O OBJECTO DA PSICOLOGIA

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PSICOLOGIA B - 12ºANO
Prof. Isabela Teixeira
Escola Secundária D. Dinis

Publicada em: Educação, Tecnologia
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O OBJECTO DA PSICOLOGIA

  1. 1. O objecto da Psicologia
  2. 2. A PSICOLOGIA <ul><li>A palavra Psicologia vai buscar a sua raiz etimológica a psyché, que significa alma, sopro de vida e também borboleta. </li></ul><ul><li>“ A psicologia é o estudo dos comportamentos e dos processos mentais” </li></ul>
  3. 3. A PSICOLOGIA <ul><li>O objecto da Psicologia é o estudo do comportamento e dos processos mentais </li></ul><ul><li>COMPORTAMENTO : todos os actos e reacções observáveis, tudo o que o organismo faz e que se pode observar. </li></ul><ul><li>ESTADOS MENTAIS : sentimentos, atitudes, emoções, pensamento, lembranças, fantasias, percepções, representações mentais… </li></ul>
  4. 4. A PSICOLOGIA <ul><li>OBJECTIVOS DA PSICOLOGIA </li></ul><ul><li>DESCREVER : descrever uma determinada situação, que se traduz num certo comportamento ou num problema mental específico. </li></ul><ul><li>EXPLICAR : procura dar explicações para os fenómenos descritos. </li></ul><ul><li>PREVER : procura fazer previsões sobre a possibilidade de se virem a verificar certos comportamentos, ou a desenvolver determinados processos mentais. </li></ul><ul><li>CONTROLAR : procura controlar a ocorrência de futuros comportamentos ou processos mentais. </li></ul>
  5. 5. PSICOLOGIA E SENSO COMUM <ul><li>PSICOLOGIA </li></ul><ul><li>Ciência </li></ul><ul><li>Procura aprofundar os seus conhecimentos </li></ul><ul><li>Aplica métodos rigorosos e definidos </li></ul><ul><li>Atinge conclusões objectivas </li></ul><ul><li>Conhecimentos rigorosos </li></ul><ul><li>SENSO COMUM </li></ul><ul><li>Forma de sabedoria popular </li></ul><ul><li>Conhecimentos superficiais e incertos </li></ul><ul><li>Imetódico </li></ul><ul><li>Conclusões subjectivas </li></ul><ul><li>Conhecimentos pouco rigorosos </li></ul>
  6. 6. TAREFA: <ul><li>Fazer as fichas nº 41 e 42 do Dossier do aluno </li></ul>
  7. 7. ALGUMAS DICOTOMIAS DA PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
  8. 8. INATO/ADQUIRIDO <ul><li>O PÓLO INATO </li></ul><ul><li>Os defensores desta prevalência defendem que há uma natureza em nós, no nosso corpo, nos nossos genes, que é responsável pelo que somos e pela forma como nos comportamos. </li></ul><ul><li>O comportamento humano seria determinado pela hereditariedade. Seria o património genético herdado dos progenitores que definiria a constituição orgânica e psicológica dos indivíduos. </li></ul>
  9. 9. INATO/ADQUIRIDO <ul><li>O PÓLO INATO: alguns autores… </li></ul><ul><li>FREUD- afirma a existência de duas pulsões inatas: as pulsões de vida (visam a autopreservação do individuo) e as pulsões de morte (base dos comportamentos agressivos). </li></ul><ul><li>LORENZ - o comportamento animal é instintivo, estando as suas condutas predeterminadas no sistema nervoso </li></ul><ul><li>GESEL – os comportamentos sucedem-se numa ordem determinada inalterável, obedecendo a um programa genético. </li></ul><ul><li>CHANGEUX – o comportamento humano explica-se a partir de circuitos nervosos </li></ul>
  10. 10. INATO/ADQUIRIDO <ul><li>O PÓLO ADQUIRIDO </li></ul><ul><li>Nós somos o produto do que aprendemos e dos ambientes em que vivemos. </li></ul><ul><li>A forma como somos educados e aquilo que aprendemos são responsáveis pelo que somos e pelos comportamentos que manifestamos. </li></ul>
