AUTOMATIZAÇÃO DE
CENTROS DE DADOS:
 REALIDADE OU UTOPIA?

         José Delgado
  Instituto Superior Técnico

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MESTRADOS EM IT NO IST
(TAGUSPARK)

 Sistemas de Informação Empresariais (IS)
 Tecnologias de Sistemas Informáticos (IT)
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DADOS, INFORMAÇÃO E
CONHECIMENTO




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“MODELO” DE UM CENTRO DE DADOS




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PESSOAS: O ELO MAIS FRACO

 Falta de capacidade
   Rapidez de resposta
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 Pouco fiáveis (doenças, erros, omi...
CAUSA HUMANA

 Dois operadores de serviços de online storage
 estiveram em baixo de 12 a 20 Jan 2008
 (http://www.joyeur.c...
CAUSA HUMANA

 8 Janeiro 2008 – Um administrador de sistemas
 foi condenado a 30 meses de cadeia por
 sabotagem
 Com medo ...
CAUSA HUMANA

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 A Casa Branca reutilizou tapes de backup,
 destruindo e-mails anteriores a 200...
SOLUÇÃO: AUTOMATIZAÇÃO

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 gestão de um sistema informático, executadas de
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EXEMPLOS DE TAREFAS ENVOLVIDAS

 Gestão de dados (backup, recuperação, ILM)
 Gestão e distribuição de patches
 Aprovisiona...
PORQUE É QUE A UTOPIA NÃO É
REALIDADE?

 As empresas ágeis precisam de poder mudar as
 suas estratégias e sistemas com alg...
PRINCIPAIS RAZÕES PARA
AUTOMATIZAR

 Redução da dependência do factor humano
 Aumento da fiabilidade do sistema
 Redução d...
TEMPO MÉDIO DE RESPOSTA




   Fonte: http://www.optinuity.com/resources/downloads.php


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AUTOMATIZAÇÃO




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   Fonte: http://www....
MANUAL E AUTOMATIZADO




   Fonte: http://www.optinuity.com/resources/downloads.php   16
MANUAL E AUTOMATIZADO
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Alterações/hora                 20        Até ...
PRINCIPAIS PLAYERS
                     NetIQ
 BMC
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 Enigmatec
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AUTONOMIC COMPUTING

 Self-configuring
   Reconfiguração automática para se adaptar         às
   variações
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GESTÃO DE POLÍTICAS
AUTONÓMICAS (APM)

 OASIS (Optinuity, Inc.)
 Lançado no fim de Nov 2007
 Combina:
   Gestão baseada em...
COMO FUNCIONA

 O OASIS coloca Touchpoints (agentes) nos
 recursos geridos (aplicações, bases de dados,
 servidores, etc.)...
GESTÃO PROACTIVA E “APPLICATION
AWARE”




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EDITOR GRÁFICO DE POLÍTICAS




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EVOLUÇÃO DA AUTOMATIZAÇÃO




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  Fonte: http://www.optinuity...
MODELO DE MATURIDADE
AUTONÓMICO
Básico          Gerido             Preditivo         Adaptativo      Autonómico
Gestão    ...
EVOLUÇÃO AUTONÓMICA

 Básico      Gerido
   Estruturar e documentar processos,        divulgá-los,
   melhorá-los
   Centr...
MODELO DE MATURIDADE DA
  GARTNER




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E O ITIL?

 Framework de boas práticas de gestão de IT
 Colecção de actividades        e processos cuja
 necessidade surge...
IMPLEMENTAÇÃO DA
AUTOMATIZAÇÃO

 A automatização procura implementar estas
 actividades de forma automática, com base nas
...
NICHOLAS CARR: OUTRA VEZ

 Autor de “IT doesn’t matter” e “Does IT
 matter?”
 Agora defende o “utility computing”
   Cloud...
PREOCUPAÇÕES PARA 2008
                                         Entre as 3
                                         primei...
CONCLUSÕES

 A gestão manual (pessoas) constitui um
 estrangula-mento ao funcionamento eficiente e ágil
 do IT
 As pessoas...
MUITO OBRIGADO!



