TRABALHO DE CIÊNCIASLAGOA DA PAMPULHA- Objetivo do vertedouro e quando foi construído;     - Capacidade da Lagoa (inicial ...
Lagoa da PampulhaCapacidadeDe acordo com ambientalistas, a Lagoa da Pampulha possuiatualmente a capacidade de retenção de ...
HistóriaA Lagoa da Pampulha surgiu na década de 1940 com o então prefeitoe futuro presidente do Brasil Juscelino Kubitsche...
HISTÓRIA DA BARRAGEM1- A CONSTRUÇÃO DA BARRAGEMA primeira etapa da construção da barragem, foi iniciada em 1936 econcluída...
Tendo em vista o volume de água a ser represado, além das razõesteóricas do rompimento da barragem anterior, a nova barrag...
RevitalizaçãoA lagoa da Pampulha já foi área de lazer, sendo frequentada porbanhistas, desportistas e famílias, até os ano...
Objetivo do vertedouro e quando foiconstruído                                      7
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Casa do BaileMuseu de Arte                Vertedouro – próximo ao                   museu de arte                         ...
Igrejinha da Pampulha: Niemeyer + Burle Marx + Portinari = obra-prima.São Franciscode Assis                               ...
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ProblemasSuperpopulação de peixes revela deterioração da Lagoa da PampulhaVERTEDOUROVertedouro destinado amedição da vazão...
Em hidráulica, vertedouro, vertedor, sangrador ou sangradouro (ouainda descarregador, o termo usado em Portugal) é uma est...
Notícia     Lagoa da Pampulha mais assoreada após período chuvoso     Baixa das águas expõe sedimentos e dano ambiental na...
Na barragem há dois vertedouros que liberam à água, mas apenasum é controlado. Durante o período de seca, a abertura fica ...
Bibliografia:www.wikipidea.com.brwww.delrey.com.brwww.jornalhojeemdia.com.brhttp://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade...
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Lagoa da Pampulha - Vertedouro

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Trabalho de alunos do 6º ano C

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Lagoa da Pampulha - Vertedouro

  1. 1. TRABALHO DE CIÊNCIASLAGOA DA PAMPULHA- Objetivo do vertedouro e quando foi construído; - Capacidade da Lagoa (inicial e hoje).  Maria Clara de Freitas Viana Antunes  Marcella Cristina Nascimento Carvalho  Vitória Botelho  Heloísa Guerra Lachini Professora: Adriana Gotschalg
  2. 2. Lagoa da PampulhaCapacidadeDe acordo com ambientalistas, a Lagoa da Pampulha possuiatualmente a capacidade de retenção de água que varia entre 9 e 10milhões de m³, contra 18 milhões no final dos anos 50.Desde que foi inaugurada, em 1940, a lagoa já perdeu 40% do seuespelho d’água. A degradação ambiental preocupa. Levando emconsideração os preparativos para a Copa do Mundo e a possibilidadeda lagoa servir para práticas náuticas nas Olimpíadas em 2016.A Lagoa da Pampulha é uma lagoa situada na região da Pampulha nomunicípio de Belo Horizonte no Estado de Minas Gerais. Faz parte deum complexo com outras atrações turísticas e foi projetada por OscarNiemeyer durante a gestão de Juscelino Kubitschek à frente daprefeitura de Belo Horizonte. 2
  3. 3. HistóriaA Lagoa da Pampulha surgiu na década de 1940 com o então prefeitoe futuro presidente do Brasil Juscelino Kubitschek, como a cidade nãohavia mar, havia o sonho de se construir uma lagoa na cidade paraservir de lazer, o que foi planejado por Otacílio Negrão de Limaantecessor de JK, porém só no governo de JK é que o sonho serealizou, estava pronta a Pampulha e o projeto arquitetônicomundialmente famoso. Fazem parte do conjunto arquitetônico dalagoa da Pampulha a igreja de São Francisco de Assis, o Museu deArte, a Casa do Baile e o Iate Tênis Clube. A orla da Pampulha éformada por uma imensa estrutura de lazer, como o ginásio doMineirinho, o Zoológico de Belo