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Microeconomia conceitos texto [1]

  1. 1. MICROECONOMIA – ASPECTOS GERAIS:Microeconomia é ramo da ciência econômica voltada ao estudo do comportamento dasunidades de consumo representadas pelos indivíduos e/ou famílias, ao estudo das empresas,suas respectivas produções e custos, e ao estudo da geração e preços dos diversos bens eserviços. Já a Macroeconomia se interessa pelo estudo dos agregados como a produção, oconsumo e a renda da população como um todo.O entendimento de um fato econômico muitas vezes requer inter-relacionamento entreambos os segmentos. Pois os dois gravitam em torno da limitação e do caráter finito dosrecursos produtivos.A divisão entre Micro e Macro economica se deu por volta da década de 1930.A microeconomia é abstrata enquanto a macroeconomia estuda questões e medidaspeculiares de uma determinada região em um tempo delimitado.O critério derradeiro da distinção entre Micro e Macroeconomia se refere aos preços. AMacro aborda os níveis absolutos de preços, já os preços relativos(como os preços dealguns bens variam em relação aos demais) são preocupação da Micro.A microeconomia seria um olhar microscópio sobre o objeto(Consumidor, Firma) . Amacroeconomia é o olhar Telescópio (Nível de Renda, Emprego e desemprego,a poupança,o nível geral de preços)A teoria microeconomica é constituída de modelos- São formas auxiliares de compreensãodas complexidades econômicas, na tentativa de retratar a forma como indivíduos(consumidores) e empresas (produtoras) tomam as decisões.Os modelos microeonômicos são de natureza dedutiva.Cada vez que os modelos perdemsua plausibilidade, reformam-se os modelos.As Deduções teóricas sobre as variáveis que não podem ser mensuradas. Não há um“utilitômetro” para medir a “utilidade” ou “desutilidade” de um bem ou serviço. Assim naMicroeconomia constantemente são observadas e mensuradas constantemente situaçõeshipotéticas de causa e efeito (O que aconteceria se?)A microeconomia serve como um “mapa”. Não tem todas as curvas do caminho, mas servecomo auxilio valoroso aos motoristas. A microeconomia é positiva ou científica. Não há juízo de valor ou conotação ética nassuas conclusões. É descritiva. Apresenta uma natureza estático-comparativa (a adoção deum tributo deve ser analisada no antes e no depois da decisão do governo)É uma analise de equilíbrio parcial na adoção de condição coeteris paribus. As variáveissejam mantidas constantes.
  2. 2. Linguagem microeconômica.Forma Literal: “A lei geral da procura: a quantidade procurada de um bem ou serviçovaria na razão inversa da variação de seus preços, mantidas as demais influênciasconstantes.”Forma Tabular ou estatística: Tabela de Preços Nível de Preço Quantidade Procurada 40 20 30 80 20 140 10 200Forma Gráfica:Preço40 Curva da demanda do produto X302010 20 80 140 200Forma matemática: Q d = f(P) ( 200= 10 x )Uma função matemática expressa uma relação entre uma variável dependentee a(s) variável (is) independentes.A microeconomia apesar do seu caráter abstrato apresenta significativa importância nomundo real:No comércio Internacional: Os países agem como maximadores desatisfações.Nos negócios empresariais: A decisão de investir, de aumentar a produção,de demitir, de admitir, de fazer propaganda, de fechar filiais etc.Na Política econômica: É possível avaliar os possíveis resultados dasdiretrizes ou medidas governamentais.
