ESCOLA SUPERIOR DE CRICIÚMA – ESUCRI        CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO            ARTUR ALLEIN DA ROCHA         FERNA...
ARTUR ALLEIN DA ROCHA         FERNANDO GONÇALVES MIRANDA             ROBISON MENEGASSO PROTÓTIPO DE SISTEMA WEB PARA UNIFI...
ARTUR ALLEIN DA ROCHA          FERNANDO GONÇALVES MIRANDA              ROBISON MENEGASSO PROTÓTIPO DE SISTEMA WEB PARA UNI...
AGRADECIMENTOS      Eu, Artur Allein da Rocha realizo mais um sonho, dentre muitos com os quaishaverei de realizar. Neste ...
SUMÁRIOLISTA DE ILUSTRAÇÕES .............................................................................6LISTA DE QUADROS...
6.1    CONCLUSÕES ................................................................................54   6.2    RECOMENDAÇÕE...
LISTA DE ILUSTRAÇÕESIlustração 1: Layout do protótipo do sistema web. .......................................................
LISTA DE QUADROSQuadro 1: Tabela Família.....................................................................................
ABREVIATURASAPAC – Autorização de Procedimento de Alta ComplexidadeCNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de SaúdeCS...
RESUMOEm todo o Brasil, a partir da implantação dos SUS, a saúde da maioria da populaçãopassou a ser feita por unidades de...
101 INTRODUÇÃO         As unidades de saúde municipais de quase todo o país tem uma formaprecária de armazenamento das inf...
11que pretende melhorar a organização e controle das informações médicas dospacientes, visando uma maior eficiência para o...
122 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO       Sistemas de Informação (SI) podem ser definidos tecnicamente como umconjunto organizado d...
13                      LAUDON, 2004, p.61).        Para O’Brien (2001) um sistema auto monitorado se torna ainda mais úti...
14parte dos recursos de redes e telecomunicações públicas existentes. O quedistingue a internet é um conjunto de protocolo...
15computacionais, consegue extrair o conhecimento que possibilita a capacidade detomar decisões (REZENDE, 2003).        Co...
16•   Sistemas de Apoio a Decisão (SAD) – O SAD fornece várias alternativas para    resolução de um problema e suas conseq...
17tecnológicos e computacionais, essenciais para a elaboração de sistemas deinformação, onde são guardadas ou recuperadas ...
183 RECOMENDAÇÕES DE USABILIDADE NA WEB.           Este capitulo serão apresentados o coceito sobre usabilidade e a valida...
193.2    VALIDAÇÃO W3C SEGUNDO SUAS RECOMENDAÇÕES         A W3C estabelece esses padrões para facilitar a interpretação do...
20                  Ilustração 2: Serviço de validação W3C para HTML.                                  Fonte: W3C (2009). ...
21   3.2.2 VALIDAÇÃO CSS        Segundo Bender Jr (2001) CSS é uma sigla em inglês para CascadmngStyle Sheets, que traduzi...
22                     Ilustração 5: Resultado do serviço de validação.                                    Fonte: W3C(2009...
23eliminado assim elementos desnecessários, economizando marcações, dando assimmaior flexibilidade e diminuição de tempo d...
244 SUS, DATASUS E UNIDADES BÁSICAS.       Este capítulo apresentará a história do SUS (Sistema Único de Saúde) doDATASUS ...
25possibilitando   um   melhor   acompanhamento       das    famílias   do   município,estabelecendo um vínculo de comprom...
26mesmo município. (MANUAL 1999).4.3   SISTEMAS FORNECIDOS PELO DATASUS         O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de...
275 IMPLEMENTAÇÃO DO PROTÓTIPO.         Este capítulo mostra as tecnologias que foram usadas para desenvolvimentodo protót...
28      5.1.2 MYSQL         A história do MySQL é remota, sua criação teve origem em torno de 1979,mas está disponível pub...
29Ilustração 7: Modelo ER do banco de dados           Fonte: Dos autores.
30    5.2.2 DESCRIÇÃO DAS TABELAS.        Para cada tabela do protótipo, tem-se a especificação técnica adotada paradescri...
31           Entidades envolvidas: família e unidadesaude.           Entrada: Código da família, código da unidade de saúd...
32           mais prontuário, o membro pode está numa unidade de saúde, um           membro pertence a somente um prontuár...
33                                                                      de saúde   id_membro         INT                  ...
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35                                                                     profissional    conselho          VARCHAR   15     ...
36                                                                      vacinação     dt_aplicacao     DATE               ...
37                                    Quadro 11: Tabela Tipovacina.     Atributo        Tipo         Tamanho      Casas   ...
38           Saída: Inserção dos dados das cidades e atualizações.5.2.2.14         TABELA: REGIÃO.           Objetivos: Ar...
395.2.2.16         TABELA: UNIDADESAUDE.            Objetivos: Armazenar os dados das unidades de saúde.            Relaci...
40                   Ilustração 8: Modelo de caso de uso do protótipo                                 Fonte: Dos autores.5...
41                                  Ilustração 9: Tela de login.                                      Fonte: Dos autores. ...
42                            Ilustração 10: Menu do protótipo.                                   Fonte: Dos autores.     ...
43quando houver necessidade de modificação de alguma informação já salva, “Excluir”para retirar do banco de dados a inform...
44                             Ilustração 14: Cadastro de família.                                     Fonte: Dos autores....
45administrados pela unidade de saúde. A tabela acessada no banco de dados paraessa tela está identificada como TIPOVACINA...
46profissional da saúde irá cadastrar as campanhas de vacinação promovidas pelogoverno e que a unidade de saúde deve reali...
47                        Ilustração 19: Cadastro de vacinação.                                 Fonte: Dos autores.       ...
48profissional de saúde irá cadastrar os procedimentos que são feitos nos pacientes,como aplicações, curativos entre outro...
49                            Ilustração 22: Consulta dos membro.          A Ilustração 23 apresenta a tela de relatório d...
50unidade de saúde de Vila São Jorge.              Ilustração 24: Resultado do relatório procedimentos realizados.        ...
51                   Ilustração 26 Resultado dos prontuários realizados.                                   Fonte: Dos auto...
52                  Ilustração 28: Relatório de vacinação por campanha.                                   Fonte: Dos autor...
53Ilustração 30: Consulta vacinação por paciente.              Fonte: Dos autores.
546 CONSIDERAÇÕES FINAIS           Neste capítulo serão apresentadas as conclusões e recomendações paratrabalhos futuros.6...
55                                 REFERÊNCIASBATISTA, Emerson de Oliveira. Sistemas de informação: O uso consciente datec...
56NIEDERAUER, Juliano. Desenvolvendo websites com PHP: aprenda a criarwebsites dinâmicos e interativos com PHP e banco de ...
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PROTÓTIPO DE SISTEMA WEB PARA UNIFICAR AS INFORMAÇÕES DAS UNIDADES DE SAÚDE MUNICIPAIS

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Em todo o Brasil, a partir da implantação dos SUS, a saúde da maioria da população
passou a ser feita por unidades de saúde municipais. Entretanto, estas unidades
controlam isoladamente, e às vezes manualmente, as informações de seus
pacientes. Uma série de problemas ocorre por isso. A solução para alguns desses
problemas passa pelo desenvolvimento de um protótipo web para unificação das
informações das unidades de saúde, utilizando-se de linguagens free ou open
source, onde estão integrados em um banco de dados central on-line, através de
atualizações simultâneas do banco de dados que está num servidor disponível para
todas as unidades de saúde, sendo assim os pacientes irão ter suas informações
atualizadas em todas as unidades de saúde do município.

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PROTÓTIPO DE SISTEMA WEB PARA UNIFICAR AS INFORMAÇÕES DAS UNIDADES DE SAÚDE MUNICIPAIS

  1. 1. ESCOLA SUPERIOR DE CRICIÚMA – ESUCRI CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ARTUR ALLEIN DA ROCHA FERNANDO GONÇALVES MIRANDA ROBISON MENEGASSO PROTÓTIPO DE SISTEMA WEB PARA UNIFICAR ASINFORMAÇÕES DAS UNIDADES DE SAÚDE MUNICIPAIS Criciúma (SC), novembro/2009
  2. 2. ARTUR ALLEIN DA ROCHA FERNANDO GONÇALVES MIRANDA ROBISON MENEGASSO PROTÓTIPO DE SISTEMA WEB PARA UNIFICAR ASINFORMAÇÕES DAS UNIDADES DE SAÚDE MUNICIPAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação da Escola Superior de Criciúma, ESUCRI. Orientador: Prof. Fernando Del Moro Criciúma (SC), novembro/2009
  3. 3. ARTUR ALLEIN DA ROCHA FERNANDO GONÇALVES MIRANDA ROBISON MENEGASSO PROTÓTIPO DE SISTEMA WEB PARA UNIFICAR ASINFORMAÇÕES DAS UNIDADES DE SAÚDE MUNICIPAIS Trabalho de Conclusão de Curso aprovado pela Banca Examinadora para obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação da Escola Superior de Criciúma, ESUCRI. Criciúma, 24 de novembro de 2009. BANCA EXAMINADORA: _____________________________________ Prof. Fernando Del Moro - Orientador ______________________________________ Prof. Andréia Ana Bernardini ______________________________________ Prof. Marta Adriana da Silva Cristiano
  4. 4. AGRADECIMENTOS Eu, Artur Allein da Rocha realizo mais um sonho, dentre muitos com os quaishaverei de realizar. Neste momento, conquistei uma vitória. Passei por váriosmomentos, obstáculos, situações difíceis, mas também felizes, e hoje já não soumais o mesmo. É com grande emoção que agradeço primeiramente a Deus portudo; aos meus familiares por sempre estar presente em minha vida; aos meusamigos presentes que sempre me deram coragem e pelos simples gestos deamizade; aos meus amigos de Sistemas de Informação que compartilheidescobertas, conquistas, alegrias, aos meus docentes por me mostrar novoscaminhos e repartir conhecimentos, ao orientador por ter ajudado a concretizarnosso projeto, e aos meus amigos Fernando Gonçalves Miranda e RobisonMenegasso por estarem juntos nessa reta final. Recebam o meu “muito obrigado”por tudo, repleto de amor e carinho. “Lute, não desista de seus sonhos. Foipensando assim que cheguei aqui”. Eu, Fernando Gonçalves Miranda agradeço a Deus, força maior que mepermitiu chegar até aqui. A minha família e minha namorada pela constantepresença em minha vida e pelo incentivo de ir sempre além, jamais desistindo demeus objetivos. A todos os acadêmicos do curso de Sistema de Informação, pelaamizade conquistada nesses quatro anos, aos meus amigos Artur Allein da Rocha eRobison Menegasso que junto comigo fizeram este trabalho de conclusão de curso eao nosso orientador Prof. Fernando Del Moro que nos orientou e contribuiu para queeste trabalho se concretizasse. Aos professores, que na sua maioria souberamtransmitir seus conhecimentos. Enfim, a todos aqueles que contribuíram de umaforma ou de outra para que este trabalho se concretizasse. Eu, Robison Menegasso, agradeço a minha família por ter me incentivado ainiciar a graduação, em especial a minha mãe, Rosália Hoffmann Menegasso, e aomeu pai, Donilio Menegasso, que sempre me apoiaram em todos os momentos daminha vida. Também agradeço aos companheiros desse trabalho, ao nossoorientador Fernando Del Moro,que aceitou ao nosso convite, e a todos que dealguma forma contribuíram para o sucesso desse trabalho.
