Aula de auditoria_1

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Aula de auditoria_1

  1. 1. AUDITORIA EM SAÚDE
  2. 2. <ul><li>APRESENTAÇÃO </li></ul><ul><li>DINÂMICA DOS PARTICIPANTES </li></ul><ul><li>MATERIAL DE APOIO > FLIP-CHART, CARTOLINAS E PINCÉIS </li></ul>
  3. 3. ASPECTOS CONCEITUAIS DE AUDITORIA <ul><li>ETIMOLOGIA: </li></ul><ul><li>TERMO “AUDITORIA” DERIVA: </li></ul><ul><li>Palavra inglesa “AUDIT” que significa examinar contas </li></ul><ul><li>Aurélio “AUDITORE” aquele que ouve </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Auditoria é uma ferramenta de gestão para diagnóstico de situações dentro do sistema de saúde, com vistas ao seu aperfeiçoamento, no sentido de melhoria ao atendimento ao cidadão . </li></ul><ul><li>DENASUS </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Atividade de avaliação independente, e de assessoramento da administração, voltada para o exame e análise da adequação, eficiência (a ação), eficácia (o resultado), efetividade (o desejado: custo/benefício), e qualidade nas ações de saúde, praticados pelos prestadores de serviços, sob os aspectos quantitativos (produção e produtividade), qualitativos e contábeis (custos operacionais), com observância de preceitos éticos e legais. </li></ul>MOTTA A.L.C.
  6. 6. <ul><li>Consiste no exame sistemático e independente dos fatos obtidos através da observação, medição, ensaio ou outras técnicas apropriadas, de uma atividade, elemento ou sistema, para verificar a adequação aos requisitos preconizados pelas leis e normas vigentes e determinar se as ações de saúde e seus resultados estão de acordo com as disposições planejadas. </li></ul><ul><li>Ministério da Saúde </li></ul>
  7. 7. <ul><li>É uma atividade de avaliação independente e de assessoramento da administração voltada para o exame e avaliação da adequação, eficiência e eficácia dos sistemas de controle, bem como da qualidade do desempenho das áreas em relação às atribuições e aos planos, metas, objetivos e políticas definidas para as mesmas. </li></ul><ul><li>AUDIBRA </li></ul>
  8. 8. Auditoria é uma revisão das demonstrações financeiras, sistema financeiro, registros, transações e operações de uma entidade ou de um projeto, com a finalidade de assegurar a fidelidade dos registros e proporcionar credibilidade às demonstrações financeiras e outros relatórios da administração. CONTABILIDADE  
  9. 9. <ul><li>INSTITUI A SNA - SISTEMA NACIONAL DE AUDITORIA </li></ul>LEI 8689 DE 27 DE JULHO 1993
  10. 10. <ul><li>Art. 6º. Fica instituído no âmbito do Ministério da Saúde o Sistema Nacional de Auditoria de que tratam o inciso XIX do artigo 16 e o § 4º do artigo 33 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. </li></ul><ul><li>§ 1º Ao Sistema Nacional de Auditoria compete a avaliação técnico-científica, contábil, financeira e patrimonial do Sistema Único de Saúde, que será realizada de forma descentralizada. </li></ul><ul><li>§ 2º A descentralização do Sistema Nacional de Auditoria far-se-á através dos órgãos estaduais e municipais e de representação do Ministério da Saúde em cada Estado da Federação e no Distrito Federal. </li></ul><ul><li>§ 3º Os atuais cargos e funções referentes às ações de auditoria ficam mantidos serão absorvidos pelo Sistema Nacional de Auditoria, por ocasião da reestruturação do Ministério da Saúde, de que trata o artigo 13. </li></ul><ul><li>§ 4º O Departamento de Controle, Avaliação e Auditoria será o órgão central do Sistema Nacional de Auditoria. </li></ul>
  11. 11. Art.12º. O gestor do Sistema Único de Saúde em cada esfera de governo apresentará, trimestralmente, ao conselho de saúde correspondente e em audiência pública nas câmaras de vereadores e nas assembléias legislativas respectivas, para análise e ampla divulgação, relatório detalhado contendo, dentre outros, dados sobre o montante e a fonte de recursos aplicados, as auditorias concluídas ou iniciadas no período, bem como sobre a oferta e produção de serviços na rede assistencial própria, contratada o conveniada.