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Automatização de Centro de Ddos: Realidade ou Utopia

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Automatização de Centro de Ddos: Realidade ou Utopia

  1. 1. AUTOMATIZAÇÃO DE CENTROS DE DADOS: REALIDADE OU UTOPIA? José Delgado Instituto Superior Técnico 24 Janeiro 2008 Computerworld
  2. 2. MESTRADOS EM IT NO IST (TAGUSPARK) Sistemas de Informação Empresariais (IS) Tecnologias de Sistemas Informáticos (IT) Centros de dados Projecto de Sistemas Informáticos Boas práticas de gestão informática (ITIL) Governação IT Segurança Administração de BDs Projecto de redes 2
  3. 3. DADOS, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Fonte: http://media.ebaumsworld.com/2007/11/opticalillusion.jpg 3 Fonte: wikipedia (teste de Ishihara para detecção de daltonismo)
  4. 4. “MODELO” DE UM CENTRO DE DADOS 4
  5. 5. “MODELO” DE UM CENTRO DE DADOS 5
  6. 6. PESSOAS: O ELO MAIS FRACO Falta de capacidade Rapidez de resposta Complexidade Pouco fiáveis (doenças, erros, omissões) Não funcionam 24 x 7 Lei do menor esforço (passwords, não registam tudo) Não gostam de trabalhos repetitivos Indisciplinados (fazem como acham que deve ser) Falham na expressão semântica Podem fazer actos ilegais (por interesse ou ressentimento) 6 Segundo a Gartner, 40% das interrupções de serviço devem-se ao factor humano
  7. 7. CAUSA HUMANA Dois operadores de serviços de online storage estiveram em baixo de 12 a 20 Jan 2008 (http://www.joyeur.com/2008/01/16/strongspace- and-bingodisk-update) Explicação dada para a causa: bug do ZFS O longo tempo em baixo deveu-se à recuperação de dados corrompidos Mas… o bug do ZFS tinha sido corrigido pela SUN e corrigido em Fevereiro de 2007! Fazer updates é uma tarefa complexa, mas devia ter sido feita 7
  8. 8. CAUSA HUMANA 8 Janeiro 2008 – Um administrador de sistemas foi condenado a 30 meses de cadeia por sabotagem Com medo de ser despedido (51 anos), colocou código que sabotaria os servidores da empresa. Foi descoberto por outro administrador A empresa detinha informação médica sobre doentes, que seria perdida. Fonte: http://serverspecs.blogs.techtarget.com/2008/01/11/sysadmin-gets- record-sentence-for-server-sabotage-plot/ 8
  9. 9. CAUSA HUMANA Notícia de 16 Janeiro 2008: A Casa Branca reutilizou tapes de backup, destruindo e-mails anteriores a 2003 (incluindo um caso de fuga de informação na CIA) Erro ou de propósito? Quem é o responsável? Fonte: http://blogs.techrepublic.com.com/tech-news/?p=1915 9
  10. 10. SOLUÇÃO: AUTOMATIZAÇÃO Implementação de um conjunto de técnicas de gestão de um sistema informático, executadas de forma autónoma pelo próprio sistema informático. Políticas pre-definidas ou adaptativas Processo contínuo. Objectivo: tornar a utopia em realidade Marcos importantes: Compilador Sistema operativo Memória virtual Virtualização (redes, processadores, storage, centro de dados) 10 Automatização dos processos de IT (Run Book Automation)
  11. 11. EXEMPLOS DE TAREFAS ENVOLVIDAS Gestão de dados (backup, recuperação, ILM) Gestão e distribuição de patches Aprovisionamento Gestão das máquinas virtuais Balanceamento de carga Processos de batch (job scheduling) Monitorização (desempenho, disponibilidade, eventos) Imputação de custos Gestão da capacidade Gestão da configuração e das alterações Gestão de activos 11 Automatização dos processos de IT (RBA)