  3. 3. O ESTUDO DA MICROECONOMIAGenericamente a Microeconomia é concebida como o ramo da ciência econômica voltadoao estudo do comportamento das unidades de consumo representadas pelos indivíduos e/oufamílias (estas, desde que caracterizadas por um orçamento único) ao estudo das empresas,suas respectivas produções e custos, e ao estudo da geração e preços dos diversos bens,serviços e fatores produtivos. Dessa maneira distingue-se da Macroeconomia, porque estase interessa pelo estudo dos agregados como a produção, o consumo e a renda da populaçãocomo um todo. A bifurcação da ciência econômica nesses dois grandes ramos data dosprimórdios da década de 1930. Ambos os segmentos gravitam em torno do problema dalimitação e do caráter finito dos recursos produtivos em face das necessidades vitais dacivilização, infinitas e ilimitadas, subjacentes ao ser humano, problemática que embasa ejustifica a razão da existência da economia como ciência. Os critérios adotados paradistinção são entretanto são frágeis dado que a compreensão de qualquer fenômeno requer,inevitavelmente, o inter-relacionamento das teorias que se inserem tanto no âmbito dosegmento micro como no ramo da macro.Uma forma de distinguir a Micro da Macro é a análise das formas de comportamento devariáveis agravadas e das variáveis individuais. Entretanto, agregatividade aqui explicitadadeve ser considerada em termos da homogeneidade ou não do conjunto considerado. Dessamaneira, se agregados pudesse ser extraído, ao acaso, um elemento como representativo dopadrão do comportamento dos demais, ter-se-ia a área de atuação da Micro; caso contrário,se não houvesse a possibilidade de isolar um elemento do grupo de modo tal que refletisseo padrão de comportamento dos demais, entrar-se-ia no campo da Macro. Exemplificando,os grandes agregados estudados pela macro, como a renda, o emprego e o desemprego, oconsumo, o investimento, a poupança, a nível geral de preços, são todos de natureza, naforma considerada, heterogênea. Já a Microeconomia está devotada à apreciação dasunidades individuais da economia. Assim, o estudo da teoria do consumidor considera ocomportamento do individuo (ou da família, desde que unidade de consumo) e vai subsidiara análise de demanda.; igualmente na teoria da firma que se desdobra em teorias daprodução, dos cursos e dos rendimentos e alicerça a análises da oferta , novamente se tem oenfoque das formas de comportamento de unidades individuais , no caso, as empresas.Mas tanto a teoria do consumidor como a teoria da firma permite que sejam inferidos osinstrumentais e/ou as noções subjacentes ‘as demandas e ofertas individuais e de mercado.Na teoria do consumidor, a Microeconomia enaltece a intenção dos indivíduos em face dasrescpectiva rendas, mde se apropriarem de uma combinação de quantidades de bens tal quelhes propicie a maximização de suas satisfações. Em outras palavras, originam-se aí asdemandas (individuais e de mercado) que se traduzir-las em rendimentos para as firmas. Jána teoria da firma, temos a figura do indivíduo-empresário esforçando-se para combinar osfatores de produção, dada a sua limitação orçamentária, com a intenção de maximizar onível de lucro de sua organização. Colocado de outra maneira, obtêm-se pela análise desseprocedimento os elementos necessários à derivação das ofertas individuais e de mercado.A combinação das quantidades de fatores de produção., bens e/ou serviços que osconsumidores estariam dispostos a adquirir, que geralmente são, infinitas e ilimitadas,enquanto as quantidades desses elementos que os empresários teriam condições de venderse traduzem sempre em uma oferta finita e limitada, em face da escassez dos recursosprodutivos, impõe a determinação de um denominador comum, que é o preço.