  12. 12. DECRETO Nº 1651 DE 28 DE SETEMBRO DE 1995 <ul><li>REGULAMENTA AS ATIVIDADES DA SNA NO AMBITO DO SUS NOS 3 NÍVEIS DE GESTÃO: FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Art.2º. Exercerá sobre as ações e serviços desenvolvidos no âmbito do SUS as atividades de: </li></ul><ul><li>I - controle da execução, para verificar a sua conformidade com os padrões estabelecidos ou detectar situações que exijam maior aprofundamento; </li></ul><ul><li>II - avaliação da estrutura, dos processos aplicados e dos resultados alcançados, para aferir sua adequação aos critérios e parâmetros exigidos de eficiência, eficácia e efetividade; </li></ul><ul><li>III - auditoria da regularidade dos procedimentos praticados por pessoas naturais e jurídicas, mediante exame analítico e pericial. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Art. 5º. Observadas a Constituição Federal , as Constituições dos Estados-Membros e as Leis Orgânicas do Distrito Federal e dos Municípios, compete ao SNA verificar, por intermédio dos órgãos que o integram: </li></ul><ul><li>III - no plano municipal: </li></ul><ul><li>a) as ações e serviços estabelecidos no plano municipal de saúde; </li></ul><ul><li>b) os serviços de saúde sob sua gestão, sejam públicos ou privados, contratados e conveniados; </li></ul><ul><li>c) as ações e serviços desenvolvidos por consórcio intermunicipal ao qual esteja o Município associado. </li></ul>
  15. 15. MODALIDADES DE AUDITORIA <ul><li>CONTÁBIL E FINANCEIRA </li></ul><ul><li>OPERACIONAL </li></ul><ul><li>FISCAL </li></ul><ul><li>GESTIONAL </li></ul><ul><li>TRABALHISTA </li></ul><ul><li>QUALIDADE </li></ul><ul><li>SAÚDE </li></ul>
  16. 16. CONTÁBIL E FINANCEIRA <ul><li>Visa assegurar a autenticidade das demonstrações financeiras da empresa, através da avaliação dos procedimentos e controles contábeis e respectiva aderência aos princípios contábeis geralmente aceitos. </li></ul>
  17. 17. OPERACIONAL <ul><li>Visa melhorar a eficiência dos sistemas operacionais, bem como minimizar custos, através da avaliação quanto aderência aos objetivos traçados pela Direção da empresa e verificação dos controles e procedimentos aplicados . </li></ul>
  18. 18. FISCAL <ul><li>LEI COMPLEMENTAR 101/ 2000 ARTIGO 163 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1998, QUE REGULAMENTA A RESPONSABILIDADE FISCAL </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Visa assegurar se os controles internos são eficientes para assegurar um bom relacionamento entre fisco e o contribuinte, buscando a maior otimização na aplicação da legislação fiscal, evitando-se possíveis contingências com passivos tributários, trabalhistas e previdenciários. </li></ul>
  20. 20. GESTIONAL <ul><li>Trata-se da aplicação de procedimentos de auditoria onde o fator sistêmico assume uma importância secundária, ficando concentrada nos resultados obtidos em cada sistema. Nesta linha de atuação, a ação da auditoria gestional tem como enfoque preponderante as análises sobre fatores como custo/ benefício, riscos e processo decisório dos administradores. </li></ul>
  21. 21. TRABALHISTA <ul><li>Tem por objetivo prevenir irregularidades e possibilidades de desvios, erros e fraudes na área trabalhista, evitando punições do fisco e os problemas gerados por ações propostas tanto na Justiça do Trabalho quanto na Cível. </li></ul>
  22. 22. QUALIDADE <ul><li>Avaliar a qualidade, a propriedade e a efetividade dos serviços de saúde prestados à população, visando a melhoria progressiva da assistência à saúde; </li></ul><ul><li>Avaliar o conjunto geral das atividades da qualidade a fim de preservar o Sistema de Qualidade Industrial, impedindo a sua degradação. </li></ul>
  23. 23. OBJETIVOS DA AUDITORIA: <ul><li>Fiscalização no âmbito do SUS e Convênios; </li></ul><ul><li>Verificação da conformidade com os padrões estabelecidos; </li></ul><ul><li>Apuração da qualidade dos serviços; </li></ul><ul><li>Produção de conhecimento (informações) para planejamento de novas ações; </li></ul><ul><li>Otimização dos recursos. </li></ul>
  24. 24. ÁREAS DE ATUAÇÃO DA AUDITORIA <ul><li>HOSPITAIS </li></ul><ul><li>OPERADORAS </li></ul><ul><li>OUTROS SERVIÇOS </li></ul>
  25. 25. HOSPITAIS <ul><li>Serviço de faturamento </li></ul><ul><li>Contratos e convênios </li></ul><ul><li>Solicitações de Autorizações </li></ul><ul><li>Serviço de educação continuada </li></ul><ul><li>Recurso de glosas </li></ul><ul><li>Qualidade no atendimento do paciente </li></ul><ul><li>Encaminhamento de casos crônicos </li></ul>
  26. 26. OPERADORAS <ul><li>Serviço de credenciamento </li></ul><ul><li>Liberação dos procedimentos </li></ul><ul><li>Liberação de materiais de alto custo/especiais </li></ul><ul><li>Serviço de contas médicas </li></ul><ul><li>Serviço de revisão de glosas e recursos </li></ul><ul><li>Auditoria de qualidade </li></ul><ul><li>Gerenciamento de casos crônicos </li></ul>
