Planejamento da logística para empresas de comércio exterior - 21 08

2.304 visualizações

Publicada em

Material utilizado na palestra ministrada no dia 21 de de agosto pelo palestrante Rogério Guimarães.

Publicada em: Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.304
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
11
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
142
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Planejamento da logística para empresas de comércio exterior - 21 08

  1. 1. Apresentação do Palestrante Antonio Rogério G. Costa Professor em cursos direcionados a formação em comércio exterior, logística e Seguros de Transportes. Bacharel em Ciências Náuticas, Pós em Comércio Exterior e Logística. Sócio – Diretor de empresas de Logística Internacional, e atualmente Desenvolvendo Consultoria, Gestão, Planejamento Empresarial e internacionalização de empresas, dentre outros projetos.
  2. 2. PLANEJAMENTO DA LOGÍSTICA PARA EMPRESAS DE COMÉRCIO EXTERIOR
  3. 3. Sumário • Empresas de Comércio Exterior [ Segmentando]: – Agenciamento de cargas [FORWARDER/NVOCC] – Importadores e Exportadores – Tradings Companies – Terminais Portuários – Armadores • Departamentalização – DP Comercial – DP Operacional – DP Financeiro – DP de DEMURRAGE • Interlocução entre departamentos intraempresa:Fluxograma funcional • Importação: Fluxograma operacional [passo a passo] • Exportação: Fluxograma operacional [passo a passo] • Exposição final [Resumo simplificado]: FLUXOGRAMA FUNCIONAL
  4. 4. • O comércio internacional é a troca de bens e serviços através de fronteiras internacionais ou territórios. • O avanço industrial, dos transportes, a globalização, o surgimento das corporações multinacionais, o outsourcing tiveram grande impacto no incremento deste comércio. O aumento do comércio internacional pode ser relacionado com o fenômeno da globalização.
  5. 5. ORGANOGRAMA DO COMEX-BRASIL
  6. 6. • Empresas de Comércio Exterior: – Agenciamento de cargas [FORWARDER X NVOCC] – Importadores e Exportadores – Tradings Companies – Terminais Portuários – Armadores
  7. 7. • Empresas de Comércio Exterior: – Agenciamento de cargas [FORWARDER X NVOCC] Non Vessel Operating Common Carrier or NVOCC. • A Non Vessel Operating Common Carrier or NVOCC is a shipment consolidator. Shipment consolidators provide a variety of international shipping services which include packing cargo, and picking up, transporting, and providing door to door cargo delivery, to customers all over the world. An NVOCC functions as a cargo carrier by issuing bills of lading, also called a B/L or BOL. Bills of lading are documents which acknowledge that goods have been received on board a cargo vessel for shipment to a specified destination and consignee for final delivery.
  8. 8. • Empresas de Comércio Exterior: – Importadores e Exportadores Importação é o processo comercial e fiscal que consiste em trazer um bem, que pode ser um produto ou um serviço, do exterior para o país de referência. O procedimento deve ser efetuado via nacionalização do produto, que ocorre a partir de procedimentos burocráticos ligados à Receita do país de destino. Exportação é a saída de bens, produtos e serviços além das fronteiras do país de origem. Esta operação pode envolver pagamento (cobertura cambial), como venda de produtos, ou não, como nas doações.
  9. 9. • Empresas de Comércio Exterior: – Importadores e Exportadores Importadores & Exportadores no Brasil, significa empresa regularizada contemplando objeto social adequado e principalmente habilitada como tal, por meio de obtenção de RADAR. • Sistema Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (RADAR).
  10. 10. • Empresas de Comércio Exterior – Tradings Companies Empresa devidamente qualificada e habilitada como exportadora e importadora [possui RADAR] Tipos de operação: – Conta e ordem de terceiros; – Por encomenda.
  11. 11. • Empresas de Comércio Exterior: – Terminais Portuários • O que são terminais de containers? Trata-se de um local especializado no armazenamento e movimentação de containers, podendo ser utilizado também para (estufagem) ou (desova) de cargas nestes equipamentos, para embarques e desembarques. Podem estar localizados nos terminais portuários de containers, na zona primária, bem como na zona secundária, podendo ser alfandegados ou não. São classificados do mesmo modo, também, os terminais utilizados pelos armadores, que podem ser próprios ou de terceiros. Neles os armadores mantém os containers vazios para entrega aos seus embarcadores, bem como aqueles que serão redirecionados ao exterior, por falta de utilização em face de maior oferta de containers do que a demanda pelos equipamentos.
