Tema C3 – A expansão muçulmanaCristãos e muçulmanos na Península Ibérica
Religião monoteísta islâmica ou muçulmana nasceu no século VII, fundadapor   Maomé.                    Mercador da Arábia ...
Hégira  Maomé iniciou a sua pregação na  cidade de Meca, onde foi bem  aceite pelos pobres, mas foi  perseguido pelos rico...
Em 630, Meca foi conquistada por Maomé que estabeleceu uma novareligião, monoteísta, denominada Islamismo. A nova crença s...
O Império Islâmico Maomé era ao mesmo tempo um chefe        religiosos e político                      Quando morreu em 63...
EXTENSÃO DO IMPÉRIO MUÇULMANO
Quais os objectivos dos Árabes na         Península Ibérica?0 Expandir a sua religião0 Dominar as principais rotas comerci...
Para tal recorriam:                             0 À guerra e a acordos de                               paz com os nobres ...
Moçárabe:                                Cristão da Península Ibérica                                que, vivendo sob o do...
Muladis:Antigos cristãos que se convertiam àreligião islâmica e se tornavammuçulmanos. Não pagavam quaisquerimpostos e tin...
A formação dos reinos cristãos no     processo da reconquista
711 – os Muçulmanos invadem a Península     Ibérica         Os cristãos refugiam-se nas Astúrias.
718 – Início da Reconquista – recuperação dosterritórios aos muçulmanos, liderada porPelágio.732 – Derrota dos Muçulmanos ...
Os reinos cristãos             peninsulares  LEÃO E                   NAVARRA      ARAGÃO CASTELA  CONDADOPORTUCALENSE
Do Condado Portucalense ao Reino          de Portugal  Importância de D. Afonso VI (Rei de Leão e Castela)  Quando o rei d...
Entre os cruzados, destacaram-se              D. Raimundo e D. Henrique.Como recompensa dos serviços prestados:- D. Raimun...
D. Afonso VID. Urraca    D. Raimundo     D.Teresa    D. Henrique      D. Afonso VII           D. Afonso Henriques
O Condado portucalense  O Condado situava-se entre os rios Minho e Mondego. O conde D.  Henrique, continuava dependente de...
A Batalha de S. Mamede  Em 1128, D. Afonso Henriques, apoiado por nobres do condado portucalense, derrotou o exército de s...
Consequências da Batalha de       S. MamedeD. AFONSO HENRIQUES PASSA A GOVERNAR O CONDADO PORTUCALENSE                  Ca...
O Reino de Portugal   Depois de algumas batalhas (Cerneja e Arcos de Valdevez ), é assinado o  tratado de Zamora, em 1143....
O reconhecimento do PapaEra preciso que o Papa reconhecesse a independência econfirmasse o título de rei.Em 1179 o Papa Al...
D. AFONSO HENRIQUES E O ALARGAMENTO DO TERRITÓRIO. 1139, vence os Mouros na batalha de Ourique e 1147, D. Afonso Henriques...
Conquista definitiva do AlgarveEm 1249, com D. Afonso III,conquista-se definitivamente oAlgarve, terminando aReconquista e...
Participação da população Rei – Chefiava os exércitos, governava o reino, aplicava ajustiça, decidia da paz e da guerra.  ...
Tema F2 – Absolutismo e mercantilismo       numa sociedade de ordens
Antigo Regime0 Antigo Regime   0 Século XVII e XVIII   0 Caracterizava-se     0 Por uma economia baseada na agricultura e ...
Absolutismo em França0 Regime político desenvolvido em França por Luís XIV e que se caracterizava pela centralização do po...
Absolutismo em França0 Segundo Luís XIV  0 O rei tinha recebido o seu poder de Deus (poder divino) e    era o seu represen...
Absolutismo em Portugal0 Reinado de D. João V   0 Regime alicerçado no ouro e     diamantes do Brasil.  0 Projecção de uma...
Convento de Mafra              Aqueduto das Águas Livres
Absolutismo em Portugal0 Reinado de D. José I.   0 Convida para Ministro Sebastião José de     Carvalho e Melo (1750).  0 ...