  5. 5. SUMÁRIOLISTA DE ILUSTRAÇÕES .............................................................................6LISTA DE QUADROS.....................................................................................7ABREVIATURAS ............................................................................................8RESUMO............................................. ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.1 INTRODUÇÃO.....................................................................................10 1.1 MOTIVAÇÃO....................................................................................10 1.2 OBJETIVOS .....................................................................................10 1.2.1 OBJETIVO GERAL ....................................................................10 1.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS......................................................11 1.3 ORGANIZAÇÃO...............................................................................112 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO............................................................12 2.1 TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO...................................................13 2.2 CONCEITOS E TIPOS. ....................................................................143 RECOMENDAÇÕES DE USABILIDADE NA WEB..............................18 3.1 W3C. ................................................................................................18 3.2 VALIDAÇÃO W3C SEGUNDO SUAS RECOMENDAÇÕES............19 3.2.1 VALIDAÇÃO HTML 4.0..............................................................19 3.2.2 VALIDAÇÃO CSS ......................................................................214 SUS, DATASUS E UNIDADES BÁSICAS. ..........................................24 4.1 UNIDADE DE SAÚDE......................................................................24 4.2 DATASUS ........................................................................................25 4.3 SISTEMAS FORNECIDOS PELO DATASUS ..................................265 IMPLEMENTAÇÃO DO PROTÓTIPO. ................................................27 5.1 TECNOLOGIAS UTILIZADAS..........................................................27 5.1.1 PHP............................................................................................27 5.1.2 MYSQL ......................................................................................28 5.2 MODELAGEM DE DADOS. .............................................................28 5.2.1 MODELO ENTIDADE RELACIONAMENTO..............................28 5.2.2 DESCRIÇÃO DAS TABELAS. ...................................................30 5.3 MODELO CASO DE USO DO PROTÓTIPO....................................39 5.4 FUNCIONALIDADE DO PROTÓTIPO E INTERFACE GRAFICA....406 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................54
  6. 6. 6.1 CONCLUSÕES ................................................................................54 6.2 RECOMENDAÇÕES PARA TRABALHOS FUTUROS ....................54REFERÊNCIAS ............................................................................................55
  7. 7. LISTA DE ILUSTRAÇÕESIlustração 1: Layout do protótipo do sistema web. ....................................................19Ilustração 2: Serviço de validação W3C para HTML. ................................................20Ilustração 3: Resultado do serviço de validação. ......................................................20Ilustração 4: Serviço de validação W3C para CSS. ..................................................21Ilustração 5: Resultado do serviço de validação. ......................................................22Ilustração 6: layout validado. .....................................................................................22Ilustração 7: Modelo ER do banco de dados.............................................................29Ilustração 8: Modelo de caso de uso do protótipo .....................................................40Ilustração 9: Tela de login. ........................................................................................41Ilustração 10: Menu do protótipo. ..............................................................................42Ilustração 11: Botão de procurar. ..............................................................................42Ilustração 12: Botões.................................................................................................43Ilustração 13: Cadastro de unidade de saúde. ..........................................................43Ilustração 14: Cadastro de família.............................................................................44Ilustração 15: Cadastro de membro. .........................................................................44Ilustração 16: Cadastro de profissão.........................................................................45Ilustração 17: Cadastro de profissional. ....................................................................45Ilustração 18: Cadastro de campanha.......................................................................46Ilustração 19: Cadastro de vacinação. ......................................................................47Ilustração 20: Cadastro de prontuário. ......................................................................47Ilustração 21: Cadastro procedimento.......................................................................48Ilustração 22: Consulta dos membro.........................................................................49Ilustração 23: Relatório de procedimentos realizados...............................................49Ilustração 24: Resultado do relatório procedimentos realizados. ..............................50Ilustração 25: Relatório de prontuário por período. ...................................................50Ilustração 26 Resultado dos prontuários realizados..................................................51Ilustração 27: Relatório de vacinação por campanha................................................51Ilustração 28: Relatório de vacinação por campanha................................................52Ilustração 29: Consulta vacinação por paciente. .......................................................52Ilustração 30: Consulta vacinação por paciente. .......................................................53
  8. 8. LISTA DE QUADROSQuadro 1: Tabela Família..........................................................................................30Quadro 2: Tabela Membro. .......................................................................................31Quadro 3: Tabela Prontuários. ..................................................................................32Quadro 4: Tabela Procedimento. ..............................................................................32Quadro 5: Tabela Item_procedimento.......................................................................33Quadro 6: Tabela CAD_item_procedimento..............................................................34Quadro 7: Tabela Profissão.......................................................................................34Quadro 8: Tabela Profissional. ..................................................................................34Quadro 9: Tabela Vacinação.....................................................................................35Quadro 10: Tabela Item_vacina. ...............................................................................36Quadro 11: Tabela Tipovacina. .................................................................................37Quadro 12: Tabela Campanha. .................................................................................37Quadro 13: Tabela Cidade. .......................................................................................37Quadro 14: Tabela Região. .......................................................................................38Quadro 15: Tabela MicroRegiao. ..............................................................................38Quadro 16: Tabela Unidadesaude. ...........................................................................39
  9. 9. ABREVIATURASAPAC – Autorização de Procedimento de Alta ComplexidadeCNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de SaúdeCSS – Cascading Style SheetsCPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação FinanceiraDOM – Document Object ModelDSS – Decision Support SystemsECMA – European Computer Manufacturers AssociationER – Entidade Relacionamento.ERP – Enterprise Resource PlanningGED – Gestão Eletrônica de DocumentoHTML – HyperText Markup LanguageISO – International Organization for StandardizationPHP – Personal Home PageSAD – Sistemas de Apoio a DecisãoSGDB – Sistema Gerencial de Banco de DadosSGML – Standard Generalized Markup LanguagemSI – Sistema de InformaçãoSIA – Sistema de Informações AmbulatoriaisSIOPS – Sistema de Informações sobre Orçamento Público em SaúdeSQL – Structured Query LanguagemSNT – Sistema Nacional de TransplantesSUS – Sistema Único de SaúdeTCP/IP – Transmission Control Protocol / Internet ProtocolTI – Tecnologia da InformaçãoW3C – World Wide Web ConsortiumWWW – World Wide WebXML – Extensible Markup Language
  10. 10. RESUMOEm todo o Brasil, a partir da implantação dos SUS, a saúde da maioria da populaçãopassou a ser feita por unidades de saúde municipais. Entretanto, estas unidadescontrolam isoladamente, e às vezes manualmente, as informações de seuspacientes. Uma série de problemas ocorre por isso. A solução para alguns dessesproblemas passa pelo desenvolvimento de um protótipo web para unificação dasinformações das unidades de saúde, utilizando-se de linguagens free ou opensource, onde estão integrados em um banco de dados central on-line, através deatualizações simultâneas do banco de dados que está num servidor disponível paratodas as unidades de saúde, sendo assim os pacientes irão ter suas informaçõesatualizadas em todas as unidades de saúde do município.Palavras-chave: unidade de saúde, controle de vacinação, sistema web.