  12. 12. • Empresas de Comércio Exterior: – Terminais Portuários • O porto de Singapura é o maior porto do mundo, em movimentação de contentores, seguido pelos portos de Xangai e Hong Kong. • Porto de Rotterdam, seguido pelo porto de Hamburgo • Os maiores portos americanos são os portos de Los Angeles/Long Beach e de Nova York, todos nos Estados Unidos, seguidos pelo Porto de Santos, no Brasil.
  13. 13. • Empresas de Comércio Exterior: – Armadores: • Armador, em marinha mercante, é o nome que se dá à empresa que, por sua própria conta, promove a equipagem e a exploração de navio comercial, independente de ser ou não proprietário da embarcação. Sua renda provém normalmente da cobrança de frete para o transporte de cargas entre dois portos, ou na locação da embarcação a uma taxa diária. • Em relação à propriedade da embarcação, para o direito comercial, o armador pode ser:1 • Armador-gerente: aquele que opera navios que pertencem a vários proprietários, operando em nome destes. • Armador-locatário: quando opera embarcação de propriedade alheia. • Armador-proprietário: quando os navios pertencem ao próprio armador.
  14. 14. • Empresas de Comércio Exterior • Departamentalização – DP Comercial – Linha de frente [Prospecção] – DP Operacional – BackOffice [Trata o processo] – DP Financeiro – Fluxo de caixa/Contas a pagar/Contas a Receber/Controller (Audita). – DP de DEMURRAGE
  15. 15. Interlocução entre departamentos intraempresa. Fluxograma funcional
  16. 16. Fluxograma funcional {DEPARTAMENTAL} DPT COMERCIAL IMPORTAÇÃO & EXPORTAÇÃO DPT OPERACIONAL DPT FINANCEIRO COMPRAS INTERNACIONAIS DPT DEMURRAGE
  17. 17. Importação: Fluxograma operacional [passo a passo]
  18. 18. Exportação: Fluxograma operacional [passo a passo]
  19. 19. FLUXOGRAMA DE EXPORTAÇÃO
  20. 20. WEBSITES INDICADOS Website http://www.mdic.gov.br/sistemas_web/aprendex/default/index/conteudo/id/18 Livro Títulos Comércio Exterior Brasileiro - José Lopes Vazquez Logística no Comércio Exterior - Autor Luiz Augusto Tagliacollo Silva
  21. 21. Cliente Solicita Embarque Emissão de Booking Detalhes do Booking ao Cliente Detalhes do Booking ao Agente Cumprir Dead line de Draft Cliente Confirmar Embarque para o Cliente Pre Alerta ao Agente Informar Valores Liberaç ão de BL EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO Liberação de BL Informar Valores Confirmar Chegada do Embarque (Pre Alerta) Follow Up Confirmar Embarque Cliente Aprova Draft Envio de Booking ao Cliente Envio de SI ao Agente Cliente Solicita Embarque Follow Up Confirmar Chegada do Embarque Fluxograma operacional [DE TRANSPORTE] Marítimo : FCL x LCL
  22. 22. Sumário Exposição final [Resumo simplificado]: FLUXOGRAMA FUNCIONAL
  23. 23. Administração genérica
  24. 24. Síntese da ADM em COMEX
  25. 25. Exportação. É, a saída para a independência, do mercado Interno
  26. 26. Sumário Uma questão para o fórum de discussão Você! É Empreendedor e, Diretor de uma empresa de Logistica. Monte os departamentos, relacione-os e mencione, de forma objetiva, quais as atribuições de cada departamento.
  27. 27. A seguir alguns comentários sobre conceitos e aspectos pertinentes a logística no Comércio Exterior.
  28. 28. Conceitos de Gestão de Transporte Transit Point Local destinado à passagem ou transferência dos produtos de um transporte a outro, normalmente ocorre re-despacho dos produtos. Não armazena, ou agrega qualquer inteligência logística ao processo. Não deve ser confundido com Crossdocking. O Transit Point é similar aos Centros de Distribuição Avançados, mas não mantêm estoques.
  29. 29. Crossdocking O Crossdocking, última palavra em rapidez no giro dos estoques, é um sistema de distribuição no qual bens entram e saem de um CD, sem ali serem armazenados. Engloba recebimento, separação, roteirização e despacho de produtos num mínimo intervalo de tempo, podendo, em alguns casos envolver atividades que agregam valor, em geral através de etiquetagem e re-embalagem.