Absolutismo em Portugal0 A acção do Marquês de Pombal:   0 1755 – Terramoto de Lisboa    0 Construção de uma nova cidade: ...
Absolutismo em Portugal0 Reformas pombalinas  0 Reforma Social:     0 Controlo da Nobreza:       0 Processo dos Távoras.  ...
O Mercantilismo Francês0 Mercantilismo  0 Política económica desenvolvida por Colbert em França;     0 Ministro do rei Luí...
O Mercantilismo Francês 0 Para Colbert:    0 A riqueza de um país estava na quantidade de ouro que o      pais conseguisse...
O Mercantilismo Francês 0 Medidas:   0 Multiplicação de manufacturas:     0 Têxteis:       0 Concede subsídios;       0 Is...
Mercantilismo em Portugal     Na 2ª metade do século XII, a economia portuguesa passou por muitas     dificuldades.   As ...
Mercantilismo em Portugal  Perante a gravidade da       situação, vários políticos e  economistas portugueses – entre os q...
Mercantilismo em Portugal  0 Medidas (I):    0 Criação de Manufacturas:      0 Lanifícios      0 Sedas      0 Chapéus     ...
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Mercantilismo em Portugal 0 Porém, as medidas implementadas pelo Conde   da Ericeira vão falhar:   0 Razões:     0 Descobe...
Mercantilismo em PortugalQuanto maisouro vinha do Brasil, mais   Portugal  importava produtos de  Inglaterra
Sociedade de Ordens                      46
Sociedade de Ordens                           PRIVILEGIADOS     NÃOPRIVILEGIADOS                                          ...
Sociedade de Ordens       UMA SOCIEDADE ESTRATIFICADA E HIERARQUIZADA A sociedade europeia dos séculos XVII e XVIII era um...
OS PRIVILEGIADOS O Clero e a Nobreza, apesar de representarem apenas cerca de 2% dapopulação, impunham-se pelos privilégio...
OS NÃO PRIVILEGIADOS0 No Terceiro Estado, também existiam vários estratos.0 O mais importante era o da alta burguesia, con...
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  1. 1. Tema C3 – A expansão muçulmanaCristãos e muçulmanos na Península Ibérica
  2. 2. Religião monoteísta islâmica ou muçulmana nasceu no século VII, fundadapor Maomé. Mercador da Arábia que, recebendo o chamamento do anjo Gabriel, se dedicou à pregação entre 610 e 632, ano da sua morte.
  3. 3. Hégira Maomé iniciou a sua pregação na cidade de Meca, onde foi bem aceite pelos pobres, mas foi perseguido pelos ricos mercadores que receavam o seu poder. Poi isso, em 622, Maomé abandonou Meca e refugiou-se com os seus fiéis em Medina.Esta fuga ou hégira assinala oinício da era muçulmana.
  4. 4. Em 630, Meca foi conquistada por Maomé que estabeleceu uma novareligião, monoteísta, denominada Islamismo. A nova crença se espalhou-sepela Arábia e os diversos povos foram se unificando em torno da novareligião. Maomé inscreveu os cinco princípios fundamentais desta nova religião no livro sagrado – CORÃO. 1 - Crença em Alá, Deus único (monoteísmo) e no profeta Maomé 2 – Oração 3- Esmola 4- Jejum durante o Ramadão (9º mês do calendário islâmico e dura entre 29 a 30 dias) 5- Peregrinação a Meca pelo menos uma vez na vida.
  5. 5. O Império Islâmico Maomé era ao mesmo tempo um chefe religiosos e político Quando morreu em 632, a Arábia estava praticamente toda convertida ao islamismo e formava um único estado Os sucessores de Maomé, os califas, continuaram a expansão da religião islâmica através da guerra santa - JihadDesta forma, os muçulmanos rapidamenteconquistaram um extenso império emtodas as direções.