  27. 27. OUTROS SERVIÇOS <ul><li>Homecare </li></ul><ul><li>Consultoria </li></ul><ul><li>Gestão </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Médico </li></ul><ul><li>Enfermeiro </li></ul><ul><li>Odontólogo </li></ul><ul><li>Administrador </li></ul><ul><li>Nutricionista </li></ul><ul><li>Assistente social </li></ul><ul><li>Psicóloga </li></ul><ul><li>Fisioterapeuta </li></ul>COMPOSIÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORIA
  29. 29. PERFIL DO AUDITOR <ul><li>Ter boa formação profissional </li></ul><ul><li>Manter atualizado > conhecimento técnico </li></ul><ul><li>Agir com ponderação e eticidade </li></ul><ul><li>Conhecer e dominar os contratos (aditivos) firmados entre as partes </li></ul><ul><li>Ter conhecimento das leis governamentais e civis </li></ul><ul><li>Ter facilidade no relacionamento interpessoal </li></ul><ul><li>Embasar e conhecer novos produtos lançados no mercado para negociar. </li></ul>
  30. 30. EXPECTATIVA DA AUDITORIA NO PROCESSO <ul><li>Curto prazo </li></ul><ul><li>Médio prazo </li></ul><ul><li>Longo prazo </li></ul>
  31. 31. Auditorias de conformidade Aspectos imediatos CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS Não conformidades Quais os rumos a serem tomados, a partir dos resultados apresentados <ul><li>Ação corretiva instantânea </li></ul><ul><li>Ação sobre o efeito financeiro </li></ul>CURTO PRAZO
  32. 32. Auditoria operacional Incidência nos recursos CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS Período de análises Quais os rumos a serem tomados, a partir dos resultados apresentados <ul><li>Mudança na aquisição </li></ul><ul><li>Na utilização </li></ul>MÉDIO PRAZO
  33. 33. DADOS INTERNOS COLETADOS GARANTIA DA QUALIDADE CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS FOCO NA SOBREVIVÊNCIA DA ORGANIZAÇÃO Quais os rumos a serem tomados, a partir dos resultados apresentados <ul><li>FIDELIZAÇÃO DOS CLIENTES </li></ul><ul><li>ADERENCIA AOS VALORES </li></ul>LONGO PRAZO
  34. 34. ATUAÇÃO DA AUDITORIA <ul><li>Caso a Caso </li></ul><ul><li>DESGASTE X CONFLITO </li></ul><ul><li>Nos Processos </li></ul><ul><li>NEGOCIAÇÃO X GESTÃO </li></ul>
  35. 35. <ul><li>A atuação da equipe de auditoria buscam para a organização atingir os objetivos: </li></ul><ul><li>internos: custo, produtividade, qualidade e consistência. </li></ul><ul><li>externos: satisfação das necessidades dos clientes (usuários). </li></ul><ul><li>Dessa forma sua atuação é adequada quando sintetizam os dois fluxos de informação sobre a eficácia do sistema. </li></ul>ATUAÇÃO DA AUDITORIA
  36. 36. PAPEL DO AUDITOR <ul><li>As instituições e a auditoria estão sofrendo profundas transformações de reengenharia para adaptarem as suas metas e os seus processos com vista a responder às mudanças em curso. </li></ul><ul><li>No trabalho de análise o auditor desenvolve um modelo de interação com a instituição, realizando um processo diagnóstico (conhecendo um ponto, pode-se reduzir os outros) e de previsão (gestão dos dados coletados e aprimoramento do sistema da instituição . </li></ul>
  37. 37. COMPROMISSO DO AUDITOR <ul><li>O compromisso com auditoria é com a elevação da qualidade do atendimento, não podendo haver vínculos de interesses que poderiam prejudicar a assistência a saúde, expondo o paciente a procedimentos desnecessários ou inadequados. </li></ul>
  38. 38. QUESTIONAMENTO?? <ul><li>“ Aquilo que foi importante um dia em outro momento poderá ser menos importante em outro.” </li></ul><ul><li>O foco do auditor é que numa determinada fase poderá ser menos importante que outra, deverá estar ciente dos objetivos da instituição. </li></ul>
  39. 39. CICLO DA INSTITUIÇÃO??? <ul><li>Desvios: quando a instituição tem como objetivo verificar erros, omissões e fraudes. </li></ul><ul><li>Recursos: quando a instituição tem como objetivo um melhor utilização dos recursos, evitando desperdícios. </li></ul><ul><li>Valores: quando a instituição tem como objetivo gestão focada nos recursos financeiros para a sobrevivência da organização. </li></ul>
  40. 40. MERCADO DE TRABALHO <ul><li>Aumento de oferta de profissionais </li></ul><ul><li>Vínculos de trabalho diferentes dos habituais </li></ul><ul><li>Informalidade </li></ul><ul><li>Tendência á contratação por valores menores </li></ul>
  41. 41. NOVOS CAMINHOS <ul><li>Apuração da qualidade dos serviços </li></ul><ul><li>Gerenciamento dos Custos X Qualidade </li></ul><ul><li>Políticas de saúde com foco na parceria: Operadoras X Prestadores > Usuário </li></ul><ul><li>Envolvimento do usuário: Aperfeiçoamento X Satisfação </li></ul>

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