Slides apologética o que é e qual suas funções

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Defender a fé é uma necessidade de todos os cristãos....

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Slides apologética o que é e qual suas funções

  1. 1. INTRODUCÃO - 1O século XXI é o palco para o diabo mostrar todoo seu poder, gritando aos quatros cantos daterra, que está vivo e revestido de grandeautoridade.A dois mil anos atrás, Paulo lança um alerta, edescreve a futura manifestação do inimigo como:“Anjo de luz e ministro de justiça” 2.Co 11.14,15.
  2. 2. INTRODUCÃO - 2 A palavra de Deus se cumpre integralmente. Énotório o agir do maligno nos dias atuais; mostra-secomo um verdadeiro “anjo de luz”, pregando: oamor ao próximo; a necessidade de ser bom; asinceridade; a obediência irrestrita as escriturassagradas; curas, dons, e demaismanifestações, qualidades de uma pessoa digna.Os seus “cavalos” (discípulos), incontestáveis“ministros de justiça”, preocupados com o bemestar da humanidade praticam a caridade eclamam por justiça social.
  3. 3. INTRODUCÃO - 3Vieram a existir muitas religiões e organizações,denominadas de “seitas” (Opiniões e doutrinascontrárias aos princípios bíblicos), cujas bases nãoencontram fundamentos exclusivamente bíblicos,apesar de usarem a Bíblia como pretexto parajustificar algumas ações e maquiar a verdadeiraessência espiritual que as regem; desta forma,arrebanham para si grande número de adeptos,abrangendo todas as classes sociais, e religiosas,do mais humilde ao mais afortunado, do maisprofano ao mais santo procurando alcançar omaior numero possível de “presas” indistintamente.É a manifestação poderosa do inimigo!
  4. 4. INTRODUCÃO - 4É a festa da espiritualidade! Da religiosidade! Ondetodos são bem vindos. Há uma grande mesaposta, sobre a qual o diabo colocou muitos pratos(Religiões Seitas & Heresias) e consegue atender atodos os gostos; uma gama, que varia dasimplicidade de alguns cultos à complexidade dereligiões milenares e excêntricas tais como: Astestemunhas de YEHÔSHUA. (O FarisaísmoModerno) Igreja do ORGASMO. (O Epicurismo) ACABALA (O Judaísmo Esotérico) e muitos outros,abordaremos alguns no decorrer da nossapalestra.
  5. 5. INTRODUCÃO -5 Os servos do Senhor Jesus precisam estaratentos, vigiando, para não se deixarem enganar peloinimigo de nossas almas em suas muitas manifestações.Precisamos estar alerta e vigiando, sempre voltadospara as verdades da palavra de Deus como nosadvertiu o Apostolo Paulo, “Tu, porém, permanecenaquilo que aprendeste e de que fosteinteirado, sabendo de quem o aprendeste e que, desdea infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda aEscritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, paraa repreensão, para a correção, para a educação najustiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito eperfeitamente habilitado para toda boa obra”. 2Tm3.14-17.
  6. 6. INTRODUCÃO - 6A razão do nosso trabalho não é outra senão a decolaborar de alguma forma com aqueles quepretendem tornarem-se mais um soldado de Cristo eentrarem nessa guerra, nessa batalha para juntosdefendermos a fé que uma vez foi entregue aos santos.Jd 3. E que nos últimos dias está sendo atacada comveemência pelos FALSOS PROFETAS, como nos foiavisado já há algum tempo. Assim como, no meio dopovo, surgiram falsos profetas, assim também haveráentre vós falsos mestres, os quaisintroduzirão, dissimuladamente, heresiasdestruidoras, até ao ponto de renegarem o SoberanoSenhor que os resgatou. 1Pe 2.1. Portanto estádeflagrado a guerra armemo-nos das armas quedispomos 2.Co 10,4. E vamos à luta.
  7. 7. O EMPREGO DA APOLOGÉTICA"Santificai a Cristo, como Senhor, em vossoscorações, estando sempre preparados para responder atodo aquele que vos pedir razão da esperança que há emvós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor..." (1 Pe3:15).A palavra traduzida acima por "responder" é, nogrego, apologia (isto é, "defesa"). Essa palavra sugere a ideiade "defesa da conduta ou procedimento". Alguns estudiososexpressam-na da seguinte maneira: "... uma defesaverbal, uma palavra de defesa daquilo que alguém fez ou daverdade que alguém crê...". O substantivo apologia(traduzido em português pelo verbo "responder" em 1 Pe3:15, acima citado) é empregado mais sete vezes no NovoTestamento.
