Intervenções urbanas

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Arte Urbana - Intervenções Urbanas
Agosto 2013

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Intervenções urbanas

  1. 1. Arte Urbana - Intervenções Urbanas É o termo utilizado para designar os movimentos artísticos relacionados às intervenções visuais realizadas em espaços públicos. No início, um movimento underground, que foi ganhando forma com o decorrer dos tempos e acabou se estruturando. Existem intervenções urbanas de vários portes, indo desde pequenas inserções através de adesivos (stickers), até grandes instalações artísticas.
  2. 2. São trabalhos voltados para a experiência estética, com intenção de produzir outras maneiras do público perceber o cenário da cidade. Também cria relações afetivas com a cidade, não tendo somente o objetivo de funcionalidade. Sendo assim, a intervenção artística tem ligações com a arte conceitual e também pode incluir uma performance. Tem associação com as ações vienenses (Grupo Fluxus, Happening, Body Art), aos movimentos Dada e Neodadaístas . As intervenções podem ser expressas de várias formas: com os grafites, cartazes, cenas de teatro ao ar livre, poesia, performance, shows de rua ou qualquer outro elemento plástico, que seja inserido num espaço público, de forma a modificar o significado ou as expectativas do senso comum, quanto a esse objeto (espaço urbano).
  3. 3. Graffite O nome “grafite” tem origem no italiano “graffito”, palavra usada para designar os desenhos de épocas remotas, feitos em paredes. “Graffite”, por sua vez, é o plural de “graffito” e serve para designar os desenhos elaborados ao ar livre em geral. Arte Rupestre
  4. 4. Arte Rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, representações artísticas do período Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em abrigos ou cavernas, nas paredes e tetos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre. Alguma semelhança como os nossos dias, com a arte contemporânea?
  5. 5. Otávio e Gustavo Pandolfo Irmãos paulistanos, que usam as paredes como suporte para suas criações, em todo o mundo, como também levam sua arte para dentro dos museus. Os Gêmeos, 1974
  6. 6. Os Gêmeos
  7. 7. Eduardo Kobra Mural Avenida Domingos de Moraes-(Avenida São João 1950)
  8. 8. O beijo – 2013 – Chelsea NYC – Street Art - Eduardo Kobra
  9. 9. Eduardo Kobra , 1976 O beijo -1945 - Alfred Eisenstaedt
  10. 10. Alex Valauri, 1949-1987
  11. 11. Alex Valauri, 1949-1987
  12. 12. Beco do Grafite, 2013
  13. 13. Beco do Grafite, 2013
  14. 14. Beco do Grafite 2013
  15. 15. MEGX - Martin Heuwold- Wuppertal, 2011 Instalação Ponte de lego - Alemanha
  16. 16. Aarhus, Dinamarca – Jan Vormann, 1983
  17. 17. The Wrinkles of the City - Havana (JR e José Parlá , 2012)
  18. 18. Banksy - Robert Banks, 1974/75
  19. 19. Banksy
  20. 20. Banksy
  21. 21. Fotografia Intervenção Urbana - Slankachu Little People Project, 2006
  22. 22. Fotografia Intervenção Urbana Slankachu
  23. 23. Jean Michel Basquiat, 1960/1988
  24. 24. Basquiat - SAMO
  25. 25. Keith Haring, 1958-1990
  26. 26. Keith Haring
  27. 27. Keith Haring
  28. 28. “Em meio aos espaços públicos, as práticas artísticas são apresentação e representação dos imaginários sociais. Evocam e produzem memória podendo, potencialmente, ser um caminho contrário ao aniquilamento de referências individuais e coletivas, à expropriação de sentido, à amnésia citadina promovida por um presente produtivista. É nestes termos que, influenciando a qualificação de espaços públicos, a arte urbana pode ser também um agente de memória política.” (PALLAMIN, 2000, p. 57) Considerações finais
  29. 29. A arte faz-se presente em vários espaços urbanos. Lugares que costumamos passar e, nem prestamos atenção, pois muitas vezes nos acostumamos ao “objeto artístico” e, ele passa a incorporar o espaço. Isso não quer dizer que, não a percebemos como arte, mas que, o artista conseguiu o feito de fazer a junção, arte e espaço. A sua arte passa a ser o espaço e o espaço passa a ser a arte. Um está contido no outro e, na junção o espaço ganha outro olhar. Mesmo quando a arte urbana é efêmera, nos causa a sensação de espaço contido, de espaço pleno, de haver uma cumplicidade entre os dois, arte e espaço. E, é essa cumplicidade, que muitas vezes faz com que fiquemos extasiados, com o que olhamos ou o que nos olha. Causando assim a interação entre espaço e observador.
  30. 30. Bibliografia •http://slinkachu.com/ •http://eduardokobra.com/ •http://www.artistasnarua.com.br/textos/grafite-e-pichacao •http://o-que-vem-a-rede.blogspot.com.br/2013/05/little-people-project.html •http://www.banksy.co.uk/ •http://blogroqueestrella.wordpress.com/2013/05/23/as-rugas-na-cidade-de- havana-por-jose-parla-e-o-cubano-jr/ •http://minilua.com/a-arte-em-lego-de-jan-vormann/ •http://www.osgemeos.com.br/ •http://www.megx.de/?p=1059 http://www.youtube.com/watch?v=0cD2o4t0HQ8&feature=player_embedded http://graffitiecidadania.blogspot.com.br/2013/04/jean-michel-basquiat.html http://basquiat.com/ http://www.haring.com/ PALLAMIN, Vera M. Arte Urbana; São Paulo: Região Central (1945-1998): obras de caráter temporário e permanente – São Paulo, Fapesp, 2000.
  31. 31. Aula - Intervenções Urbanas Agosto, 2013 Evandete Tavares

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