Doença de Alzheimer

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aspectos diagnósticos e cuidados de enfermagem aos pacientes portadores de doença de alzheimer.

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Doença de Alzheimer

  1. 1. Prof. Me. Aroldo Gavioli
  2. 2. 1864-1915 Médico Psiquiatra de Munique – Alemanha. August D., 51 anos, examinada por Alzheimer em Frankfurt. Dr. Alois Alzheimer Frau August D. Placas beta-amilóide O Dr. Alois Alzheimer, em 1907 descreveu em um artigo original “uma rara doença do córtex cerebral”, que foi verificada em Frau August D. sua paciente, que apresentava quadro demencial e degeneração cerebral.
  3. 3. As doenças neurodegenerativas (Alzheimer, Neurônio motor, Parkinson e etc.), estão prevista em ultrapassar o câncer como segunda causa de morte mais frequente entre os idosos por volta de 2040. Lillienfeld DE; Perl DP. Project neurodegenerative desease mortality in USA. 1991-2040. Neuroepidemiology 1993. 12: 219-28
  4. 4. The Neu England Journal Of Medicine, 2001. Stanley B. Prusiner.
  5. 5. Doenças caracterizadas pela cronicidade, progressão e perda seletiva e simétrica de neurônios no sitema motor, sensório ou cognitivo. A classificação nosológica depende da delineação do padrão de perda celular e identificação de marcadores celulares da doença
  6. 6. Córtex cerebral • Doença de Alzheimer, Pick e doença de corpúsculos de Lewy. Ganglios basais • Doença de Hutington e Doença de Parkinson Tronco cerebral e cerebelo • Ataxias espinocerebelares, ataxia de Friedreich, atrofia dentropalidorubrolusiana, e atrofia de múltiplos sistemas. Sistema Motor • ELA (esclerose lateral amiotrófica), atrofia muscular espinal, atrofia bulbar espinal, paraparesia espastica familiar (Doença de Strumpell Lorrain).
  7. 7. Necrose: estímulos como isquemia e trauma é causa direta da morte celular. Ocorrem em áreas mais severamente afetadas pelo colapso bioquímico. Apoptose: conhecida como morte celular programada pode estar presente em ambas as doenças neurológicas agudas e ou crônicas. O etimulo da morte é ativada por uma cascata de eventos que orquestram a morte celular. A apoptose é contagiosa e difusa nos pacientes com doenças neurodegenerativas progressivas. Causa disfunção celular ao longo do tempo. No mecanismo estão envolvidas varias enzimas
  8. 8. New England Joural Of Medicine, 2003, Genomic medicine.
  9. 9. Perda da memória ou uma ou mais habilidades cognitivas. Alteração substancial na função ocupacional ou social. O déficit não ocorre exclusivamente em quadro de delirium.
  10. 10. O Teste do Desenho do Relógio (TDR) é uma medida neuropsicológica sensível às alterações cognitivas no idoso. Amer Cavalheiro Hamdan,Eli Mara Leite Royg Hamdan.Teste do desenho do relógio: desempenho de idosos com doença de Alzheimer. Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano. v.6, n. 1. 2009.
  11. 11. Típica história de DA com inicio insidioso e progressão gradual. Perda cognitiva documentada por testes neuropsicológicos. Ausência de evidencias em exame físico e ou complementar de outras causas de demência.
  12. 12. Relato de perda de memória pelo paciente ou pelo informante. Performance da memoria anormal para a idade. Cognição geral normal. Atividade de vida diária (AVD) normal. Não há critério para demência.
  13. 13. Normal Prejuízo moderado Doença de Alzheimer
  14. 14. Fatores de risco para DA • Idade • Sexo feminino • Hstórico familiar • Fatores genéticos • Sindrome de Down • TCE Fatores associados a aterosclerose: • apo E • Hipercolesterolemia • HAS • DM • Hiperhomocisteinemia • síndrome metabólica • cigarro • Inflamação sistêmica.
  15. 15. Educação Manter a mente ativa Uso de aines Estatinas Vitamina b6, b12 e ácido fólico Niacina Atividade física Alcool Oleos poli-insaturados Antioxidantes
  16. 16. Demência frontotemporal Demência por corpúsculos de Lewy Demência vascular Demência por doença prionica Demência por doença de Parkinson. Doença de hutington Hipotireoidismo Neurosifilis Processos expansivos cerebrais Hidrocefalia de pressão normal Encefalopatia por HIV Demência alcoólica carencial
  17. 17. Educação para a saúde e autocuidado Cuidar para que a prescrição médica e terapêutica seja seguida. Repassar aos familiares e cuidadores informais orientações e esclarecimentos embasados em sua competência técnica. Habilidade de comunicação e interativas para um bom relacionamento. Cuidado humanizado
  18. 18. Observar aspectos essenciais para a assistência ao portador de DA. Desenvolvimento de um plano de ação e intervenção geriátrica. Facilitar a adesão ao esquema terapêutico. Estimular a função cognitiva.
  19. 19.  Amer Cavalheiro Hamdan, Eli Mara Leite Royg Hamdan. Teste do desenho do relógio: desempenho de idosos com doença de Alzheimer. Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano. v.6, n. 1. 2009.  Cumings JL. Alzheimer desease. New England Journal of Medicine, 2004.  Higashi, .R. Doença de Alzheimer, Slideshare, [SD], acesso em 30/09/2015 acessado em http://pt.slideshare.net/RafaelHigashi/doena-de-alzheimer- 6893262.  COSTA,A.M.S.;SILVA,C.E.A. Assistência de Enfermagem ao Paciente com Alzheimer, Saúde e Beleza, 2008.  Lillienfeld DE; Perl DP. Project neurodegenerative desease mortality in USA. 1991-2040. Neuroepidemiology 1993. 12: 219-28  Stanley B. Prusiner. The Neu England Journal Of Medicine, 2001.

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