Maiê Lab School | Case de Design - Branding | Agência Look'n Feel

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Maiê Lab School é uma escola livre que conectar jovens com o futuro.
O case de branding mostra quais foram os processos e resultados obtidos na construção da marca, abordando aspectos conceituais e abstratos como propósito, arquétipos e naming, assim como visuais: logo, símbolo e cromia

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Maiê Lab School | Case de Design - Branding | Agência Look'n Feel

  1. 1. Case Colunistas – Design | Branding
  2. 2. 1. A empresa 2. Construção lúdica da marca 3. Construção técnica da marca 4. Materiais gráficos
  3. 3. O propósito da Maiê é conectar os jovens com o futuro. Isso significa facilitar, acelerar, questionar e construir múltiplas possibilidades de caminhos à essas gerações que vem surgindo, a medida que elas crescem, experimentam e percebem a realidade à sua volta. São uma escola livre.
  4. 4. O posicionamento: lab school Queríamos passar que a marca representa não apenas como uma sala de aula, mas como um local de mão na massa, de descentralização do conhecimento, que trate a experimentação como meio fundamental para a construção do aprendizado. E que lugar melhor para experimentar do que um laboratório?
  5. 5. Construção conceitual e lúdica da marca • Características • Arquétipos • Posturas • Persona
  6. 6. características Uma marca que deseja ter uma identidade coerente com seu jeito de ser, suas crenças e cultura, deve entender quais são seus traços de personalidade e usá-los como embasamento para a tomada de decisão e até para a forma com a qual marca se comunica. A Maiê é: • Criativa • Genuína • Inovadora • Ousada • Consistente
  7. 7. arquétipos Os arquétipos são figuras em comum bem enraizadas no inconsciente coletivo de diversas culturas. O uso dos arquétipos serve para apontar quais características e posturas se sobressaem na marca, guiando seu comportamento em seus diferentes pontos de contato com seu público. A Maiê é: Herói | Mago | Fora da Lei
  8. 8. herói Resumo Deseja provar o próprio valor por meio de ação corajosa e difícil, superando obstáculos. O Herói quer se ratificar ou provar, tentando sempre superar os seus limites, além de constantemente tentar melhorar o mundo em diversos aspectos, fazendo dele um lugar melhor. Resumo Deseja entender como funciona o Universo para poder transformá-lo. O mago transparece nas marcas que são motivadas pelo desejo de transformação e pela oportunidade de mudar as pessoas, as organizações e a época. Elas oferecem aos seus clientes experiências únicas e transformadoras. Resumo Tem um espírito subversivo e questionador. Quer liberdade e revolução. Este arquétipo fornece uma maneira de dar continuidade às antigas qualidades, características e propriedades eventualmente existentes na cultura e fazê-las emergirem novamente. mago Fora da lei
  9. 9. Análise estratégica do mix de arquétipos O Mago, com maior nota, representa a veia experimentadora da marca, que procura sempre proporcionar uma experiência transformadora em todos seus pontos de contato. O que significa apostar muito em experiências que envolvam os cinco sentidos e coloquem o aluno (ou público alvo específico) no centro. O Mago também representa o olhar no futuro, um caminho que nunca acaba e uma constante transformação e descoberta - o que indica a propensão à inovação constantemente em produtos e propostas de valor. O Herói talvez seja o arquétipo perceptível aos olhos do público, pois sua vontade está clara: ele surge em um momento de decadência, e ao mesmo tempo, efervescência no debate sobre o futuro da educação e das novas gerações. Ele vem para mostrar um novo caminho e novas possibilidades, o que, na prática, significa utilizar na comunicação mensagens aspiracionais, visões de um futuro melhor e novos caminhos para construir esse caminho. Para completar o mix, o Fora da Lei nasce para representar outra parte da esfera psicográfica da marca: a inquietação com o modelo tradicional. E aqui não estamos falando da solução, como no Herói. Estamos tratando da essência questionadora que a marca possui.
  10. 10. Arquétipos drive estratégico Na prática, isso significa modelos de aprendizagem e gestão que empoderem, onde o aluno está no centro (e não na tradicional hierarquia professor > aluno). Também representa uma quebra do modelo tradicional que vem sendo oferecido até hoje, o que precisa explicitamente constar na proposta de valor dos produtos que a marca oferece.
  11. 11. Mancha dos arquétipos
  12. 12. Posturas de marca São formas distintas adotadas por marcas que buscam desafiar, sob alguma perspectiva, o status quo. Categorizadas, as posturas apontam caminhos para a marca Challenger traçar sua conquista em meio à narrativa geral da categoria ou da cultura popular, ou, mais comumente, diferentes maneiras de tentar mudar e/ou subverter, para seu próprio proveito, a narrativa da categoria ou dos hábitos culturais que a permeiam. A maiê é: • O Iluminado na contramão • O Missionário • O Rebelde Irreverente
  13. 13. Iluminado na contramão Desafiando o quê? Algum aspecto que predomina na cultura contemporânea e que seja aceito de maneira automática, sem questionamento. Nesse caso, a miopia social. Desafiando o quê? O missionário quer inserir no segmento uma nova maneira de pensar. Seu objetivo costuma ser consertar alguma coisa na categoria que, de acordo com seu ponto de vista, deu seriamente errado. Ele se comunica como se “tivesse uma causa” e como se fosse “um agente de mudança”. Desafiando o que? O rebelde irreverente possui uma atitude contracultural, desafiando a complacência e mentes fechadas. Este tipo de challenger atrai consumidores através da identificação com a postura. missionário Rebelde irreverente