  4. 4. Características GeraisO ponto inicial a destacar e a exemp0lo do que ocorre no campo das ciências exatas emesmo na área das ciências sociais, nas quais o conceito de cultura nada mais é que do quea caracterização e simplificação da estrutura da sociedade, a microeconomia também lançamão de modelos. Os modelos globalmente retratam uma construção composta de uma seriede hipóteses com base nas quais as conclusões são extrapoladas. A abstração não ignora acomplexidade do mundo real, mas constitui uma alternativa factível e necessária paradelinear uma realidade que, de outra maneira, permanece demasiadamente obscura aoconhecimento humano. Os modelos são forma auxiliares de compreensão dascomplexidades econômicas, retratando a forma como os indivíduos tomam decisões, amaneira como as firma pautam os seus procedimentos, entre outras coisas.Os modelos utilizados pela Micro são principalmente de natureza dedutiva, o quecaracteriza, conseqüentemente, como uma ciência de natureza dedutiva ou teórica. Dentrodesta tônica, com base numa situação real, são selecionadas as variáveis mais relevantes aosfenômenos sob análise, permitindo a manusiabilidade das complexidades da realidade;obtido assim um modelo lógico, mediante deduções adequadas, são inferidas conclusões denatureza abstrata, as quais, convenientemente interpretadas com argumentos consentâneos àrealidade do exterior, tornam plausível o retorno ao mundo real. Se as conclusões não foremcoerentes com a realidade, impõe-se a reestruturação do modelo. A Microeconomia é umaciência teórica ou dedutiva em função, inicialmente, da própria complexidade eentrelaçamento das influências subjacentes às situações nela presentes, tornando difícildesembaraça-las por meio de técnicas estatísticas e , mesmo, em função da impossibilidadede condução de experimentos controlados, ao contrário do que ocorre nas ciências exatas. Ocaráter dedutivo da Micro será realçado à medida que se desejar formular deduções teóricasobre variáveis que não poderão ser observadas ou mensuradas. Não há nenhum“utilitômetro”, não se pode mensurar a utilidade ou a desutilidade que os consumidoresdesfrutam ao dispo de um bem ou serviço.A Microeconomia apresenta uma natureza estático-comparativa. Isso significa que sempretendem a ser confrontadas duas ou mais posições de equilíbrio sem qualquer preocupaçãocom o que possa ter ocorrido durante o período que demandou a passagem da situaçãoinicial para a final. Assim procedendo, não são considerados os ajustamentos entre ambasas situações, nem a extensão do período de tempo em si. O lançamento de um tributo é umexemplo desta característica, os pontos relevantes consistem em comparar a situações deequilíbrio presentes antes da decisão governamental de lançar tributo e aquela situação deequilíbrio após o tributo haver surtido os seus efeitos, positivos ou negativos:osajustamentos resultantes do confronto entre as duas situações em apreço, bem como o lapsode tempo incorrido, são irrelevantes a Microeconomia. Uma das características da teoriamicroeconômica é de constituir, fundamentalmente, em uma análise de equilíbrioparcial.Essa análise pressupõe a adoção de condição de coeteris paribus,ou seja,umahipótese segundo a qual todas as de mais condições que possam influenciar norelacionamento entre duas variáveis, funcionalmente dependentes, sejam mantidasconstantes.O objetivo dessa premissa é aproximar o modo de agir dos economistas comaqueles dos profissionais que atuam no campo de ciências exatas.Efetivamente, estesúltimos, ao desenvolverem os seus experimentos, fazem-no em ambientes passíveis decontrole; quanto aos economistas, os resultados que inferem de qualquer situação micro-econômicas são validos, desde que aceita a hipótese do coeteris paribus;caso contrário, serárelutada a veracidade desses resultados.
  5. 5. Uma análise de equilíbrio parcial, contrariamente a uma de equilíbrio geral, pressupõe aabordagem de todas as situações econômicas de forma isolada ou individual; considera umsetor específico de economia e não esta em sua globalidade. Apresenta uma série devantagens, a saber: a) exige uma menor disponibilidade de tempo do que a análise de equilíbrio geral; b) é menos complexa, mais maleável e, didaticamente, de uso mais recomendado; c) propicia a obtenção de uma primeira aproximação dos resultados globais que se esteja almejando; d) tem uma adequação e utilidade tanto maiores quanto mais tênues ou frágeis forem as conexões entre a situação particular sob estudo e o restante da economia;e e) operacionalmente é mais exeqüível do que a análise de equilíbrio geral, cujo desenvolvimento ocorre quase sempre efetivado com o auxílio da Matemática, dada a quase total impossibilidade de conduzi-la graficamente. Estrutura de MercadosO estudo das estruturas de mercado é o ponto de partida da Microeconomia. É no mercadoque se organizam e interagem duas forças antagônicas e dependentes: A OFERTA E APROCURA.A tendência neoclássica é afirmar que as relações de troca equilibram estes dois interesses.Por esta lógica o encontro destes dois interesses é denominado PREÇO DE EQUÍLIBRIO:é resultado dos conflitos e tensões solucionados no entrechoque das forças da oferta e daprocura.O QUE É MERCADO ?Historicamente mercado é um lugar determinado onde os agentes econômicos realizam suastransações.Contemporaneamente: É um abstração econômica (Galbraith). Não existe uma conotaçãogeográfica definida para mercado. “É uma poeira cósmica de fatores produtivos.”Há dois tipos de mercados:Mercado de produtos : Bens industrializados, agrícolas, serviços, comunicações,etc.Mercado de Fatores: É derivado do de produtos. Reflete a relação da OFERTA XPROCURA .
