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também alemã através da obra Die Transvestiten, lançada em 1925 porMagnus Hirschelfed.   2. MINORIASConceito etimológico d...
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EM SALVADOREm 1990, a capital baiana foi a primeira cidade da América Latina a incluir aproibição da discriminação por ori...
Parágrafo Único Ninguém será discriminado, prejudicado ou privilegiado emrazão de nascimento, idade, etnia, raça, cor, sex...
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 Divulgar    informações     corretas    e    positivas   a   respeito      da      homossexualidade;    Conscientizar g...
Foi o EBHO que contou com a melhor cobertura jornalística, com matériasgrandes nos principais jornais nacionais e até um b...
Trabalhar na prevenção do HIV e AIDS junto à nossa comunidade e     outros grupos vulneráveis à epidemia.   Conscientizar...
Em 1992, as Travestis e Transexuais se reuniram para criar uma organizaçãonacional que pudesse proporcionar uma maior arti...
4.3 AÇÕES    Promover campanhas informativas com diretrizes políticas e apresentar       proposta a fim de promover o dir...
Conselho Nacional de Combate a Discriminação CNCD e na SecretariaNacional de Segurança Pública SENASP.”   5. ATRÁS - ASSOC...
Sites:http://lgbtt.blogspot.com/2010/04/historia-do-movimento-lgbt-brasileiro.htmlhttp://www.ggb.orb.brhttp://www.antrabra...
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Estudo sobre a Comunicação Comunitária e a imprensa homossexual com recorte na atuação comunicativa da Associação de Travestis de Salvador ATRAS

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  1. 1. Comunicação Comunitária Faculdade Social da Bahia Salvador, 2010. Profa. Claudiane Carvalho Juliana Suedde Marcos Rangel Zé Ricardo Oliveira ATRAS – Associação das Travestis de Salvador1º MomentoContexto histórico, sócio, político e econômico 1. ABERTURAO QUE É TRAVESTI?Durante muito tempo a expressão travesti esteve associada apenas ao fato dohomem ou mulher, utilizarem-se de roupas do sexo oposto meramente comodisfarce. Com o passar do tempo, identificou-se este tipo de prática realizadapara obtenção de prazer sexual. Apesar de até os trejeitos também seremcopiados, não existe nenhum tipo de repúdio ao órgão sexual, muito pelocontrário. O vestir-se e incorporar do outro sexo serve como ampliador doprazer.Em definição de Leandro Colling, coordenador do CUS grupo de estudo Culturae Sexualidade da UFBA:
  2. 2. a. A TRAVESTI: nascido biologicamente no sexo masculino possui uma identidade de gênero feminina, realiza transformações no seu corpo e usa roupas, adereços e maquiagens femininas para ser identificada como mulher. b. O TRAVESTI: nascida biologicamente do sexo feminino possui uma identidade de gênero masculina, realiza transformações no seu corpo e usa roupas, adereços e masculinos para ser identificada como homem.Diferente de, c. TRANSEXUAL: pessoa que possui uma identidade de gênero tida como contrária ao seu sexo e rejeita a sua genitália (seja masculina ou feminina) e necessita fazer uma cirurgia para mudança de sexo.Podemos consultar ainda outros conceitos como: d. A TRANSFORMISTA: homem que pode ter qualquer orientação sexual, mas que se transforma, através das roupas, adereços e maquiagem para parecer uma mulher, com vistas a realizar uma apresentação (show). e. O TRANSFORMISTA: mulher que pode ter qualquer orientação sexual, mas que se transforma, através das roupas, adereços e maquiagem para parecer um homem, com vistas a realizar uma apresentação (show). f. DRAG QUEEN: homem que se transforma em drag, usando roupas, maquiagens e adereços femininos, mas que não aspira a ser identificada como uma mulher. Desejo apenas de se apresentar publicamente. g. DRAG KING: mulher que se transforma em drag, usando roupas, maquiagens e adereços ditos masculinos, mas que não aspira a ser identificado como um homem. Desejo apenas de se apresentar publicamente. h. CROSS DRESSER: homens que se vestem de mulher para satisfazer os seus fetiches sexuais. Não é, necessariamente, um homem homossexual. Necessita que sua performance permaneça no âmbito privado, em segredo.Associado na França do século XV ao termo Burlesque, tipo de arte onde asmulhesres apresentavam-se em performances de apelo erótico, o termotravesti foi rapidamente popularizado. Esta denominação sofre influencia
