FALLEIROS, MIGUEL, 2007

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FALLEIROS, MIGUEL, 2007

  1. 1. Análise dos trabalhos do CBGDP comparando artigos da indústria e do meio acadêmico e com um evento internacional Vitor Bellissimo Falleiros (EPUSP) vbfall@gmail.com Paulo Augusto Cauchick Miguel (EPUSP) paulo.miguel@poli.usp.br Resumo A gestão do desenvolvimento de produtos tem sido cada vez mais importante para o sucesso das empresas, e a colaboração com o meio acadêmico pode trazer grandes benefícios nessa área, para ambas as partes. Analisando os artigos publicados nos cinco primeiros Congressos Brasileiros de Gestão de Desenvolvimento de Produto, este artigo faz uma comparação entre a produção científica oriunda da indústria brasileira e do meio acadêmico nacional neste tema. O artigo objetiva fazer uma classificação dos artigos de acordo com o tópico central de cada um, a partir de seus resumos e definir os focos de maior interesse de cada área. Uma comparação com dados do International Product Development Management Conference permite uma melhor compreensão dos resultados. A análise final revela uma aparente tendência de estabilização de participação da indústria em aproximadamente 10% dos artigos, tanto no congresso nacional quanto no internacional. Quanto aos tópicos abordados pela indústria e pelo meio acadêmico, percebem-se similaridades e diferenças que sugerem caminhos para outros estudos. Palavras-chave: Gestão de desenvolvimento de produto; Transferência de tecnologia; Integração empresa-universidade. 1. Introdução No atual panorama econômico, dinâmico e globalizado, é indiscutível a necessidade de uma gestão adequada do desenvolvimento de novos produtos para o sucesso de uma empresa, em qualquer setor econômico. Assim como em outros campos de conhecimento, diversas técnicas e ferramentas são desenvolvidas diretamente pela indústria que as aplica de imediato, e também o meio acadêmico proporciona avanços que não devem ser ignorados. O Brasil é dotado de diversos institutos de ensino superior e pesquisa de renome internacional, tanto nessa área como em outras. São portanto centros importantes que dispõem de uma visão clara do estado da arte mundial, por meio de contínua pesquisa e contatos com outras instituições ao redor do mundo. Este conhecimento, se aplicado à indústria nacional, pode colaborar para elevá-la a padrões de qualidade internacionais. Baseada nas cinco primeiras edições do Congresso Brasileiro de Gestão de Desenvolvimento de Produto (CBGDP), esse trabalho analisa o nível de cooperação entre indústria e academia, e objetiva definir os focos de maior interesse das empresas brasileiras neste assunto, comparando com aquilo que é feito no meio acadêmico nacional. 2. Métodos adotados O presente trabalho é baseado nos artigos publicados nas cinco edições do Congresso Brasileiro de Gestão de Desenvolvimento de Protudo (CBGDP) realizadas até a data corrente. Trata-se de um evento bienal e de local rotativo (já foi realizado em Belo Horizonte, São Carlos, Florianópolis, Gramado e Curitiba), cujo reconhecimento é facilmente percebido pelo constante crescimento do número de artigos apresentados, pelo apoio de renomadas instituições, entidades de ensino e empresas brasileiras, e pela participação constante tanto de
  2. 2. pesquisadores do meio acadêmico quanto oriundos da indústria. O primeiro passo foi uma distinção entre artigos vindos do meio acadêmico, artigos vindos da indústria, e artigos de colaboração entre ambos, levando-se em conta a origem de seus autores – se o autor é ligado a uma instituição de ensino, o artigo é considerado acadêmico, se é ligado a uma empresa é considerado industrial, e artigos colaborativos são aqueles em que há pelo menos um autor de cada área. O tabelamento destes dados permitiu determinar o nível de participação da indústria em cada edição do CBGDP, e encontrar uma aparente tendência de estabilização desta proporção. A mesma classificação foi depois realizada com os artigos das três últimas edições do International Product Development Management Conferece (IPDMC) para que fosse possível comparar os resultados nacionais com dados internacionais do mesmo tipo. Além disso, os artigos foram classificados de acordo com o tópico (avaliação da GDP, planejamento estratégico, planejamento organizacional e ciclo de desenvolvimento) e subtópico abordado, dentro da GDP, segundo a subdivisão sugerida por Cheng (2000), identificando assim as áreas de maior foco na indústria e na universidade. Através de análise do resumo e de parte de seu conteúdo, procurou-se determinar o tópico mais central de cada trabalho, seguido pelo subtópico correspondente. Além da proporção de cada tópico na academia e na indústria, foi possível tirar algumas conclusões da comparação dos subtópicos mais abordados. Novamente uma comparação foi realizada com os artigos do IPDMC, que foram classificados da mesma forma. Foram encontradas diferenças significativas nas proporções dos tópicos abordados no congresso nacional e internacional. Este dado por si só já abre a possibilidade de um estudo mais aprofundado, e inviabilizou uma comparação entre a proporção dos subtópicos no CBGDP e no IPDMC neste momento. 