Horizonte, o Centro de PreparaçãoEquestre da Lagoa e pistas para ciclismo e caminhada, o EstádioGovernador Magalhães Pinto mais conhecido como Mineirão, palco degrandes eventos esportivos e históricos do futebol regional,nacional einternacional .Vertedouro – Lagoa da PampulhaDados da Smurb mostram que em 1936, época de fundação dabarragem, havia cerca de 18 milhões de metros cúbicos de água. Nadécada de 1980, o nível chegou a 7 milhões de metros cúbicos. Asecretaria explica que desde 2001 ocorre trabalho contínuo derecuperação da lagoa, o que inclui a retirada de 1,6 milhão de metroscúbicos de sedimento, substituição da comporta de fundo dabarragem, construção de novo vertedouro, entre outras iniciativas. 3
  4. 4. HISTÓRIA DA BARRAGEM1- A CONSTRUÇÃO DA BARRAGEMA primeira etapa da construção da barragem, foi iniciada em 1936 econcluída em 1938 (11,50m de altura) e a segunda etapa (16,50m dealtura) iniciada em 1940 e concluída em 1943, represandoas águas que formaram a “LAGOA DA PAMPAULHA”, inaugurada emconjunto com diversas obras componentes do acervo cultural.2 – A RUPTURA DA BARRAGEMA histórica e catastrófica ruptura da barragem deu-se em Abril de1954, ou seja, apenas 11(onze) anos após a inauguração da segundaetapa e 16(dezesseis) anos após o término da primeira etapa,causando danos irreparáveis às construções e instalações urbanas,em toda a extensão do córrego Pampulha e do Ribeirão do Onça,ajuzante da barragem, até a sua fóz no Rio das Velhas.3 – AS RAZÕES DO DESASTRETem-se, hoje, como razões teóricas do rompimento, a erosão internados caminhos de percolação da água no corpo da barragem, numponto situado próximo ao seu topo, além do emperramento dacomporta do vertedouro, não permitindo o alívio da pressão da água,o que poderia amenizar os danos, ou até mesmo salvá-la dodesastre.4 – A RECONSTRUÇÃO DA BARRAGEMA reconstrução da barragem, iniciada no mesmo ano de sua ruptura,ou seja, em 1954, através de um convênio entre a Prefeitura de BH eo DNOS – Departamento Nacional de Obras de Saneamento teve asua conclusão e reinauguração em 1958.5 – CARACTERÍSTICAS DA NOVA BARRAGEM 4
  5. 5. Tendo em vista o volume de água a ser represado, além das razõesteóricas do rompimento da barragem anterior, a nova barragem foicuidadosamente projetada e construída com todos os recursostecnológicos mais modernos da época, tais como:5.1 – Aumento das dimensões da base e do topo no que diz respeitoà largura da barragem, proporcionando maior segurança eestabilidade.5.2 – Colocação de filtros de areia no interior da barragem, com afinalidade de conter e desviar a água percolada através dos vasoscapilares, para um escoamento adequado.5.3 – Material de solo empregado na reconstrução da barragem,criteriosamente escolhido e colocadocom compactação controlada através de laboratório de solos.5.4 – Construção de um novo tipo de vertedouro, em forma de“tulipa” e adequadamente dimensionado para escoamentos normais.5.5 – Direcionamento para os possíveis transbordamentos de águaatravés do topo da barragem, que funciona como um vertedouroauxiliar e/ou de emergência.6 – CONTROLE OPERACIONAL DA BARRAGEMA grande deficiência da “Barragem da Pampulha” está na“inexistência” de um “Sistema de Controle Operacional”, que deveriater sido implantado imediatamente após a reinauguração da mesma,com a finalidade de acompanhar permanentemente e registrar osdados dos seguintes itens:6.1 – O comportamento das camadas de solo compactado e filtros deareia.6.2 – Verificação e controle do volume de água represada .6.3 – Medição e controle da vazão de água pelo vertedouro.6.4 - Controle das necessidades de abertura da comporta dovertedouro, para evitar transbordamentos.6.5 – Verificação e medição permanente da vazão de água percolada.7 – SITUAÇÃO ATUALA barragem da Pampulha, hoje com mais de 40 anos de vida e játendo sua represa perdido bem mais da capacidade dearmazenamento de água, além da perda gradativa da capacidade decontenção de enchentes, está incondicionalmente sujeita a acidentesde sérias proporções, como resultado de comportamentos anômalos,“carecendo mais do que nunca” de um “Sistema deControle Operacional” para monitorar e programar as medidaspreventivas adequadas, pois, as “Descobertas ao Acaso”,a exemplodos recentes problemas do canal de fuga, poderão surgir sem dartempo hábil, até mesmo para as obras emergenciais de correção. 5
