. Aldo de Albuquerque Barreto • Pesquisador Sênior (vitalício) do CNPq • Professor Adjunto I da Unigranrio • Editor da Revista DataGramaZero • aldobar@globo.com

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