  8. 8. TEXTOS ONDE A APOLOGIA APARECEAt 22, 1. "Irmãos e pais, ouvi agora a minha defesa perantevós.”At 25, 16 "A eles respondi que não é costume dos romanosacusar quem quer que seja, sem que o acusado tenhapresentes os seus acusado se possa defender-se daacusação."1 Coríntios 9: 3. "A minha defesa perante os que meinterpelam é..."Filipenses 1: 7. "... porque vos trago no coração, seja nasminhas algemas, seja na defesa e confirmação doevangelho, pois todos sois participantes da graça comigo."Filipenses 1: 16 "... estes, por amor, sabendo que estouincumbido da defesa do evangelho."2 Timóteo 4: 16. "Na minha primeira defesa ninguém foi a meufavor; antes, todos me abandonaram. Que isto não lhes sej aposto em conta."
  9. 9. OBJETIVOS DA APOLOGÉTICAFortalecer a própria féMuitos crentes nos dias de hoje sentem sua féabalada quando o cristianismo é submetido aataques. Muitos carregam desnecessariamentedúvidas e questionamentos mal resolvidos. Essasdificuldades podem atrapalhar seu viver cristão(louvor, adoração, inseguranças, etc.) Quanto maissoubermos quão inabaláveis são os fundamentos danossa fé, mais motivos teremos para louvá-lo! Não é"menos espiritual" que nos empenhemos emaprofundar nossos conhecimentos, mesmo que emoutras áreas, se isso nos leva a glorificá-lo...
  10. 10. ILUSTRAÇÃO.Francis Shaeffer narra um episódio em que, depoisde um de seus seminários onde ele ministrouapologética para líderes cristãos, ele recebeu oscumprimentos de um velho e humilde pastor. Eleesperava ouvir algum comentário positivo quantoao aprendizado do conteúdo avançado, mas suassurpreendentes palavras foram:"obrigado por me dar mais motivos para adorar omeu Deus".
  11. 11. OBJETIVOS DA APOLOGÉTICAAjudar a fortalecer a fé dos nossos irmãosem Cristo Como membros do Corpo de Cristo, temos o deverde fortalecer a fé uns dos outros. A instrução mútuaé imprescindível em uma igreja sadia. Cl 3:16Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo;instruí-vos e aconselhai- vos mutuamente em todaa sabedoria, louvando a Deus, com salmos, ehinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vossocoração.
  12. 12. OBJETIVOS DA APOLOGÉTICARemover barreiras intelectuais dosdescrentesInformações e convicções equivocadas podemestar impedindo pessoas de se chegarem a Deusatravés do Senhor Jesus. O Senhor Jesus confiouaos crentes a missão de proclamar verdade para omundo. Os céticos podem ter diversas posturas:escarnecer, ridicularizar, se auto afirmar(soberba), etc.Mas eles podem manifestar questões e dúvidassinceras que são barreiras à compreensão eaceitação dos princípios da fé evangélica.
  13. 13. OBJETIVOS DA APOLOGÉTICARemover barreiras intelectuaisA missão da apologética é demonstrar que a fécristã pode ser incorporada por uma pessoa semque a mesma cometa um suicídio intelectual. Asbases do cristianismo sobrevivem imaculadamentepor investigações e análises de qualquer natureza(porque estamos falando a Verdade). Nossa fé éracional, e a apologética se emprega deargumentos lógicos para facilitar o acesso pelosdescrentes, e em alguns casos até desacreditar osinimigos da cruz de Cristo que influenciamnegativamente outros contra a Verdade. Aapologética, obviamente, é uma ferramentaindispensável nas mãos do evangelista.
  14. 14. MOTIVAÇÕES CRISTÃS NA PRÁTICA DAAPOLOGÉTICAO valor do estudo da Apologética só se manifestacom as motivações corretas:AmorAos irmãos com dificuldades e ao homem semCristo. Rm 13:8 A ninguém fiqueis devendo coisaalguma, exceto o amor com que vos ameis uns aosoutros: pois quem ama o próximo tem cumprido alei.