  6. 6. MERCADO DE PRODUTOS Procura Oferta NECESSIDADES OFERTA DE BENS Utilidade Custo E SERVIÇOS E ASPIRAÇÕES VALOR PREÇO Expressão monetária MERCADO DE FATORES Oferta Procura Processo produtivoFatores de produção Remuneração / Expressão TIPOS DE MERCADO monetária A Tensão das forças oferta e procura resultam em mercados diferentes. Firme: Há mais procura Estável: Há uma pequena quantidade a mais de oferta Frouxo: Há grande quantidade a mais de oferta Expansão: As duas forças –oferta e procura – se expandem Contração: As duas forças se contraem. CLASSIFICAÇÃO DOS MERCADOS SEGUNDO OS AGENTES ENVOLVIDOS Oferta Um só vendedor Pequenos n de Grande n de Procura vendedores vendedores Um só comprador Monopólio Bilateral Quase monopsônio Monopsônio Pequeno n de Quase monopólio Oligopólio Bilateral Oligopsônio compradores Grande nº de Monopólio Oligopólio Concorrência perfeita compradores ESTRUTURAS DO MERCADO As estruturas de mercado podem ser dividas em 4: Concorrência perfeita; Monopólio; Oligopólio; Concorrência monopolística. As condições para que ocorram uma delas são: Concorrência Perfeita:
  7. 7. a)Atomização: pelo número de compradores e vendedores não há possibilidade de nenhumdeles influenciar no mercado.b)Homogeneidade: Não há diferenciação dos produtos.c)Mobilidade: Não há acordo entre agentes, que são livres para tomarem decisões.d) Permeabilidade: Não há barreiras para a entrada ou saída de agentes.e) Preço-Livre: O limite dos preços e dado pela força da oferta e da procura.f) Extra-preço: Não há como ganhar mais com ofertas adicionais.g) Transparência: não há informação privilegiadas entre os agentes.Monopólio:a) Unicidade: Há apenas um vendedor que domina completamente o mercado.b) Insubstitutibilidade: O produto não tem substituto. Não há alternativas para os consumidores.c) Barreiras: Há limitantes (legais ou não) que não permite a entrada de concorrentes.d) Poder: “Poder de monopólio” – O preço e a quantidade são controlados pela monopolizadora.e) Extra-preço: Dificilmente os monopólios recorrem a mecanismos extra-preços. Só são usados para a obtenção de vantagens econômicas.f) Opacidade: As transações e informação são mantidas em “caixa preta”.Oligopólioa) Número de concorrentes: Não há indicadores que definem um oligopólio. Resulta quando há uma alta taxa de participação de competidores de grande porte.b) Diferenciação: Não exige-se em setores em que os elementos de diferenciação são irrelevantes (materiais de construção). Há necessidade de diferenciação em setores mais competitivos (Carros).c) Rivalidade: Concorrentes que atuam em mercados competitivos fazem propagandas mais agressivas. Pode também haver conluios que aumentam a venda de determinados produtos.d) Barreiras: É difícil o ingresso de novos concorrentes no mercado. Geralmente exige-se altos investimentos tecnológicos, em marca, em marketing. Pode ocorrer nichos regionais que algumas médias ou pequenas empresas podem assumir, porém eles são limitados.e) Preço-poder e Extra-preço: Geralmente o controle dos preços é acirrado. Há conluios que mantêm preços equivalentes. Estratégias extra-preço são usadas em mercados competitivos. Nenhuma empresa exerce poder absoluto sobre o mercado.f) Visibilidade: Há uma visibilidade aparente e parcial, que é estimulada pela concorrência. As vezes admite-se informação aberta como diretriz para inibir concorrentes.Concorrência Monopolística:Quando há um bom número de concorrentes, porém todos eles possuem patentes oudiferenciais que seus produtos criam segmentos próprios. Características principais:
