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Festa dos corpos, dos sentidos físicos, as criaturas
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As origens
do carnaval
1 – Nas festas populares do povos antigos, que se entregavam aos
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Significado
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Saturnália ou saturnal

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Justificação
do evento
O verbete carnaval foi composto com as primeiras sílabas da
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A razão
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De onde vem a inspiração
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Faixas vibratórias
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A grande concentração mental de milhões de pessoas, na fúria
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coletivas
Nesse período, instalam-se lamentáveis obsessões coletivas que
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Em face dos desconcertos emocionais que os exageros festivos
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1 – A população invisível ao olhar humano era acentuadamente maior do
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5 – Entregavam-se a desmandos e orgias lamentáveis;
6 – Uns magotes desenfreados atacavam os burlesc...
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Sobre a onda crescente
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Dificuldade para adaptar-se
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Consequências
1 –Doenças graves que se instalam – Sida e outras;
2 – Comportamentos morais;
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A Festa
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Opinião de
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Opinião de
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Apresentação onde encontrarão a visão e interpretação à luz do Espiritismo, sobre as actividades carnavalescas.

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Visão do Espiritismo sobre o Carnaval

  1. 1. 1
  2. 2. Principais fontes de consulta Atividades de socorro a encarnados e desencarnados, desenvolvidas por uma grande equipa espiritual, sob o comando do Espírito Bezerra de Menezes, nos dias de carnaval de 1982, no Rio de Janeiro Nas Fronteiras da Loucura Contém o relato do socorro espiritual a trabalhadores do Evangelho, encarnados, que estavam a passar por grandes perigos. Entre os dois Mundos 2
  3. 3. Festa dos sentidos Festa dos corpos, dos sentidos físicos, as criaturas esquecem-se dos escrúpulos, do pudor, confundindo-se numa linha comum de alienação Nas Fronteiras da Loucura 3
  4. 4. As origens do carnaval 1 – Nas festas populares do povos antigos, que se entregavam aos prazeres coletivos. 2 – Nas festas romanas, chamadas saturnália, quando se imolava uma vítima humana, previamente escolhida. 3 – Nas bacanálias, na Grécia, quando era homenageado o deus Dionísio Nas Fronteiras da Loucura 4
  5. 5. Significado dos termos Saturnália ou saturnal – Festas romanas em honra de saturno, nas quais predominava a licenciosidade, a orgia, a sensualidade pervertida. Bacanália ou bacanal – Festim dissoluto, devassidão, orgia. Baco – deus romano do vinho. Festas antigas em honra de Baco. Dionísio – deus grego da vinha e do vinho 5
  6. 6. Justificação do evento O verbete carnaval foi composto com as primeiras sílabas da palavra “carne nada vale”. Necessidade de se descarregarem as tensões e recalques, segundo o entendimento dos estudiosos da comportamento e da psicologia. 6
  7. 7. A razão do carnaval Expressiva faixa da Humanidade terrestre transita entre os limites do instinto e os modelos da razão, ainda mais sequiosos de sensações do que ansiosos pelas emoções superiores, e por isso é natural que se permitam, neste dias, os excessos que reprimem por todo o ano, sintonizados com as entidade que lhe são afins. É de lamentar, porém, que muitos se apresentam, nos dias normais, como discípulos de Jesus. Nas Fronteiras da Loucura 7
  8. 8. A influência negativa pela televisão O Advento da televisão, … trouxe, para a intimidade doméstica, altas cargas de informações, que nem sempre podem ser digeridas com facilidade. …Permitindo que se assistam a programas portadores de carregadas mensagens negativas… Nas Fronteiras da Loucura 8
  9. 9. Explicações para a legalização Mais recentemente, foram encontradas outras explicações para a legalização dos bacanais públicos, sob os holofotes poderosos dos meios de comunicação de massas, entre elas, a importância do turismo, que deixa lucros nas cidades pervertidas e cansadas de luxúria. Entre os dois Mundos 9
  10. 10. De onde vem a inspiração para tal fantasia? Muitos fantasiados haviam obtido a inspiração para as suas expressões grotescas, em visitas às regiões inferiores do além, onde encontravam a cópia de deformidades e fantasias do horror. Nas Fronteiras da Loucura. 10