3. Base Teórica A GDP é certamente um campo extenso de conhecimento, e sua aplicação é cada vez mais vital no ambiente industrial, para acelerar e aumentar a chance de sucesso do desenvolvimento de novos produtos nas empresas. Contudo, para que essa gestão seja um benefício, e não um mero entrave burocrático, é necessário que seja detalhadamente compreendida. Nesse contexto, diversos autores têm feito esforços nessa direção, subdividindo o tema de acordo com a perspectiva mais apropriada ao seu campo de trabalho. Além disso, cada vez mais ferramentas do desenvolvimento de novos produtos são integradas nessa gestão. Enquanto os processos de stage-gates sempre estiveram na base da GDP moderna, as técnicas de QFD foram incluídas formalmente nesse grupo em 1995 (CHENG, 2000), e as ferramentas de PLM ganharam reconhecimento no século XXI. Os organizadores do CBGDP propõem a cada ano classificações para os artigos. A inconsistência dessas classificações de uma edição para outra do congresso mostra a dificuldade de realizar uma divisão coerente e extensiva do assunto. Na última edição, em Curitiba (2005), foram usados os seguintes tópicos para classificar os artigos: Capacitação para desenvolvimento de produto (DP), DP para mercado globalizado, estratégias de DP, ferramentas e métodos de DP, gerenciamento de projetos em DP, lessons learned de DP, modelos de PDP, organização para o DP, temas polêmicos de DP. Apesar da abrangência e detalhamento, essa divisão não favorece a identificação dos temas de maior interesse das empresas, como é o objetivo deste trabalho. Assim, foram pesquisadas outras propostas na literatura. Pugh (1996), ao desenvolver sua teoria de Total Design, detalha quatro perspectivas da gestão
  3. 3. do processo: o processo de desenvolvimento em si e suas ferramentas e métodos, a inovação, a integração de todas as áreas de uma empresa e o processo de tomada de decisões. No entanto, essa referência é mais tradicional no desenvolvimento de produto, e não necessariamente aborda os aspectos da gestão. Chryssochoids & Wong (1998), no objetivo de analisar estruturas internacionais de desenvolvimento de novos produtos, fazem uma divisão voltada para estruturas de larga escala. São quatro os campos propostos, sem subdivisão: ambiente (integração e adaptabilidade), estrutura de desenvolvimento (configuração e coordenação do processo de desenvolvimento), estrutura operacional (organização dos grupos de desenvolvimento) e desempenho dos novos produtos. Essa proposta visa analisar principalmente a integração entre as diversas frentes de trabalho encontradas em empresas multi-nacionais. Cheng (2000), buscando uma definição e delimitação detalhada do tema, faz uma divisão didática e extensiva da GDP, propondo uma análise cartesiana, numa representação em dois eixos: o vertical representando o horizonte de planejamento com seus extremos estratégico e operacional, e o horizontal representando o ciclo do desenvolvimento do produto. Como um terceiro campo, é incluída a avaliação do desempenho do processo de desenvolvimento de novos produtos. Em cada um desses campos há subdivisões detalhadas. Acur, Boer & Laugen (2004), ao analisar como cada parte da GDP afeta a velocidade de desenvolvimento de novos produtos, propõem uma divisão simples e abrangente em três áreas: estratégia empresarial, contexto e consistência do desenvolvimento de novos produtos e desempenho do desenvolvimento. Analisando as propostas de divisão do tema acima, pode-se perceber certa equivalência entre as mais abrangentes, de Chryssochoids & Wong (1998), Cheng (2000) e Acur, Boer & Lagen (2004). Assim, para a classificação de artigos nesse trabalho, será utilizada a sugestão de Cheng (2000), considerada mais didática, detalhada e clara, dividindo os artigos entre os seguintes temas: a) Avaliação do desenvolvimento de produtos, incluindo dois sub-tópicos: − Avaliação do desempenho; − Identificação de fatores contribuintes de sucesso. b) Planejamento estratégico − Gestão de Portfolio: Alinhamento Estratégico, Maximização de Valor e Balanceamento entre Projetos; − Renovação Contínua da Plataforma; − Dimensionamento da Capacidade Instalada. c) Planejamento da organização − Integração inter-organizacional; − Integração inter-funcional.
