MANUAL DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃOMANUAL    INSTALAÇÃO              BOMBA DE IRRIGAÇÃO   O Manual deveacompanhar o produto ...
2                                                        SUMÁRIO       1  APRESENTAÇÃO1 APRESENTAÇÃO ........................
3                                                 1 APRESENTAÇÃO   Prezado usuário, você acaba de adquirir o mais modernoe...
4                                               2 INSTRUÇÕES   2.1 GENERALIDADES                                          ...
5                                   3 EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS   3.1 GENERALIDADES                                          ...
6descrito no ítem 4.2.                                                    Se o rotor funcionar em local com elevada quanti...
7     6 ESQUEMA GERAL DE INSTALAÇÃO                             Sub estação                                      Quadro de...
8                                                     7 TABELAS        7.1 TABELA 1                           COMPRIMENTO ...
9                                 7.2 TABELA 2                                                                            ...
107.3 TABELA 3 TABELA DE VAZÃO EM FUNÇÃO DA ALTURA MANOMÉTRICA DE RECALQUE   Potência                                     ...
11  7.4 TABELA 4                 FLANGES 150 LBS - ANSI B 16.5 SOBREPOSTO                                          A      ...
128 LISTA ILUSTRADA DE PEÇAS
13POSIÇÃO   DENOMINAÇÃO                          QUANTIDADE01        Contra flange                        0102        Para...
Weatherford Ind. e Com. Ltda.   Estrada Ivo Afonso Dias, 338 - Distrito Industrial - CEP 93032-550 - São Leopoldo - RS    ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Man irrigação 1

2.235 visualizações

Publicada em

Munual de Irrigação

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.235
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
57
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Man irrigação 1

  1. 1. MANUAL DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃOMANUAL INSTALAÇÃO BOMBA DE IRRIGAÇÃO O Manual deveacompanhar o produto durante a sua Código: 740100105.7 instalação Revisão: 03
  2. 2. 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO1 APRESENTAÇÃO ............................................................................................................ 32 INSTRUÇÕES ................................................................................................................... 4 EQUIPAMENT AMENTOS3 EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ...................................................................................... 54 POSSÍVEIS OCORRÊNCIAS ......................................................................................... 55 PARTIDA DO CONJUNTO MOTO -BOMBA .............................................................. 6 PARTID ARTIDA CONJUNTO MOT INSTALAÇÃO6 ESQUEMA GERAL DE INSTALAÇÃO ......................................................................... 77 TABELAS TÉCNICAS ...................................................................................................... 8 TABELAS8 LISTAS IL USTRATIV AS ................................................................................................ 12 LISTAS ILUSTRATIVAS USTRATIV
  3. 3. 3 1 APRESENTAÇÃO Prezado usuário, você acaba de adquirir o mais modernoequipamento de irrigação, fabricado dentro da mais altatecnologia. Lembre-se, no entanto, que qualidade não dispensa bonscuidados. Leia cuidadosamente todas as instruções que lhefornecemos com este equipamento. Se, eventualmente, necessitar recorrer aos nossos serviçosde assistência, comunique-se com nosso Departamento RespiroTécnico, através do seguinte telefone: (051) 588 3333. 