  11. 11. 101 INTRODUÇÃO As unidades de saúde municipais de quase todo o país tem uma formaprecária de armazenamento das informações, em sua maioria são utilizadosfichários e alocados em arquivos mortos, não havendo compartilhamento deinformação com outras unidades de saúde do mesmo município, não fornecendoassim qualquer segurança ou consistência nas informações dos pacientes, já que seum paciente efetuar qualquer procedimento fora de sua região, estas informaçõesnão constarão no seu histórico. Sem essas informações armazenadas nas unidades de saúde, váriasdificuldades podem surgir, tais como, falta de controle e acompanhamento deficientena vacinação, organização e controle das informações médicas dos pacientes dasunidades de saúde que podem ficar sem informações sobre consultas medicas ouprocedimentos efetuados em outra unidade de saúde, levantamento manual dasinformações das campanhas governamentais de vacinação, dentre outras. O protótipo proposto visa solucionar o problema de armazenamento eorganização das informações através de um banco de dados único e compartilhadopor todas as unidades de saúde do município, melhorando assim o controle devacinação e o controle das informações médicas dos pacientes.1.1 MOTIVAÇÃO O tema abordado neste trabalho de conclusão de curso está focado nodesenvolvimento de um sistema de informação, especificamente na área da saúde,onde foram observadas carências na organização e consultas das informações nasunidades municipais de saúde. O trabalho visa desenvolver um protótipo para realizar um controle maiseficaz dos pacientes que utilizam as unidades de saúde municipais, unificando asinformações entre as unidades para que o paciente possa ser atendido em qualquerunidade de saúde do município, com todas as suas informações atualizadas.1.2 OBJETIVOS 1.2.1 OBJETIVO GERAL O objetivo desse trabalho é desenvolver um protótipo de um sistema web,
  12. 12. 11que pretende melhorar a organização e controle das informações médicas dospacientes, visando uma maior eficiência para o sistema de saúde municipal. 1.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos específicos são: • Pesquisar sobre desenvolvimento de sistemas de informação. • Pesquisar o funcionamento e o fluxo de informações dos postos de saúde de um município. • Pesquisar o funcionamento de um prontuário médico. • Pesquisar o funcionamento do controle de vacinação. • Desenvolver o software para funcionamento on-line.1.3 ORGANIZAÇÃO Este trabalho esta dividido em 6 capítulos, onde no capitulo 2 seráapresentado introdução sobre sistema de informação, no capitulo 3 tem-se apadronização web e testes do layout do protótipo proposto, seguindo o capitulo 4que abrange a área de saúde e softwares fornecidos pelo DATASUS, o capitulo 5fala das ferramentas e tecnologias utilizadas no desenvolvimento do protótipo efinalizando são descritas as considerações finais e as propostas para trabalhosfuturos.
  13. 13. 122 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de Informação (SI) podem ser definidos tecnicamente como umconjunto organizado de pessoas, hardware, software, redes de comunicação erecursos de coleta de dados que distribui a informação na organização para auxiliarna tomada de decisões, coordenação e controle. Os sistemas de informaçãotambém auxiliam os gerentes e trabalhadores a analisar os problemas existentes,visualizar assuntos complexos e na criação de novos produtos (LAUDON; LAUDON2004 e O’BRIEN 2001). Os sistemas de informação podem ser manuais e computadorizados,normalmente as organizações migram dos sistemas manuais que tem o uso diretodas pessoas fazendo o trabalho de um sistema computadorizado, mas levando maistempo. Um sistema computadorizado quando bem planejado para evitar o máximode erros, irá melhorar o desempenho da organização tendo um tempo deprocessamento menor, fornecendo informação mais rápida e podendo auxiliar nasnecessidades da organização (STAIR; REYNOLDS 2006) Para Batista (2004), Stair e Reynolds (2006) um sistema de informação é umconjunto de elementos inter-relacionados que coletam, manipulam e disseminamdados e informação, interdependentes ou organizados que interage formando umtodo unitário e complexo. Hoje em dia é importante que os administrados tenham conhecimento sobreas informações da organização, por que tal conhecimento, sendo usado em umsistema de informação dentro da organização, poderia ajudar a ampliar a área dealcance de seus produtos ou serviços e sobreviver ao mercado de trabalhoampliando seus lucros e se mantendo competitiva (LAUDON; LAUDON 2004). Essas atividades são importantes para as organizações porque é atravésdelas que vão ser controladas as operações e irão auxiliar nas tomadas dasdecisões, analisarem os problemas e criar seus novos produtos ou serviços. Organizações têm processos de negócios e fluxos de informação internos que também podem se beneficiar de uma integração mais estreita. Uma organização de grande porte caracteristicamente tem muitos tipos diferentes de sistemas de informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos de negócios. A maioria desses sistemas é montada com base em funções, níveis organizacionais e processos de negócios diferentes que não ‘falam’ entre si, e os gerentes podem encontrar dificuldades para reunir os dados de que precisam para ter uma boa visão geral abrangente das operações da organização (LAUDON;
  14. 14. 13 LAUDON, 2004, p.61). Para O’Brien (2001) um sistema auto monitorado se torna ainda mais útil. Osistema é auto-regulado através de dois componentes, feedback e Controle.“Feedback são dados sobre o desempenho do sistema, e “Controle” envolvemonitoramento e avaliação do feedback para determinar se um sistema está sedirigindo para a realização de sua meta”. A partir daí a função de controle é fazer osajustes necessários para que a entrada e processamento de um sistema sejamalcançados de uma forma adequada.2.1 TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO Referindo-se a tecnologia da Informação (TI) Turban, Rainer e Potter (2005)dizem que a principal função da TI é ajudar e facilitar as organizações a fazeremsuas funções rapidamente, mas é importante que os indivíduos envolvidos tambémsaibam o que estão fazendo, não somente na área ou departamento que atuam,mas também o que está sendo feito em outros departamentos da organização, paraserem bons profissionais e poderem saber diferenciar sistemas que são bons deoutros que não são eficazes, por que os sistemas estão ficando cada vez maisnecessários nas organizações. A infra-estrutura da tecnologia da informação de uma organização consiste nas instalações físicas, componentes da TI, serviços da TI e gerência da TI que oferecem suporte à organização inteira. Os componentes da TI são o hardware de computador, software e tecnologias de comunicação que são usados pelo pessoal da TI para produzir serviços da TI. Os serviços da TI incluem gerenciamento de dados, desenvolvimento de sistemas e aspectos de segurança. As infra-estruturas da TI incluem esses recursos, além de sua integração, operação, documentação, manutenção e gerenciamento. A infra- estrutura de TI também nos diz como os recursos de computação específicos são organizados, operados e gerenciados (TURBAN; RAINER; POTTER 2005, p.40). Conforme Turban, Rainer e Potter (2005) a internet se tornou um mecanismomuito importante hoje em dia e tem um alcance mundial, milhões de pessoas usam ainternet. Por isso os sistemas que fazem uso da mesma estão crescendo cada vezmais e mudando a madeira que as organizações usam seus recursos decomputação. Os sistemas baseados na web podem ser acessados de qualquer lugardo mundo, precisando apenas de um navegador de ambiente web, e usar osmesmos protocolos da internet para poder acessá-lo. Fisicamente, a internet usa
  15. 15. 14parte dos recursos de redes e telecomunicações públicas existentes. O quedistingue a internet é um conjunto de protocolos chamados TCP/IP (TransmissionControl Protocol/ Internet Protocol) e o serviço que a internet usa para transportarpacotes é chamado de World Wide Web, mais conhecido como WWW. Conforme Stair e Reynolds (2006) consideram que o desenvolvimento desistemas ou a modificação do mesmo para atender as necessidades que umaorganização possui é difícil e complexo. Para um gerente de projeto gerenciarcorretamente o desenvolvimento de um sistema, deve criar etapas com prazos deconclusão para cada uma delas, assim facilita o desenvolvimento que antesnormalmente ultrapassava os prazos e o orçamento estipulado no inicio do projeto.2.2 TIPOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Neste item serão apresentados os tipos de sistemas de informação,mostrando que o termo sistema é usado em diversos lugares. Segundo Melo (1999) o termo sistemas abrange muitas idéias, podendo sereles o sistema solar, e o próprio corpo humano e seus aspectos. Sistema é maisusado no dia-a-dia com os termos sistemas comerciais, transportes, econômicos eoutros, que são tanto físicos como lógicos, podendo existir na natureza ou criadapelo homem para satisfazer suas necessidades e finalidades, onde esses sistemassão conjuntos de componentes, com funções que se comunicam entre si para atingirseus objetivos, dando assim suas características. A partir disso, todos os sistemasque tem informações de entrada visando gerar resultados para as suasnecessidades são denominados sistemas de informação. Deve-se distinguir dado de informação, para Oliveira (2005, p 36), “Dado équalquer elemento identificado em sua forma bruta que, por si só, não conduz a umacompreensão de determinado fato ou situação”, enquanto “Informação é o dadotrabalhado que permite ao executivo tomar decisões”. Conforme Rezende (2003, p.61), “informação é todo dado trabalhado,tratado, útil, com valor significativo atribuído ou agregado a ele e com um sentidonatural e lógico para quem usa a informação” e “dado é entendido como umelemento da informação, um conjunto de letras, números ou dígitos depositados ouguardados, que, tomado isoladamente, não transmite nenhum conhecimento, ouseja, não contem um significado claro”. A informação quando é “trabalhada” por pessoas ou pelos recursos
  16. 16. 15computacionais, consegue extrair o conhecimento que possibilita a capacidade detomar decisões (REZENDE, 2003). Conforme Rezende (2003) os sistemas são classificados em sistemas deinformação operacionais, sistemas de informação gerenciais e sistemas deinformação estratégicos. Para Florentino (2009) os sistemas são classificados de acordo com os seusobjetivos e o tipo de informação que manipulam:• Sistemas de Informações Rotineiros ou Transacionais – São os sistemas mais simples e mais comuns nas organizações. Esses sistemas apóiam as funções operacionais das organizações. Geralmente são os primeiros a ser adquiridos nas organizações, por serem mais baratos e fáceis de serem implementados, além de dar origem aos sistemas gerenciais. Seu principal objetivo é processar dados, fazer cálculos e fazer consultas. Seu principal benefício e a agilidade nas rotinas e tarefas do dia-a-dia, confiabilidade das informações, redução de pessoal e custos e melhor comunicação.• Sistemas de Gestão de Suprimentos – Seu objetivo é controlar produtos, peças, matérias primas, aquisição e fluxo de matérias por toda uma cadeia produtiva.• Sistemas de Gestão Empresarial Integrado ERP (Enterprise Resource Planning) – São sistemas que unem sistemas rotineiros de uma organização. Esse sistema permite integrar todos os departamentos da empresa e ainda gerar produção por demanda (sem estoque). Laudon e Laudon (2004) comentam que os sistemas integrados têm grandesdesafios para serem implantados, mesmo podendo melhorar a coordenação e aeficiência na tomada de decisões em uma organização, ele não dá nenhumagarantia de lucro para a mesma. Para uma organização ter todos os setoresinterligados com um sistema integrado custa muito caro a implantação, e qualquermudança em um desses setores pode afetar a organização inteira, e isso deixa osistema muito frágil.• Sistemas de Informações Gerenciais – Esse sistema surgiu com o intuito de auxiliar gerentes em suas funções. Mas com o passar do tempo ele vem sendo utilizado por todos os funcionários que tomam algum tipo de decisão. Seu objetivo é fornecer informações para a tomada de decisões.