  3. 3. também alemã através da obra Die Transvestiten, lançada em 1925 porMagnus Hirschelfed. 2. MINORIASConceito etimológico da palavra “minoria”:A definição encontrada no dicionário para a palavra “minoria” (s. f. - A partemenos numerosa de um corpo deliberativo) possui um sentido de inferioridadequantitativa, o que não condiz com a sua importância no processo democráticode um país. Muniz Sodré defende, no seu texto “Por um Conceito de Minoria”,que, ao contrário do que acontece na teoria, não é exatamente a vontade damaioria em números que predomina na democracia.Para Kant, maioridade (Mündigkeit) significa a “possibilidade de falar”,enquanto que menoridade (Unmündigkeit) denota a “impossibilidade de falar”.Por isso, na prática, a maioria quantitativa costuma ser formada pelaschamadas minorias, pois são estes grupos, os mais excluídos pela sociedade,que se juntam para lutar por direitos iguais. “Qualitativamente, democracia éum regime de minorias, porque só no processo democrático que a minoriapode se fazer ouvir. Minoria é, aqui, uma voz qualitativa” (SODRÉ, 2005, p.12).Minorias no BrasilApesar de ter um conceito bem estabelecido em outros países - principalmenteos de primeiro mundo - no Brasil, torna-se complicado adotar a definição dapalavra “minorias” ao pé da letra. O simples fato de que os gruposconsiderados minorias, como mulheres e negros, formam a grande maioria doPaís já deixa claro porque a análise em relação ao Brasil deve ser diferenciada.Portanto, a minoria que aqui existe não pode ser classificada como “a partemenos numerosa” de uma sociedade. Elas formam a maioridade numérica dopaís, e só são minoria se observadas por um ponto de vista socioeconômico.Por outro lado, a minoria quantitativa é formada por grupos privilegiadospolítica, social e/ou economicamente. Quando falamos em minoria no Brasil, queremos dizer em relação aos Direitos Humanos e as Lutas Populares, nos referimos àquela maioria numérica, mas que é
  4. 4. amplamente minoritária em relação ao acesso ao poder político, econômica, social, cultural, ou seja, é amplamente minoritária em relação aos seus direitos elementares, no plano dos Direitos Humanos e da Cidadania. Não têm sequer o acesso a um patamar mínimo de igualdade. (BENEVIDES, Maria Vitória de Mesquita. Minorias: lutas populares e direitos humanos)O QUE É HOMOFOBIA?O termo vem de homo: igual e fobia: medo. É aversão a pessoashomossexuais. E como consequência ódio pela homossexualidade.Discriminação contra homossexuais.E A TRANSFOBIA?É um termo, ainda novo e pouco usado. Seu conceito cai no mesmo que no dahomofobia, contudo é mais específico, pois caracteriza o ódio e aversão contratransexuais, travestis e transgêneros.- Caso recente de transfobia em Salvador:MAIS UM TRAVESTI FOI MORTO EM SALVADORUm travesti foi localizado morto na manhã do dia 1º de maio, em um depósitode lixo em Stella Maris, próximo ao motel Sky. De acordo com colegas, Thiagode Jesus Carvalho (21) de nome social Mônica, fazia programa na AvenidaDorival Caymmi. Eles afirmam que, por volta de 5h deste sábado, um Fiat Unoprata parou e Mônica entrou no veículo. O corpo dela foi encontrado commarcas de tiros por volta de 8h. Ainda de acordo com colegas da vítima,Mônica havia sido ameaçada de morte através do site de relacionamentoOrkut. (Samuel Lima do A Tarde - adaptado).OBS: A IMPRENSA, AINDA, NÃO SABE COMO SE REFERIR A UMTRAVESTI. POR RESPEITO USA-SE O NOME SOCIAL E CITA O DEREGISTRO. E A REFERÊNCIA É AO SEXO FEMINNO – ELA E NÃO ELE.HETEROFOBIA?Se for levar o termo a sua definição quanto a palavra seria uma aversão apessoas que se relacionam com outras do mesmo sexo.