  8. 8. a)Competitividade: Há uma significativa capacidade competitiva. As fatias de mercado sãogeralmente pequenas e sofrem ameaças dos concorrentes próximos.b) Diferenciação: Os produtos de cada um dos concorrentes apresentam peculiaridadesdistintas das demais. Cria-se mercados próprios. Quanto mais diferente o produto maismonopolizado será.c)Substitutibilidade: Os produtos dos concorrentes podem ser substituídos entre si emalguns casos.d)Preço prêmio: Dependerá da diferenciação percebida pelo consumidor. Como hásubstitutos não poderá ficar muito acima dos concorrentes.e)Baixas barreiras: Há relativa facilidade para entrada de novos concorrentes que se propõea investirem na mesma proporção dos concorrentes e que haja uma certa diferenciação dosprodutos.O ESTUDO DA PROCURAÉ do entrechoque da procura e da oferta que resultam os preços praticados nas transações.Na definição da procura deve-se considerar duas variáveis: preços e quantidadesprocuradas.“A procura é determinada em pelas várias quantidades que os consumidores estão dispostose aptos a adquirir, em função de vários níveis possíveis de preços em um dado período detempo.”O comportamento padrão dos consumidores faz com que as variáveis preço-quantidadetenham uma correlação inversa- Quanto mais baixo o preço maior a quantidade procurada.Embora a reação do consumidor em relação aos preços sejam diferentes e dependam acultura, comportamento,idade, sexo, classe social, etc.A reação típica dos consumidores em relação aos preços são três:Efeito obstáculo: Quanto menor o preço maior o número de consumidores aptos a comprar.Efeito Substituição: O aumento de preços levam os consumidores a procura de benssucedâneos.Utilidade Marginal: Quanto maior for a quantidade consumida menor será o grau deutilidade de cada nova unidade adicional. A utilidade de cada unidade marginal édecrescente.A Curva da procura é descendente e inclina-se para baixo, da esquerda para a direita.
  9. 9. Preço Curva da procura Quantidade procuradaNem todos os produtos ou família de produtos tem a mesma sensibilidade de variação emfunção do preço. Para certos produtos uma pequena alteração no preço provoca umaacentuada alteração de quantidades procuradas. Já outros podem alterar seus preços tantopara cima como para baixo que não haverá alterações significativas nas quantidadesprocuradas. Estes diferentes graus de sensibilidade são medidas pela expressãoELASTICIDADE-PREÇO DA PROCURA.E = Variação % da quantidade procurada Variação % do preçoDados pela diferenciação das diferentes elasticidade- preços. Os produtos sãoclassificados segundo sua procura em:Procura Elástica: As quantidades procuradas são sensíveis a alterações nos preçosProcura Elástica Unitária: As variações nas quantidades procuradas são rigorosamenteproporcionais às variações dos preços.Procura Inelástica: As quantidades procuradas são relativamente insensíveis a alteraçõesnos preços.Procura perfeitamente elástica: A procura é definida por um único preço. Qualquervariação reduz a zero as quantidades procuradas.Procura anelástica: As quantidades procuradas são dadas e não reagem aos preços.O ESTUDO DA OFERTAComo na procura a oferta se liga a duas variáveis: preços e quantidades procuradas.A oferta é denominada pelas várias quantidades que os produtores estão dispostos aoferecer no mercado.