  6. 6. RevitalizaçãoA lagoa da Pampulha já foi área de lazer, sendo frequentada porbanhistas, desportistas e famílias, até os anos 1980, quando a lagoacomeçou a ser poluída pelos córregos e fábricas do entorno da lagoa.Em julho de 2001, a prefeitura passou a realizar diversas obras derecuperação da Lagoa e entorno. Em 2002, foi inaugurado umvertedouro de Tratamento das Águas dos Córregos Ressaca eSarandi, construído em parceria com a Copasa. 6
  7. 7. Objetivo do vertedouro e quando foiconstruído 7
  8. 8. 8
  9. 9. 9
  10. 10. Lagoa da Pampulha cada vez mais rasaAssoreamento do espelho d’água ameaça cartão-postal de BH, e profundidadeem certos pontos é de 20 centímetrosJaqueline da Mata - Do Hoje em Dia - 14/10/2011Equipe mediu a profundidade da lagoa em 126 locais diferentes, encontrando alguns com 20centímetros 10
  11. 11. IMAGENSAqui vai um apanhado de imagens que buscamos na internet, mostrando uma doslugares mais lindos de BH, a incrível Pampulha, a deslumbrante região que envolveo complexo arquitetônico de Niemeyer, a Lagoa e algumas das melhoresresidências da cidade. Um verdadeiro orgulho para os mineiros e um refúgio semigual de tranquilidade, qualidade de vida e natureza em meio à metrópole. Entardecer na Lagoa: um pedacinho do céu aqui mesmo em BH. Vista da lagoa do Bar Redondo: dispensa comentários. 11
  12. 12. Casa do BaileMuseu de Arte Vertedouro – próximo ao museu de arte 12
  13. 13. Igrejinha da Pampulha: Niemeyer + Burle Marx + Portinari = obra-prima.São Franciscode Assis 13
  14. 14. mo 14
  15. 15. ProblemasSuperpopulação de peixes revela deterioração da Lagoa da PampulhaVERTEDOUROVertedouro destinado amedição da vazão da nascentede um rio. 15
  16. 16. Em hidráulica, vertedouro, vertedor, sangrador ou sangradouro (ouainda descarregador, o termo usado em Portugal) é uma estruturahidráulica que pode ser utilizada para diferentes finalidades, comomedição de vazão e controle de vazão, sendo estes os principaisusos. Quando o objetivo é a medição de vazão, uma geometriabastante empregada é a triangular de parede delgada, emborapossam ser empregadas as formas retangular, semicircular, entreoutras. Em barragens, o excesso de água deve ser descarregado parajusante de forma segura. Isto pode ser feito de diferentes formas,sendo a principal delas com o uso de vertedores-extravasores. Overtedor é essencialmente um orifício sem a parte superior. Assim,vertedores-extravasores possuem uma parte inicial que é o vertedorpropriamente dito, seguido de um canal (normalmente bastanteinclinado) que possibilita o escoamento da água até a bacia dedissipação aonde se forma um ressalto hidráulico (se ela existir).Existem diferentes tipos de vertedores-extravasores, sendo esteapenas um exemplo. Assim, pode-se dizer que o vertedor-extravasoré uma estrutura artificial executada com a finalidade de conduzir demaneira segura a água através de uma barreira, que geralmente éuma barragem, e que o vertedor é uma estrutura hidráulica cujageometria corresponde à de um orifício do qual foi suprimida a partesuperior, tendo como finalidade, por exemplo, a medição de vazão deum dado escoamento de água.O excesso de água acumulada em um reservatório de uma barragem,seja de uma usina hidrelétrica ou de outra barragem