  5. 5. Há um estudo realizado por Stephen M. White e Louis R. Franzini que apontaque há menos sentimentos negativos e heterofobia partindo de homossexuais,quando comparados com os sentimentos negativos e homofobiaheterossexuais.LEICONSTITUIÇÃO BRASILEIRAA Constituição brasileira de 1988 proíbe qualquer forma de discriminação demaneira genérica. Contudo há uma necessidade de especificar as leis contra adiscriminação quanto à orientação sexual.“Objetivo fundamental da República” (art. 3º, IV) o de “promover o bem detodos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisqueroutras formas de discriminação”.LEI (PCL) 122/2006Existe um Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, em tramitação noCongresso. O Projeto propõe a criminalização dos preconceitos motivados pelaorientação sexual e pela identidade de gênero, equiparando-os aos demaispreconceitos.EM SÃO PAULOA lei estadual 10.948/2001 pune com multas e outras penas para adiscriminação contra homossexuais, bissexuais e transgêneros. São puníveispessoas, organizações e empresas, privadas ou públicas (art. 3º). A lei proíbe,em razão da orientação sexual (art. 2º): violências, constrangimentos eintimidações, sejam morais, éticas, filosóficas ou psicológicas; a vedação deingresso a locais públicos ou privados abertos ao público; selecionar oatendimento; impedir ou sobretaxar a hospedagem em hotéis ou motéis, assimcomo a compra, venda ou locação de imóveis; demitir do emprego ou inibir aadmissão. A lei também pune quem "proibir a livre expressão e manifestaçãode afetividade", se estas forem permitidas aos demais cidadãos.
  6. 6. EM SALVADOREm 1990, a capital baiana foi a primeira cidade da América Latina a incluir aproibição da discriminação por orientação sexual na Lei Orgânica Municipal.Exemplo seguido por mais de 72 municípios em todo o país.Lei 5685/1999Art. 181 - Fica proibida a colocação de qualquer meio ou exibição de anúncio,seja qual for sua finalidade, forma ou composição nos seguintes casos:II - Quando favoreça ou estimule qualquer espécie de ofensa ou discriminaçãoracial, sexual ou religiosa.Lei 5275/1997Art. 1º - Os estabelecimentos comerciais, industriais, culturais e deentretenimentos, bem como as repartições públicas municipais quediscriminarem pessoas, em virtude de sua opção sexual, sofrerão as sançõesprevistas nesta Lei.Parágrafo Único - Entende - se por discriminação, para efeitos desta Lei.I. Constrangimento;II. Proibição de ingresso ou permanência;III. Atendimento selecionado;IV. Preterimento quando da ocupação e/ou imposição de pagamento de maisde uma unidade nos hotéis e similares;V. Preterimento quanto a aluguel ou aquisição de imóvel para fins residencial,comercial ou de lazer.LEI ORGÂNICA DE SALVADORArt. 1º O Município de Salvador, Capital do Estado da Bahia, reger-se-á poresta Lei Orgânica e pelas leis que adotar, respeitados os princípiosconstitucionais.