  6. 6. EXTENSÃO DO IMPÉRIO MUÇULMANO
  7. 7. Quais os objectivos dos Árabes na Península Ibérica?0 Expandir a sua religião0 Dominar as principais rotas comerciais e controlar pontos estratégicos de comércio0 Procura de terras férteis para a agricultura Corão
  8. 8. Para tal recorriam: 0 À guerra e a acordos de paz com os nobres visigodos e com os chefes da população cristãCombate entreguerreiros cristãos emuçulmanos 0 Assegurada a submissão destas populações, eram tolerantes perante os seus costumes e religião. Muçulmano e cristão tocando alaúde, iluminura do século XIII
  9. 9. Moçárabe: Cristão da Península Ibérica que, vivendo sob o domínio muçulmano, mantinha a religião, a cultura e os costumes cristãos, tendo, para isso, de pagar um tributoJogo de xadrez entre um muçulmano e um cristão
  10. 10. Muladis:Antigos cristãos que se convertiam àreligião islâmica e se tornavammuçulmanos. Não pagavam quaisquerimpostos e tinham os mesmos direitosque os invasores.
  11. 11. A formação dos reinos cristãos no processo da reconquista
  12. 12. 711 – os Muçulmanos invadem a Península Ibérica Os cristãos refugiam-se nas Astúrias.
  13. 13. 718 – Início da Reconquista – recuperação dosterritórios aos muçulmanos, liderada porPelágio.732 – Derrota dos Muçulmanos em Poitiers.Criação dos reinos cristãos
  14. 14. Os reinos cristãos peninsulares LEÃO E NAVARRA ARAGÃO CASTELA CONDADOPORTUCALENSE
  15. 15. Do Condado Portucalense ao Reino de Portugal Importância de D. Afonso VI (Rei de Leão e Castela) Quando o rei de Leão e Castela, Afonso VI, teve dificuldades na luta contra os Muçulmanos, pediu ajuda aos cavaleiros cristãos da Europa (cruzados).
  16. 16. Entre os cruzados, destacaram-se D. Raimundo e D. Henrique.Como recompensa dos serviços prestados:- D. Raimundo casou com a filha legítima do rei Afonso VI e recebeu o condado da Galiza.- D. Henrique casou com a filha ilegítima de D. Afonso VI e recebeu o condado portucalense.
  17. 17. D. Afonso VID. Urraca D. Raimundo D.Teresa D. Henrique D. Afonso VII D. Afonso Henriques
  18. 18. O Condado portucalense O Condado situava-se entre os rios Minho e Mondego. O conde D. Henrique, continuava dependente de D. Afonso VI, devendo-lhe obediência, lealdade e auxílio militar - VASSALAGEM Com a morte de D. Henrique (1096),ficou a governar D. Teresa. Divergências entre D. Teresa e o seu filhoD. Afonso Henriques. Com 16 anos, D. Afonso Henriques, arma--se, a si próprio, cavaleiro, ato próprio só dereis.
  19. 19. A Batalha de S. Mamede Em 1128, D. Afonso Henriques, apoiado por nobres do condado portucalense, derrotou o exército de sua mãe. Objectivos: alcançar a independência e alargar o território.Batalha de S. Mamede 1128
  20. 20. Consequências da Batalha de S. MamedeD. AFONSO HENRIQUES PASSA A GOVERNAR O CONDADO PORTUCALENSE Castelo de Guimarães
  21. 21. O Reino de Portugal Depois de algumas batalhas (Cerneja e Arcos de Valdevez ), é assinado o tratado de Zamora, em 1143. Neste tratado D. Afonso VII reconhece a independência do condado que passa a chamar-se Reino de Portugal, tendo D. Afonso Henriques como rei.D. AfonsoHenriques
  22. 22. O reconhecimento do PapaEra preciso que o Papa reconhecesse a independência econfirmasse o título de rei.Em 1179 o Papa Alexandre III, reconhece D. AfonsoHenriques como rei, através de uma bula, Bula ManifestisProbatum.
  23. 23. D. AFONSO HENRIQUES E O ALARGAMENTO DO TERRITÓRIO. 1139, vence os Mouros na batalha de Ourique e 1147, D. Afonso Henriques conquistou Santarém e Lisboa, aos mouros. Em 1158 conquista Alcácer do Sal e em 1159 conquista Évora e Beja.