  11. 11. Faixas vibratórias em torno da Terra Logo depois que eu retornei à vida espiritual, percebi a existência, em torno da terra, de faixas vibratórias concêntricas, que a envolviam, desde as mais condensadas, próximas da área física, até às mais sutis, distanciadas do movimento humano na terra, ... São vitalizadas pelas sucessivas ondas mentais dos habitantes do planeta, que de alguma forma lhe sofrem a condensação doentia e perturbadora 11
  12. 12. Concentração mental A grande concentração mental de milhões de pessoas, na fúria carnavalesca, irradiações dos que participavam ativamente, enlouquecidos, e dos que, por qualquer razão, se sentiam impedidos, afetava para pior a imensa área de trevas, ao mesmo tempo em que esta influenciava os que a mantinham. Nas Fronteiras da Loucura 12
  13. 13. Obsessões coletivas Nesse período, instalam-se lamentáveis obsessões coletivas que entorpecem multidões, dizimam existências, alucinam valiosos indivíduos que se vinculam a formosos projetos dignificadores Entre dois mundos 13
  14. 14. Infestação espiritual Em face dos desconcertos emocionais que os exageros festivos produzem nas criaturas menos cautelosas, há uma verdadeira infestação espiritual, perturbadora da sociedade terrestre, quando legiões de espíritos infelizes, ociosos e perversos, são atraídos e sincronizam com as mentes desarvoradas. Entre Dois Mundos 14
  15. 15. A população invisível 1 – A população invisível ao olhar humano era acentuadamente maior do que a dos encarnados; 2 – Disputavam entre si a vampirização das vítimas encarnadas, que eram telecomandadas; 3 – Estimulavam a sensualidade e as libações alcoólicas de que participavam; 4 – Ingeriam drogas, utilizando-se dos comparsas no corpo físico. Nas Fronteiras da Loucura 15
  16. 16. A população invisível 5 – Entregavam-se a desmandos e orgias lamentáveis; 6 – Uns magotes desenfreados atacavam os burlescos transeuntes, transmitindo-lhes induções nefastas; 7 – Davam início, assim, a processos perturbadores de obsessão demoradas; 8 – Misturavam-se espíritos de aspeto bestial e animalesco, verdugos e técnicos de vampirização de tónus sexual, em promiscuidade alarmante com inúmeros encarnados. 16
  17. 17. Afinidade Apurando a vista, podia perceber que, não obstante a iluminação forte, pairava uma nuvem espessa onde se agitava outra multidão, porém, de desencarnados, confundindo-se com as criaturas terrestres de tal forma permissiva, que se tornaria difícil estabelecer fronteiras delimitadores entre uma e outra faixa de convivência Entre dois mundos 17
  18. 18. Sobre a onda crescente de sensualidade É muito difícil, no momento, estancar-se a onda crescente de sensualidade, de erotismo… Da depravação nas paisagens terrenas, especialmente em determinados países. Isso porque, as autoridades que governa algumas cidades e nações, com as exceções compreensíveis, estão mais preocupadas com a conquista de eleitores para os iludir, do que interessadas na sua educação Entre dois mundos 18
  19. 19. Vítimas voluntárias do sofrimento futuro Tornada insuportável a situação de cada uma dessas vítimas voluntárias do sofrimento futuro, os parasitas espirituais que se lhes colam, os obsessores que os dominam, explorando as suas energias, atiram-nas aos abismos da luxúria cada vez mais desgastante, do aviltamento moral, da violência, a fim de os manter no clima próprio, que lhes permita a exploração até à exaustão de todas as forças. Entre dois mundos 19
  20. 20. Dificuldade para adaptar-se à vida normal Passada a onda de embriagues dos sentidos, os rescaldos da festa apresentam-se nos corpos cansados, nas mentes intoxicadas, nas emoções desgovernadas, e os indivíduos despertarão com imensa dificuldade para se adaptarem à vida normal, às convenções éticas, necessitando prosseguir na mesma bacanal até á exaustão das energias Entre os dois mundos 20
  21. 21. Consequências 1 –Doenças graves que se instalam – Sida e outras; 2 – Comportamentos morais; 3 – Distúrbios afetivos que surgem após tais ilusões que passam; 4 – Quebras financeiras; 5 – Homicídios perturbadores, suicídios alucinados, infarto e morte por exaustão de forças; 6 – Desencarnação por abuso de drogas; (A juntar a tudo isto, hoje ocorre um maior índice de crimes, acidentes de trânsito, violações, crianças abandonadas, em consequência do carnaval em salvador) Nas fronteiras da loucura 21
  22. 22. A Festa terá fim um dia? A festa é vestígio da barbárie e do primitivismo reinantes, e que um dia desaparecerão da terra, quando a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real substituírem as paixões do prazer violento e o homem tiver despertado para a beleza, a arte, sem agressão nem promiscuidade 22
  23. 23. Opinião de Emmanuel Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer apologia da loucura generalizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas. Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho Chico Xavier 23
  24. 24. Opinião de André Luiz O espírita deve afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, incluindo as que se destacam pelos excessos da gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares Conduta Espírita 24
  25. 25. ESE - 17 - 4 25
  26. 26. Morada: Rua Figueiras de Baixo 47, 4520-457 Rio Meão, Aveiro, Portugal Telefone: 22 734 7248 Email: ae.esperancaecaridade@gmail.com https://www.facebook.com/AEECaridade 26

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