  7. 7. Parágrafo Único Ninguém será discriminado, prejudicado ou privilegiado emrazão de nascimento, idade, etnia, raça, cor, sexo, estado civil, orientaçãosexual, atividade profissional, religião, convicção política, filosófica, deficiênciafísica, mental, sensorial, aparência pessoal, ou qualquer singularidade oucondição social, ou ainda por ter cumprido pena. 3. GGBHistória do GGBQuem é o GGBO Grupo Gay da Bahia é uma associação sem fins lucrativos que luta peladefesa dos direitos humanos dos homossexuais no Brasil. A ONG foi fundadapelo militante gay e professor do Departamento de Antropologia daUniversidade Federal da Bahia, Luiz Mott. O presidente atual é MarceloCerqueira.Seu nascimento na década de 80 se dá em meio a um Brasil que vivia grandesmanifestações sociais, devido aos anos de repressão da ditadura militar; alémdo impacto da epidemia de HIV/AIDS que foi conhecida como "peste gay". Oque só acumulou preconceitos durante anos e perdura até hoje. O GGB nasceassim: com a vontade de diminuir o preconceito contra gays, defendendo elutando por direitos. E combater a AIDS/HIV com campanhas, panfletos,educação, informação e distribuição de camisinhas a toda a população. “O Grupo foi fundado em 1980 e declarado de utilidade pública municipal em 1987. O GGB é membro da ILGA, LLEGO, e da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT). Em 1988 foi nomeado membro da Comissão Nacional de AIDS do Ministério da Saúde do Brasil e desde 1995 faz integra do comitê da Comissão Internacional de Direitos Humanos de Gays e Lésbicas ( IGLHRC) . Ocupa desde 1995 a Secretaria de Direitos Humanos da ABGLT, e desde 1998 a Secretaria de Saúde da mesma.” (SITE DO GGB).Como o GGB oferta espaço para outras organizações com trabalhos sociaissimilares ao dela, a exemplo o combate à homofobia e outros, ela acaba tendofiliações dentro de sua base como a Associação de Travestis de Salvador
  8. 8. (ATRAS), que é uma entidade independente, porém dialoga com o GGB na lutada prevenção e combate ao preconceito.• Movimento travesti/ gay e GGBHoje há o movimento de travestis no país chamado ANTRA que é nacional ediversos outros que se dividem em regiões como o ATRAS que é de Salvador.HISTÓRIA DO MOVIMENTO LGBTNO MUNDOMovimento de Defesa dos Direitos dos Homossexuais começou na Europa, nofinal do século passado. Sua luta era pela descriminalização dahomossexualidade e o reconhecimento dos direitos civis dos homossexuais.Dia 28 de Junho de 1969 é a data que marca o "Dia Internacional do OrgulhoGay e Lésbico”. A data é importante porque no Bar Stonewall, em New York, oshomossexuais se revoltaram contra a perseguição policial.NO BRASILEm 1978 foi fundado no Brasil o jornal O Lampião. Ele foi o principal canal decomunicação da comunidade homossexual. E em Março de 1979, surge emSão Paulo o primeiro grupo de homossexuais de forma organizada: o Somos.  Em 1980 aconteceu em São Paulo, o 1° Encontro Brasileiro de Homossexuais.  Em 1984 realizou-se o segundo EBHO em Salvador.  Em 1995 realizou-se em Curitiba o VIII° Encontro Brasileiro de Gays, Lésbicas e Travestis.Os objetivos do Movimento Homossexual Brasileiro são:  Lutar contra todas as expressões de homofobia;
  9. 9.  Divulgar informações corretas e positivas a respeito da homossexualidade;  Conscientizar gays, lésbicas, travestis e transexuais da importância de se organizar para defender plenos direitos de cidadania e política.Os grupos homossexuais, através de reuniões com seus membros e visitantes,discutem e planejam ações de divulgação de seus objetivos como informaçõesde prevenção da AIDS/HIV e das demais DSTs, além de funcionar como grupode apoio individual a cada homossexual na conquista de sua autoestima.CONQUISTAS DO MOVIMENTO HOMOSSEXUAL BRASILEIRO  Em 1985 o Conselho Federal de Medicina do Brasil declarou que a homossexualidade não mais poderia ser classificada como "desvio e transtorno sexual".  Em 1989 foi incluída a proibição de discriminação por orientação sexual no Código de Ética dos Jornalistas.  Em 1990, nas leis orgânicas de 73 municípios (inclusive salvador) e nas constituições dos Estados de Sergipe, Mato Grosso e Distrito Federal, foi incluída a expressa proibição de discriminar por orientação sexual.  Denúncias de violação dos direitos humanos e assassinatos de homossexuais publicados no Relatório Anual do Departamento de Estado dos Estados Unidos (1992).  Em 1995 realizou-se no Brasil a 17ª Conferência da Associação Internacional de Gays e Lésbicas, (ILGA).II EBHO – Encontro Brasileiro de Homossexuais (Salvador, BA. 25 a 26/1 de1981) Com o fim do Jornal O Lampião da Esquina, em meados de 1981, oshomossexuais brasileiros perderam seu principal canal de comunicaçãonacional, pois os pequenos boletins de alguns grupos não conseguiram amesma comunicação homossexual do continente sul-americano.