1.1 INTRODUÇÃO O presente manual destina-se a facilitar a correta instalaçãoe manutenção das bombas submersas GEREMIA. Tampão As bombas submersas de grandes vazões são produzidascom carcaças de ferro fundido e eixos em aço inox, sendoacopladas diretamente ao motor. O motor elétrico é do tipoassíncrono trifásico com rotor de gaiola de esquilo em curtocircuito. O bobinado é totalmente imerso na água, dando assimum excelente resfriamento, aumentando a resistência à queimapor sobrecarga ou queda de tensão na rede. São fáceis de instalar, adaptáveis a rios, barragens ereservatórios cujos níveis sofrem grandes variações emépocas de estiagem ou cheias. Dispensa válvulas de pé,registros, gaxetas e casa de bombas. Cada vez que a bombaé desligada, toda a água da tubulação retorna, provocandouma limpeza automática do crivo da bomba. Ao mesmotempo evita golpes de ariete que são os grandes causadoresde problemas de impacto sobre a tubulação e a bomba.Pode ser adaptada ao sistema de quadro de comandoautomático, programando um bombeamento em etapas.Possui um sistema de vedação por anéis “O”ring e selomecânico, impedindo a entrada de corpos abrasivos no in-terior do motor. Figura 1 As bombas GEREMIA são submetidas a um rigorosocontrole de qualidade, teste hidrostático, de performance ede isolamento do bobinado para garantir um perfeitofuncionamento. 1.2 ISOLAMENTO 1.5 MANCAL AXIAL O fio da bobinagem é revestido com capa protetora Consiste num conjunto de peças fabricado em aço inoxexterna de PVC e as junções entre as bobinas e o cabo especial, o qual desliza sobre um disco oscilante de mate-também são adequadamente isolantes. rial sintético. A durabilidade do mancal assim mesmo é praticamente 1.3 REFRIGERAÇÃO E LUBRIFICAÇÃO infinita, pois são respeitadas as seguintes condições: o mancal foi calculado para suportar cargas muito superiores O líquido de refrigeração do motor no qual é imerso o à produzida pela bomba, neste caso forma-se uma películabobinado é constituído de 99% de água destilada ou água de água entre a parte fixa e a deslizante, responsável pelalimpa e 1% de aditivo. tal mistura é aconselhável para grande durabilidade dos mesmos. Além disto, é feitoprevenir fenômenos de oxidação, porém pode ser usada equilibrio hidráulico no labirinto do rotor, diminuindo a cargasomente água limpa, pois esta, depois de haver provocado axial sobre o mancal.uma leve oxidação, torna-se inerte. O motor deve estar completamente cheio de líquido, pois 1.6 CABO DE ALIMENTAÇÃOeste além de refrigerar as bobinas é o único lubrificantedos mancais. Um preenchimento incompleto pode causar Se não for fornecido pelo fabricante, deve atender aosa queima das buchas do mancal, pois as mesmas são de seguintes requisitos:material sintético e não resistem a temperaturas acima de a) bitola mínima aconselhada pelo fabricante. Essa bitola100°C. Por este motivo é feito um preenchimento correto e foi calculada em função da potência de transmissão, daposteriormente um rigoroso teste hidrostático, antes da extenção do cabo e da tensão da rede elétrica. (tabela 1)bomba ser enviada ao cliente. Assim sendo, na instalaçãoé indispensável verificar o nível do líquido do motor, b) a junção do cabo ao motor deve ser feita com oconforme processo descrito no ítem 1.4. máximo cuidado seguindo rigorosamente as instruções. (ítem 2.3) 1.4 PREENCHIMENTO DE LÍQUIDO c) não deve apresentar falhas ou abrasões profundas, Colocar a bomba na posição vertical. Retirar o tampão fazer cuidadosamente a instalação da bomba, cuidar paralocalizado na entrada da bomba. Com o uso de uma chave que o cabo não sofra danos ao longo da instalação.de fenda, afrouxar dois giros no respiro existente na tampa doselo mecânico. Preencher com água até escorrer através dorespiro. Reapertá-lo novamente e recolocar o tampão. (fig.01)