  15. 15. MOTIVAÇÕES CRISTÃS NA PRÁTICA DAAPOLOGÉTICAHumildade.1 Co. 8:1 No que se refere às coisas sacrificadas aídolos, reconhecemos que todos somos senhoresdo saber O saber ensoberbece, mas o amor edificae Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito,não aprendeu ainda como convém saber.Nenhum "saber" (mesmo o "saber" pertinente aassuntos espirituais) tem valor (cristão) se malempregado.
  16. 16. MOTIVAÇÕES CRISTÃS NA PRÁTICA DAAPOLOGÉTICAAuto exaltaçãoOstentar conhecimento e boa argumentação,nutrir alguma fama ou imagem, ter o egomassageado, etc.Fp. 2: 3 Nada façais por partidarismo ou vangloria,mas por humildade, considerando cada um osoutros superiores a si mesmo.
  17. 17. MOTIVAÇÕES CRISTÃS NA PRÁTICA DAAPOLOGÉTICADepreciação alheia.Devemos ter respeito e amor pelas pessoaseventualmente atacar as ideias erradas queatrapalham seu relacionamento com Cristo. Odesmoronamento de anos de convicçõesequivocadas pode ser doloroso.“Ganhar argumentos e perder pessoas contraria ochamado cristão.”
  18. 18. MOTIVAÇÕES CRISTÃS NA PRÁTICA DAAPOLOGÉTICAObediência.Nosso chamado envolve:(preparo, palavras, procedimento.) 1 Tm 4:12 sê oexemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, noespírito, na fé, na pureza. 1 Pe 3:15 antes, santificai a Cristo, como Senhor; emvosso coração, estando sempre preparados pararesponder a todo aquele que vos pedir razão daesperança que há em vós, fazendo-o, todavia, commansidão e temor; com boa constância, de modoque, naquilo em que falam contra vós outros, fiquemenvergonhados os que difamem o vosso bomprocedimento em Cristo.
  19. 19. CIRCUNSTÂNCIAS QUE OS APOSTOLOSFAZIAM DEFESAS DA FÉ? Quando eram confrontados por Judaizantes. Quando a doutrina ensinada era distorcida. Quando precisavam comprovar relatos milagrosos como a ressurreição de Cristo. Quando precisavam demonstrar que o novo regime implantado por Cristo era superior ao antigo regime (o regime da lei), para responderem a seguinte questão: "Porque você é cristão?" Fazendo uma referência a apologética.
  20. 20. JOHN STOTT DIZ: "Não podemos fomentar a arrogância intelectualde uma pessoa, mas devemos alimentar suaintegridade intelectual"(E eu acrescentaria que devemos responder asperguntas feitas comsinceridade, Responsabilidade e fundamentaçãoBíblica).
  21. 21. UM CERTO ALGUÉM JÁ DISSE:"Ou o cristianismo é TUDO para a humanidade, ouentão não é NADA.Ou é a maior das certezas ou a maior dasdesilusões...Mas se o cristianismo for TUDO para a humanidade,é importante que cada pessoa seja capaz deapresentar uma boa razão para a esperança quepossui em relação às verdades eternas da fécristã.”Aceitar tais verdades sem ponderar a respeito, ouaceitá-las simplesmente por causa da autoridadeque têm, não é suficiente para uma fé inteligente eestável.
  22. 22. ALGO IMPORTANTE A ESCLARECER.O Cristianismo É uma Religião de fatos.O cristianismo apela à história, aos fatos da história.P.Carnegie Simpsom chama de os dados maisclaros e acessíveis que existem". Simpson prossegue:"Ele (Jesus) é um fato histórico, verificável comoqualquer outro".Portanto, o cristianismo é objetivo em suasconstatações.
  23. 23. VAMOS ESTABELECER ALGUNS FATOSBÁSICOSAntes de tratar das diversas provas que favorecema fé cristã, devem-se esclarecer algumas ideiaserrôneas e entender várias questõesfundamentais.
