Instrumentos gerenciais em serviços de saúde 
Previsão e Provisão de Recursos Materiais
Importância, finalidade e objetivos da Administração de Materiais nas instituições de saúde 
Organização de saúde 
•Bom fu...
Importância dos recursos materiais 
Chegam a representar 75% do capital da empresa. 
Em instituições de saúde significam c...
Motivo de preocupação nas instituições de saúde, tanto na rede pública como na privada 
Organizações privadas: 
•Sujeitas ...
Planejando o gerenciamento de materiais 
Dessa forma, “a administração de materiais (AM) consiste em ter os materiais nece...
Interesses envolvidos na administração de materiais:
Planejando o gerenciamento de materiais 
Determinar qual a razão do serviço 
Qual demanda deve ser atendida 
Quais resulta...
A enfermagem e a administração dos materiais 
•Transformação do processo saúde doença através da assistência à saúde. 
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Classificação dos materiais 
Os materiais em unidades hospitalares usualmente são classificados segundo a duração sendo ag...
Outras classificações: 
Finalidades (unidade de consumo: cateterismo vesical) 
Porte (pequeno, médio, grande) 
Custo (alto...
Administração de materiais nas unidades de enfermagem
Administração de materiais nas unidades de enfermagem
Administração de materiais nas unidades de enfermagem
Administração de materiais nas unidades de enfermagem
Administração de materiais nas unidades de enfermagem
Exemplo de previsão: consumo de seringa de 3 ml no pronto socorro no Hospital X 
Material 
Unidades mensaisconsumidas 
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Cota mensal 
O estoque de segurança, também chamado de estoque mínimo é calculado acrescentando-se de 10 a 20% do CMM, mai...
Provisão: reposição do material 
Reposição por quantidade e tempo 
Reposição semanal, quinzenal ou mensal. 
Depende de: 
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Provisão: organização 
•Comunicação visual -medida de segurança. 
•Disposição do material organizada afim evitar o atropel...
Provisão: controle 
Quantitativo -estoque mínimo e sistema de kits para os procedimentos. 
Checagem diária -discriminado e...
Assim, as atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais são:
Atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais
Atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais
Atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais
Atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais
Manutenção 
Segurança para que opera e para o usuário. 
Preventiva e reparadora. 
Não deixar para constatar na hora do uso!
Formas de aquisição -licitação 
Licitação é “o procedimento administrativo regido por legislação específica, utilizado par...
modalidades de licitação constantes na Lei 8.666/93 
Convite -É para no mínimo três interessados que trabalhem com o mater...
modalidades de licitação constantes na Lei 8.666/93 
Concorrência –É uma modalidade entre quaisquer interessados que, na f...
modalidades de licitação constantes na Lei 8.666/93 
Leilão –utilizada entre quaisquer interessados para venda de bens móv...
Padronização 
Objetivos: 
•A utilização de um material ao maior número possível de aplicações e reduzir as variedades. 
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Concluindo 
Necessidade do planejamento antecipado. 
Materiais e equipamentos sempre pront0s, testados e colocados de form...
Referências 
•AZEVEDO, A. L. C. S.. Gerenciamento do cuidado de enfermagem em unidade de urgência/emergência traumática. 2...
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Instrumentos gerenciais em serviços de saúde: Previsão e Provisão de Recursos Materiais

  1. 1. Instrumentos gerenciais em serviços de saúde Previsão e Provisão de Recursos Materiais
  2. 2. Importância, finalidade e objetivos da Administração de Materiais nas instituições de saúde Organização de saúde •Bom funcionamento de recursos financeiros, materiais e humanos. •Resultado final do processo: assistência à saúde de indivíduos e comunidades Administração adequada dos materiais Influencia e sofre influências. •Recursos financeiros (podendo através de uma destinação mais racional promover uma diminuição dos custos) e os recursos humanos (pois materiais em quantidade e qualidade adequadas podem produzir na equipe maior grau de satisfação).
  3. 3. Importância dos recursos materiais Chegam a representar 75% do capital da empresa. Em instituições de saúde significam cerca de 45% das despesas Nas instituições de saúde: •Administração de Materiais objetiva coordenar as atividades de compra, armazenamento, distribuição e controle, de modo a que se garanta o suprimento de todas as áreas do serviço. •Sua interrupção pode ser atribuída a fatores como insuficiência na quantidade ou falta de qualidade dos materiais.