  12. 12. PORQUE É QUE A UTOPIA NÃO É REALIDADE? As empresas ágeis precisam de poder mudar as suas estratégias e sistemas com alguma flexibilidade A tecnologia evolui muito rapidamente A variabilidade da oferta (plataformas, aplicações, sistemas, configurações) é enorme Não é fácil ter um só sistema (heterogeidade – vendor lock-in versus open source) Standards proliferam, evoluem e normalmente não resolvem o problema da interoperacionalidade (não são adoptados de forma uniforme) 12 Conclusão: não é nada fácil pre-definir as políticas todas ou definir os algoritmos adaptativos
  13. 13. PRINCIPAIS RAZÕES PARA AUTOMATIZAR Redução da dependência do factor humano Aumento da fiabilidade do sistema Redução da complexidade de gestão humana (subindo de nível) Redução dos tempos de resposta Melhor alinhamento dinâmico com o negócio Melhoria da qualidade de serviço (SLAs) Redução de custos 13
  14. 14. TEMPO MÉDIO DE RESPOSTA Fonte: http://www.optinuity.com/resources/downloads.php 14
  15. 15. OBJECTIVOS PARA A AUTOMATIZAÇÃO 15 Fonte: http://www.optinuity.com/resources/downloads.php
  16. 16. MANUAL E AUTOMATIZADO Fonte: http://www.optinuity.com/resources/downloads.php 16
  17. 17. MANUAL E AUTOMATIZADO Manual Automatizado Alterações/hora 20 Até 10 000 Falhas causadas por 90% 10% problemas de configuração Tempo médio para 2 semanas 2 minutos descobrir vulnerabilidades de segurança Tempo médio de 4 horas 5 minutos determinação do impacto de uma alteração 17
  18. 18. PRINCIPAIS PLAYERS NetIQ BMC OpTier Enigmatec Opalis GridApp Optinuity HP Scapa Technologies IBM Stratavia LANDesk UC4 Software Microsoft xTigo CA 18
  19. 19. AUTONOMIC COMPUTING Self-configuring Reconfiguração automática para se adaptar às variações Novos componentes e recursos sem parar Self-healing Detecta situações anómalas e toma acções correctivas Proactivo no reconhecimento de potenciais problemas Self-optimizing Monitoriza o estado e o desempenho do sistema Ajusta-se dinamicamente à utilização do sistema Self-protecting Detecta e evita ameaças de segurança 19 Detecta e corrige perigos físicos (p. ex, sobre- aquecimento)
  20. 20. GESTÃO DE POLÍTICAS AUTONÓMICAS (APM) OASIS (Optinuity, Inc.) Lançado no fim de Nov 2007 Combina: Gestão baseada em políticas Monitorização adaptativa Automatização de processos de IT (RBA) Gestão de processos de batch Self-managing (self-healing, self-optimizing, and self-configuring) Plataforma de integração da gestão da infraestrutura e das aplicações 20 Gestão proactiva de todo o conjunto
  21. 21. COMO FUNCIONA O OASIS coloca Touchpoints (agentes) nos recursos geridos (aplicações, bases de dados, servidores, etc.) Os Touchpoints actuam como monitores e como actuadores e implementam as políticas junto dos recursos geridos Os Orchestrators recebem mensagens dos Touchpoints, avaliam as políticas existentes e accionam os processos de workflow correspondentes, se for o caso. A arquitectura é peer-to-peer com failover automático, para ser escalável e fiável. 21 Apesar do funcionamento autónomo, é sempre possível intervir manualmente, se necessário.
  22. 22. GESTÃO PROACTIVA E “APPLICATION AWARE” 22
  23. 23. EDITOR GRÁFICO DE POLÍTICAS 23
  24. 24. EVOLUÇÃO DA AUTOMATIZAÇÃO 24 Fonte: http://www.optinuity.com/resources/downloads.php