  24. 24. Fé CegaUma acusação bem comum e contundente feitacontra o cristão é: "Vocês, cristãos, me deixamdoente! Tudo o que vocês tem é uma fé cega.Será que para tornar-se cristão, a pessoa precisacometer um "suicídio intelectual"?Pessoalmente, "meu coração não pode se alegrarcom aquilo que minha mente rejeita". Meucoração e minha cabeça foram criados parajuntos agirem e crerem em harmonia. Cristo nosmandou: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teucoração, de toda a tua alma, e de todo o teuentendimento"(Mt 22:37).
  25. 25. Fé CegaQuando Jesus Cristo e os apóstolos conclamavamuma pessoa a exercitar a fé, essa não era uma "fécega", mas uma "fé inteligente".O apóstolo Paulo disse: "Sei em que tenho crido" (2Timóteo 1:12). E Jesus disse: "Conhecereis averdade e a verdade vos libertará" (João 8:32).Conhecer, saber, é o contrário de ignorar. A fé deum indivíduo envolve "a mente, as emoções e avontade". F. R. Beattie tem toda razão ao afirmarque "o Espírito Santo não opera, no coração, umafé cega e sem fundamentos...".
  26. 26. Fé CegaPaul Little Grande defensor da fé cristã escreve:"A fé no cristianismo baseia-se em fatos. Não écontrária à razão. No sentido cristão, a fé vaialém, mas não contra a razão". A fé é a certezaque o coração tem de que as provas sãosuficientes.
  27. 27. A Fé Cristã É uma Fé ObjetivaUm Certo Aluno disse a um professor de teologia:"Conheço muitos muçulmanos que têm mais féem Maomé do que alguns cristãos têm em Cristo".O professor respondeu: “Pode ser verdade, mas ocristão é “salvo”. A fé cristã é fé em Cristo. Paulodisse: "Sei em quem tenho crido". Isso explicaporque o evangelho gira em torno da pessoa deJesus Cristo.
  28. 28. O CONCEITO DO CRISTO DA FÉE O CRISTO DA HISTÓRIA.Alguns fazem uma diferença entre:o "Cristo da fé" e o "Cristo da história".O Cristo da fé.É aquele que é concebido na dimensão dacrença e da experiência subjetiva. (É Aquele queé pregado e Experimentado pelos cristãos.)
  29. 29. O Cristo da históriaÉ aquele que é concebido por meio dosresultados das pesquisas arqueológicas, dos dadoshistóricos, dos documentos encontrados. Acreditoque o Cristo da fé e o Cristo da História não sãodistintos como concebem os liberais, são a mesmapessoa.Conforme Herbet Butterfield um dos maioreshistoriadores da nossa época, o expressou: “Seriaum erro perigoso imaginar que as característicasde uma religião histórica continuariam inalteradascaso o Cristo dos teólogos fosse divorciado doJesus da história.”
  30. 30. Testemunhas OcularesOs escritores do Novo Testamento ou escreveramna qualidade de testemunhas oculares doseventos que descreveram ou registraram osacontecimentos, conforme relatados, em primeiramão, por testemunhas oculares.Veja o que diz um apostolo:"Porque não vos demos a conhecer o poder e avinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindofábulas engenhosamente inventadas, Mas nósmesmos fomos testemunhas oculares da suamajestade” (2 Pe 1:16).
  31. 31. Os escritores do NT sabiam qual a diferença entremito, lenda e realidade. E bom lembrar, que amitologia grega se aplica a seres de existênciamitológica. O cristianismo se refere a seres deexistência história.J. B. Phillips, afirma: “Já li, em grego e emlatim, dezenas de histórias de mitos, mas nãoencontrei a menor ideia de mito na Bíblia”.Definição de mito"Pode-se definir mito como uma tentativa pré-científicae imaginativa de explicar algum fenômeno, real ouaparente. Frequentemente apela mais às emoções doque à razão, e, de fato, em suas manifestações maistípicas, parece ter surgido em uma época quando nãose exigiam explicações racionais."
  32. 32. RELATOS BÍBLICOS DAS TESTEMUNHASOCULARES1 João 1 :1-3:"O que era desde o princípio, o que temos ouvidoo que temos visto com os nossos próprios olhos, oque contemplamos e as nossas mãos apalparamcom respeito ao Verbo da vida (e a vida semanifestou, e nós a temos visto, e dela damostestemunho e vo-la anunciamos, a vida eterna, aqual estava com o Pai e nos foi manifestada), oque temos visto e ouvido anunciamos também avós outros, para que vós igualmente mantenhaiscomunhão conosco. Ora, a nossa comunhão écom o Pai e com seu Filho Jesus Cristo."