  4. 4. Motivo de preocupação nas instituições de saúde, tanto na rede pública como na privada Organizações privadas: •Sujeitas às regras de mercado precisam gerenciá-los com preços competitivos em relação ás demais instituições. Setor público: •Orçamento restrito, precisa de maior controle do consumo e dos custos para que sua escassez não reflita na privação dos funcionários e pacientes ao acesso a esses materiais e consequentemente à uma assistência de qualidade. Cenário ideal: Que não haja falta de material que leve ao prejuízo da assistência à saúde, e tão pouco para que não haja excessos que elevem os custos. Gerenciamento de materiais: o público x o privado
  5. 5. Planejando o gerenciamento de materiais Dessa forma, “a administração de materiais (AM) consiste em ter os materiais necessários na quantidade certa, no local certo e no tempo certo à disposição dos órgãos que compõem o processo produtivo...” Contudo, é necessário que se compreenda os conflitantes interesses envolvidos na administração de materiais:
  6. 6. Interesses envolvidos na administração de materiais:
  7. 7. Planejando o gerenciamento de materiais Determinar qual a razão do serviço Qual demanda deve ser atendida Quais resultados são esperados Quais especialidades atuam naquele serviço Quais procedimentos, terapias, técnicas, manobras, intervenções e exames são realizados. As funções do enfermeiro no gerenciamento de recursos materiais são: previsão, provisão, organização e controle.
  8. 8. A enfermagem e a administração dos materiais •Transformação do processo saúde doença através da assistência à saúde. •Utilizam recursos materiais, cabendo historicamente a eles a responsabilidade pela previsão, provisão, organização e controle desses materiais em suas unidades de trabalho. •Participar da implementação de grande parte dos procedimentos diagnósticos e terapêuticos no hospital. •Tais características tem exigido dos enfermeiros o conhecimento e avaliação dos materiais e equipamentos disponíveis no mercado. •Afim de colaborar com a manutenção/elevação da qualidade da assistência. Objeto de seu trabalho:
  9. 9. Classificação dos materiais Os materiais em unidades hospitalares usualmente são classificados segundo a duração sendo agrupados em: materiais de consumo e permanentes Materiais permanentes: •Não são estocáveis •Vida útil = ou > 2 anos •Patrimônio da instituição •EX: mobiliários, instrumentos, equipamentos e outros Materiais de consumo: •São estocado e perdem propriedades com o uso •Consumíveis (Duração < 2 anos) •EX: esparadrapo, seringa e agulha.
  10. 10. Outras classificações: Finalidades (unidade de consumo: cateterismo vesical) Porte (pequeno, médio, grande) Custo (alto custo) Matéria-prima (plástico, metal, silicone) Função do controle (fico, móvel). Função da guarda (perecível, tóxico, inflamável)
  11. 11. Administração de materiais nas unidades de enfermagem
  12. 12. Administração de materiais nas unidades de enfermagem
  13. 13. Administração de materiais nas unidades de enfermagem
  14. 14. Administração de materiais nas unidades de enfermagem
  15. 15. Administração de materiais nas unidades de enfermagem
  16. 16. Exemplo de previsão: consumo de seringa de 3 ml no pronto socorro no Hospital X Material Unidades mensaisconsumidas Abril Maio Junho Seringa3 ml s/ agulha 200 250 180 CM= CMM + ES ES = 10 a 20% do CMM + CTR CTR= CMM/30 x N Onde: CM= cota mensal CMM= consumo médio mensal ES= estoque de segurança CTR= consumo diário durante o tempo de reposição N= número de dias de espera para reposição que pode variar de acordo com o sistema de compra do serviço de saúde
  17. 17. Cota mensal O estoque de segurança, também chamado de estoque mínimo é calculado acrescentando-se de 10 a 20% do CMM, mais o consumo diário durante o tempo de reposição (CTR). No caso exemplificado o cálculo seria o seguinte, considerando o N= 15 dias:
  18. 18. Provisão: reposição do material Reposição por quantidade e tempo Reposição semanal, quinzenal ou mensal. Depende de: Almoxarifado, o local de guarda de estoque do almoxarifado, a rotatividade do material de estoque, características do local de guarda de materiais nas unidades. Areposiçãoimediata por quantidade é a mais utilizada atualmente nos serviços de atenção às urgências, por ser mais dinâmica, promove reposição mais rápida e eficaz e estoque real diário, além de evitar desvios.
  19. 19. Provisão: organização •Comunicação visual -medida de segurança. •Disposição do material organizada afim evitar o atropelo de pessoal. •Organizados em bandejas ou kits dispostos próximos ao local do uso. •Primeiro que entra é o primeiro que sai! Identificar locais de guarda de material: •Mantê-los agrupados, com identificação em destaque. Suprimento de medicamentos: Consulta a equipe médica.
