Arquitetura grega

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  • 5. Orden Dórico: Es el orden más sencillo de todos. La columna no tiene base, el fuste tiene estrías de cantos vivos, y al pie del fuste encontramos el collarino, imitación al que hacían en los troncos de madera en los inicios. Su capitel está compuesto por dos partes: ábaco y equino. Se trata de una arquitectura arquitrabada, siendo el arquitrabe liso y sin decoración. El friso se une al arquitrabe por las gotas. El friso se divide en triglifos y metopas. Estas últimas con relieves. Se encuentran encimas de la cornisa, saliente para el agua. Más arriba encontramos el frontón, y dentro del mismo, el tímpano (zona triangular para realizar relieves). El frontón es triangular para dar lugar al techo a dos aguas.
  • 6. Orden Jónico Es el orden con las columnas más estilizadas. El fuste tiene cantos planos. El capitel representa el peinado de una mujer, representado por las volutas en el ábaco y sobre el equino. Este capitel está formado por tres partes: el ábaco, el equino y las volutas. Encontramos un arquitrabe dividido en tres franjas. El friso es corrido, sobre el cual está el dentículo, que a su vez está debajo de la cornisa.
  • 7. Orden Corintio: Se trata de un orden muy parecido al jónico. Únicamente se diferencian en el capitel de la columna. Este orden no fue muy utilizado por los griegos, puesto que surge en la época helenística.
  • Arquitetura grega

    1. 1. A herança pré-helénica
    2. 2. Cultura minóica Palácio de Minos, Cnossos, c. 1500 a.c. Utilização de colunas de forma troncocónica, inspirada na arquitetura egípcia. + Colunas associadas a poder, autoridade e soberania
    3. 3. Cultura micénica Porta dos Leões é um grande relevo trabalhado em pedra, ornado por duas feras afrontadas (leoas), que estão a ladear uma coluna cretense e funcionam como guardiões do Palácio de Micenas. É notória uma forte influência do Próximo Oriente Antigo, pela função que desempenham, pelo formato dos corpos em tensão muito musculados (representando o poder e a soberania) e pela simetria de toda a composição.
    4. 4. Cultura micénica Coluna de fuste troncocónico Simetria Força e soberania
    5. 5. Esta estrutura básica tornou-se, a pouco e pouco, mais complexa, de maiores dimensões e rodeada de colunas. O Mégaron micénico A forma e estruturas básicas dos templos gregos evoluíram a partir do mégaron micénico, que era formado por uma sala quadrangular, um vestíbulo ou pórtico suportado por duas colunas e com telhado de duas águas).
    6. 6. O Mégaron micénico Era provavelmente usado para declamação de poesia, festas, rituais religiosos, sacrifícios e conselhos de guerra. Originalmente era muito colorida. Feitos com a ordem arquitetónica minóica, os interiores de tijolo queimado e enormes vigas de madeira moldavam o edifício. O telhado era de telhas de cerâmica e ladrilhos de terracota.
    7. 7. O Mégaron micénico Domos (grande sala): quatro colunas em volta de uma lareira central Prothyron (pórtico de entrada) Prodomos (sala de antecâmara)
    8. 8. Períodos da Arquitetura grega Período arcaico Séc. VIII a.c. a V a.c. Desenvolvem-se os princípios da arte grega. Aparecem os elementos básicos das construções gregas, assim como das ordens arquitetónicas Período clássico 2ª metade do séc. V a.c. e séc. IV É o período de maior esplendor, chamado Século de Péricles.  Assistiu a um grande desenvolvimento da literatura, direito, filosofia, astronomia, comércio e táticas militares Período helenístico Séc. III a.c. ao início da era cristã Período de decadência. Fusão de ideias e culturas de outras civilizações da Antiguidade.
    9. 9. O TEMPLO COMO EXPRESSÃO MÁXIMA DA ARQUITETURA GREGA Harmonia entre o Homem e a Natureza Equilíbrio entre a sociedade e o Universo União entre o Homem e os Deuses
    10. 10. Os arquitetos gregos elaboraram projetos nos quais constavam o estudo topográfico do terreno, a adaptação do edifício ao relevo e a escolha criteriosa da ordem, de acordo com o tipo de edifício. Depois elaboravam cálculos onde as medidas e as proporções eram rigorosamente estabelecidas. Criavam ainda maquetas, em madeira ou terracota, que eram submetidas posteriormente a aprovação final.