  33. 33. RELATOS BÍBLICOS DAS TESTEMUNHASOCULARESLucas 1:1-3"Visto que muitos houve que empreenderam umanarração coordenada dos fatos que entre nós serealizaram, conforme nos transmitiram os quedesde o princípio foram deles testemunhasoculares, e ministros da palavra, igualmente a mimme pareceu bem, depois de acuradainvestigação de tudo desde sua origem, dar-tepor escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposiçãoem ordem."
  34. 34. RELATOS BÍBLICOS DAS TESTEMUNHASOCULARESI Coríntios 15:6-8"Depois Jesus foi visto por mais de quinhentosirmãos de uma só vez, dos quais a maioriasobrevive até agora, porém alguns já dormem.Depois foi visto por Tiago, mais tarde por todos osapóstolos, e, afinal, depois de todos, foi vistotambém por mim, como por um nascido fora detempo."
  35. 35. RELATOS BÍBLICOS DAS TESTEMUNHASOCULARESJoão 20:30,31"Na verdade fez Jesus diante dos discípulos muitosoutros sinais que não estão escritos neste livro.Estes, porém, foram registrados para que creiaisque Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e paraque, crendo, tenhais vida em seu nome.”
  36. 36. RELATOS BÍBLICOS DAS TESTEMUNHASOCULARESAtos 10:39-42"É nós somos testemunhas de tudo o que ele fez naterra dos judeus e em Jerusalém? ao qual tambémtiraram a vida, pendurando-o no madeiro. A Deusno terceiro dia, e concedeu que fossemanifesto, não a todo o povo, mas àstestemunhas que foram anteriormente escolhidaspor Deus, isto é, a nós que comemos e bebemoscom ele, depois que ressurgiu dentre os mortos; enos mandou pregar ao povo e testificar que ele équem foi constituído por Deus Juiz de vivos e demortos".
  37. 37. METODOLOGIA DA APOLOGÉTICAO alvo desta metodologia é avaliar as váriascosmovisões que estão competindo pelalealdade do povo.Outro alvo do sistema é a comunicação dacosmovisão cristã.Para comunicar é preciso um ponto de contatocom o não crente ou contradizente.
  38. 38. Qualquer sistema de apologéticadeve ter pelo menos as seguintesetapas:1) Um ponto de partida lógico.2) um ponto de contato com o descrente ou contradizente, ouseja, "terreno comum".3) provas da verdade.4) o papel do raciocínio.5) a base da fé em Deus, Cristo e a Bíblia.O significado destes aspectos de umaapologética deve ficar claro ao explicar asmetodologias a seguir.
  39. 39. A APOLOGÉTICA TRADICIONAL1 - OS EVIDENCIALISTAS Os evidencialistas tomam a postura de que amelhor maneira de se comprovar a existência deDeus e a veracidade da Bíblia é apelar para aevidência da história. Eles apontam para aevidência da ressurreição de Jesus, por exemplo,como a prova de que Ele é Deus. O"evidencialismo" é caracterizado pela tendênciade se asseverar que a verdade do Cristianismopode ser demonstrada como sendo altamenteprovável.
  40. 40. Os evidencialistas começam a partirdo empirismo e a abordagem delespode ser analisada assim.A - Ponto de partida lógico.O empirismo começa a partir do dado empírico paraconstruir uma cosmovisão. Ele pressupõe que existauma correspondência entre a realidade exterior e aspercepções interiores na mente humana e que oscinco sentidos são confiáveis. Outros pressupostosincluem a unidade da experiência, a regularidade dasleis da natureza e causalidade. É claro que oevidencialismo não depende apenas dos fatos, mastambém de alguns pressupostos metafísicos, emboranem todos os empiristas admitam isso.
  41. 41. B - Terreno comumOs evidencialistas dizem que a coisa que temosem comum com o não-crentes são os fatos. "Umfato é um fato", eles dizem. Eles pressupõem queos fatos são os mesmos para todo mundo é queeles têm o mesmo significado. Algunsevidencialistas admitem que temos em comumcom os descrentes as formas lógicas do raciocíniohumano.C - Prova da verdade.Algo é verdadeiro se ele é consistente com osfatos. Por isso eles dão muita ênfase aos fatoshistóricos: a ressurreição de Jesus, etc. Para eles aevidência exige um veredito.(Daí, o título do livro de Josh McDowell).