  17. 17. 16• Sistemas de Apoio a Decisão (SAD) – O SAD fornece várias alternativas para resolução de um problema e suas conseqüências. Assim o usuário decide qual a melhor alternativa a ser tomada.• Sistemas de Gestão Eletrônica de Documentos (GED) – Tem como objetivo armazenar e recuperar documentos através do banco de dados. Os sistemas de informação estratégicos contemplam o processamento de grupos de dados das operações operacionais e transações gerenciais, transformando-os em informações estratégicas. Trabalham com os dados no nível macro, filtrando as operações das funções empresariais, considerando ainda o meio ambiente interno ou externo, visando auxiliar o processo de tomada de decisão da alta administração, tal como presidentes, diretores, sócios, acionistas, proprietários, assessores etc. (REZENDE, 2003, p.62). Para O’Brien (2004) um sistema de informação consiste em seis recursosprincipais:• Recursos Humanos – Especialistas – analistas de sistemas, programadores, operadores de computador. Usuários Finais – todos os demais que utilizam sistemas de informação.• Recursos de Hardware – Máquinas – computadores, monitores de vídeo, unidades de discos magnéticos, impressoras, scanners óticos. Mídias – disquetes, fita magnética, discos óticos, cartões de plásticos, formulários em papel.• Recursos de Software – Programas – programas de sistemas operacionais, programas de planilhas eletrônicas, programas de processamento de textos, programas de folha de pagamento. Procedimentos – procedimento de entrada de dados, procedimentos de correção de erros, procedimentos de distribuição de contracheques.• Recursos de Dados – Descrição de produtos, cadastros de clientes, arquivos de funcionários, banco de dados de estoque.• Recursos de Redes – Meios de comunicação, processadores de comunicações, acesso a redes e software de controle.• Recursos de Informação – Relatórios administrativos e documentos empresariais utilizando texto e demonstrativos gráficos, respostas em áudio e formulários em papel. Segundo Rezende (2005) a tecnologia da informação são recursos
  18. 18. 17tecnológicos e computacionais, essenciais para a elaboração de sistemas deinformação, onde são guardadas ou recuperadas as informações, dando um controlede acesso a essas informações que serão geradas na organização, que sefundamentam em hardware e software.
  19. 19. 183 RECOMENDAÇÕES DE USABILIDADE NA WEB. Este capitulo serão apresentados o coceito sobre usabilidade e a validaçãodo protótipo proposto. Usabilidade é a capacidade que um produto tem de atingir os objetivosesperados como eficácia, eficiência e satisfação em um contexto de usoespecificado pelo mesmo (DIAS 2003). Não existem normas para regulamentar o desenvolvimento web e suastecnologias, mas existem órgãos como ISO (International Organization forStandardization) e a European Computer Manufacturers Association (ECMA), quenormalizam o padrão web, mas quando falamos de normas na web a melhorreferencia é o The World Wide Web Consortium (W3C) que não cria normas e simrecomendações para a web (NYMAN 2007).3.1 W3C A world wide web (www) foi proposto por Tim Berners-Lee em 1989. Com asua invenção, usuários poderiam compartilhar informações, jogar e socializar em umespaço comum (W3C 2009). Com o crescimento da internet, em 1994, Tim Berners-Lee dá origem aoW3C organização internacional do qual fazem parte empresas como Microsoft,Apple, Adobe, Sun Microsystems e outros provedores e fabricantes de software ehardware (W3C 2009). A W3C é internacionalmente reconhecida por desenvolver padrões ediretrizes web, as denominadas recomendações web são desenvolvidas por gruposde trabalho, membros do consórcio e convidados, com a finalidade de que a webatinja todo o seu potencial, evitando a fragmentação do mercado econseqüentemente a da web (W3C 2009).As recomendações mais atuais da W3C são: • HTML 4.0 – HyperText Markup Language • XHTML 1,0, 1,1, e Modularização • CSS - Cascading Style Sheets • DOM 1 - Document Object Model Level 1
  20. 20. 193.2 VALIDAÇÃO W3C SEGUNDO SUAS RECOMENDAÇÕES A W3C estabelece esses padrões para facilitar a interpretação dosservidores, navegadores e software cliente, disponibilizando validadores em seu siteonde os documentos são processados e uma lista de eventuais erros é mostrada aousuário, encontrando e corrigindo com mais facilidade e economia de tempo, quandonão mais forem encontrados erros, uma certificação é fornecida. Com a possibilidade de padronização de layouts através dos validadoresfornecidos pela W3C, será feito um teste mostrando como se padroniza um layout. 3.2.1 VALIDAÇÃO HTML 4.0. A seguir será mostrado como validar o código HTML no site da W3C,usando o layout do protótipo para o teste, como apresentado na Ilustração 1 o layoutantes de ser validado. Ilustração 1: Layout do protótipo do sistema web. Fonte: Dos autores. A Ilustração 2 apresenta o validador HTML da W3C fornecido em seu site(http://validator.w3.org), onde é possível buscar a página a ser validada e que sereferencia a página do layout como demonstra a Ilustração 2.
  21. 21. 20 Ilustração 2: Serviço de validação W3C para HTML. Fonte: W3C (2009). A ilustração 3 apresenta o resultado do teste que foi efetuado no layout ondese obteve o sucesso na validação, caso contrário a página mostraria seus erros erecomendações para correção. Ilustração 3: Resultado do serviço de validação. Fonte: W3C (2009)
  22. 22. 21 3.2.2 VALIDAÇÃO CSS Segundo Bender Jr (2001) CSS é uma sigla em inglês para CascadmngStyle Sheets, que traduzido para português, Folha de Estilo em Cascata onde sãocriadas as definições dos estilos das páginas da web, como cores, fontes etc.Podendo ser definidos dentro dos arquivos HTML, ou através da extensão.css a qualteve ser referenciado dentro do arquivo HTML o local onde se encontra o arquivoSCC, podendo assim ser utilizados em vários documentos de um site, tornando umagrande ferramenta e bastante difundida na atualidade. Conforme mostra a Ilustração 4, existe um outro teste disponível no site daW3C, que é o teste de validação dos seus estilos de textos mais conhecidos porCSS. A ilustração 4 demonstra o validador CSS disponibilizado no site da W3C,com possibilidade de ser traduzido para 13 línguas, demonstrando assim a grandepreocupação da W3C com estilos mais leves para web, o site apresenta a busca doarquivo onde esta o layout para que seja validado. Ilustração 4: Serviço de validação W3C para CSS. Fonte: W3C (2009). O resultado é dado conforme mostra a ilustração 5, que também mostra onível a qual se encontra as folhas de estilo e se não houver eventuais erros édisponibilizado, o selo de validade, que pode ser incluído na página verificada.
  23. 23. 22 Ilustração 5: Resultado do serviço de validação. Fonte: W3C(2009). Os eventuais selos foram aplicados no layout do protótipo que foi usado paraos testes de validação por um código HTML que é fornecida pela W3C, comoapresenta a Ilustração 6, assim podendo demonstrar os cuidados que foram usadosna criação do protótipo. Ilustração 6: layout validado. Fonte: Dos Autores. Seguindo as recomendações da W3C, será criada uma estrutura comumcom fácil manipulação, inserindo e excluindo conteúdos de maneira simples,
  24. 24. 23eliminado assim elementos desnecessários, economizando marcações, dando assimmaior flexibilidade e diminuição de tempo de acesso, dando a liberdade deestruturação e inovação (FERRAZ 2003).