  4. 4. 4 2 INSTRUÇÕES 2.1 GENERALIDADES as seguintes instruções: a) preparar as extremidades do cabo e emendar, Todas as bombas são rigorosamente controladas e removendo a capa protetora externa de PVC por umrevisadas antes da expedição. A durabilidade depende comprimento de 100 a 150mm sem danificar a capa dosessencialmente da rigorosidade com que os instaladores três condutores.seguirão na instalação. b) remover a capa e o esmalte isolante de todos os condutores de ligação por um comprimento de 20 a 25mm 2.2 CONTROLES PRELIMINARES de suas extremidades. Durante o transporte e todas as operações de instalação c) unir conforme esquema indicado na plaqueta daevitar pancadas fortes na bomba para não provocar danos bomba e após,irreparáveis. Controlar o cabo de alimentação para que não unir com emenda tubular.apresente escoriações e danificações que prejudiquem o d) isolar apertadamente todas as ligações com trêsisolamento. Medir a resistência do isolamento. Valor mínimo camadas ou mais de fita isolante auto-fundente.0.5 Megohm. e) repetir a mesma operação de isolamento com fita plástica sobre a fita isolante auto-fundente. 2.3 LIGAÇÃO DO CABO DE ALIMENTAÇÃO 2.4 RECOMENDAÇÕES A escolha do cabo deve ser baseada na carga emampères (indicada na plaqueta de identificação do motor) e Durante a fase de descida do conjunto moto-bomba nono comprimento do cabo. ( tabela 1) local a ser instalado, evitar pancadas. Controlar atentamente Para garantir um perfeito funcionamento, a ligação do para que o cabo de alimentação fique bem fixado à bombacabo de alimentação do motor deve ser feita de acordo com e à tubulação. Cuidar para que o cabo não friccione entre a tubulação e o solo, evitando assim a possibilidade de ruptura da capa isolante. Cabo de Alimentação Capa Protetora em PVC Fita Plástica Condutores Capa doscondutores Cabo de Emenda Tubular Alimentação do Fita Isolante Motor Auto Fundente Figura 2
  5. 5. 5 3 EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS 3.1 GENERALIDADES a bomba está girando em sentido contrário. Neste caso, inverte-se o sentidode rotação, invertendo-se duas fases O motor deve ser acoplado através do cabo de no cabo de alimentação no quadro de comando.alimentação ao quadro de comando que contém a -se for constatado um leve abaixamento no nível é sinalaparelhagem necessária de comando e proteção. Todos que a bomba está no sentido de rotação correto.os inconvenientes, tanto os de natureza elétrica como -o controle no ítem “b” deve ser feito rapidamente paramecânica, transformam-se inevitavelmente em danificações evitar que o grupo gire errado por longo tempo.no bobinado do motor. É absolutamente indispensável quea aparelhagem de comando e proteção seja adequada e 3.5 REGULAGEM DO RELÉ TÉRMICOeficaz. Qualquer economia neste campo poderá causardanos ao motor. Para regular o relé térmico procede-se da seguinte Deve ser feita uma proteção ao quadro de comando maneira:contra intempéries. a) verificar se a capacidade do relé está dentro dos limites da amperagem nominal indicada na plaqueta de 3.2 PROTEÇÃO identificação do motor, caso contrário deve ser trocado. b) regular aproximadamente 10% acima da corrente Em todos os tipos de quadro de comando, seja ligação nominal.direta, estrela triângulo ou com chave compensadora, são c) caso o relé desarme, este equipamento está preparadoindispensáveis: para operar com um fator de serviço até 1,2. Assim sendo, a) uma proteção contra sobrecorrente pode-se regular o relé até 20% acima da intensidade de b) uma proteção contra curto-circuíto corrente nominal sem problemas para o equipamento. Toda a proteção deve agir sobre todas as três fases. d) após a regulagem, recomenda-se fazer um teste deAconselha-se também uma proteção contra: funcionamento do relé, girando o parafuso de regulagem a) falta de fase para o sentido de menor amperagem até desligar o b) queda de tensão equipamento, se não intervir é sinal evidente que o interruptor não é adequado ou não funciona. 