qualquer(irrigação, abastecimento, navegação etc.) deve ser extravasado deforma segura por um canal ou túnel, de montante para a jusante.Neste sentido, o vertedouro é o órgão de segurança da represa. Eletambém é chamado de vertedouro, sangrador ou sangradouro.Os vertedouros podem conter algum mecanismo (comporta queregule a passagem do fluxo de água por eles. Nas barragens, esteserviço geralmente é feito por comportas de aço, ou por válvulas.O projeto de um vertedouro de uma grande barragem exige estudoshidrológicos detalhados, além de simulações do escoamento emmodelo físico reduzido e, por meio de dinâmica dos fluidoscomputacional (nos casos mais simples, utiliza-se, pelo menos, asequações de Boussinesq com o intuito de simular de formaaproximada a possibilidade de catástrofes, como o rompimento dabarragem). 16
  17. 17. Notícia Lagoa da Pampulha mais assoreada após período chuvoso Baixa das águas expõe sedimentos e dano ambiental na Pampulha 17 de janeiro de 2012A paisagem de cartão-postal da Lagoa da Pampulha se transformoudepois do período de estiagem, nos últimos dias. Turistas emoradores de Belo Horizonte se assustaram com o nível deassoreamento. Em alguns locais, o espelho d’água secou e grandesextensões de terra e entulho expuseram a dimensão do problema.Hoje, há cerca de 750 mil metros cúbicos de sedimentos na represa.Para a retirada de todo esse material, seriam necessários cerca de37.500 caminhões, segundo a Superintendência de Desenvolvimentoda Capital (Sudecap).O acúmulo de detritos é maior nas partes mais rasas, nas bordas dalagoa, em áreas cuja profundidade vai até dois metros. O presidenteda Associação Amigos da Pampulha, Flávio Marcus Ribeiro deCampos, afirma que uma redução no nível da lagoa fez aparecer odano ambiental. “Hoje a gente vê que o espelho d’água é de apenas15 centímetros. A lagoa se transformou em quatro ou cinco lagoasindependentes, devido ao assoreamento”, diz. 17
  18. 18. Na barragem há dois vertedouros que liberam à água, mas apenasum é controlado. Durante o período de seca, a abertura fica entretrês e cinco centímetros. No período de chuvas, passou para umamédia de dez a 12 centímetros. Como houve uma estiagem nosúltimos dias, a maior vazão fez com que o nível da água baixasse 18centímetros. A previsão é de que o volume volte ao normal naquarta-feira.O último desassoreamento foi realizado em 2004, removendo 1milhão de metros cúbicos de material, com custo de R$ 110 milhões.Segundo a Sudecap, existem planos para uma nova intervenção, masnão há recursos nem prazos definidos. Por enquanto, é realizadaapenas a limpeza de lixo da lagoa, com a retirada de 20 toneladaspor dia, na época de chuva, e dez toneladas, no tempo seco.Em abril, caso não ocorram atrasos nos processos de licitação, aCopasa deve iniciar os trabalhos para impedir que o esgoto de 19%da população de Contagem e de 4% de Belo Horizonte sejadespejado na lagoa. Serão R$ 102 milhões investidos. “A meta é deque, em junho de 2013, 100% do esgoto seja levado para a Estaçãode Tratamento de Esgoto (ETE) Onça”, diz o gestor deEmpreendimentos de Grande Porte da Copasa, Valter Vilela.O coordenador do Laboratório de Gestão Ambiental de Reservatórios(LGAR), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), RicardoMotta Pinto Coelho, avalia que são necessárias ações integradas.“Com R$ 140 milhões seria possível e, com folga, fazer a recuperaçãoe despoluição da lagoa. Mas o dinheiro tem que ser empregado emsaneamento, não em obras viárias ou habitação, como já aconteceu”,diz. Jornal Hoje em Dia Bruno Carvalho 17/01/2012 18
  19. 19. Bibliografia:www.wikipidea.com.brwww.delrey.com.brwww.jornalhojeemdia.com.brhttp://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&app=historia&tax=14388&lang=pt_BR&pg=5780&taxp=0& 19

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