  25. 25. 244 SUS, DATASUS E UNIDADES BÁSICAS. Este capítulo apresentará a história do SUS (Sistema Único de Saúde) doDATASUS e a estratégia SAÚDE DA FAMÍLIA utilizada pelos municípios,apresentando também alguns aplicativos e sistemas fornecidos pelo DATASUS. A saúde é um direito de todas as pessoas e é dever do estado que isto seconcretize em seu exercício, todos devem ter acesso aos serviços de saúde para aproteção e recuperação da saúde individual ou coletiva (NERY, VANZIN 1998). O SUS foi constituído a partir de 1988 e desde então foram várias iniciativas,legais e comunitárias que estão sendo tomadas para viabilização do novo sistemade saúde, que na época em que foi implantado parecia ser a melhor forma demelhorar a saúde da população, que tinha pouca assistência quando se tratava desaúde, o SUS seria financiado com recursos do orçamento da seguridade social,União, Estados, Distrito Federal e dos Municípios, além de também receber recursosde outras fontes como do CPMF (Contribuição Provisória sobre MovimentaçãoFinanceira) (NERY; VANZIN 1998).4.1 UNIDADE DE SAÚDE Os usuários do SUS seguem uma hierarquização de complexidade de serviçooferecido pelo mesmo, ou seja, quando o usuário buscar os serviços do SUS,primeiro deverá buscar ser atendido nas unidades básicas localizadas no seu bairroou em um bairro mais próximo, só poderão ser encaminhados para uma unidade demaior complexidade, quando a unidade básica não puder fazer o atendimento, aexceção é só para usuários que estivem correndo risco de vida (REMOR; 2003). O SUS adota algumas diretrizes para que as unidades de saúde sigam, paramelhorar a organização e o desenvolvimento da atenção básica, com implantaçãode estratégias que sejam adequadas para a realidade do município em que aunidade de saúde se encontra, entre as estratégias existentes a que melhorcontribuiu para o modelo de saúde mais resolutivo e humanizado, foi à estratégiaSaúde da Família (BRASIL; 1999). A Saúde da Família trabalha incorporando agentes de saúde nas unidades desaúde, que se organizam de acordo com os princípios da saúde da família, asagentes de saúde passam a acompanhar um número determinado de indivíduos oufamílias que moram num espaço territorial próximo a sua unidade, assim
  26. 26. 25possibilitando um melhor acompanhamento das famílias do município,estabelecendo um vínculo de compromisso e de co-responsabilidade entre oprofissional da saúde e a população. Esse espaço territorial que é dividido entre asagentes de saúde, existe porque é feito um mapeamento do território do município eé definido para as unidades básicas, assim as unidades de saúde trabalham com adefinição da sua área de abrangência, ficando responsáveis pela população que vivenesse espaço territorial, sendo dividido entre as agentes de saúde (BRASIL; 1999). Para que a organização e gerenciamento das operações da unidade de saúdesejam mantidos, é feito um cadastramento e implantação do cartão SUS, que depoisde feito iniciará um vinculo entre o sistema de saúde e seus profissionais com acomunidade. O cadastramento permite a identificação dos indivíduos e suasfamílias, só com o cadastramento sendo realizado é que a unidade de saúde saberáas condições de moradia de cada família do município, o mesmo deve ser atualizadoperiodicamente para que o acompanhamento das famílias seja eficaz e possaidentificar situações ou problemas dentro de uma família para que possam ter umacompanhamento especial dos serviços da saúde (BRASIL; 1999).4.2 DATASUS O uso da informação é fundamental para a democratização e melhoria doSUS, assim a informatização ganhou grande importância, tornando-se essencialpara a descentralização das atividades de saúde, controle social e utilização dosrecursos disponíveis, que são feitas seguindo algumas diretrizes tecnológicasadequadas. Para alcançar tais objetivos é que foi criado o departamento deinformática do SUS - DATASUS, que é um órgão da Secretaria Executiva doMinistério da Saúde. (DATASUS 2008). Para poder melhorar o cadastramento nos municípios, existem sistemas eaplicativos que são fornecidos pela DATASUS, esses sistemas são fornecidos paraos municípios que não possuem recursos para desenvolver um aplicativopersonalizado ou que entenderem que os dados básicos existentes nos formuláriose suas funções sejam suficientes para suprir suas necessidades (BRASIL; 1999). Todos os dados que são enviados pelos municípios formarão o CadastroNacional de Usuários, que concentra informações de todos os cartões SUS emitidose válidos no país, permitindo a identificação dos pacientes e possibilitando que sejafeito um controle para que os pacientes não possuam mais de um cartão SUS no
  27. 27. 26mesmo município. (MANUAL 1999).4.3 SISTEMAS FORNECIDOS PELO DATASUS O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) é um dossistemas fornecidos pelo DATASUS, este sistema tem como objetivo ser a base paraoperacionalizar os sistemas de informação na saúde, coletando só os dados deinformações básicas, esse sistema foi desenvolvido em Delphi e utiliza o banco dedados Firebird, os requisitos para utilização do mesmo é usar a plataforma Windowso hardware ser um Pentium III ou superior (DATASUS; 2008). O Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA) foi desenvolvido em 1992, masfoi implantado em junho de 1994 nas secretarias estaduais. Em 1996 passou a sertambém implantado nas secretarias municipais. Desde sua criação até hoje, utiliza aplataforma 16 bits, o aplicativo além de processar os BPA (Boletim de ProduçãoAmbulatorial) também passou a processar os APAC (Autorização de Procedimentode Alta Complexidade). O sistema SIA usa linguagem Clipper 5.2, plataforma DOS5.2 ou superior e os requisitos de hardware são Pentium II ou superior (DATASUS;2008). O DATASUS também fornece um sistema financeiro o SIOPS (Sistema deInformações sobre Orçamento Público em Saúde) para poder ajudar o setor decontabilidade, todas essas informações que são geradas no SIOPS tem que serenvidas para o banco de dados do DATASUS, gerando indicadores a partir dosdados fornecidos. A linguagem usada pelo sistema é o Delphi, com o banco dedados Oracle, plataforma Windows e os requisitos de hardware Pentium III(DATASUS; 2008). Sistemas de regulação em saúde também são fornecidos pelo DATASUS,para atender as funções do SUS buscando a otimização, alocação e distribuição derecursos nas áreas de transplante de órgãos, procedimentos de alta complexidade,recursos hospitalares e ambulatoriais especializados. O SNT - Órgãos (SistemaNacional de Transplantes) é um dos sistemas de regulação fornecidos, este sistemagerencia a lista de transplantes no Brasil que é responsável pela lista de espera dospacientes (DATASUS; 2008).
  28. 28. 275 IMPLEMENTAÇÃO DO PROTÓTIPO. Este capítulo mostra as tecnologias que foram usadas para desenvolvimentodo protótipo de sistema web e a modelagem funcional e de dados, assim como suasfuncionalidades e telas.5.1 TECNOLOGIAS UTILIZADAS. Este capítulo apresenta as tecnologias PHP e MySQL que foram usadas nodesenvolvimento do protótipo. 5.1.1 PHP Em 1994 foi criada a linguagem PHP (Personal Home Page) por RamusLerdorf, desde sua criação o PHP já foi reescrito três vezes para proporcionar oproduto atual. O código fonte do PHP é aberto o que significa que as pessoaspodem acessá-lo e usá-lo sem precisar pagar por isso. Uma das maiores vantagensem usar o PHP é que ele é compatível com a maioria dos maiores sistemasoperacionais existente e com isso diminui as dificuldades do programador, por quenão precisa se preocupar com o sistema operacional que vai ser usado. (WELLING,THOMSON 2005). Para Welling e Thonson (2005) e Niederauer (2004) o PHP é uma linguagemque foi projetada especificamente para o ambiente web, sua principal diferença paraoutras ferramentas existentes é que o PHP tem a capacidade de interagir com omundo web, transformando totalmente os Web Sites que possuem páginasestáticas. Imagine um site que queira mostrar notícias em sua página utilizandoapenas código HTML isso seria inviável, por que a cada notícia nova que fossecolocar no site teria que ser colocada manualmente e tornaria esse trabalhocansativo e inviável. Já utilizando o PHP isso seria feito automaticamente utilizandoo banco de dados para armazenar as notícias e bastaria criar um código para poderchamar essas notícias. A versão do PHP que está sendo usada no desenvolvimento do protótipo é aversão 5, por ser a versão mais atualizada e possuir algumas atualizaçõessignificativas como maior suporte a programação orientada a objeto e exceções paramanipulação de erros entre outras mudanças (WELLING; THOMSON, 2005).
  29. 29. 28 5.1.2 MYSQL A história do MySQL é remota, sua criação teve origem em torno de 1979,mas está disponível publicamente desde 1996, sendo uma ferramenta OpensSource tendo sua licença sendo distribuída gratuitamente bastando seguir os termode uso. (WELLING; THOMSON, 2005). É notável que ao passar dos anos a necessidades de armazenamento dedados tem crescido absurdamente em todo mundo. Os métodos de armazenamentode dados também têm evoluído muito e utilizado diversos tipos de tecnologias com aevolução da história da computação, sempre visando facilitar o armazenamento erecuperação de dados (TONSING; 2006). Segundo Welling e Thomson (2005) o MySQL é um sistema degerenciamento de banco de dados relacional muito rápido e poderoso. Os bancosde dados permitem que seus usuários possam armazenar, pesquisar, classificar erecuperar os dados de forma eficiente, o MySQL controla esse acesso aos dadospara assegurar que vários usuários possam trabalhar com os dados ao mesmotempo, assegurando que somente os usuários autorizados tenham acesso aosdados de maneira rápida, além de ter algumas outras capacidades como: altodesempenho, baixo custo, fácil configuração e portabilidade (WELLING; THOMSON,2005).5.2 MODELAGEM DE DADOS. Este item apresenta o modelo ER do protótipo e as descrições das tabelasdo mesmo. 5.2.1 MODELO ENTIDADE RELACIONAMENTO. O modelo Entidade Relacionamento (ER) do protótipo está constituído dedezesseis tabelas que representa as informações que serão armazenadas no bancode dados, conforme a ilustração 7.
  30. 30. 29Ilustração 7: Modelo ER do banco de dados Fonte: Dos autores.
  31. 31. 30 5.2.2 DESCRIÇÃO DAS TABELAS. Para cada tabela do protótipo, tem-se a especificação técnica adotada paradescrição, onde:• Tipo: especifica cada dado que será armazenado;• Tamanho: tamanho do atributo;• Casas: número de casas decimais (se houver);• NN: especifica se o campo é ou não nulo;• PK: chave primaria;• FK: chave estrangeira;• Descrição: descreve o atributo.5.2.2.1 TABELA: FAMÍLIA. Objetivos: Cadastramento das famílias e de seus responsáveis. Relacionamento: A tabela Família é representada pelo quadro 1 e está relacionada com a tabela UNIDADESAUDE, onde uma família pode pertencer somente a uma unidade de saúde e a unidade de saúde pode ter uma ou mais famílias. Quadro 1: Tabela Família Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição Id_familia INT X X Código da família Id_unidadesaude INT X X Código da unidade de saúde Ds_familia VARCHAR 45 Descrição da família Resp_familia VARCHAR 45 Nome do responsável pela família Endereço VARCHAR 45 Endereço da família Numero VARCHAR 4 Numero da casa da família Bairro VARCHAR 45 Nome do bairro da família Cep VARCHAR 9 Numero do CEP da família Tel_residencia VARCHAR 10 Numero do telefone residencial Tel_celular VARCHAR 10 Numero do telefone celular Dt_cadastro DATE Data do cadastramento da família Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar a família. Objetivo: Armazenar os dados das famílias.