  10. 10. Foi o EBHO que contou com a melhor cobertura jornalística, com matériasgrandes nos principais jornais nacionais e até um bom resumo na "Nación" deBueno Aires. Este II EBHO marcou o início das comemorações do "AnoInternacional Gay", deliberando-se que o MHB deveria encaminhar aoConselho Federal de Medicina o abaixo assinado com mais de 16 milassinaturas pela suspensão do 302.0 que classificava a homossexualidadecomo desvio e transtorno sexual; lutar pela inclusão de cursos de educaçãosexual em todas as escolas e por um tratamento positivo da mídia em relação àquestão homossexual; pela aprovação de legislação anti-discriminatória,inclusive pela legalização do "casamento gay" e como o momento era de lutapolítica, pelas Diretas Já.• Como se articula movimento travesti/gay atualmente?• Importância do GGBO GBB é importante no seu papel de combater qualquer forma de homofobia (etransfobia...). Nas campanhas contra a HIV/AIDS. E na forma de esclarecer aspessoas sobre a importância e o papel do homossexual (LGBT) na sociedade.Na sua filiação com diversas minorias que sofrem qualquer forma dediscriminação.Objetivos:FONTE: SITE DO GGB  Defender os interesses da comunidade homossexual da Bahia e do Brasil, denunciando todas as expressões de homofobia (ódio aos homossexuais), lutando contra qualquer forma de preconceito e discriminação contra gays, lésbicas, travestis e transexuais,  Divulgar informações corretas sobre a orientação homossexual, desconstruindo o complô do silêncio contra o "amor que não ousava dizer o nome" e construir um discurso científico e correto, lutando contra comportamentos, atitudes e práticas que inviabilizam o exercício da cidadania plena de gays, lésbicas, travestis e transexuais no Brasil.
  11. 11. Trabalhar na prevenção do HIV e AIDS junto à nossa comunidade e outros grupos vulneráveis à epidemia.  Conscientizar o maior número de homossexuais da necessidade urgente de lutar por seus plenos direitos de cidadania, fazendo cumprir a Constituição Federal que garante tratamento igualitário a todos os brasileiros. Por esta razão o GGB é carinhosamente chamado de Sindicato dos Gays ou "Orgulho da Bahia" como diz Caetano Veloso.AÇÕES  Publicou em 1987 diversos artigos sobre a história dos "sodomitas" luso- brasileiros perseguidos pela Inquisição  Divulgação de vários aspectos culturais sobre a AIDS no país.  Em 1987 publicou o livro Homofobia: A violação dos direitos humanos dos gays, lésbicas e travestis no Brasil.  Realizou centenas de conferências, debates e mesas redondas sobre a homossexualidade e a questão da Aids em colégios, universidades, programas de TV’s e rádios de norte a sul do país.  Liderou a campanha nacional que retirou a homossexualidade da lista dos desvios sexuais, sendo autor de sete moções anti-discriminação aprovadas pelas mais importantes associações científicas nacionais.  Foi a primeira ONG a iniciar a prevenção da AIDS no Brasil em 1982  Realizou a primeira cartilha em método braile sobre AIDS para deficientes visuais. 4. ANTRA4.1 HISTÓRIA
  12. 12. Em 1992, as Travestis e Transexuais se reuniram para criar uma organizaçãonacional que pudesse proporcionar uma maior articulação política dentro dopaís. O que faltava ao movimento era uma ferramenta de interlocução ecomunicação. Após várias tentativas entre 1992 até 2000, surgiu em PortoAlegre a Articulação Nacional de Transgêneros, que depois se tornou aArticulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros (ANTRA).Com o surgimento do grupo, as cobranças no cenário de políticas públicascomeçaram a acontecer. Cada vez mais ganhando controle e consciênciadentro da sociedade. A primeira gestão escolhida para presidir a ANTRA foi oGrupo Esperança de Curitiba. Aqui houve uma grande inclusão do grupo nopaís com a criação de folhetos informativos sobre sustentabilidade. Umimportante trabalho de comunicação da instituição com suas associadas. Em2002 a gestão ficou por conta da Associação de Travestis do Ceará (ATRAC).Essa diretoria iniciou o projeto Tulipa que tem o objetivo de “identificar ecapacitas novas lideranças para atuarem em diversas frentes de construção egarantia de direitos a população Trans”.Após problemas de saúde das direções da ATRAC, a ANTRA entra com umaterceira direção, a Associação de Travestis de Salvador (ATRAS).Foi nessa gestão que a ANTRA trabalhou mais forte sua comunicação commaior representação nacional. “Foi nesta gestão, em parceria com outras duasdiretorias, que foi conseguido que o governo federal discutisse junto com aANTRA a criação de uma campanha nacional para desmitificar o preconceitocontra as Trans”. Assim, nasce a “Travesti e Respeito” no dia 28 de janeiro de2003; lançado no congresso nacional.As ações da Tulipa continuaram com o objetivo de capacitar mais lideranças,trazendo uma maior cobertura.4.2 OBJETIVO“Ampliar as discussões; bem como socializar com todos. Buscar ações deigualdade e direitos com respeito ao público em geral”.