3.3 INTERRUPTOR AUTOMÁTICO Na escolha de um interruptor automático verificar: IMPORTANTE a) que seja adaptado à tensão de trabalho Uma vez regulado de modo anteriormente descrito, o b) que haja uma carga adequada à potência absorvida grupo deve funcionar regularmente. Se a um certo momentopelo conjunto moto-bomba nas condições de trabalho sem se verificar a parada do motor por intervenção do reléque ocorra aquecimento nos contatos. térmico, procurar as causas que provocaram a interrupção c) que haja uma boa capacidade de interrupção de modo e, não alterar, em absoluto, as regulagens já feitas.que não se verifique danos nos contatos durante a fase de Certamente alguma causa provocou tal ocorrência.abertura, em presença de sobre-carga. Um eventual dano Nunca limpe os contatos com lixa ou lima.nos contatos pode provocar em seguida danos no motor. 3.6 FUSÍVEIS 3.4 SENTIDO DE ROTAÇÃO Geralmente junto com o cabo de alimentação vem O motor GEREMIA pode indiferentemente girar nos dois instalados um trio de fusíveis para proteger o quadro desentidos de rotação, mas quando acoplado à bomba esta comando. É muito importante que a carga seja a mesmarequer um determinado sentido de rotação. para os três fusíveis e um pouco superior à máxima corrente Para acertar o verdadeiro sentido de rotação procede- requerida no estabelecimento.se como segue: Na eventual substituição de um ou dois fusíveis devem a) após a instalação dar partida na bomba e controlar ser sempre idênticos aos já estabelecidos. O uso de umpara que a tensão de alimentação seja correta. fusível de dimensão menor é freqüente causa de b) observar no local onde a bomba foi mergulhada: funcionamento monofásico. -se for constatada a presença de borbolhas é sinal que 4 POSSÍVEIS OCORRÊNCIAS 4.1 EXCESSIVO NÚMERO DE PARTIDAS tor. Por isso, se o nível da água estiver abaixo do nível de Todos os motores com rotor de gaiola de esquilo em sucção da bomba não haverá mais refrigeração suficiente,curto circuito absorvem aproximadamente três vezes a provocando superaquecimento no bobinado, podendocorrente nominal quando acionada através de chave estrela- provocar sua queima ou engripamento dos mancais devidotriângulo ou compensadora. Desta maneira, se o número a dilatação por calor.de partidas for muito elevado, o bobinado não dissipará aquantidade de calor produzida, formando um 4.3 BOMBA BLOQUEADAsuperaquecimento comparado a uma sobrecarga, podendodanificar o isolamento do bobinado. Duas causas mais comuns podem provocar o engripamento: 4.2 FALTA DE REFRIGERAÇÃO NO MOTOR a) engripamento no labirinto do rotor da bomba causado por excesso de areia ou lama. A refrigeração no motor é assegurada pelo fluxo de água b) engripamento nos mancais do motor: neste caso éque circula em torno da parede externa da carcaça do mo- sinal evidente de que faltou refrigeração no motor, conforme
  6. 6. 6descrito no ítem 4.2. Se o rotor funcionar em local com elevada quantidade Em ambos os casos verifica-se uma intensidade de de areia, esta com o tempo pode provocar desgaste nocorrente três a seis vezes acima da nominal. labirinto de rotor e causar uma sobrecarga no mancal da 4.4 DESGASTE DO ROTOR bomba, pois elimina a compensação do empuxo axial existente no rotor. Neste caso, recomenda-se fazer a troca dos anéis de desgaste e do rotor periodicamente. 5 PARTIDA DO CONJUNTO MOTO-BOMBA Após a montagem de todas as conexões hidráulicas everificadas todas as ligações elétricas, a unidade está pronta IMPORTANTE IMPORTANTEpara operar.Assim que começar a operar, efetuar leitura decorrente. Certificar-se da voltagem na hora de ligar o motor. Quando a bomba for instalada e não colocada em operação Uma queda de tensão muito elevada (acima de 10%) indica deverá ser tomado as seguintes providências para que nãoque a linha de alimentação é menor que a indicada na Tab. 1. ocorra o bloqueio do rotor e possível dano do equipamento:Isto prejudica a vida útil do motor. - A cada quinze (15) dias ligar o equipamento (reduzir Se constatar alguma falha no funcionamento, procure esse período caso a quantidade de sólidos suspensos seja muitosolucioná-lo conforme orientações anteriores. Caso seja alta);insuficiente, entre em contato com nosso Departamento - Deixar o equipamento operar durante 15 minutos;Técnico, antes de qualquer funcionamento incorreto. - Caso seja verificado qualquer anormalidade, procure nosso representante para maiores informações.