  24. 24. Conquista definitiva do AlgarveEm 1249, com D. Afonso III,conquista-se definitivamente oAlgarve, terminando aReconquista em territórioportuguês. Em 1279, é assinado, noreinado de D. Dinis, o tratadode Alcanizes, que definiu asfronteiras de Portugal, sendo umdos países mais antigos daEuropa.
  25. 25. Participação da população Rei – Chefiava os exércitos, governava o reino, aplicava ajustiça, decidia da paz e da guerra. Senhores nobres e monges guerreiros – comandavam osseus guerreiros e recebiam terras em paga dos serviçosprestados. Homens do povo – combatiam a pé , e eram a maior partedos combatentes,
  26. 26. Tema F2 – Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens
  27. 27. Antigo Regime0 Antigo Regime 0 Século XVII e XVIII 0 Caracterizava-se 0 Por uma economia baseada na agricultura e no tráfego comercial; 0 Por uma sociedade fortemente estratificada, onde dominavam os grupos privilegiados; 0 Pelo poder absoluto do rei.
  28. 28. Absolutismo em França0 Regime político desenvolvido em França por Luís XIV e que se caracterizava pela centralização do poder na pessoa do monarca. 29
  29. 29. Absolutismo em França0 Segundo Luís XIV 0 O rei tinha recebido o seu poder de Deus (poder divino) e era o seu representante na terra para poder governar sem contestação; 0 O rei centralizava em si os três poderes: 0 Poder legislativo; 0 Poder executivo; 0 Poder Judicial. 0 As assembleias que faziam as leis (Cortes na Península Ibérica, Estados Gerais em França) perderam a importância e deixaram de reunir-se. 30
  30. 30. Absolutismo em Portugal0 Reinado de D. João V 0 Regime alicerçado no ouro e diamantes do Brasil. 0 Projecção de uma imagem de grandeza e esplendor: 0 Construção do Convento de Mafra; 0 Construção do Aqueduto das Águas Livres. 31
  31. 31. Convento de Mafra Aqueduto das Águas Livres
  32. 32. Absolutismo em Portugal0 Reinado de D. José I. 0 Convida para Ministro Sebastião José de Carvalho e Melo (1750). 0 Ficou conhecido como o Marquês de Pombal. D. José I 33
  33. 33. Absolutismo em Portugal0 A acção do Marquês de Pombal: 0 1755 – Terramoto de Lisboa 0 Construção de uma nova cidade: 0 Planta retilínea e geométrica; 0 Projeto igual para todos os edifícios; 0 Proibição de marcas exteriores de riqueza; 0 Alinhamento das fachadas das igrejas pela altura dos restantes edifícios. 34
  34. 34. Absolutismo em Portugal0 Reformas pombalinas 0 Reforma Social: 0 Controlo da Nobreza: 0 Processo dos Távoras. 0 Expulsão dos Jesuítas de Portugal; 0 Fim da distinção entre Cristão-Velho e Cristão-Novo. 0 Fim da Inquisição. 35
  35. 35. O Mercantilismo Francês0 Mercantilismo 0 Política económica desenvolvida por Colbert em França; 0 Ministro do rei Luís XIV 0 Estabelecimento de um conjunto de medidas: Fomentar a Industrialização Desenvolvimento comercial Colbert 36
  36. 36. O Mercantilismo Francês 0 Para Colbert: 0 A riqueza de um país estava na quantidade de ouro que o pais conseguisse fazer entrar; 0 Assim, as exportações deveriam aumentar e as importações diminuir.