  10. 10. O comportamento típico dos produtores é aumentar a oferta caso aumentem os preços.Preços mais altos estimulam uma maior produção. Preços Curva da oferta QuantidadeA curva da oferta é ascendente da esquerda para a direita.Elasticidade-preço da oferta: As quantidades de diferentes produtos não são igualmentesensíveis a variação dos preços. A variação da sensibilidade dos produtos aos preços resultam em diferentes elasticidadepreço. As denominações das diferentes elasticidades seguem a mesma regra da procura.Oferta elástica;Oferta com elasticidade unitária; Oferta inelástica; Oferta Perfeitamenteelástica; Oferta anelástica.A TEORIA DO CONSUMIDOROs consumidores procuram maximixar suas potencialidades.Leva-se em conta que a“utilidade” poderá ser medida de uma forma lógica.O comportamento do consumidor é influenciado: Fatores econômicos e extra-econômicos.Pela combinação preço e renda o consumidor determina a cesta de bens e serviçosdemandadas. Esta demanda relaciona as diferentes quantidades de bens e serviços possíveisde serem adquiridas com base na sua renda e nos preços cobrados pelos produtores.A procura do consumidor é influenciada: preços; substituição dos produtos (exceção amonopólio) e utilidade dos produtos.A UTILIDADE TOTAL E A UTILIDADE MARGINAL
  11. 11. O Ponto de partida da avaliação do comportamento do consumidor em função da utilidade do produto são: a)a utilidade é passível de percepção: variam de acordo com a necessidade dos indivíduos. b)a utilidade total é passível de saturação. c)a utilidade é comparável- produtos mais ou menos úteis d)o consumidor age racionalmente em função de sua satisfação. Princípio da utilidade marginal decrescente: o acréscimos de produtos aumentarão a utilidade total (até sanar) mas serão decrescente em relação a utilidade marginal até chegar a ser igual a zero. Quantidade de produtos Utilidade Total Utilidade marginal 0 0 0 1 3 18 2 6 15 3 9 12 4 12 9 5 15 6 6 15 0Utilidade Total Utilidade Marginal 18 15 15 Curva da 12 Utilidade marginal 9 Curva da Utilidade Total 12 6 9 3 6 CURVA DA INDIFERENÇA 1 2 3 6 Várias diferenças justificam 5 reação do consumidor: Comportamento; sexo; idade; cultura; 1 2 3 4 a 6 Quantidade Quantidades religião, etc. A relação consumo X preferências está associada a expressões de satisfação X dor. O Valor da mercadoria está associada a suas qualidades intrínsecas e subjetivas. A curva da indiferença do consumidor são as diversas possibilidades que ele terá de alcançar a satisfação dada as suas limitações orçamentárias. O mesmo grau de utilidade com as mais diversas combinações.
  12. 12. Produto X (Feijão) 30 15 15 30 Produto Y (carne)A curva da indiferença dependerá das opções de cada consumidor.Para o mercado o que interessa é a disposição dos consumidores em aceitarem o preçoexigido pelos seus produtos. RESTRIÇÃO ORÇAMENTÁRIAVários fatores restringem o consumo: Saúde;tempo;idade;etc. Porém é a restriçãoorçamentária a mais comum e passível de análise.A restrição orçamentária é influenciada pela renda e pelos preços que o consumidor estádisposto a pagar. Produto A 50 Restrição orçamentária Produto B 50A Renda é distinta em: Renda monetária ou renda nominal é o que se ganha (Contra-cheque) e Renda Real é a potencialidade da renda monetária em adquirir bens (o poderaquisitivo). Nem sempre o aumento na renda monetária repercute na renda real. A ESCOLHA DO CONSUMIDORA Escolha do consumidor será dada pela quantidade de produtos que maximize suasnecessidades dada sua restrição orçamentária. Graficamente é o ponto onde a curva daindiferença se encontra com a reta orçamentária.
  13. 13. DEMANDA DO CONSUMIDORA reação da demanda de bens e serviços do consumidor dependerá também da característicae da função dos bens. Estes são classificados em: A) Bens substitutos perfeitos: São aqueles que proporcionam ao consumidor o mesmo nível de satisfação. A demanda dependerá do preço. O consumo poderá aumentar ou diminuir o consumo sem a perda da satisfação. B) Bens complementares perfeitos: São adquiridos em quantidades iguais, independente de seus preços. O consumo de apenas um deles é pouco provável. C) Bens Neutros: O consumidor não se interessa pelas variações de preços destes bens. Não destina nenhum percentual de sua receita no consumo destes bens. D) Bens Normais ou comuns: São aqueles que tem relação inversa com seus preços e direta com a renda do consumidor. Seu consumo aumenta quanto seu preço baixa e vice-versa. E) Bens discretos:Tem a característica de serem consumidos em poucas unidades e em unidades inteiras. O consumo deles é mínimo. F) Bens Inferiores: Constituem-se em uma categoria especial de bens e serviços. Possuem satisfação específica. O comportamento do consumidor foge a regra.Aumenta seu consumo com o aumento de preço.

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