  13. 13. 4.3 AÇÕES  Promover campanhas informativas com diretrizes políticas e apresentar proposta a fim de promover o direito das ONG associadas;  Colaborar em todos os níveis com outras redes a fim de desenvolver trabalhos em conjunto, trocando experiências nas áreas de atuação de cada uma;  Denunciar e promover a divulgação em todos os meios de comunicação possíveis de todo e qualquer caso onde for detectado preconceito e ou discriminação;  Ter por principio apoiar toda e qualquer ação de prevenção do HIV/Aids e outras DST em todos os seus aspectos e âmbitos;  Apoiar as ações que visem a melhora da qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV/AIDS.DATAS  Em 1992 nasce o movimento.  Em 1994 nasce a RENATA Rede Nacional de Travestis.  Em 1997 nasce a RENTRAL Rede Nacional de Travestis e Liberados.  Em 2000 é fundada a ANTRA, Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros.Com mais de 10 anos, o grupo conta com mais de 52 filiações por todoterritório brasileiro.“A ANTRA tem representantes em vários Grupos de Trabalhos no GovernoFederal a destacar a representação no GT de Educação, do Ministério daEducação no GT de Cultura no Ministério da Cultura, no GT da Saúde GLBT doMinistério da Saúde. Esses programas dentro da proposta do Brasil semHomofobia, projeto do Governo Federal e também as representantes no
  14. 14. Conselho Nacional de Combate a Discriminação CNCD e na SecretariaNacional de Segurança Pública SENASP.” 5. ATRÁS - ASSOCIAÇAO DAS TRAVESTIS DE SALVADOR a. Origem b. Contexto histórico c. Momentos Marcantes d. Perfil Contemporâneo – idade, etnia, sexo, escolaridade - Quem compõe a ATRAS. e. Como a mídia retrata esta comunidade f. Aspectos gerais da comunidade – saúde, segurança, cultura, religião.Fontes:ANJOS, Gabriele dos. Homossexualidade, direitos humanos e cidadania. PortoAlegre, 2002.KULICK, Don. Travesti – prostituição, sexo, gênero e cultura no Brasil. Rio deJaneiro: Editora Fiocruz, 2008.LARA, Lívia Motta de; SOUSA, Antonio Gouveia de. O arquivo e a memóriadas minorias sociais: um estudo do fundo grupo “SOMOS” do arquivo EdigardLeuenroth. Marília: UNESP.PAIVA, Raquel. Cinco anos de Pesquisa em Comunicação e Cultura deMinorias. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004._Política de Minorias: Comunidade e cidadania. Rio de Janeiro: UFRJ.PERUZZO, Cicilia. Movimentos sociais, cidadania e o direito à comunicaçãocomunitária nas políticas públicas. 2009.SILVA, Sérgio Gomes da. O conflito identitário: sexo e gênero na constituiçãodas identidades. Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, 1999.
  15. 15. Sites:http://lgbtt.blogspot.com/2010/04/historia-do-movimento-lgbt-brasileiro.htmlhttp://www.ggb.orb.brhttp://www.antrabrasil.comEntrevistas:Keila SimpsonMillena Passos

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