  7. 7. 7 6 ESQUEMA GERAL DE INSTALAÇÃO Sub estação Quadro de Comando Cabo de AlimentaçãoTubulação de Recalque Bomba submersa
  8. 8. 8 7 TABELAS 7.1 TABELA 1 COMPRIMENTO MÁXIMO DOS CABOS ELÉTRICOS Em metrosPotência Tensão Corrente Seção em mm² CV V A 2,5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 220 25,6 59 98 152 233 10 380 14,8 118 175 288 220 38,4 65 100 154 208 15 380 22,2 115 189 292 380 30 99 163 253 390 528 685 20 660 17 129 204 304 500 776 380 37 133 205 316 428 555 761 25 660 21 165 246 406 629 967 380 73 160 217 281 386 521 595 50 660 42 203 314 484 655 849 380 108 190 261 352 402 454 521 75 660 62 326 444 575 789 1065 380 143 197 266 304 343 394 462 100 660 72 282 382 495 679 917 380 180 211 241 272 313 367 402 125 660 103 346 475 641 732 827 380 209 211 238 273 321 351 383 150 660 120 297 407 550 629 710 380 245 200 230 270 295 327 365 175 660 141 347 468 535 604 693 380 278 203 238 260 288 322 200 660 160 413 471 532 611 717 380 350 207 229 255 250 660 201 375 424 486 571 625 380 420 190 213 300 660 242 352 404 474 519 574NOTA:Os valores acima foram calculados para cabos de três condutores; instalados ao ar livre à temperatura de 40° C; comuma queda de tensão de 5%; conforme determina a ABNT; para motores elétricos sistema trifásico.
  9. 9. 9 7.2 TABELA 2 PERDA DE CARGA m/m Vaz. m³/h 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 1200 1400 1600 1800 2000 2200 2400 2600 2800 3000 3500 Vaz. l/s 56 83 111 139 167 194 222 250 278 333 389 444 500 556 611 667 722 778 883 972 20 0,025 0,05 0,08 25 0,007 0,015 0,025 0,04 0,054 0,075 28 0,0045 0,01 0,018 0,025 0,035 0,047 0,065 0,08 0,09 30 0,0038 0,006 0,012 0,018 0,023 0,03 0,04 0,045 0,06 0,07 32 0,0025 0,005 0,008 0,012 0,018 0,024 0,03 0,037 0,045 0,055 0,075 0,09 35 0,0035 0,006 0,0095 0,012 0,018 0,024 0,025 0,035 0,04 0,056 0,07 0,09 0,105 38 0,0022 0,0036 0,0054 0,008 0,01 0,014 0,018 0,023 0,025 0,035 0,045 0,06 0,07 0,08 0,101DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO ( cm ) 40 0,0028 0,0042 0,0065 0,008 0,01 0,012 0,015 0,02 0,025 0,035 0,046 0,055 0,065 0,08 0,09 42 0,002 0,003 0,0045 0,0065 0,008 0,01 0,012 0,014 0,02 0,025 0,035 0,045 0,055 0,06 0,068 0,085 45 0,002 0,0035 0,0045 0,0065 0,007 0,0095 0,011 0,018 0,02 0,026 0,035 0,04 0,05 0,055 0,06 0,075 48 0,0025 0,003 0,0045 0,005 0,006 0,0075 0,01 0,014 0,018 0,021 0,028 0,035 0,04 0,045 0,05 0,06 50 0,002 0,0035 0,0042 0,005 0,0062 0,008 0,01 0,015 0,018 0,021 0,025 0,028 0,032 0,038 0,055 55 0,002 0,0028 0,003 0,0048 0,006 0,008 0,009 0,012 0,014 0,017 0,02 0,023 0,028 0,035 60 0,0022 0,0028 0,004 0,005 0,007 0,008 0,01 0,013 0,015 0,017 0,02 0,025 64 0,002 0,0025 0,003 0,005 0,0057 0,0065 0,0085 0,0095 0,012 0,015 0,018 70 0,002 0,003 0,0036 0,0045 0,0055 0,006 0,0068 0,009 0,0095 76 0,0018 0,002 0,003 0,0035 0,004 0,0045 0,0058 0,007 80 0,002 0,003 0,0032 0,0037 0,0047 0,0055 90 0,0018 0,002 0,0025 0,003 0,0037 95 0,0018 0,0022 0,0025 100 0,0015 0,0017 110 0,001EXEMPLO:Com uma vazão de 1800 m³/h ou 500 l /s em uma tubulação de 48 cm de diâmetro. Calcular a perda de carga em umadistância de 750 m: 750 m x 0,018 = 13,5 m