  14. 14. Análise estratégica das posturas de marca O Missionário corrobora com o arquétipo do Herói, comunicando-se como se houvesse uma causa, uma motivação maior que ele próprio, que define seus caminhos e motiva suas escolhas. Na prática, significa rechear os discursos e comunicações com crenças e propósito da marca. Mostrar que por trás dela existem ideais poderosos e atestando suas ações com bases sólidas. A complementação do Rebelde Irreverente, como postura, é de questionar a caretice dos códigos antigos. Na prática, é acrescentar à voz da marca uma comunicação que seja atual, possivelmente com pitadas de humor, informalidade e que seja ousadamente sincera quando se tratar de questionar a caretice dos códigos antigos. Nadando contra a maré, O Iluminado na Contramão coloca holofotes nos problemas que o segmento possui, dando ênfase que há a necessidade de mudança e que ele, enquanto parte do movimento, está denunciando.
  15. 15. Posturas de marca drive estratégico Na prática, usar comunicações e falas que ataquem o segmento e a forma errada que ele está funcionando: Modelos arcaicos de ensino, desejos das novas gerações em contraste com a expectativa das mais antigas e a derrubada dos muros mentais são alguns dos pontos que a marca pode abordar.
  16. 16. Persona O que é uma persona de marca? A somatória de todas dinâmicas e resultados feitos durante o processo de Branding. Seu papel é dar forma a características lúdicas descobertas durante o processo, bem como criar uma atmosfera crível para que a marca consiga se enxergar como ela seria se fosse uma pessoa. A ideia é criar um contexto lúdico baseado nos valores, crenças, cultura, forma de linguagem e personalidade da marca, que será a base para uma linha de raciocínio que garanta uma unidade coerente, provocando uma relação emocional cada vez mais forte com seus públicos.
  17. 17. Esse é o Eduardo. Um empreendedor de 30 anos que trabalha com pesquisa, comportamento e tendências. Estudou antropologia mas não chegou a se formar – achou a universidade muito antiquada. Um cara batalhador, questionador, inquieto, engajado e um líder nato. Filho de pais liberais – com os quais se dá muito bem, por sinal – Dudu é uma pessoa simples, estilão jeans + camiseta branca + all star, fala gíria, se preocupa em poupar dinheiro, já que sua situação financeira não é estável (tem períodos onde ganha muito dinheiro e outros onde não ganha nada). “Acredita no poder da educação“
  18. 18. Construção técnica da marca • Naming • Moodboard • Marca • Paleta • Elementos • Fontes
  19. 19. Naming: Inspiração Maiê é um nome inspirado na expressão grega Maiêutica Socrática que, por sua vez, significa “dar à luz” ao conhecimento ou “parir” o saber (em grego, μαιευτικη — maieutike, significa: “arte de fazer o parto”).
  20. 20. moodboard Essa ferramenta apresenta-se sob a forma de um quadro que combina uma série de referências visuais que apoiam a criação da atmosfera da marca, principalmente em suas etapas iniciais. Não são apenas representações visuais, é um conjunto de informações que representam a emoção que se deseja retratar em toda a obra – porque é a emoção que cria a aparência de uma marca. É a tradução visual do processo de Branding. A organização das ideias, o estilo a ser seguido, a história a ser contada.
  21. 21. Inspiração socrática. Conhece te a ti mesmo, em latim Nosce te ipsum. Jovem, conectado com o mundo Versátil, resiliente, adaptável e amoroso. Sensível ao coletivo e livre. Um mundo de possibilidades. Explorar o que é novo. Se aventurar.
  22. 22. A marca Esta é a logo preferencial, ou seja, é a principal forma de apresentação da marca Maiê Lab School, recomendada sempre em primeira instância. Utilizar a versão horizontal apenas nos casos onde sua área de aplicação seja favorecida.
  23. 23. composição Símbolo + Logotipo + Assinatura. O logotipo usa a fonte Cera Stencil Pro Black como apoio, foram feitas algumas mudanças estruturais para buscar sua harmonia. Na assinatura é utilizada a fonte Cera GR Regular. O uso destas fontes é restrito ao desenho do logotipo e assinatura.
  24. 24. grid A grid de construção foi feita para ter uma proporção entre os elementos. Ela se baseia no losango-quadrado e sua forma replicada por toda a sua extensão.
  25. 25. Paleta de cores A Maiê possui quatro cromias institucionais, que devem ser utilizadas em todos os veículos de comunicação, podendo optar pela complementação com as cores abaixo.
  26. 26. a fonte
  27. 27. Elemento gráfico O símbolo da marca Maiê pode ser utilizado de forma independente como elemento gráfico de apoio, sempre que o nome da marca estiver presente no mesmo material.
  28. 28. construção do símbolo
  29. 29. Identidade de fotografia As imagens da Maiê devem transmitir liberdade, espirito livre, alegria e amplitude de pensamento. Geralmente são imagens que trazem uma reflexão sobre os ideias e o cotidiano. Elas tem uma essência diferente, um olhar e um tom de plenitude. Um lifestyle. Com frequência mostram pessoas jovens.
  30. 30. Uso de filtros Tratamento de cor nas imagens deve utilizar somente um dos tons que apresentamos como cores institucionais. É importante utilizar esse tipo de tratamento para criar uma imagem de identidade forte e singular para a Maiê.
  31. 31. Material gráfico • Papelaria
  32. 32. Animação brandbook
  33. 33. Muito obrigado.

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