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4. Bibliografia.
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Investimento em P&D e a variação do PIB no Brasil.doc

  1. 1. O Brasil vem ganhando destaque nos últimos anos como um país desenvolvido em potencial e com uma economia capaz de se tornar a maior do hemisfério sul. O investimento vem crescendo desde o início do milênio e as políticas de desenvolvimento se multiplicando. Um dos setores chave de investimento é o de Pesquisa e Desenvolvimento, com uma taxa constante do PIB destinada a ele ano após ano e até um aumento de investimento desde o início de 2000 até os anos recentes. O país desenvolveu nos últimos 15 anos um conjunto de instrumentos e estratégias para o desenvolvimento científico e tecnológico, e antes disso iniciativas estatais – como a criação do CNPq e da Capes em 1951 e de algumas empresas de alta intensidade tecnológica, como Embraer, Embrapa e Petrobrás – e privadas vem criando um campo de trabalho que permitirá avanços importantes nos próximos períodos de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento. Alguns exemplos são a Lei do Bem (Lei 11.196/05), a qual oferece incentivos fiscais para empresas que investem em P&D, sendo eles: (Dedução de até 34% no IRPJ e CSLL, redução de 50% no IPI na compra de máquinas e equipamentos destinados à P&D, depreciação e amortização acelerada desses bens), com o objetivo de tornar o setor privado mais competitivo e desenvolvido. A Finep é uma empresa pública brasileira a qual visa o fomento ao desenvolvimento tecnológico e a pesquisa científica para empresas e universidade através do financiamento reembolsável (voltado para média e grandes empresas que buscam apoio em um plano de investimento focando a inovação) e financiamento não reembolsável (voltado para centros de pesquisa tanto públicos e privados, sem fins lucrativos, para a aplicação de projetos científicos e desenvolvimento tecnológico, de infraestrutura de pesquisa, bem como de capacitação de recursos humano) Outra iniciativa é a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), o qual é uma das principais agências de apoio à pesquisa cientifica no país, com um orçamento de 1% do total arrecadado em carga tributária do estado de São Paulo, a instituição realiza uma avaliação sobre os projetos encaminhados pelos méritos científicos ou tecnológicos de acordo com as normas da fundação, e promove bolsas, auxílios e programas voltados a pesquisa em todas as áreas do conhecimento.
  2. 2. Ou seja, há uns 60 anos estamos ampliando nossa base acadêmica, industrial e tecnológica, nossas políticas para essa área têm se caracterizado por continuidade e aperfeiçoamento e com o intuito de verificar a eficiência e eficácia desse dispêndio, analisamos alguns indicadores, como o número de doutores formados, o número de periódicos publicados e o investimento ano a ano. Outras análises são feitas em cima do comportamento desses investimentos com relação a variação do PIB e a Inflação no Brasil, além da comparação desses com o de países do resto do mundo, tanto os desenvolvidos e os emergentes quanto os países com menos destaque econômico. 1. Despesa Nacional em Pesquisa e Desenvolvimento. O Brasil tem uma das economias com maior potencial mundial, faz parte de grupos econômicos importantes, como o BRIC’s, há tempos vem se destacando por deixar de ser o país do futuro. É possível verificar esse crescimento quando se analisa alguns dados dos últimos anos, como a variação do PIB – que saltou de 644,7 bilhões de dólares em 2001 para 1 trilhão e 620 bilhões em 2010, dez anos depois – e a taxa do IPCA, em período semelhante. PIB Brasil em US$Bi.
  3. 3. IPCA Acumulado ao ano. É possível verificar no gráfico acima que o IPCA Acumulado no Ano no começo da década atingia valores muito altos e foi se estabilizar apenas a partir de 2006, ficando entre 4,3% e 6,5%, aliado a isso o investimento em reais cresce vertiginosamente e também cresce mais a partir de 2006 – de R$23.844.600,00 para R$50.115.700,00 em 2011 – do que ao período anterior a 2006 – crescimento de R$13.580.000,00 em 2001 para R$20.856.600,00 em 2005 – quando o índice já se encontrava mais estável. A inflação se mostra como um fator importante no investimento a esse setor, pois só com uma estabilidade no índice é possível verificar um aumento real e significante no dispêndio. Investimento em P&D em R$.