  37. 37. O Mercantilismo Francês 0 Medidas: 0 Multiplicação de manufacturas: 0 Têxteis: 0 Concede subsídios; 0 Isenção fiscal; 0 Criação de Monopólios. 0 Desenvolvimento de companhias de comércio. 39
  38. 38. Mercantilismo em Portugal Na 2ª metade do século XII, a economia portuguesa passou por muitas dificuldades.  As guerras da  A venda de produtos coloniais (açucar e Rfestauração da tabaco do Brasil) decaiu em virtude da independência concorrência dos holandeses, franceses e com Espanha ingleses.Foi necessário lançar novos impostos e recorrer a empréstimos. 40
  39. 39. Mercantilismo em Portugal Perante a gravidade da situação, vários políticos e economistas portugueses – entre os quais Duarte Ribeiro de Macedo (embaixador português em França) defenderam a aplicação das medidas mercantilistas em Portugal. 0 O mercantilismo foi introduzido em Portugal pelo 3º Conde da Ericeira (D. Luís de Meneses), ministro do rei D. Pedro II 3º Conde da Ericeira
  40. 40. Mercantilismo em Portugal 0 Medidas (I): 0 Criação de Manufacturas: 0 Lanifícios 0 Sedas 0 Chapéus 0 Vidro 0 Ferro. 0 Importação de: 0 Técnicos estrangeiros; 0 Equipamentos. 42
  41. 41. Mercantilismo em Portugal 0 Medidas (II): 0 Concessão de: 0 Subsídios; 0 Benefícios fiscais. 0 Monopólios. 0 Leis pragmáticas: 0 Proibição do uso de artigos de luxo (panos, vidro e louça) de origem estrangeira. 43
  42. 42. Mercantilismo em Portugal 0 Porém, as medidas implementadas pelo Conde da Ericeira vão falhar: 0 Razões: 0 Descoberta de ouro e diamantes no Brasil 0 Tratado de Methuen (1703): 0 Realizado entre Portugal e Inglaterra. 0 Portugal exporta vinhos e importa lanifícios de Inglaterra 44
  43. 43. Mercantilismo em PortugalQuanto maisouro vinha do Brasil, mais Portugal importava produtos de Inglaterra
  44. 44. Sociedade de Ordens 46
  45. 45. Sociedade de Ordens PRIVILEGIADOS NÃOPRIVILEGIADOS 47
  46. 46. Sociedade de Ordens UMA SOCIEDADE ESTRATIFICADA E HIERARQUIZADA A sociedade europeia dos séculos XVII e XVIII era uma sociedade deordens fortemente estratificada e hierarquizada, com base no nascimentoe na função social de cada indivÍduo desempenhava. As principais ordensou estratos eram o clero, a nobreza e o povo.Esta sociedade regia-se pela desigualdade dos estatutos sociais e jurídicosconferidos a cada ordem.
  47. 47. OS PRIVILEGIADOS O Clero e a Nobreza, apesar de representarem apenas cerca de 2% dapopulação, impunham-se pelos privilégios e riquezas que possuíam. Em Portugal, O Clero possuía grande parte das terras. Dividia-se em altoclero e baixo clero, conforme as funções exercidas e o nível de vida.Muitos elementos do clero eram filhos deserdados da nobreza que, nãodispondo de bens próprios, seguiam a vida religiosa. Apesar da perda deprivilégios, devido à centralização do poder, O Clero continuava a nãopagar impostos e a ser julgado em tribunal próprio. Quanto à Nobreza, o seu prestígio aumentava cada vez mais. Gozava deprivilégios como isenção de impostos e leis próprias. Os Nobres eramtambém proprietários de terras e alguns recebiam lucros da suaparticipação no comércio. Existiam também na Nobreza diferentescategorias.
  48. 48. OS NÃO PRIVILEGIADOS0 No Terceiro Estado, também existiam vários estratos.0 O mais importante era o da alta burguesia, constituído por homens de negócios, banqueiros e letrados que exerciam altos cargos na administração e possuíam grande poder económico. Muitos deles eram cristãos-novos, o que fez com que fossem alvo de perseguições por parte da Inquisição.0 Distinguiam-se ainda a média e pequena burguesia, constituídas por pequenos proprietários, comerciantes e artífices.0 Nos estratos inferiores da sociedade situavam-se os camponeses, artesãos, pedintes e escravos, vivendo muitos deles em condições miseráveis.
  49. 49. Sociedade de Ordens

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