  30. 30. Milk Run Milk Run consiste em planejar entregas, onde a empresa realiza uma coleta dos componentes de cada fornecedor em quantidades pré-determinadas com o objetivo de os entregar no fabricante (Greene, 1997, p. 21.13).
  31. 31. Milk Run Traduzindo ao pé da letra, Milk Run significa Corrida do Leite. Esse nome é devido ao processo de um transportador passar em duas ou mais fazendas sem cruzar caminho na rota, retirar o leite e, em seguida, entregá-lo a uma empresa de laticínio. Isso é um dos exemplos do conceito de Milk Run, que mais comumente é usado na indústria automobilística. Milk Run é um sistema de coletas programadas de materiais, que utiliza um único equipamento de transporte, normalmente de algum Operador Logístico, para realizar as coletas em um ou mais fornecedores e entregar os materiais no destino final, sempre em horários pré-estabelecidos.
  32. 32. Modais de Transportes Aspectos interessantes sobre Multimodalidade e a figura do OTM
  33. 33. • Transporte é uma das etapas do processo de logística. O de maior impacto no universo de custos logísticos. Custos Logísticos Item % Transporte 31,8 Tramites Legais 10,1 Estoque 18,7 Armazenagem 19,0 Administração 20,5 Total 100,0 Fonte: ANTT, 2005
  34. 34. MULTIMODALIDADE X
  35. 35. Transportes • O que é modalidade? O que é modal ? Os termos modo, modal e modalidade de transporte possuem o mesmo significado. Consideram-se cinco os modos básicos de transporte: rodoviário, ferroviário, dutoviário, aquaviário e aéreo.
  36. 36. Transportes • A definição brasileira de Transporte Multimodal de Cargas está coerente com a definição dos outros países? O conceito de Transporte Multimodal definido pela Lei 9.611/98 está em consonância com o estabelecido no acordo firmado entre o Brasil e os países da América Latina, em 1994. Não obstante inexistir, atualmente, uma aceitação por todos os países de uma terminologia única, a definição deste acordo é baseada no Convênio das Nações Unidas de 1980, realizado em Genebra, sobre o Transporte Internacional de Mercadorias.
  37. 37. Transportes • O que é um Operador de Transporte Multimodal – OTM? O Operador de Transporte Multimodal é a pessoa jurídica contratada como principal para a realização do Transporte Multimodal de Cargas da origem até o destino, por meios próprios ou por intermédio de terceiros.
  38. 38. Transportes • Fatores que influenciam na escolha do modal: - Danos e perdas: há variação no risco de perdas e danos entre os modais; - Cargas atrasadas ou mercadorias em condições incompatíveis com sua utilização representam problemas para os clientes, bem como a falta de estoque e pedido não atendidos.
  39. 39. Transportes • Quanto à forma os meios de transporte podem ser: Multimodal; Unimodal e Intermodal
  40. 40. Transportes • Quanto à forma os meios de transporte podem ser: • Multimodal: Sistema onde a mercadoria é transportada por mais de um modo de transporte (modal), sob responsabilidade de um único operador, legal e contratual. • Unimodal: envolve somente um meio de transporte • Intermodal: Sistema onde a mercadoria é transportada por mais de um modo de transporte (modal), por diferentes operadores que são responsáveis, cada qual, pelo seu trecho.
  41. 41. Diferença entre Multimodal e Intermodal Transporte multimodal e intermodal são as operações em que, uma mesma mercadoria utiliza mais de um modal de transporte para chegar ao seu destino, podendo ser utilizado apenas um ou diferentes tipos de modais. • No Multimodalismo: apenas um documento cobre todo o percurso de transporte nos modais utilizados. • Intermodalidade : realiza o transporte em mais de um modal, porém, com um documento para cada meio de transporte.
  42. 42. Vantagens da Multimodalidade • Melhor desempenho operacional; • Ganho de rapidez e agilidade; • Menor risco com avarias e danos; • Redução de custos; • Interesses mútuos de todos os elos da Supply Chain, garantindo assim melhor qualidade no processo.
  43. 43. www.facebook.com/AbracomexADM E receberá nossas dicas, promoções e notícias sobre comércio exterior e logística.
  44. 44. Contatos: www.abracomex.org | atendimento@abracomex.org http://twitter.com/abracomex | Skype: abracomex Portal de ensino: www.abracomexonline.org  Facebook: www.fb.com/abracomexadm Telefone: 4062-0660 Ramal:0405

×