  4. 4. d) Ciclo de desenvolvimento − Obtenção da voz do cliente; − Segmentação; − Estabelecimento do Conceito; − Projeto do Produto; − Projeto do Processo; − Preparação para Produção; − Lançamento; − Redução do Tempo de Desenvolvimento; − Trabalho em Grupo; − Desenvolvimento de Competência Individual e Coletiva. 4. Resultados A Tabela 1 abaixo apresenta o primeiro resultado obtido: a determinação do nível de participação da indústria nos congressos. Edição do CBGDP Total de artigos Acadêmicos Colaborativos Industriais 1 (1999) 32 24 1 7 75% 3% 22% 2 (2000) 58 47 7 4 81% 12% 7% 3 (2001) 111 100 7 4 90% 6% 4% 4 (2003) 150 137 11 2 91% 7% 2% 5 (2005) 115 104 10 1 90% 9% 1% Total 466 412 36 18 88% 8% 4% Tabela 1 – Origem dos artigos do CBGDP Nos últimos congressos, há uma estabilidade em torno de 10% de artigos colaborativos e industriais. Percebe-se também uma tendência ao aumento percentual dos artigos colaborativos em detrimento daqueles puramente industriais, indicando um aumento na cooperação entre as empresas e o meio acadêmico, o que pode favorecer a transferência de conhecimento. Tomando-se um evento internacional do mesmo campo para comparação, percebe-se resultado semelhante. A Tabela 2 apresenta os dados das 3 últimas edições do International Product Development Management Conference (IPDMC).
  5. 5. Edição do IPDMC Total de artigos Acadêmicos Colaborativos Industriais 11th (2004) 89 80 6 3 90% 7% 3% 12th (2005) 120 108 11 1 90% 9% 1% 13th (2006) 108 98 10 0 91% 9% 0% Total 317 286 27 4 90% 9% 1% Tabela 2 – Origem dos artigos do IPDMC Nota-se que a proporção de artigos industriais e colaborativos também parece estabilizada em torno de 10% do total no IPDMC, com aumento dos colaborativos e diminuição dos puramente industriais. Chama atenção também a ausência total de artigos puramente industriais na última edição deste evento. A Tabela 3 abaixo compara a soma das três últimas edições de cada congresso. Fonte Total de artigos Acadêmicos Colaborativos Industriais 3o a 5o CBGDP 376 341 28 7 91% 7% 2% 11th a 13th IPDMC 317 286 27 4 90% 9% 1% Tabela 3 – Comparação entre congressos em GDP (Brasil e internacional) Percebem-se pequenas diferenças, de menos de 2%, nas proporções de cada evento. Contudo, a tendência aparente na evolução das proporções do CBGDP parece ser no sentido de igualá- las às do IPDMC. A análise dos temas abordados por cada artigo dos cinco anos do CBGDP mostra, tanto no lado acadêmico quanto no lado industrial, uma concentração de mais da metade na área do ciclo de desenvolvimento de produto. Algumas diferenças de foco já começam a ser percebidas na análise dos quatro grandes temas da divisão realizada, conforme explicitado na Tabela 4. Artigos Total Avaliação do DP Planejamento estratégico Planejamento da organização Ciclo de DP Industriais e colaborativos 54 11 6 7 30 20% 11% 13% 56% Acadêmicos 412 57 48 57 250 14% 12% 14% 61% Tabela 4 – Temas abordados no CBGDP Dentro dos grandes temas, percebe-se que alguns tópicos são recorrentes: − Na avaliação do processo, a “avaliação de desempenho” aparece mais do que a “identificação de fatores de sucesso”, numa proporção de aproximadamente 3:1 tanto nos industriais quanto nos acadêmicos; − No tema “planejamento estratégico”, o foco dos industriais é a “gestão do portfolio” e nenhum artigo desta orgiem menciona o tópico renovação “contínua da plataforma”, que é o central de metade dos artigos acadêmicos deste tema;
  6. 6. − No “planejamento organizacional”, a “integração inter-funcional” aparece como a maior preocupação de ambos os lados; − Quanto ao “ciclo de desenvolvimento”, os tópicos mais abordados são “obtenção da voz do cliente”, principalmente através das técnicas de QFD, e “projeto do conceito” e “projeto do produto”, com os industriais avaliando a confiabilidade e a aplicação de ferramentas computacionais e os acadêmicos procurando novos critérios de projeto, como a preocupação com o meio-ambiente e usuários com limitações físicas. Além disso, a “aceleração do ciclo” é uma preocupação explicitada pela indústria que parece não ser considerada pela universidade, e 27 artigos acadêmicos (6% do total das cinco edições do CBGDP) lidam com o “desenvolvimento de competências”. Novamente, é interessante avaliar o resultado acima pela comparação com o IPDMC. A Tabela 5 mostra a distribuição de temas nas três últimas edições do evento internacional. Artigos Total Avaliação do DP Planejamento estratégico Planejamento da organização Ciclo de DP Industriais e colaborativos 31 3 5 10 13 10% 16% 32% 42% Acadêmicos 286 37 41 58 150 13% 15% 20% 52% Tabela 5 – Temas abordados no IPDMC Na Tabela 5 notam-se diferenças significativas entre as proporções do CBGDP e do IPDMC. Entre os artigos acadêmicos, a maior diferença é de aproximadamente 9%, nos artigos relativos ao “ciclo de desenvolvimento do produto”. No entanto, entre os industriais e colaborativos, a diferença chega a quase 20% nos artigos relativos ao “planejamento da organização”. Os artigos internacionais parecem dar muito mais atenção do que os brasileiros à integração entre organizações e entre funções de uma mesma organização. 