  32. 32. 31 Entidades envolvidas: família e unidadesaude. Entrada: Código da família, código da unidade de saúde, descrição da família, nome do responsável pela família, endereço da família, número da casa da família, nome do bairro da família, número do CEP da família, número do telefone residencial, número do telefone celular e data do cadastro da família. Saída: Inserção dos dados da família e atualizações.5.2.2.2 TABELA: MEMBRO. Objetivo: Armazenar os dados cadastrais dos membros das famílias. Relacionamento: A tabela membro está relacionada com a tabela FAMÍLIA, onde um membro pertence a somente uma família e a família pode ter um ou mais membros. Quadro 2: Tabela Membro. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_membro INT X X Código do membro id_familia INT X X Código da família ds_membro VARCHAR 45 Descrição do membro dt_nascimento DATE Data de nascimento sexo CHAR 1 Sexo do membro est_civil CHAR 1 Estado civil tel_residencial VARCHAR 25 Telefone residencial tel_celular VARCHAR 10 Telefone celular altura VARCHAR 4 Altura do membro cpf VARCHAR 11 CPF do membro Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações dos membros. Objetivo: Armazenar os dados dos residentes. Entidades envolvidas: membro e família. Entrada: Código do membro, código da família, descrição do membro, data de nascimento, sexo do membro, estado civil, telefone residencial, telefone celular, altura do membro e cpf do membro Saída:5.2.2.3 TABELA: PRONTUÁRIO. Objetivo: Armazenar os dados do prontuário. Relacionamento: A tabela Prontuário está relacionada com as tabelas PROFISSINAL, UNIDADESAUDE e MEMBRO, onde o prontuário pode ser feito por um ou mais profissionais. Um profissional pode fazer um ou
  33. 33. 32 mais prontuário, o membro pode está numa unidade de saúde, um membro pertence a somente um prontuário, um prontuário pode pertencer a um ou mais membros. Quadro 3: Tabela Prontuários. Atributo Tipo Tamanh Casas NN PK FK Descrição o id_prontuario INT X X Código do prontuário Id_profissional INT X X Código do profissional Id_unidsaude INT X X Código da unidade de saúde Id_membro INT X X Código do membro peso VARCHAR 3 Peso do membro Pressão_arterial VARCHAR 4 Pressão arterial do membro temperatura VARCHAR 4 Temperatura do membro obs TEXT Observações sobre o membro dt_atendimento DATE Data do atendimento Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações dos prontuários. Objetivo: Armazenar os dados dos prontuários. Entidades envolvidas: prontuário, profissional, unidadesaude e membro. Entrada: Código prontuário, código do profissional, código da unidade de saúde, código membro, peso do membro, pressão arterial do membro, temperatura do membro, observações sobre o membro e data do atendimento. Saída: Inserir os dados do atendimento profissional.5.2.2.4 TABELA: PROCEDIMENTO. Objetivos: Cadastrar os dados dos procedimentos. Relacionamento: A tabela Procedimento está relacionada com as tabelas UNIDADESAUDE, MEMBRO e PROFISSIONAL, onde uma unidade de saúde pode fazer um ou mais procedimentos. Um procedimento pode ser feito por uma ou mais unidade de saúde. Um membro pode ter um ou mais procedimentos. Um procedimento pode ter somente um membro, um procedimento pode ter um ou mais profissionais, um profissional pode fazer um ou mais procedimentos. Quadro 4: Tabela Procedimento. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_procedimento INT X X Código do procedimento id_unidsaude INT X X Código da unidade
  34. 34. 33 de saúde id_membro INT X X Código do membro id_profissional INT X X Código do profissional ds_procedimento VARCHAR 45 Descrição do procedimento Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações dos procedimentos. Objetivo: Armazenar os dados dos procedimentos. Entidades envolvidas: procedimento, unidadesaude, profissional e membro Entrada: Código do procedimento, código da unidade de saúde, código do membro, código do profissional e descrição do procedimento. Saída: Inserção dos dados dos procedimentos.5.2.2.5 TABELA: ITEM_PROCEDIEMENTO. Objetivos: Cadastrar os dados dos itens de procedimento. Relacionamento: A tabela item_procedimento está relacionada com a tabela PROCEDIMENTO, onde um procedimento pode ter um ou mais itens de procedimento, um item procedimento pode ter somente um procedimento. Quadro 5: Tabela Item_procedimento. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição Id_item_proced INT X X Código do item de procedimento Id_procedimento INT X X Código do procedimento qtde NUMERIC 4 Quantidade de procedimento Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações dos itens de procedimento. Objetivo: Armazenar os dados dos itens de procedimento. Entidades envolvidas: Item_procedimento e procedimento. Entrada: Código do item de procedimento, código do procedimento e quantidade de procedimento. Saída: Inserção dos dados dos itens de procedimentos.5.2.2.6 TABELA: CAD_ITEM_PROCEDIMENTO Objetivo: Cadastrar os dados dos itens de procedimento.
  35. 35. 34 Função: Cadastrar as informações dos cadastros dos itens de procedimento. Quadro 6: Tabela CAD_item_procedimentoAtributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descriçãoid_cad_item INT X X Código do cadastro de item de procedimentods_cad_item VARCHAR 45 Descrição do procedimento Fonte: Dos autores. Objetivo: Armazenar os dados do cadastro dos itens de procedimento. Entidades envolvidas: Cad_item_procedimento. Entradas: Código do cadastro de item de procedimento e descrição do procedimento. Saída: Inserção dos dados do cadastro dos itens de procedimento.5.2.2.7 TABELA: PROFISSÃO. Objetivos: Cadastrar os dados das profissões. Função: Cadastrar as informações das profissões. Quadro 7: Tabela Profissão. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição Id_profissao INT X X Código da profissão Ds_profissao VARCHAR 45 Descrição da profissão Fonte: Dos autores. Objetivo: Armazenar os dados das profissões. Entidades envolvidas: Profissão e profissional. Entrada: Código da profissão e descrição da profissão. Saída: Inserção dos dados das profissões e atualizações.5.2.2.8 TABELA: PROFISSIONAL. Objetivos: Cadastrar os dados dos profissionais. Relacionamento: A tabela profissional está relaciona com a tabela profissão, onde um profissional pertence a uma profissão, uma profissão pertence a um ou mais profissionais. Quadro 8: Tabela Profissional. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição Id_profissional INT X Código do profissional Id_profissao INT X Códifo da profissão ds_profissional VARCHAR 45 Descrição do
  36. 36. 35 profissional conselho VARCHAR 15 Nome do conselho nm_conselho NUMERIC 4 Numero do conselho CPF VARCHAR 11 CPF do profissional Endereco VARCHAR 45 Endereço do profissional bairro VARCHAR 20 Bairro do profissional numero VARCHAR 5 Número da casa do profissional CEP VARCHAR 9 Número do CEP do profissional Tel_residencial VARCHAR 25 Telefone residencial do profissional Tel_celular VARCHAR 25 Telefone celular do profissional Login_sistema VARCHAR 20 Login do profissional Senha_sistema VARCHAR 10 Senha do profissional Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações do profissional. Objetivo: Armazenar os dados dos profissionais. Entidades envolvidas: Profissional e profissão. Entrada: Código do profissional, código da profissão, descrição do profissional, nome do conselho e numero do conselho, CPF do profissional, endereço do profissional, bairro do profissional, número da casa do profissional, número do CEP do profissional, telefone residencial, telefone celular, login do profissional e senha do profissional. Saída: Inserção de dados dos profissionais e atualização.5.2.2.9 TABELA: VACINAÇÃO. Objetivos: Cadastrar os dados das Vacinações. Relacionamento: A tabela vacinação está relacionada com as tabelas UNIDADESAUDE, MEMBRO e PROFISSIONAL, onde a vacinação pode ser feita por uma ou mais unidade de saúde, uma unidade de saúde pode fazer uma ou mais vacinação, um membro pode fazer uma ou mais vacina, vacinação pode ser feita em uma ou mais membros, um profissional pode fazer uma ou mais vacinas, uma vacina pode ser feita por uma ou mais profissionais. Quadro 9: Tabela Vacinação. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_vacinacao INT X X Código da vacinação id_unidsaude INT X X Código da unidade de saúde id_membro INT X X Código do membro id_profissional INT X X Código do profissional ds_vacinaçao VARCHAR 25 Descrição da
  37. 37. 36 vacinação dt_aplicacao DATE Data da aplicação da vacina Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar a informação sobre as vacinações. Objetivo: Armazenar os dados das vacinações. Entidades envolvidas: vacinação, unidadesaude, membro e profissionais. Entrada: Código da vacinação, código da unidade de saúde, código do membro, código do profissional, descrição da vacinação e data da aplicação da vacina. Saída: Inserção dos dados das vacinações.5.2.2.10 TABELA: ITEM_VACINA. Objetivos: Cadastrar os dados dos itens de vacina. Relacionamento: A tabela item_vacina está relacionada com tabela VACINAÇÃO, CAMPANHA e TIPOVACINA, onde no item_vacina pode ter uma ou mais vacinação, item_vacina pode possuir uma ou mais campanhas, item_vacina pode possuir uma ou mais tipo de vacina. Quadro 10: Tabela Item_vacina. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_item_vacina INT X X Código do item da vacina id_campanha INT X X Código da campanha id_tp_vacina INT X X Código do tipo da vacina dose VARCHAR 45 Nome da dose proximadose DATE Data da próxima dose Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações dos itens da vacina. Objetivo: Armazenar os dados dos itens da vacina. Entidades envolvidas: campanha e tipovacina. Entrada: Código do item da vacina, código da campanha, código do tipo da vacina, nome da dose e data da próxima dose. Saída: Inserção dos dados dos itens da vacina.5.2.2.11 TABELA: TIPOVACINA. Objetivos: Cadastrar os dados dos tipos de vacina.