  11. 11. INATO/ADQUIRIDO <ul><li>O PÓLO ADQUIRIDO: alguns autores… </li></ul><ul><li>WATSON – o comportamento é constituído pelo conjunto de respostas aprendidas em relação a determinados estímulos. </li></ul><ul><li>SKINNER – o comportamento é assegurado pelo reforço. </li></ul><ul><li>BANDURA – os comportamentos têm origem na observação e na imitação de modelos sociais. </li></ul>
  12. 12. CONTINUIDADE/DESCONTINUIDADE <ul><li>CONTINUIDADE… </li></ul><ul><li>Os autores que se inscrevem nesta perspectiva defendem que os comportamentos mudam de forma gradual. </li></ul><ul><li>O autor exemplificativo é Watson , que com as suas leis defende o condicionamento na base da aquisição das respostas comportamentais, indo dos comportamentos mais simples aos mais complexos. </li></ul>
  13. 13. CONTINUIDADE/DESCONTINUIDADE <ul><li>DESCONTINUIDADE… </li></ul><ul><li>Os autores que se inscrevem nesta perspectiva defendem que os comportamentos resultam de uma sucessão de estádios, defendendo a descontinuidade. </li></ul><ul><li>Freud e Piaget são os autores exemplificaticos desta linha </li></ul><ul><li>Este tipo de teorias tende a ver as transformações nos comportamentos como envolvendo momentos de reorganização, que provocam mudanças qualitativas. </li></ul>
  14. 14. ESTABILIDADE/MUDANÇA <ul><li>ESTABILIDADE : reconhecemo-nos e somos reconhecidos, mesmo quando desempenhamos papéis diferentes. Esta característica remete para a noção de personalidade. Esta representa uma continuidade, consistência e coerência no modo de ser e de estar. </li></ul><ul><li>MUDANÇA : é defendida sobretudo pelos autores que abordavam o comportamento das crianças e dos adolescentes. Nestas fases da vida humana domina a mudança, a transformação e o desenvolvimento </li></ul>
  15. 15. ESTABILIDADE/MUDANÇA <ul><li>Nem sempre a estabilidade é incompatível com a mudança. A personalidade é um bom exemplo disso. É um conceito em que, apesar de existirem características estáveis, não existe um carácter estático: a personalidade constrói-se ao longo da vida, é um processo dinâmico que envolve necessariamente mudança </li></ul>
  16. 16. INTERNO/EXTERNO <ul><li>INTERNO : o pólo interno costuma aparecer ligado ao corpo e ao que se passa dentro de nós. Por outro lado, o interior relaciona-se com as emoções, os pensamentos, os sentimentos </li></ul><ul><li>EXTERNO : surge associado ao contexto e à situação, as relações de socialização, a cultura. Relaciona-se com os estímulos que nos afectam </li></ul>
  17. 17. INTERNO/EXTERNO <ul><li>O interior e o exterior existem num permanente diálogo, devido à interacção que a cada momento vivemos com o mundo que nos rodeia. O que sentimos e o que pensamos, o que sabemos e o modo como agimos, estão dentro e fora de nós, em permanente reconstrução. </li></ul>
  18. 18. INDIVIDUAL/SOCIAL <ul><li>INDIVIDUAL : as concepções que se centram nos aspectos individuais salientam as características humanas: corpo, emoções e satisfação de necessidades primárias . </li></ul><ul><li>SOCIAL : radica no carácter do ser humano na sua vivência social, no facto de pertencer a uma comunidade, com os seus padrões culturais, valores, normas, etc. </li></ul>
  19. 19. INDIVIDUAL/SOCIAL <ul><li>O ser humano só adquire o seu estatuto de humanidade no contexto das interacções sociais, pelo que não podemos separar os aspectos individuais dos sociais. </li></ul>
  20. 20. TRABALHO DE GRUPO <ul><li>TAREFAS: </li></ul><ul><li>1 – Escolher um tema de entre os vários assuntos que foram abordados ao longo do ano lectivo. </li></ul><ul><li>2 – Abordar o tema à luz das dicotomias: </li></ul><ul><li>- Inato/adquirido </li></ul><ul><li>- Continuidade/descontinuidade </li></ul><ul><li>- Estabilidade/mudança </li></ul><ul><li>- Interno/externo </li></ul><ul><li>- Individual/social </li></ul>

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