  4. 4. Outro indicador base para se analisar o crescimento da despesa em Pesquisa e Desenvolvimento é a porcentagem do PIB destinada ao mesmo. Como podemos ver no gráfico abaixo, o investimento sofre uma queda entre 2001 e 2005 – mesmo período que o IPCA está em alta e que os investimentos em reais crescem pouco – mas vem em uma linha crescente no período seguinte. % do PIB investido em P&D. Ou seja, temos uma porcentagem constante do PIB destinada à P&D e essa porcentagem é altamente influenciada pelo PIB do país, obviamente, e pelo nível de inflação de forma indireta. Levando em consideração alguns países, como os pertencentes ao BRIC’s Rússia, China e Índia e outros mais desenvolvidos como Estados Unidos, Alemanha e Japão, têm índices de despesa em P&D muito diferentes dos brasileiros. O Brasil investiu, aproximadamente, 1,3% do PIB em 2012, 2013 e 2014 – cerca de 30 bilhões por ano – o que, em termos reais, é um número baixo, mas que se compara a número de outros países em situações semelhantes de desenvolvimento, como a Índia e a Rússia, e alguns que são mais desenvolvidos economicamente, como Canadá e Austrália. Entretanto em porcentagem, dessa lista, o Brasil só está na frente da Índia (0,9% - 2012, 0,85% - 2013 e 0,9% - 2014) apesar de ter tido um PIB nos três anos maior do que o de Índia, Canadá, Austrália, 2012 2013 2014 P&D em US$ Bi Estados Unidos 434,50 452,57 469,51 Japão 200,77 201,89 166,63 China 131,76 156,37 184,81 Alemanha 101,59 90,89 105,41 França 62,75 60,06 62,90 Reino Unido 44,32 44,31 45,41 Coréia do Sul 43,29 44,02 46,96 Canadá 33,79 34,61 34,68 Brasil 32,20 29,23 29,19 Austrália 31,84 35,25 35,89 Rússia 28,57 30,26 31,45 Índia 16,92 15,80 16,89
  5. 5. Coréia do Sul e Rússia, e está quase 1 ponto percentual abaixo da média mundial de 2,2% do PIB destinado a Investimento em P&D. Mesmo estando abaixo da média e longe dos países desenvolvidos, o investimento em Pesquisa e Desenvolvimento vem crescendo nos últimos dez anos e principalmente nos últimos cinco, em que acompanhamos o crescimento do PIB. Se considerarmos o nível competitivo de concorrência mundial acima de 100 bilhões de dólares o Brasil precisaria investir uma porcentagem semelhante à da Coréia do Sul – 3,6% - com o PIB atual em torno de 1,6 trilhões de dólares. Essa porcentagem é metade do investido no setor de Educação e aproximadamente o investimento público em Saúde, entre 2012 e 2014. Como foi dito antes, o Brasil já conseguiu trabalhar de forma a ter uma porcentagem constante do PIB destinada ao investimento nesse setor e vemos, atualmente, um crescimento no Produto do Brasil e estabilização da inflação. Também é importante lembrar que o dispêndio em P&D só foi ser relevante a partir de 2006 e movimento semelhante ao que ocorreu no setor da Educação – 4,5% em 2005, 4,9% em 2006, 5,6% em 2010 e 6,2% em 2013. Apesar de a Educação ser um setor que recebe muito mais atenção do governo, não é absurdo imaginar um aumento de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento imaginando que são semelhantes e possuem o objetivo em comum de criar uma sociedade autossustentável em tecnologia e conhecimento. 2. Indicadores de Resultados: Investimento em Bolsas para Doutores, Número de Doutores Formados e Número de Periódicos Publicados. Para mensurarmos os resultados os indicadores escolhidos são o número de periódicos publicados pela Capes e o número de doutores formados no Brasil ao longo dos, aproximadamente, 15 anos. É possível verificar que o número de periódicos é crescente no Brasil desde o início dos anos 2000, no entanto é mais acentuado no entre 2005 e 2012 com um crescimento de cerca de 20.000 periódicos publicados a mais. Como foi levantado anteriormente, esse crescimento coincide com o aumento de investimento nominal em Educação e também em P&D.