    11. 11. O templo foi o edifício de maior expressão da arquitetura grega. Era a morada e abrigo da divindade, local onde se colocava a sua imagem, à qual os fiéis não tinham acesso, pois os rituais eram realizados ao ar livre, ao redor do templo (os fiéis apenas subiam ao templo para entregarem oferendas e realizarem sacrifícios). Também por esse motivo havia uma maior preocupação com a decoração exterior do que com a interior.
    12. 12. Também por esse motivo havia uma maior preocupação com a decoração exterior do que com a interior. Assume um caráter fortemente estético, tal como uma escultura
    13. 13. “Morada dos deuses” Ideais de proporção, harmonia e perfeição
    14. 14. Proporção = acordo de dimensões entre as partes de um objeto ou do seu todo
    15. 15. Harmonia = acordo perfeito entre as partes de um todo, contemplando a simetria, regularidade, equilíbrio, conformidade, coerência, proporção, ordem ou concordância
    16. 16. Ideais de proporção, harmonia e perfeição Pesquisas racionais e morfológicas tomam como referência o corpo humano Antropocentrismo
    17. 17. Os cânones Conjunto de regras e princípios fundamentais de proporções e estrutura das obras, correspondente a um padrão ideal normativo que deve ser seguido com rigor e disciplina na sua execução
    18. 18. O sistema trilítico  Trilítico vem de três (tri) pedras (lithos)  Este sistema já era usado na Mesopotâmia e Egipto antigos 1 2 3 2 elementos de suporte vertical: colunas 1 elemento horizontal de cobertura: arquitrave e vigas de telhado Utilizava o sistema de construção trilítico definido por pilares verticais unidos por lintéis (arquitrave) horizontais Não existiam praticamente nem curvas nem arcos
    19. 19. Os primeiros templos foram construídos de madeira e tijolos de barro, mas no fim do séc VI a.C., passaram a ser construídos de pedra calcária. O mármore, que podia ser polido e trabalhado até à perfeição, tornou-se cada vez mais utilizado. Os primeiros templos
    20. 20. Estrutura planimétrica do templo (planta) •a pronaos (espécie de pórtico); •a naos ou cella (local onde se encontrava a estátua da divindade) •opistódomos (câmara do tesouro onde eram guardados os bens preciosos da cidade, assim com as oferendas ao Deus). Esta estrutura tripartida era rodeada por um peristilo, uma espécie de corredor coberto e circundante, por onde circulavam os fiéis
    21. 21. Segundo a distribuição de colunas: Períptero Pseudoperíptero Prostilo Anfiprostilo Tipo de templos gregos
    22. 22. Períptero O templo é completamente rodeado de colunas.
    23. 23. Pseudoperíptero Quando uma fila ou mais de colunas está embebida nas paredes do naos.
    24. 24. Prostilo O templo só tem colunas na fachada.
    25. 25. Anfiprostilo O templo apresenta colunas nas fachadas principal e posterior.
    26. 26. Segundo número de filas de colunas: Monóptero Díptero Pseudodíptero Pseudodíptero Tipo de templos gregos
    27. 27. Segundo número de colunas na fachada Tetrástilo: 4 colunas na fachada; Pentastilo: 5 colunas na fachada; Hexástilo: 6 colunas na fachada; Octastilo ou octostilo: 8 colunas na fachada; Decástilo: 10 colunas na fachada; Dodecástilo:12 colunas na fachada. Tipo de templos gregos
    28. 28. Esquema de um templo grego
    29. 29. Esquema de um templo grego
    30. 30. AS ORDENS ARQUITETÓNICAS
    31. 31. Cobertura Coluna Frontão Arquitrave Cornija Telhado Fuste dórico com canelado de arestas vivas ORDENS ARQUITECTÓNICAS DÓRICO Ordem dórica
    32. 32. Ordem dórica - Nasceu na Grécia Continental por volta de em 600 a.C.; •possui formas geométricas e a sua decoração é quase inexistente; •não tem qualquer tipo de base, assenta directamente no estilóbato (último degrau, superior, onde assenta o edifício); •apresenta um aspecto sóbrio, pesado e maciço, traduzindo assim a forma do homem; • o fuste é robusto e com caneluras em aresta viva e capitel formado pelo ábaco e equino ou coxim, extremamente simples e geométrico, com forma de almofada. •Simboliza a imponência e a solidez.