  38. 38. 37 Quadro 11: Tabela Tipovacina. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_tp_vacina INT X X Código do tipo da vacina ds_vacina VARCHAR 45 Descrição da vacina Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações dos tipos de vacina. Objetivo: Armazenar os dados dos tipos de vacina. Entrada: Código do tipo da vacina e descrição da vacina. Saída: Inserção dos dados dos tipos de vacina.5.2.2.12 TABELA: CAMPANHA. Objetivos: Armazenar os dados das campanhas. Quadro 12: Tabela Campanha. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_campanha INT X X Código da campanha ds_campanha VARCHAR 45 Descrição da campanha dt_inicio DATE Data de inicio da campanha dt_fim DATE Data de termino da campanha Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações das campanhas. Objetivo: Armazenar os dados das campanhas. Entrada: Código da campanha, descrição da campanha, data de início da campanha e data término da campanha. Saída: Inserção dos dados das campanhas e atualizações.5.2.2.13 TABELA: CIDADE. Objetivos: Armazenar os dados das cidades. Quadro 13: Tabela Cidade. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_cidade INT X X Código da cidade ds_cidade VARCHAR 45 Descrição da cidade ds_estado VARCHAR 2 Descrição do estado da cidade Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações das cidades. Objetivo: Armazenar os dados das cidades. Entrada: Código da cidade, descrição da cidade e descrição do estado da cidade.
  39. 39. 38 Saída: Inserção dos dados das cidades e atualizações.5.2.2.14 TABELA: REGIÃO. Objetivos: Armazenar os dados das regiões. Relacionamento: A tabela região está relacionada com a tabela CIDADE, onde uma região pode ter somente uma cidade, uma cidade pode ter uma ou mais regiões. Quadro 14: Tabela Região. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_regiao INT X X Código da região id_cidade INT X X Código da cidade ds_regiao VARCHAR 45 Descrição da região Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações das regiões. Objetivo: Armazenar os dados das regiões. Entidades envolvidas: cidade. Entrada: Código da região, código da cidade e descrição da região. Saída: Inserção dos dados das regiões e atualizações.5.2.2.15 TABELA: MICROREGIAO. Objetivos: Armazenar os dados das micros regiões. Relacionamento: A tabela MicroRegiao está relacionado com a tabela REGIÃO, onde uma região pode ter uma ou mais microRegiao, uma microregiao pode ter somente uma região. Quadro 15: Tabela MicroRegiao. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_microregiao INT X X Código da micro região. id_regiao INT X X Código da região ds_microregiao VARCHAR 45 Descrição da micro região Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações das micro regiões. Objetivo: Armazenar os dados das micro regiões. Entidades envolvidas: região. Entrada: Código da micro região, código da região e descrição da micro regiao. Saída: Inserção dos dados das micro regiões e atualizações.
  40. 40. 395.2.2.16 TABELA: UNIDADESAUDE. Objetivos: Armazenar os dados das unidades de saúde. Relacionamento: A tabela unidadesaude está relacionada com a tabela MICROREGIAO, onde a unidade de saúde pode ter uma ou mais micro regiões, micro região pode ter somente uma unidade de saúde. Quadro 16: Tabela Unidadesaude. Atributo Tipo Tamanho Casas NN PK FK Descrição id_unidadesaude INT X X Código da Unidade de Saúde id_microregiao INT X X Código da micro região ds_unidsaude VARCHAR 45 Descrição da unidade de saúde. bairro VARCHAR 20 Nome do bairro que a unidade de saúde está. cep VARCHAR 9 CEP da unidade de saúde. endereco VARCHAR 45 Endereço da unidade de saúde. numero NUMERIC 4 Número da unidade de saúde. telefone VARCHAR 10 Telefone da unidade de saúde. Fonte: Dos autores. Função: Cadastrar as informações das unidades de saúde. Objetivo: Armazenar os dados das unidades de saúde. Entidades envolvidas: microregiao. Entrada: Código da unidade de saúde, código da micro região, descrição da unidade de saúde, bairro que a unidade de saúde está, CEP da unidade de saúde, endereço da unidade de saúde, número da unidade de saúde e telefone da unidade de saúde. Saída: Inserção dos dados das unidades de saúde e atualizações.5.3 MODELO CASO DE USO DO PROTÓTIPO Conforme Bezerra (2009) e Fowler (2005) a técnica de modelagem de casosde uso tem como objetivo a representação de um requisito do sistema que seráautomatizado, conforme é percebido por um observador externo a este sistema,onde usa atores para representar as entidades que interagem com o sistema.Podem ser usuários, máquinas, sensores, entre outros, pelo estado do modelo umobservador saberá sua funcionalidade do sistema em questão e seu resultadoexterno.
  41. 41. 40 Ilustração 8: Modelo de caso de uso do protótipo Fonte: Dos autores.5.4 FUNCIONALIDADE DO PROTÓTIPO E INTERFACE GRÁFICA. Este item mostra as principais telas do protótipo, assim como asfuncionalidades das mesmas. A tela cadastro de cidade, região, micro região eprofissão não foram colocadas nas descrições das telas por se tratarem de telassimples e que seguem os mesmos padrões das telas que vão ser descritas a seguir. A primeira tela do protótipo será a tela de login que está representada naIlustração 9, com ela tem-se a segurança de que somente os profissionais terãoacesso as informações que estão armazenadas na base de dados do protótipo. Atabela acessada no banco de dados para essa tela é identificada comoPROFISSIONAL.
  42. 42. 41 Ilustração 9: Tela de login. Fonte: Dos autores. Após o profissional ter efetuado o login, tem-se acesso ao menu principal doprotótipo, que contém todas as opções disponíveis, conforme a Ilustração 10. Astelas seguem um mesmo padrão que é, ao selecionar as opções dos menus, a tela éinclusa no layout do protótipo.
  43. 43. 42 Ilustração 10: Menu do protótipo. Fonte: Dos autores. Todas as telas possuem o mesmo padrão de comportamento, assimproporcionando uma melhor usabilidade. Em todas as telas existem as opções“Salvar”, “Atualizar”, “Excluir” e “Limpar Dados”. Também há um campo chamado“Procurar”, conforme demonstrado na ilustração 11, localizado no topo do formulário,que permite uma consulta aos registros que estão gravados no banco de dadosfacilitando e agilizando os cadastros. Ilustração 11: Botão de procurar. Fonte: Dos autores. A ilustração 12 apresenta as opções que existem em cada cadastro. A opção“Salvar” é usada para guardar as informações no banco de dados, “Atualizar” para
  44. 44. 43quando houver necessidade de modificação de alguma informação já salva, “Excluir”para retirar do banco de dados a informação que havia sido salva anteriormente e“Limpar Dados” para o usuário poder limpar os dados escritos nos formulários. Ilustração 12: Botões Fonte: Dos autores. A Ilustração 13 apresenta a tela de cadastro da unidade de saúde, nesta telao profissional de saúde irá cadastrar os dados de cada unidade de saúde domunicípio. O campo micro região é proveniente da tabela MICROREGIAO. A tabelaacessada no banco de dados para essa tela é identificada como UNIDADESAUDE. Ilustração 13: Cadastro de unidade de saúde. Fonte: Dos autores. A Ilustração 14 apresenta a tela de cadastro das famílias. O campo Unidadede Saúde é proveniente da tabela UNIDADESAUDE que foi citada na Ilustração 11.A tabela acessada no banco de dados para essa tela está identificada comoFAMILIA.
  45. 45. 44 Ilustração 14: Cadastro de família. Fonte: Dos autores. A Ilustração 15 apresenta a tela de cadastro de membro, nesta tela oprofissional de saúde irá cadastrar os dados de cada membro de uma família. Ocampo Família é proveniente da tabela FAMILIA que foi citada na ilustração 14. Atabela acessada no banco de dados para essa tela está identificada comoMEMBRO. Em todos os processos os dados das pessoas que serão atendidas sãoprovenientes desta tabela. Ilustração 15: Cadastro de membro. Fonte: Dos autores. A ilustração 16 apresenta a tela de cadastro dos tipos de vacinas, nesta telao profissional da saúde irá cadastrar os tipos de vacinas que poderão ser
  46. 46. 45administrados pela unidade de saúde. A tabela acessada no banco de dados paraessa tela está identificada como TIPOVACINA. Ilustração 16: Cadastro tipo de vacina. Fonte: Dos autores. A ilustração 17 apresenta a tela de cadastro dos profissionais, nesta telaserão cadastrados os profissionais que trabalham nas unidades de saúde, o campoprofissão é proveniente da tabela PROFISSAO do banco de dados. A tabelaacessada no banco de dados para essa tela está identificada como PROFISSIONAL. Ilustração 17: Cadastro de profissional. Fonte: Dos autores. A Ilustração 18 apresenta a tela de cadastro das campanhas, nesta tela o
  47. 47. 46profissional da saúde irá cadastrar as campanhas de vacinação promovidas pelogoverno e que a unidade de saúde deve realizar. A tabela acessada no banco dedados para essa tela esta identificada como CAMPANHA. Ilustração 18: Cadastro de campanha. Fonte: Dos autores. A Ilustração 19 apresenta a tela de cadastro de vacinação, nesta tela oprofissional de saúde irá cadastrar as vacinas que são aplicadas nos pacientes.Estas informações fazem parte do histórico do paciente e poderá ser utilizada emfuturas consultas. O campo Campanha é proveniente da tabela CAMPANHA que foicitado na ilustração 18, o campo Unidade de Saúde é proveniente da tabelaUNIDADESAUDE que foi citada na ilustração 13, o campo Profissional é provenienteda tabela PROFISSIONAL que foi citada na ilustração 17 e o campo Paciente éproveniente da tabela MEMBRO que foi citada na ilustração 15. A tabela acessadano banco de dados para essa tela está identificada como VACINACAO. É com osdados provenientes desta tabela que a unidade de saúde pode identificar o alcancedas campanhas realizadas.