  20. 20. Provisão: controle Quantitativo -estoque mínimo e sistema de kits para os procedimentos. Checagem diária -discriminado e quantificado. Checklist dos itens a serem verificados no início de cada plantão e após cada atendimento. EX: funcionamento do ventilador mecânico, do monitor/desfibrilador, do aspirador, da rede de oxigênio, do laringoscópio, do ambú e demais equipamentos. Embasar-se em estudos, o “custo-benefício”, ou seja, o menor custo para a instituição, o maior benefício para o cliente interno e externo e à saúde ambiental.
  21. 21. Assim, as atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais são:
  22. 22. Atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais
  23. 23. Atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais
  24. 24. Atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais
  25. 25. Atribuições do enfermeiro no gerenciamento de materiais
  26. 26. Manutenção Segurança para que opera e para o usuário. Preventiva e reparadora. Não deixar para constatar na hora do uso!
  27. 27. Formas de aquisição -licitação Licitação é “o procedimento administrativo regido por legislação específica, utilizado para aquisição ou alienação de bens e serviços, com os objetivos de garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e de selecionar a proposta mais vantajosa para a administração” (Art. 3º da Lei nº 8666/93).
  28. 28. modalidades de licitação constantes na Lei 8.666/93 Convite -É para no mínimo três interessados que trabalhem com o material requisitado, podendo ser cadastrados ou não, escolhidos pela instituição. Indicada para a compra de valores baixos, estabelecidos pela Lei. Tomada de preços É realizada somente entre interessados previamente cadastrados na instituição. Indicada para aquisições de valores médios, estabelecidos pela Lei.
  29. 29. modalidades de licitação constantes na Lei 8.666/93 Concorrência –É uma modalidade entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possui requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital, para aquisição de valores altos. Concurso –utilizado entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico.
  30. 30. modalidades de licitação constantes na Lei 8.666/93 Leilão –utilizada entre quaisquer interessados para venda de bens móveis inservíveis para a administração ou produtos legalmente apreendidos ou penhorados. Pregão -Instituída pela Lei 10.520, de 17 julho de 2000. É feita por meio de propostas e lances sucessivos em sessão pública. Vem ganhando espaço na Administração Pública.
  31. 31. Padronização Objetivos: •A utilização de um material ao maior número possível de aplicações e reduzir as variedades. Vantagens: •Favorece a diminuição do número de itens em estoque •Simplifica o trabalho de estocagem •Permite a obtenção de melhores preços •Reduz o trabalho de compras •Diminui os custos de estocagem •Maior rapidez na aquisição e possibilita a economia com consertos e substituições de peças. A instituição deve ter um comitê de padronização
  32. 32. Concluindo Necessidade do planejamento antecipado. Materiais e equipamentos sempre pront0s, testados e colocados de forma a estarem imediatamente disponíveis para garantir a rapidez e eficiência do atendimento. Limiar entre a vida e a morte dos pacientes.
  33. 33. Referências •AZEVEDO, A. L. C. S.. Gerenciamento do cuidado de enfermagem em unidade de urgência/emergência traumática. 2010. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) -Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP). Ribeirão Preto, 2010. •CASTILHO, V.; GONÇALVES, V. L. M. Gerenciamento de recursos materiais. In: KURCGANT, P. (Coord.). Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: 2010. p. 155-167. •CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 8.ed.Rio de Janeiro, Elsevier, 2011. •GRECO, R. M.; DEUS, R. L. Gerenciamento de recursos materiais em enfermagem. Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora. Juiz de Fora -MG, p. http://www.ufjf.br/admenf/files/2013/05/Aula- Gerenciamento-de-Recursos-Materiais-em-Enfermagem.pdf, 2013. Acesso em: 16 de agosto de 2014. •DAL SASSO, G. T. M.; DARLI, M. C. B. C., LUCIELI DIAS PEDRESCHI.; ET AL. Cursode EspecializaçãoemLinhasde CuidadoemEnfermagem: MóduloV -Classificaçãode riscoe acolhimentoFlorianópilis-SC: UniversidadeFederal de Santa Catarina–UFSC. Programade Pósgraduaçãoemenfermagem, 2013. •SANTOS, J. L. G. A dimensão gerencial do trabalho do enfermeiro em um serviço hospitalar de emergência. 2010, 135p.

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