  42. 42. D - O papel do raciocínio.Os evidencialistas dependem da lógica indutiva.Eles tentam raciocinar a partir dos fatos (a ordemno universo, à ressurreição) para os princípiosmetafísicos (a existência de Deus, a divindade deCristo).E - A base da fé.Certeza absoluta é impossível, segundo osevidencialistas. O melhor que podemos esperar éum alto grau de probabilidade. Eles dizem queentre as várias cosmovisões possíveis, o cristianismoé o mais provável e deve ser aceito.
  43. 43. 2 - O RACIONALISMOO que é o racionalismo? é uma epistemologia quetenta conhecer a verdade dedutivamente. Váriosfilósofos (Anselmo, Descartes) tentaram comprovaro cristianismo através do racionalismo.
  44. 44. A - Ponto de partida lógico.O racionalismo começa a partir de axiomas oupressupostos que não podem ser negados. Ocogito ergo sum (penso, logo, existo)de Descartesé um exemplo.B - Terreno comum.O ponto de contato entre os não crentes é avalidade universal das leis da lógica: a lei da nãocontradição, a lei da identidade, e a lei do meioexcluído. Estas leis compõem a estrutura da mentehumana e definem as possibilidades na realidade.
  45. 45. C - Prova da verdade.A consistência lógica é a prova da verdade final.D - O papel do raciocínio.O processo de raciocinar, segundo o racionalismo,é deduziras conclusões que se seguemlogicamente dos axiomas. A razão é puramentededutiva.E - A base da fé cristã.É a certeza dos silogismos lógicos.
  46. 46. 3 - MISTICISMOA - Ponto de Partida lógico.Testemunho pessoal sobre sua experiência deDeus.B - Terreno comum.Não existe terreno comum porque os não crentesnão podem entender o que eles nãoexperimentaram.C - Prova da verdade –A auto autenticação da experiência. O místicoresponde aos incrédulos ao dizer: "Jesus mudou aminha vida". A prova final é a realidade de umencontro com
  47. 47. D - O papel do raciocínio.A razão pode interpretar a experiência, mas ela éincapaz de avaliar a verdade da experiência. Asvezes o raciocínio é visto como um obstáculo auma experiência de Deus.E - A base da fé.Os místicos dizem que eles têm uma certezapsicológica. A fé é irracional. Problemas? OsMórmons têm a sua experiência, os Hindus, e todasas outras religiões também. A experiência precisade um ponto de referência objetivo para validá-la.
  48. 48. 4 - OS VERIFICACIONALISTAS.Combinam os métodos tradicionais e aindaacrescentam outras provas. Eles propõem que aprobabilidade da veracidade da religião cristãpode ser aumentada através da viabilidadeexistencial. Um sistema que não é viável ao nívelprático é considerado improvável.Portanto, neste sistema aquilo que em nível práticose revela como funcional e viável pode ser usadocomo prova.
  49. 49. A - Ponto de partida lógico.Eles propõem a existência de Deus como umahipótese que precisa ser apresentada por meio deargumentos e testada por meio da experiência.B - Terreno comum.Os verificacionalistas dizem que todos os homenstêm em comum os fatos da experiência, as leis dalógica, a busca de valores e as leis morais.C - Prova da verdade.Consistência sistemática, ou seja, aquilo quecorresponde aos fatos (com menos problemas doque outros sistemas), sem contradições lógicas, epode ser vivido sem hipocrisia é o mais provável.
  50. 50. D - O papel do raciocínio.A razão humana é o juiz que verifica a hipóteseatravés da lógica e experiência.E - A base da fé.A probabilidade intelectual e a certeza moral sãoas bases da fé, segundo os verificacionalistas. Ocristianismo é a cosmovisão mais provável e estaprobabilidade é tão alta que exige certeza moral.Problemas? O verificacionalismo é umacombinação do empirismo, o racionalismo e omisticismo. Começando com os pontos de partidafinitos que estes sistemas têm, ele sofre as mesmasfraquezas.