5. Conclusões A análise da participação da indústria no CBGDP parece revelar uma tendência de estabilização numa proporção de aproximadamente 90% de artigos acadêmicos. Nos artigos restantes, observa-se um aumento na proporção dos artigos colaborativos em detrimento dos puramente industriais. Essa proporção é semelhante à de congressos internacionais sobre o mesmo tema, mas ainda assim parece haver espaço para maior presença de artigos colaborativos. Essa mudança deve ser buscada para favorecer a transferência de tecnologia. A distribuição dos artigos nos grandes temas revela pequenas diferenças, com uma proporção maior de artigos sobre o ciclo de desenvolvimento entre os acadêmicos do que entre os industriais, em detrimento principalmente dos tópicos de avaliação da gestão de desenvolvimento de produtos. Dentro dos temas, as discrepâncias nos tópicos focados podem revelar preocupações diferentes, a saber: − Na avaliação da gestão parece haver um alinhamento das tendências dos trabalhos industriais e acadêmicos; − No planejamento estratégico, a diferença pode se dar por duas razões que precisam ser investigadas mais profundamente: a gestão do portfolio não recebe a devida atenção das
  7. 7. universidades ou são as indústrias que mantêm segredo sobre a evolução de suas plataformas de produtos por alguma razão de competição? − No plano de planejamento operacional, percebe-se uma preocupação de ambas as partes com a integração inter-funcional. É uma dificuldade que ainda necessita de melhor encaminhamento, e é enfrentada na prática dentro das universidades, não apenas na teoria; − No ciclo de desenvolvimento, é compreensível que o desenvolvimento de competências apareça mais entre os artigos acadêmicos, visto que as universidades são instituições de ensino e pesquisa, sendo este, portanto, um de seus principais objetivos. Contudo, é preocupante que a aceleração do ciclo de desenvolvimento de produtos não receba a devida atenção do meio acadêmico, sendo que a quantidade de artigos industriais sobre esse tópico denota grande preocupação com esse fator. As diferenças de temas reveladas entre os artigos do CBGDP e do IPDMC são, provavelmente, devidas à diferença do nível de desenvolvimento das indústrias instaladas no Brasil e em países industrialmente desenvolvidos há mais tempo, visto que a maioria dos artigos do IPDMC tem origem européia. Esses resultados mostram a necessidade de várias pesquisas mais aprofundadas para compreender e melhorar a integração entre empresas e universidades no Brasil. Algumas sugestões de futuros trabalhos são: − Conduzir o mesmo tipo de trabalho em outros planos em que haja possibilidade dessa integração, como outros congressos, periódicos, institutos de incentivo às micro e pequenas empresas vinculados a universidades (como o Cietec, na USP), programas de incentivo ao empreendedorismo e à inovação (como o Centro Minerva de Empreendedorismo, na Escola Politécnica da USP); − Analisar o nível em que cada conceito da Gestão de Desenvolvimento de Produtos é aplicado na indústria, identificando possibilidade de atuação das universidades para potencializar o uso desse conhecimento; − Desenvolver meios de maior integração entre as indústrias e as universidades, acelerando a transferência de conhecimento e melhorando o alinhamento das tendências de pesquisa; − Realizar comparações semelhantes à deste trabalho, porém sob enfoques diferentes, como por exemplo o incentivo à inovação em seus diversos níveis na indústria e no meio acadêmico nacionais, através de artigos em congressos reconhecidos como o CBGDP; − Pesquisar as causas das discrepâncias nos temas e sugerir medidas para minimizá-las; − Analisar mais profundamente a diferença de temas entre artigos nacionais e estrangeiros, para possivelmente nortear o avanço da indústria brasileira. Referências ACUR, N.; BOER, H.; LAUGEN, B.T. Clockspeed and new product development. Anais do 11th International Product Development Management Conference, Part 1, p. 169-182, Dublin, 2004.
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