Gerência de Dispositivos

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Gerência de Dispositivos

  1. 1. GERÊNCIA DE DISPOSITIVOS Diogo Mathias Elias Silva Flávio Brigeiro Flávio Lopes Leonardo Dias
  2. 2. Introdução <ul><li>A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções de um sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de camadas em um modelo semelhante ao apresentado para o sistema operacional como um todo. </li></ul>
  3. 3. Gerência de Dispositivos
  4. 4. ACESSO AO SUBSISTEMA DE ENTRADA E SAÍDA <ul><li>O sistema operacional deve tornar as operações de e/s o mais simples possível para o usuário e suas aplicações. Para isso, o sistema possui um conjunto de rotinas que possibilita a comunicação com qualquer dispositivo que possa ser conectado ao computador. </li></ul>
  5. 5. Acesso ao Subsistema de E/S
  6. 6. SUBSISTEMA DE ENTRADA E SAÍDA <ul><li>O subsistema de entrada é responsável por realizar as funções comuns a todos os tipos de dispositivos, ficando os aspectos específicos de cada periférico como responsabilidade dos device drivers. Dessa forma, o subsistema de e/s é a parte do sistema operacional que oferece uma interface uniforme com as camadas superiores. </li></ul>
  7. 7. DEVICE DRIVERS <ul><li>O device drivers, ou somente driver, tem como função implementar a comunicação do subsistema de e/s com os dispositivos, através de controladores. Enquanto o subsistema de e/s trata de funções ligadas a todos os dispositivos, os drivers tratam apenas dos seus aspectos particulares. </li></ul>
  8. 8. Device Drivers
  9. 9. CONTROLADORES <ul><li>Os controladores são componentes de hardware responsáveis por manipular diretamente os dispositivos de e/s. O sistema operacional, mais exatamente o device driver, comunica-se com os dispositivos através dos controladores. Em geral, o controlador pode ser uma placa independente conectada a um slot do computador ou implementado na mesma placa do processador. </li></ul>
  10. 10. DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA <ul><li>Os dispositivos de entrada e saída são utilizados para permitir a comunicação entre o sistema computacional e o mundo externo. Os dispositivos de e/s podem ser classificados, como de entrada de dados, como cd-rom, teclado e mouse, ou de saída de dados. Como impressoras. Também é possível que um dispositivo realize tanto entrada quanto saída de dados, como modems, discos e cd-rw. </li></ul>
  11. 11. DISCOS MAGNÉTICOS <ul><li>Entre os diversos dispositivos de e/s, os discos magnéticos merecem atenção especial, por serem o principal repositório de dados utilizado pela maioria das aplicações e pelo próprio sistema operacional. Fatores como desempenho e segurança devem ser considerados na arquitetura de discos magnéticos. </li></ul>
  12. 12. DISCOS MAGNÉTICOS <ul><li>Na realidade, um disco magnético é constituído por vários discos sobrepostos, unidos por um mesmo eixo vertical, girando a uma velocidade constante. </li></ul>
  13. 13. DESEMPENHO, REDUNDÂNCIA E PROTEÇÃO DE DADOS <ul><li>No final da década de 1980, pesquisadores de Universidade de Califórnia em Berkeley desenvolveram técnicas de gerenciamento de discos que otimizavam as operações de e/s e implementavam redundância e proteção de dados conhecidas como Raid (Redundant Arrays of Inexpensive Disk). As diferentes técnicas, utilizando múltiplos discos, foram publicadas em seis níveis (Raid 1-6). Estas técnicas tiveram grande aceitação no mercado e, posteriormente, um novo nível foi introduzido e denominado Raid 0. </li></ul>
  14. 14. Subsistemas de Discos

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