  51. 51. 5 - OS PRESSUPOSICIONALISTAS. Os pressuposicionalistas defendem a ideia que osapóstolos atacavam a estruturado pensamentodos pecadores e nós devemos fazer o mesmo.Então os "pressuposicionalistas" procuram expor ospressupostos dos incrédulos e demonstrar a suainsuficiência. Através da destruição dos alicercesdo pensamento pagão, as idolatrias do mundosão derrubadas e o Evangelho é apresentadocomo a única esperança.Neste sistema, utilizam-se argumentos favoráveisao cristianismo e critica-se o sistema de crençasdos incrédulos através de uma comparação entreambos.
  52. 52. A - Ponto de partida lógico.Os pressuposicionalistas começam onde a Bíbliacomeça com o pressuposto da existência do DeusTriúno da Bíblia e a inerrância das Escrituras.B - Terreno comum.Não existe terreno comum entre o sistema(epistemologia) do descrente e do crente, porque ainterpretação do mundo feita pelo descrentepressupõe que Deus não existe. Mas o descrente não éconsistente com os seus próprios pressupostos. Eleaceita várias verdades que ele roubou do sistemacristão. Podemos aproveitar este "terreno comum" parafalar com eles. Por exemplo, os humanistas aceitamrelativismo ético e negam que existem absolutosmorais, mas quando alguém rouba o carro deles, elesinsistem que roubar é errado.
  53. 53. C - Prova da verdade.As reivindicações da Bíblia são auto autenticadas.No fim, aprova da verdade do sistema cristão éque, se não fosse verdadeiro, não existiriaverdade. Os pressupostos da cosmovisão cristãsão necessários para qualquer predicação.D - O papel do raciocínio.O crente pode se colocar no lugar do não crente paramostrar-lhe os resultados do seu sistema não cristão. Ocrente usa a razão para desconstruir a cosmovisão donão crente e revelar os seus absurdos e problemas.Além disso, o crente mostra que a Bíblia contém umacosmovisão que é suficiente para resolver os problemasda epistemologia, da ética, da ontologia, e dateleologia.
  54. 54. E -A Base da fé.No fim das contas, a Palavra de Deus e aautoridade de Deus são as bases da fé cristã. Ospressuposicionalistas dizem que a veracidade dafé cristã é absoluta.
  55. 55. A CERTEZA – APOLOGÉTICAQual é o grande objetivo destas metodologiasapologéticas?RESPOSTA: Conduzir-nos a certeza das afirmaçõesfeitas pelo cristianismo.Como podemos chegar à certeza na práticaapologética?Um dos grandes desafios da apologética éconduzir as pessoas a ter certeza de que àsafirmações do cristianismo são verdadeiras. Vamosdefinir o que é a certeza apologética, e quais ascondições e critérios para que possamos chegar acerteza.
  56. 56. A DEFINIÇÃO DE CERTEZACerteza é o estado da mente em que estáintimamente persuadida de possuir a verdade.Estar certo é, portanto, formular um juízo, queexclui totalmente a dúvida e o temor de errar.
  57. 57. Certeza é resultado de um processoIntelectual - onde pelo raciocínio uma pessoaacredita que conseguiu encontrar uma verdadeespiritual, lógica , sensata e coerente com a razão.Psicológico - As emoções precisam aqui estar emsintonia com as convicções intelectuais. Hápessoas que falam sobre a fé, mas seussentimentos não produzem a mesma convicçãopsicológica.Espiritual - onde o indivíduo em contato com odivino tem uma experiência única com arevelação, de modo que está se apresenta paraele com a verdade mais concreta e absoluta paraexplicar o propósito e sentido de sua existência.
  58. 58. Espécies de certezaA certeza metafísica, que se funda na relaçãonecessária entre os termos do juízo ou raciocíniológico. Ex. Quando digo que “o todo é maior quea parte”, o atributo convém de tal modo aosujeito que é impossível conceber o contrário. Aoformularmos um juízo desses, o nosso espírito nãosó não admite a possibilidade de dúvida, masafirma que a contraditória é absurda e não sepode conceber.