  25. 25. MODELO DE MATURIDADE AUTONÓMICO Básico Gerido Preditivo Adaptativo Autonómico Gestão Software de Alguns Componentes Grupos de baseada em gestão potencia componentes da da infra- componentes relatórios do a consolidação infra-estrutura estrutura são sistema, de tecnologias e capazes de conseguem colectivamente documentação automatização monitorizar e monitorizar e geridos por técnica e de algumas correlacionar correlacionar políticas e acções tarefas. informação e informação e regras de manuais recomendar actuar com a negócio. acções. mínima intervenção humana. 25
  26. 26. EVOLUÇÃO AUTONÓMICA Básico Gerido Estruturar e documentar processos, divulgá-los, melhorá-los Centralizar e consolidar os controlos Gerido Preditivo Identificar potenciais problemas e recursos mal aproveitados, minimizar o MTTR e o tempo de resposta Estabelecer gestão e controlo de tempo-real Preditivo Adaptativo Implementar boas práticas e estabelecer SLAs automatizar processos de IT Adaptativo Autonómico Identificar os objectivos dos serviços de negócio 26 Automatizar a predição e controlo com base em políticas
  27. 27. MODELO DE MATURIDADE DA GARTNER 27 Fonte: http://www.inmeta.com/SiteCollectionDocuments/IOI 2006/Gartners IMM sept06.pdf
  28. 28. E O ITIL? Framework de boas práticas de gestão de IT Colecção de actividades e processos cuja necessidade surge no dia a dia V3 (Junho 2007) mais alinhada com o negócio Processos especificados em alto nível Actividades nucleares do processo de Incident Management: Investigação Diagnóstico Resolução Recuperação 28
  29. 29. IMPLEMENTAÇÃO DA AUTOMATIZAÇÃO A automatização procura implementar estas actividades de forma automática, com base nas políticas definidas O ITIL é um bom ponto de apoio, que no mínimo tem dois méritos fundamentais: Lista e estrutura as actividades necessárias à gestão de um centro de dados Serve de guia às ferramentas de automatização de IT, evitando uma maior diversidade Mas… o objectivo de “implementar” o ITIL NÃO é implementar o ITIL, mas sim uma boa ITSM! A implementação pode variar (por exemplo, o 29 Incident Management e o Problem Management terem partes comuns)
  30. 30. NICHOLAS CARR: OUTRA VEZ Autor de “IT doesn’t matter” e “Does IT matter?” Agora defende o “utility computing” Cloud computing SaaS, XaaS Grid computing Amazon já tem os serviços S3 e o EC2 Baixo TCO vs privacidade Que ferramentas poderão tornar a utilização destes sistemas fiável, rápida e segura? 30
  31. 31. PREOCUPAÇÕES PARA 2008 Entre as 3 primeiras Vão fazer prioridades Disaster recovery 48% 59% Server virtualization 30% 48% Business intelligence/data 29% 36% warehousing Network-based security 25% 33% Data governance 20% 32% Compliance 17% 26% Service-oriented architecture 15% 23% ITIL for system management 15% 24% Endpoint security for desktops/mobile 11% 23% devices Unified communications 11% 19% Energy-efficient computing 8% 15% 31 Fonte: SearchDataCenter
  32. 32. CONCLUSÕES A gestão manual (pessoas) constitui um estrangula-mento ao funcionamento eficiente e ágil do IT As pessoas devem concentrar-se ao nível estratégico e automatizar o mais possível o nível operacional Tal depende de: Ferramentas Uma boa utilização destas Já se começou a entrar na computação autonómica. Vai demorar algum tempo até ser de uso generalizado. 32 O modelo XaaS e eventualmente outsourcing on-
  33. 33. MUITO OBRIGADO! José Delgado Instituto Superior Técnico

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