    33. 33. Dórico FICHA: Partenon, construído na acrópole de Atenas por ordem de Péricles. Arquitectos: Ictinos e Calícrates. Escultor principal: Fídias. Data: séc. V a.C. (447-438 a.C.)
    34. 34. JÓNICO CoberturaColuna Frontão Arquitrave Cornija Telhado Fuste jónico com canelado de arestas aparadas Ordem jónica
    35. 35. Ordem jónica - Nasceu na Jónia no séc. VI a.C.; difere da ordem anterior nas proporções de todos os elementos e na decoração mais abundante da coluna e do entablamento e pela coluna assentar numa base; •pelas suas dimensões e formas mais esbeltas, traduz a forma da mulher; • possui um fuste mais longo e delgado, com caneluras semicilíndricas, sem arestas vivas, e em maior número que na ordem dórica; •o capitel possuía um ábaco simples e o equino em forma de volutas enroladas em espiral.
    36. 36. Jónico Ficha: Templo de Atena Niké, construído na acrópole de Atenas por ordem de Péricles. Data: séc. V a.C. Nalguns casos, as colunas jónicas podem ser substituídas por cariátides, como no Erecteion (421- 406 a.C.), na acrópole de Atenas.
    37. 37. CORINTIO
    38. 38. Ordem coríntia - Apenas apareceu no final do séc. V a.C. e é uma derivação da ordem jónica, resultado do seu enriquecimento decorativo; •possuía um capitel com forma de sino invertido, decorado com folhas de acanto, coroadas por volutas jónicas; •a sua base era mais trabalhada e o fuste mais adelgado; simboliza a ambição, a riqueza, o poder, o luxo e a ostentação.
    39. 39. Coríntio Templo de Zeus, em Atenas, sécs.VI – IV. A.C.
    40. 40. Comparar as ordens CoberturaColuna Frontão Arquitrave Cornija Telhado Fuste dórico com canela do de aresta s vivas CoberturaColuna Frontão Arquitrave Cornija Telhado Fuste jónico com canela do de arestas aparad as Ordem jónicaOrdem dórica
    41. 41. Tholos Tholos de Atena, em Delfos, séc. IV (380-360 a.C.), com colunas coríntias.
    42. 42. A simetria era uma das característica das construções gregas e foi em parte atingida através de um processo conhecido como entasis destinado a eliminar as ilusões de óptica. Os gregos aplicaram as correcções ópticas: as linhas rectas eram substituídas por linhas curvas. As arquitraves côncavas, paredes internas e colunas eram inclinadas para dentro, ábacos e cornijas sobressaiam das paredes, o fuste das colunas reduzia com a altura e as estrias menos pronunciadas na parte superior diminuíam a sensação de tortuosidade. As correções de ótica
    43. 43. Ligeiramente inclinadas para o interior O espaço entre colunas é ligeiramente mais pequeno no centro que nas colunas laterais
    44. 44. Características gerais  Sistema trilítico  Métrica e decoração fixas - uso das ordens arquitectónicas: dórica, jónica e coríntia  Valores estéticos: proporção, harmonia e simetria  Obediência aos cânones  Dominância da horizontalidade  Prevalência do exterior e do valor urbanístico sobre o espaço interior  Arquitetura ao serviço da vida pública e da vida religiosa
    45. 45. Ordens Dórica Jónica Coríntia Data Local Características gerais Envasamento Coluna Exemplos
    46. 46. Trabalho para casa TPC: Escolher um templo grego e caracterizá-lo de acordo com a ordem arquitectónica que apresenta. FIM

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