  59. 59. Espécies de certezaA certeza física, que se baseia na constância dasleis do universo. Só a experiência nos pode daresta certeza. Ex. Quando dizemos que “os corpostendem a cair para o centro da terra”, julgamosque a proposição contrária é falsa, por contradizeros fatos observados, mas não absurda, pois as leispoderiam ser de outro modo.A certeza moral, que se funda no testemunho doshomens, quando este se apresenta com todas asgarantias de verdade. Ex. As verdades históricase, portanto, as religiosas são objeto da certezamoral. Ex. O Pecado é a transgressão da lei. Éerrado matar.
  60. 60. Segundo o modo do conhecimento, acerteza é:Imediata, direta ou intuitiva, quando se apresentaà inteligência sem o intermédio de outra verdade;ex.: o todo é maior que a parte; Ex. alguém temuma experiência direta com uma revelação.Mediata, indireta ou discursiva, quando aconhecemos indiretamente por meio doraciocínio; ex.: a soma dos ângulos internos de umtriângulo é igual a dois retos (180º). Ex. alguémconhece a revelação por meio do testemunho deoutra pessoa.Critério - Por conseguinte, o problema da verdade reduz-se, a saber, qual é o sinal ou critério por onde podemosconhecer que estamos em posse da verdade.
  61. 61. Foram propostos vários critérios:A revelação divina - (Ex. experiênciasmísticas, sobrenaturais, visões, etc...).O consenso universal - (Ex. milhões de pessoascreem em Deus).O senso comum - (São as crenças populares.), osentimento (sentimos o amor, por isso temos acerteza da sua existência).
  62. 62. O critério ou sinal infalível e universalda verdade é a evidência.Mas, que é a evidência?O termo evidente, como a etimologia oindica, significa que a verdade está revestidaduma claridade que a faz brilhar aos nossos olhos.Desse modo a evidência exerce no espírito umaespécie de violência, coloca-o na impossibilidadede não ver.
  63. 63. Uma das grandes discussões históricas é quanto àcerteza dos dados, quanto à verdade dasdeclarações que são feitas pela Bíblia.Portanto, precisamos definir a Bíbliaapologeticamente. A singularidade da Bíblia.Nosso ponto de partida para a apologética.
  64. 64. A BÍBLIA É ÚNICAÉ um livro "diferente de todos os demais" nosseguintes aspectos (além de em muitos e muitosoutros): ÚNICA NA SUA COERÊNCIA. Esse é umlivro: Escrito durante um período de mais de 1.500anos. Escrito durante mais de 40 gerações. Escritopor mais de 40 autores, envolvidos nas maisdiferentes atividades, inclusive reis, camponeses,filósofos, pescadores, poetas, estadistas,estudiosos, etc.
  65. 65. A BÍBLIA É ÚNICAEscrito em diferentes lugares: Moisés, no deserto;Jeremias, numa masmorra; Daniel, numa colina enum palácio; Paulo, dentro de uma prisão;Lucas, enquanto viajava; João, na ilha de Patmos;Outros, nos rigores de uma campanha militar.Escrito em diferentes condições: Davi, em temposde guerra; Salomão, em tempos de paz.Escrito sob diferentes circunstâncias: Algunsescreveram enquanto experimentavam o augeda alegria, enquanto outros escreveram numaprofunda tristeza e desespero.
  66. 66. Esses fatos comprovam que a Bíblia éúnica!A Bíblia é única em sobrevivência:Ser escrita em material perecível, tendo que sercopiada e recopiada durante centenas deanos, antes da invenção da imprensa, nãoprejudicou seu estilo, exatidão ou existência.Comparada com outros escritos antigos, a Bíbliapossui mais provas em termos de manuscritos. "Osjudeus a preservaram como nenhum outromanuscrito foi jamais preservado.
  67. 67. CONCLUSÃO.Para concluir gostaria de ler com os irmãos oultimo tópico da nossa Apostila ‘’Que por sinal éuma das melhores e mais bem elaboradas noassunto APOLOGETICA CRISTÃ’’EM DEFESA DA FÉ.A Racionalidade da fé.
  68. 68. CAPP – Centro Apologético Plenitude da Palavra. VACINE SUA IGREJA CONTRA OS ATAQUES DAS SEITAS... TREINE SUA IGREJA PARA O EVANGELISMO & MISSÕES URBANAS... AJUDE-A A IDENTIFCAR AS RELIGIÕES SEITAS & HERESIAS... CONTATOS: 85.8857-5757 – 85.9905-5757. Prof. Abdias Barreto

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