Trabalho do pae

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Trabalho do pae

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG<br />TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E <br />COMUNICAÇÃO EM EDUCAÇÃO<br />Acadêmica: Wania Regia Borges Gogia<br />TECNOLOGIA INTELIGENTE E OS <br />DEFICIENTES VISUAIS<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br />As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) tomaram espaço no mundo atual, contribuindo para o desenvolvimento de atividades e projetos em todos os campos de ação da vida humana. <br />
  3. 3. JUSTIFICATIVA<br />Este projeto justifica-se pela necessidade de verificar, na prática, como se dá a real inclusão dos alunos deficientes visuais no processo de ensino aprendizagem.<br />Considera-se importante vivenciar, in loco, a metodologia de trabalho, e, in casu, do deficiente visual, como forma de prepará-lo para a vida laboral e sua melhor qualidade de vida em sociedade.<br />
  4. 4. OBJETIVOS<br />Propiciar uma breve reflexão sobre as tecnologias inteligentes à disposição dos portadores de deficiência visual, que possibilitam a estes a superação de suas deficiências.<br />Ter conhecimentos sobre softwares usados por deficientes visuais;<br />Estabelecer os aspectos imprescindíveis entre escola especializada para ambos os casos e a escola regular, que se diz inclusa.<br />
  5. 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS<br />Divulgar o estudo e a experiência obtida, durante o trabalho, fazendo emergir o conhecimento significativo sobre as reais possibilidades dos portadores de deficiências visuais e de seus professores, contrapondo-se a estereótipos e oportunizando aos professores e alunos o conhecimento básico para que o processo de inclusão seja efetivado.<br />
  6. 6. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA<br />Segundo Marchesi e Martin (apud ENUMO, 2005), as concepções pedagógicas que encaravam o desenvolvimento como determinante da aprendizagem deram lugar a uma abordagem mais interativa em que a aprendizagem abre caminhos que favorecem.<br />A inclusão, requer uma revolução de paradigmas. Não significa apenas colocar pessoas “diferentes” num lugar em que não costumavam estar, a classe regular.o desenvolvimento. <br />
  7. 7. No processo educativo de portadores de necessidades educativas especiais, no que se refere aos portadores de DV, é possível o enfrentamento de duas situações: como ensinar uma pessoa que nunca enxergou e outra que não enxerga há apenas alguns dias?<br />Para garantir o acesso das PNEs às TIC, faz-se necessário o uso de recursos ou ferramentas que as auxiliem como: Lente de Aumento, Narrator, On-Screen Keyboard e dos softwares Motrix, DosVox, Jaws dentre outros, facilitando assim sua interação e comunicação.<br />
  8. 8. METODOLOGIA<br />Otrabalho será desenvolvido a partir da aplicação de dois softwares educativos, o DosVox e o Virtual Vision, com portadores de DV na Escola Estadual de Ensino Médio Justino Quintana, com vistas a analisar sua eficiência quanto ao aprofundamento da aprendizagem dos portadores de DV.<br />O trabalho será ainda analisado sob o ponto de vista adaptativo dos portadores de DV, com vistas a identificar o programa que mais está adequado à realidade vivenciada pelos portadores de DV.<br />
  9. 9. CONSIDERAÇÕES<br />É preciso entender que os portadores de necessidades educativas especiais têm um potencial a ser desenvolvido, e que é preciso buscar implementar estratégias de acessibilidade para que eles possam fazer uso das TIC e terem oportunidade de interagir no ambiente educacional, seja na forma convencional, seja, especialmente, pelo uso de tecnologias que se inserem no contexto cotidiano da sociedade. <br />
  10. 10. REFERÊNCIAS<br />BARANAUSKAS, Maria Cecília C., MANTOAN, Maria Teresa E. Acessibilidade em ambientes educacionais: para além das Guidelines. Revista da Biblioteca Prof. Joel Martins. São Paulo: v. 8, n. 2, p. 13-23, 2007.<br />BENAVENTE, Ana. As ciências da educação e a inovação das práticas educativas. In: ______. Decisões nas políticas educativas. Porto: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, 2002.<br />ENUMO, Sônia Regina F. Avaliação assistida para crianças com necessidades educacionais especiais: um recurso auxiliar na inclusão escolar.Revista Brasileira de Educação Especial. Marília,  v. 11,  n. 3, p. 335-354, set./dez., 2005.<br />
  11. 11. KAFROUNI, Roberta; PAN, Miriam Aparecida G. de Souza. A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais e os impasses frente à capacitação dos profissionais da educação básica: um estudo de caso. InterAÇÃO, Curitiba, n. 15, p. 31-46, 2007.<br />MICROPOWER. Histórico Virtual Vision. Micropower, 2005. Disponível em: <http://www.micropower.com.br/dv/vvision/historic.asp>. Acesso em: 14 abr. 2011.<br />_______. Virtual Vision 5: principais características. Micropower, 2005. Disponível em: <http://www.micropower.com.br/dv/vvision5/benefici.asp>. Acesso em: em 31 abr., 2011.<br />NAPOLITANO, M. Como usar a televisão na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999.<br />OLIVEIRA, Aletheia M. de. Informática para deficientes visuais utilizando o DosVox. WebArtigos. Dez., 2010. Disponível em: <http://www.webartigos.com>. Acesso em 10 abr. 2011<br />PARANÁ. Pessoa portadora de deficiência. Integrar é o primeiro passo. Curitiba: SEED/DEE, 1998.<br />
  12. 12. SASSAKI, Romeu K. Inclusão: o paradigma da próxima década. Mensagem da APAE.Brasília, out./dez, 2008.<br />SCHLÜNZEN, Elen T. M. Mudanças nas práticas pedagógicas do professor: criando um ambiente construcionista, contextualizado e significativo para crianças com necessidades especiais físicas. São Paulo, PUC, 2000. Tese (Doutorado em Educação: Currículo). Faculdade de Educação, Pontifícia Universidade Católica, 2000.<br />TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação. 3. ed. São Paulo: Érica, 2004. WANDERLEY, F. Normalidade e patologia em educação especial. Psicologia, Ciência e Profissão. Brasília, n. 12, p. 2-9, 2009.<br />WERNECK, Chistianne. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. Rio de Janeiro: WVA, 1997.<br />

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