  6. 6. Número de Periódicos Publicados. Um estudo da FAPESP, em novembro de 2011, mostrou que, entre 2008 e 2010, o Brasil era o responsável por 56% dos artigos publicados na América Latina, e que só São Paulo era responsável por 25,5% desses artigos, estando a frente de países como México, Argentina e Chile. Os temas principais desses artigos eram na área de Agricultura (7.689 artigos), Química (7.484 artigos), Física (6.929 artigos) e Engenharia (5.514 artigos) e o foco nesses campos fica ainda mais evidente quando se investiga a distribuição do investimento em P&D no Brasil: Alimentos e Bebidas, Refino nuclear e de petróleo, Indústria Química e Farmacêutica, Indústria Automotiva, Máquinas, Equipamentos e Materiais Elétricos e Equipamentos de Transporte tomam uma parte de quase 83% do investimento, com 17% restante destinado a todos os outros campos de pesquisa. Distribuição do gasto em P&D na indústria de transformação - 2005 Brasil Espanha Coréia do Sul Alemanha EUA Automotiva 23,8% 14,4% 16,9% 33,3% 10,1% Refino de petróleo e nuclear 13,6% 1,7% 1,0% 0,2% 0,9% Outros equipamentos de transporte 10,5% 12,9% 2,3% 6,5% 12,5% Química (exclusive farmacêutica) 9,0% 6,6% 6,1% 8,6% 5,1% Eletrônica e equipamento de comunicações 7,5% 4,3% 53,7% 9,5% 18,6% Máquinas e materiais elétricos 5,2% 5,4% 2,2% 3,3% 1,5% Máquinas e equipamentos 4,9% 10,8% 5,1% 12,0% 5,4% Alimentos e Bebidas 4,2% 5,2% 1,5% 0,8% 2,0% Farmacêuticas 4,0% 17,6% 2,1% 9,8% 21,9% Outros 17,3% 21,1% 9,1% 16,0% 22,0% Ao contrário do que foi visto anteriormente com relação à alocação do investimento, em que o Brasil vai na contramão do mundo, esse fluxo de assuntos mais
  7. 7. pesquisados está alinhado com o que acontece nos melhores países no que diz respeito à Pesquisa e Desenvolvimento: entre 2008 e 2010 o Canadá teve em Agricultura, Física, Química e Engenharia um equivalente a 40.000 periódicos publicados, enquanto a Espanha teve um total de 45.000. O segundo indicador escolhido para análise da eficiência do nosso investimento em P&D é o número de doutores formados no Brasil – um indicador clássico em qualquer análise voltada para tecnologia, ciência e desenvolvimento. Contrário ao todos os outros indicadores que estudamos, o Brasil em 2004 sofre uma queda na formação de doutores, apesar de ter um aumento de investimento e um aumento de periódicos publicados, e até 2013 não conseguiu alcançar o mesmo número de doutores formados em 2003. Ou seja, provavelmente o aumento das publicações foi, em sua maioria, por conta de periódicos de graduandos e o investimento foi voltado à graduação, como disse Carlos Henrique de Brito Cruz em Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil: desafios para o período de 2011 a 2015, ao fazer uma comparação do número de doutores brasileiros formados com o de Índia, China, Espanha e Coréia do Sul: ”... de 1995 a 2002, a taxa de crescimento do número de doutores formados anualmente foi de 14%, caindo para 5,4% a.a., a partir de 2003.” Número de Doutores Formados. Outro fator determinante para criação de um ambiente propício a tecnologia e desenvolvimento é o envolvimento das empresas privadas no investimento em novas pesquisas e formação de doutores. Nossos doutores são voltados para academia enquanto em alguns países, como o EUA, por exemplo, ocorre de 80% dos cientistas formados serem empregados para desenvolvimento específico de novas tecnologias ou
  8. 8. aprimoramento de tecnologias existentes em empresas, e isso atrapalha o desenvolvimento desse setor, pois a criação de novas tecnologias vem 90% das empresas, e não das universidades, ou seja, nosso foco está na contramão do que ocorre no resto dos países que investem de forma competitiva em Pesquisa e Desenvolvimento. A pós-graduação tem problemas que vêm sendo apontados no Brasil desde a década de 80, mas ainda assim vem evoluindo. O principal problema apontado é a falta de convivência dos doutores brasileiros com os doutores internacionais, que são os melhores e isso acaba por limitar nossa influência e nossa qualidade. Ou seja, estamos evoluindo no campo da graduação, formando mais alunos interessados em pesquisa, publicando mais artigos voltados para inovação e tecnologia, aumentando nosso investimento em desenvolvimento e ainda melhorando o dispêndio em educação básica por ano, porém não há um esforço equivalente voltado para a pós-graduação, em específico para formações de doutores, uma vez que estamos formando menos do que já tivemos capacidade, os que estão se formando tem pouca convivência internacional essencial para um ensino de qualidade e mesmo quando se formam as empresas não os empregam buscando aplicar seus conhecimentos em pesquisa, desenvolvimento de novas tecnologias ou aperfeiçoamento das já existentes. 