  10. 10. 107.3 TABELA 3 TABELA DE VAZÃO EM FUNÇÃO DA ALTURA MANOMÉTRICA DE RECALQUE Potência ALTURA MANOMÉTRICA EM METROS MODELO Vazão CV 1 2 3 4 5 6 8 10 12 14 16 20 24 28 32 36 40 44 48 52 56 60 64 68 72 76 80 m³/h 300 280 260 248 220 185 150 10 ADR-200 l /s 83 78 72 69 61 51 42 m³/h 310 300 295 270 240 218 180 130 12,5 AER-200 l /s 86 83 82 75 69 61 50 36 m³/h 320 315 310 290 260 225 190 130 15 AFR-200 l /s 89 87,5 86 80 72 62,5 53 36 m³/h 1025 1000 980 940 850 775 25 BHA-250 l /s 285 278 272 261 236 215 m³/h 650 625 575 500 410 280 25 BHM-250 l /s 181 174 160 139 114 78 m³/h 467 440 410 373 320 280 100 25 BHR-250 l /s 100 122 114 104 89 78 28 m³/h 1810 1800 1750 1700 1600 1450 50 BMA-350 l /s 503 500 486 472 444 403 m³/h 1150 1110 1050 950 50 BMM-300 l /s 319 308 291 264 m³/h 840 825 783 688 633 500 260 50 BMM-250 l /s 233 229 218 191 176 139 72 m³/h 638 625 590 575 550 490 410 300 50 BMR-250 l /s 177 174 164 160 153 136 114 83 m³/h 3500 2450 2400 2200 2080 1930 75 BOA-350 l /s 972 680 667 611 578 536 m³/h 1450 1300 1233 1200 1133 1033 75 AOM-300 l /s 403 361 343 333 315 287 m³/h 2800 2750 2650 2600 2500 2400 100 BPA-400 l /s 778 764 736 722 694 667 m³/h 2100 2100 1950 1800 100 BPM-400 l /s 583 583 542 500 m³/h 1400 1367 1333 1275 1225 1075 888 700 350 100 BPM-300 l /s 389 380 370 354 340 299 247 194 97 m³/h 985 960 880 815 720 585 390 100 BPR-300 l /s 274 267 244 226 200 163 108 m³/h 2100 2000 1900 1800 1650 125 AQM-400 l /s 583 556 528 500 458 m³/h 1400 1367 1325 1200 1080 920 700 380 125 AQM-300 l /s 389 380 368 333 300 256 194 106 m³/h 1060 1010 955 880 785 680 535 259 125 BQR-300 l /s 294 281 265 244 218 189 149 72 m³/h 865 810 750 685 600 505 386 125 CQR-300 l /s 240 225 208 190 167 140 107 m³/h 1950 1870 1800 1700 1400 150 ARM-400 l /s 542 519 500 472 389 m³/h 1500 1400 1267 1150 1000 900 550 150 ARM-300 l /s 417 389 352 319 278 250 153 m³/h 1110 1070 1030 970 890 800 680 510 150 BRR-300 l /s 308 297 286 269 247 222 189 142 m³/h 945 900 850 780 715 610 480 150 CRR-300 l /s 263 250 236 217 199 169 133 m³/h 2067 1950 1867 1677 1433 175 BSM-400 l /s 574 542 519 466 398 m³/h 960 915 855 795 715 620 460 175 CSR-300 l /s 267 254 238 221 199 172 128 m³/h 2133 2067 1950 1767 1500 200 BTM-400 l /s 593 574 542 491 417 m³/h 975 925 865 790 700 600 445 200 CTR-300 l /s 271 257 240 219 194 167 124 m³/h 2300 2150 2000 1825 1650 1450 1150 800 250 BUM-400 l /s 639 597 556 507 458 403 319 222 m³/h 1020 975 922 860 780 680 510 250 CUR-300 l /s 283 271 256 239 217 189 142