  48. 48. 47 Ilustração 19: Cadastro de vacinação. Fonte: Dos autores. A Ilustração 20 apresenta a tela de cadastro de prontuário, nesta tela omédico da unidade de saúde irá cadastrar as informações do atendimento aospacientes. O campo Médico é proveniente da tabela PROFISSIONAL que foi citadana Ilustração 17, o campo Paciente é proveniente da tabela MEMBRO que foi citadana ilustração 15 e o campo Unidade de Saúde é proveniente da tabelaUNIDADESAUDE que foi citada na Ilustração 13. A tabela acessada no banco dedados para essa tela esta identificada como PRONTUARIO. Ilustração 20: Cadastro de prontuário. Fonte: Dos autores. A Ilustração 21 apresenta a tela de cadastro de procedimento, nesta tela o
  49. 49. 48profissional de saúde irá cadastrar os procedimentos que são feitos nos pacientes,como aplicações, curativos entre outros. O campo Unidade de Saúde é provenienteda tabela UNIDADESAUDE que foi citada na ilustração 13, o campo Profissional éproveniente da tabela PROFISSIONAL que foi citada na Ilustração 17 e o campoPaciente é proveniente da tabela MEMBRO que foi citada na Ilustração 15. A tabelaacessada no banco de dados para essa tela esta identificada comoPROCEDIMENTO. Ilustração 21: Cadastro procedimento. Figura: Dos autores. A Ilustração 22 apresenta a tela de consulta dos membros, nesta tela deconsulta o profissional de saúde poderá consultar os membros que foramcadastrados, através do botão PROCURAR que está localizado no topo do cadastroou CONSULTA que está localizado no menu na opção membro. Cada registromostra na lista contém um link que, ao ser clicado retorna o registro selecionadopara a tela que efetuou a consulta. Cabe observar que todas as telas de consulta doprotótipo seguem o mesmo padrão, por esse motivo não serão exemplificadas todasas telas.
  50. 50. 49 Ilustração 22: Consulta dos membro. A Ilustração 23 apresenta a tela de relatório de procedimentos realizados,nesta tela o profissional de saúde irá consultar os procedimentos que foramrealizados em uma determinada unidade de saúde, definindo um período de início ede fim. Ilustração 23: Relatório de procedimentos realizados. Fonte: Dos autores. A Ilustração 24 apresenta o resultado obtido pelo relatório de procedimentosrealizados, o relatório exemplificado na ilustração, mostra os procedimentosrealizados no período de 15 de outubro de 2009 a 15 de dezembro de 2009, da
  51. 51. 50unidade de saúde de Vila São Jorge. Ilustração 24: Resultado do relatório procedimentos realizados. Fonte: Dos autores. A Ilustração 25 apresenta a tela de relatório de prontuários realizados, nestatela o profissional de saúde irá consultar os procedimentos que foram realizados emuma determinada unidade de saúde, definindo um período de início e de fim. Ilustração 25: Relatório de prontuário por período. Fonte: Dos autores. A Ilustração 26 apresenta o resultado obtido pelo relatório de prontuáriosrealizados, o relatório exemplificado na ilustração, mostra os prontuários realizadosno período de 15 de outubro de 2009 à 15 de dezembro de 2009, na unidade desaúde de Vila São Jorge, município de Siderópolis/SC.
  52. 52. 51 Ilustração 26 Resultado dos prontuários realizados. Fonte: Dos autores. A Ilustração 27 apresenta a tela de relatório de vacinação por campanha,nesta tela o profissional de saúde irá consultar quantas pessoas foram vacinados nomunicípio em determinada campanha de vacinação. Ilustração 27: Relatório de vacinação por campanha. Fonte: Dos autores. A Ilustração 28 apresenta o resultado do relatório de vacinação porcampanha, com esse relatório exemplificado na ilustração, o profissional de saúdeirá saber a quantidade de crianças a serem vacinadas, e as que já foram vacinadase o percentual de vacinação que a campanha atingiu.
  53. 53. 52 Ilustração 28: Relatório de vacinação por campanha. Fonte: Dos autores. A Ilustração 29 apresenta a consulta de vacinação por paciente, nesta tela oprofissional de saúde irá consultar as vacinas que foram tomadas por cada paciente. Ilustração 29: Consulta vacinação por paciente. Fonte: Dos autores. A Ilustração 30 apresenta o resultado da consulta de vacinação por paciente,com esse relatório exemplificado na ilustração, o profissional de saúde irá saber asvacinas que foram aplicadas ao paciente.
  54. 54. 53Ilustração 30: Consulta vacinação por paciente. Fonte: Dos autores.
  55. 55. 546 CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste capítulo serão apresentadas as conclusões e recomendações paratrabalhos futuros.6.1 CONCLUSÕES Considerando o objetivo geral do trabalho, pode-se dizer que o objetivo foiatingindo, pois o protótipo esta disponível on-line para testes e seus resultados estãoem conformidade com o que foi visto nas unidades de saúde do município que aequipe visitou para realizar o levantamento de dados. A construção de um protótipo de sistema web para unificar as informaçõesdas unidades de saúde municipais é uma alternativa viável e de baixo custo pararesolução dos problemas descritos na motivação do trabalho. Neste caso, ambas aspartes envolvidas no processo, pacientes e município, podem contar com recurso deunificação de todas as informações do município em um sistema web, desenvolvidocom ferramentas open source, trazendo benefícios no armazenamento on-line dasinformações e nas áreas de vacinação e prontuários médicos, uma segurança aopaciente já que todo o seu histórico está disponível para consultas em qualquerunidade de saúde municipal. Para o município, o protótipo pode ajudar ogerenciamento e controle das metas de vacinação e atendimento, impostas pelogoverno.6.2 RECOMENDAÇÕES PARA TRABALHOS FUTUROS Como propostas para trabalhos futuros, é possível indicar: • Melhoramento da segurança do sistema on-line; • Incluir o controle pré-natal, diabéticos e hipertensão; • Controle de estoque de material e distribuição de medicamentos; • Emissão online de carteira de vacinação para os pacientes; • Agendamento de consulta online; • Fazer a integração com os dados que o SUS fornece;
  56. 56. 55 REFERÊNCIASBATISTA, Emerson de Oliveira. Sistemas de informação: O uso consciente datecnologia para o gerenciamento. São Paulo: Atlas, 2004.BENDER JR, Mílton. Desenvolvendo sites com XML. Florianópolis, SC: AdvacedBooks, 2001.BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Manual para aorganização da atenção básica. 3.ed.. Brasília : Ministério da Saúde, 1999.DALLOGLIO, Pablo. PHP-GTK: criando aplicações gráficas com PHP. São Paulo:Novatec, 2004.DATASUS. Departamento de Informática do SUS. SNT: Órgãos - SistemaNacional de Transplantes. 2008. Disponível em: <http://w3.datasus.gov.br/datasus/index.php?area=041002 > Acesso em: 15 set.2009.DIAS, Cláudia. Usabilidade na WEB: criando portais mais acessíveis. Rio deJaneiro : Alta Books, 2003.FERRAZ, Ronaldo M. Construindo Sites com Padrões Web. 2003. Disponível em:< http://kb.reflectivesurface.com/br/artigos/sitesComPadroesWeb/introducao >Acesso em 11 maio. 2009.FOWLER, Martin. UML essencial : um breve guia para a linguagem-padrão demodelagem de objetos. 3.ed.. Porto Alegre, RS : Bookman, 2005.FLORENTINO, Pablo Vieira. Sistemas de informações. Material de Aula, 2009.Disponível em: <http://www.ifba.edu.br/professores/pablovf/repositorio/siTiposSi.pdf>. Acesso em: 08jun. 2009.KAUFMAN, Sanders. Aprenda em 21 dias programação Activex. Rio de Janeiro:Campus, 1997.LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P.. Sistemas de informação gerenciais:administrando a empresa digital. 5.ed.. São Paulo: Prentice Hall, 2004.MATTOS, Antonio Carlos M.. Sistemas de informação: uma visão executiva. SãoPaulo: Saraiva, 2005.MELO, Ivo Soares. Administração de sistemas de informação. São Paulo:Pioneira, 1999. 178 p.NERY, Maria Elena da Silva; VANZIN, Arlete Spencer. Enfermagem em saúdepública: fundamentação para o exercício do enfermeiro nacomunidade. 2.ed.. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 1998.
  57. 57. 56NIEDERAUER, Juliano. Desenvolvendo websites com PHP: aprenda a criarwebsites dinâmicos e interativos com PHP e banco de dados. São Paulo: Novatec,2004.NYMAN, Robert. Whant are Web Standards? A comprehensive explanation ofwhat is comprised in the term. 2007. Disponível em: <http://robertnyman.com/2007/05/21/what-are-Web-standards-a-comprehensive-explanation-of-what-is-comprised-in-the-term/> Acesso em 11 maio. 2009.OBRIEN, James A.. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era dainternet. 2.ed.. São Paulo: Saraiva, 2004.RANGEL, Alexandre. MySQL: projeto, modelagem e desenvolvimento de banco dedados. Rio de Janeiro: Alta Books, 2004.REMOR, Lourdes de Costa. Controle, avaliação e auditoria do Sistema Único deSaúde: atividades de regulação e fiscalização. Florianópolis, SC: Papa-Livro, 2003.REZENDE, Denis Alcides. Planejamento de sistemas de informação einformática: guia prático para planejar a tecnologia da informação integrada aoplanejamento estratégico das organizações. São Paulo: Atlas, 2003.REZENDE, Denis Alcides. Engenharia de software e sistemas deinformação. 3.ed.. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.REZENDE, Ricardo. Conceitos Fundamentais de Banco de Dados. Artigo, 2004.Disponível em: <http://www.sqlmagazine.com.br/Colunistas/RicardoRezende/02_ConceitosBD.asp >.Acesso em: 22 jun. 2009.STAIR, Ralph; REYNOLDS, George W. Princípios de sistemas de informação:uma abordagem gerencial. São Paulo : Pioneira Thomson Learning, 2006.TONSIG, Sérgio Luiz. MySQL: aprendendo na prática. Rio de Janeiro : CiênciaModerna, 2006TONSIG, Sérgio Luiz. PHP com Ajax na Web 2.0. Rio de Janeiro: CiênciaModerna, 2007.TURBAN, Efraim; RAINER JR., R. Kelly. Administração de tecnologia dainformação: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.WELLING, Luke; THOMSON, Laura. PHP e MySQL: desenvolvimento web. Rio deJaneiro: Elsevier, 2005.

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