3. Conclusões. Vimos que o Brasil conseguiu criar uma linha de crescimento em Pesquisa e Desenvolvimento, baseado em indicadores econômicos fortes, com políticas voltadas ao incentivo à pesquisa e desenvolvimento em novas tecnologias, criação de empresas com grande intensidade tecnológica e buscando aumentar o investimento em Real cada vez mais. Com isso vamos nos aproximando dos países que investem de forma competitiva em inovação e aumentando em quantidade e qualidade o número de periódicos publicados e nos tornando referência de P&D na América Latina. No entanto, ainda temos muitos problemas, como já foi dito antes principalmente na parte de pós- graduação, na eficiência da alocação de recursos, pois formamos doutores que são singularmente encaminhados para as universidades e com pouca experiência e chance no mercado e sem um intercâmbio cultural com os outros doutores no mundo de forma a enriquecer nosso sistema de Pesquisa e Desenvolvimento na pós-graduação. Apesar de termos um dos maiores Produto Interno Bruto do planeta, investimos abaixo da média mundial ficando atrás de países menores como a Coréia do Sul e
  9. 9. Espanha, investimos quase exclusivamente com dinheiro público e o setor privado ainda tem baixa participação ao se comparar com outros países. É necessário aplicar politicas que sejam de incentivo fiscal ou de subsídios, para mudar essa realidade em que, se não aumentarmos o PIB do Brasil só aumentamos investimento alterando a porcentagem destinada ao setor. Temos uma lacuna para expansão no setor privado e isso tem que ser aproveitado de forma eficiente para podermos crescer em inovação. As iniciativas governamentais tomadas para aumentar o desempenho do país em P&D não tem uma mensuração clara de seus resultados diretos e é impreciso dizer quais iniciativas tem tido sucesso e quais precisão passar por uma reavaliação, atualmente. Por fim, o Brasil deve focar em criar um ambiente propício para o investimento empresarial em P&D e continuar o crescimento de seus investimentos no setor para manter o desenvolvimento do sistema de ensino superior e de pesquisa científica, melhorando a capacidade nacional de criação de ciência, tecnologia e inovação.
  10. 10. 4. Bibliografia. - “Brasil em números”, IBGE, volume 20, 2012; - “Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil: desafios para o período 2011 a 2015”, Carlos Henrique Brito da Cruz, 2010; - “Parcerias estratégicas”, Centro de Estudos Estratégicos do Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000; - “Perspectivas do Investimento no Brasil: Síntese Final”, David Kupfer e Mariano F. Laplane, 2010; - “O Dispêndio Privado em P&D - Fórum Mundial de Ciência 2013”, Pedro Wongtschowski, 2012; - “Brasil, ciência, tecnologia: alguns dilemas e desafios”, Hernan Chaimovich, 2000; - “Inovação é pequena por excesso de regras e nível baixo de educação, diz CNI” - http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/05/12/inovacao-e-baixa-por-excesso- de-regras-e-nivel-baixo-de-educacao-diz-cni.htm, UOL Economia, 2015. - “Empresários consideram baixo o grau de inovação no país, mostra pesquisa.” - http://www.valor.com.br/brasil/4047496/empresarios-consideram-baixo-o-grau-de- inovacao-no-pais-mostra-pesquisa, Valor Econômico, 2015. - “Grau de inovação da indústria brasileira deixa a desejar.” - http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,grau-de-inovacao-da-industria-brasileira- deixa-a-desejar,1685604, Estadão Economia, 2015. - UNESCO Institute for Statistics - http://data.uis.unesco.org/; - Indicadores CNI - http://www6.sistemaindustria.org.br/gpc/externo/estatisticaAcessoSistemaExterno.faces - OECD Science, Technology and R&D Statistics - OECD iLibrary - www.oecd- ilibrary.org; - WordBank - http://data.worldbank.org/; - Eurostat - ec.europa.eu; - Trading Economics - http://pt.tradingeconomics.com/; - Portal Periódicos Capes http://www.periodicos.capes.gov.br/index.php?mn=0&smn=0 - GeoCapes - http://geocapes.capes.gov.br/ - Inep - http://portal.inep.gov.br/estatisticas-gastoseducacao-indicadores_financeiros- p.t.i._nivel_ensino.htm

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