  11. 11. 11 7.4 TABELA 4 FLANGES 150 LBS - ANSI B 16.5 SOBREPOSTO A B C D G E F DIMENSÕES ( mm ) MATERIALDIÂMETRONOMINAL Nº DE ØA ØB ØC ØD ØE ØF G FUROS 200 298 246 221 22 8 270 343 44 250 362 305 276 25 12 324 406 49 DIN1693 GGG40 300 432 365 327 25 12 381 483 56 350 476 400 359 28 12 413 533 57 400 540 457 410 28 16 470 597 63,5
  12. 12. 128 LISTA ILUSTRADA DE PEÇAS
  13. 13. 13POSIÇÃO DENOMINAÇÃO QUANTIDADE01 Contra flange 0102 Parafuso cabeça sextavada 1603 Difusor 0104 Porca do rotor 0105 Rotor 0106 Chaveta do rotor 0107 Anel de desgaste superior 0108 Caixa do selo mecânico 0109 Parafuso cabeça sextavada interno 0410 Carcaça de entrada 0111 Crivo da bomba 0112 Parafuso cabeça sextavada 0813 Parafuso cabeça sextavada 0414 Mancal superior 0115 Parafuso com anel 0216 Conexão de lubrificação 0117 Parafuso cab.cilíndrica fenda 0318 Anel de deslizamento fixo superior 0119 Anel de desgaste inferior 0120 Chaveta 0121 Bujão cabeça quadrada 0122 O’ring 0123 Tampa dos fios 0124 Plaqueta de identificação 0125 Parafuso cab. cilíndrica fenda 0626 Parafuso cabeça sextavada 0627 Estator 0128 Rotor do motor 0129 Anel de deslizamento móvel 0130 Pé de apoio superior 0131 Mancal inferior 0132 Suporte do mancal 0133 Parafuso tampão 0134 Selo mecânico 0135 Porca sextavada 1636 Protetor do selo mecânico 0138 O’ring 0139 Parafuso cabeça sextavada 0240 Anel de apoio do selo 0141 Suporte para anel de deslizamento 0142 Parafuso de ajuste 0143 Porca de segurança 0144 Parafuso com anel 0145 Anel de deslizamento fixo 0146 Rebite 0447 Anel distanciador 0148 Anel de retenção 0149 Tampa de inspeção 0151 Porca sextavada 0852 O’ring 0253 Parafuso cabeça sextavada 0354 Arruela do rotor 0155 Arruela do crivo 0358 Redução concêntrica 0159 Parafuso cabeça sextavada 0864 Parafuso cabeça sextavada 0865 Bujão cabeça quadrada 0166 Parafuso cabeça sextavada 0867 Pé de apoio inferior 0168 Parafuso cabeça sextavada 0269 Parafuso cabeça sextavada 0475 Parafuso cab. cilíndrica fenda 0376 O’ring 01
  14. 14. Weatherford Ind. e Com. Ltda. Estrada Ivo Afonso Dias, 338 - Distrito Industrial - CEP 93032-550 - São Leopoldo - RS Caixa Postal 405 - CEP 93001-970 - Fone: (051) 579-8400 - Fax: (051) 579-8401 e-mail: weatherford.als@weatherford.com.br - www.weatherford.com.brREPRESENTA Ç Õ E S :REPRESENTASão Paulo - SPHelifer Comércio e Representações Ltda.Rua do Manifesto, 2119 - Ipiranga - CEP 04209-002 - Fone (011) 272-4044 - Fax (011) 274-5656Araraquara - SPHelibombas Com. Representações e Serviços Ltda.Rua Victor Lacorte, 1595 - Santana - CEP 14801-460 - Fone/Fax (0162) 36-3043Rio de Janeiro - RJTmax Repres. Com. e Serviços Técnicos Ltda.Praça Olavo Bilac, 28 - sala 603 - Centro - Fones (021) 232-8862 / 984-0762 - Fax (021) 232-9773

×