Equipa morango
iTec – radical
Clara Kessler, Daniel Gregório, Gonçalo Valério, Júlia Lourenço, Luzie Fraustein
9ºB
Esta apresentação vai mostrar o nosso percurso ao longo do projeto iTEC radical,
proposto pela nossa professora de Ciência...
Para a nossa primeira atividade a professora propôs-nos descobrir quais são os nossos
conhecimentos sobre o sistema cardio...
1. A primeira, em que registámos as nossas espetativa em relação ao trabalho.
2. Na segunda gravação, mencionámos como é q...
A nossa segunda atividade consistiu, como todas as outras atividades, em expandirmos
o nosso conhecimento sobre o sistema ...
Depois de realizarmos a segunda atividade, fizemos uma atividade experimental com um
coração de porco, que é bastante seme...
Depois de realizar a experiência e depois de
avaliar o modelo do Corinth, a professora
pediu-nos para escrevermos a nossas...
 A cor do modelo não corresponde à cor do coração real;
 As aurículas não têm aspeto e tamanho muito realistas;
 Na rea...
O Corinth Classroom B é uma plataforma disponível na internet para alunos e
professores para se aprender melhor manipuland...
Achamos que o trabalho correu muito bem e que aprendemos
muito com esta atividade, já que foi muito divertida e
interessan...
Boas férias!
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I tec.radical equipa morangos

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Descrição do trabalho desenvolvido no decurso da participação no projeto iTEC Radical.

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I tec.radical equipa morangos

  1. 1. Equipa morango iTec – radical Clara Kessler, Daniel Gregório, Gonçalo Valério, Júlia Lourenço, Luzie Fraustein 9ºB
  2. 2. Esta apresentação vai mostrar o nosso percurso ao longo do projeto iTEC radical, proposto pela nossa professora de Ciências Naturais, Rosália Ribeiro. Este projeto consistiu na exploração do sistema cardiovascular, com recurso, entre outras tecnologias, plataforma “Corinth Classroom”. Todas as nossas atividades estão descritas no nosso blogue, que pode ser consultado, em: http://sistemacardiorrespiratorio.blogspot.pt/ Nós somos a equipa morango, compostos pelos seguintes alunos: Clara Kessler (a nossa líder), Daniel Gregório, Gonçalo Valério, Júlia Lourenço e Luzie Fraustein. Blogue:
  3. 3. Para a nossa primeira atividade a professora propôs-nos descobrir quais são os nossos conhecimentos sobre o sistema cardiovascular. Foi-nos fornecido uma espécie de guião, pelo qual nos guiamos e em seguida afixámos as respostas num cartaz na nossa sala. As perguntas a que não tínhamos resposta deixámos por responder, já que o objetivo era descobrir o que já sabíamos, e tomar consciência do que não sabíamos, sem ter medo de errar. No decorrer da atividade, tivemos a visita de um “intruso” que era um colega de outra equipa que nos apontou algumas sugestões e nos colocou algumas questões…
  4. 4. 1. A primeira, em que registámos as nossas espetativa em relação ao trabalho. 2. Na segunda gravação, mencionámos como é que o trabalho estava a correr e se tudo funcionou. 3. Na terceira gravação iremos registar as nossas conclusões acerca do trabalho, se correu tudo como planeado, se foi como tínhamos previsto e se gostámos. Para registar a nossa evolução durante o trabalho, fizemos três gravações:
  5. 5. A nossa segunda atividade consistiu, como todas as outras atividades, em expandirmos o nosso conhecimento sobre o sistema cardiorrespiratório. A nossa professora fez 3 tabelas, uma para cada grupo, num Google Doc’s, e em cada tabela tínhamos tópicos, como a constituição do sistema cardiovascular, a função do coração e a composição do sangue entre outros, relacionados com o sistema cardiovascular. Tínhamos de pesquisar sobre estes na internet e em livros e outras fontes. Devíamos registar nestas tabelas com esquemas, imagens e/ou textos. Encontramos vários factos curiosos, como, por exemplo, que, por volta ano 170 d.c., Cláudio Galeno defendia que o sangue era produzido no fígado, e Harvey pensava que o fígado precisaria de produzir 250l por hora para manter o corpo em funcionamento. Antigamente, também se pensava que o coração era o órgão que coordenava todos os outros, sendo o mais importante, ocupando sempre o centro do corpo de todos os seres vivos.
  6. 6. Depois de realizarmos a segunda atividade, fizemos uma atividade experimental com um coração de porco, que é bastante semelhante ao coração humano. Lamentavelmente, só um de três corações disponibilizados para este trabalho estava num estado aceitável. O objetivo desta experiência era aumentar o nosso conhecimento sobre a constituição e o funcionamento do coração, e comparar o coração real com o modelo virtual do coração disponível na plataforma do Corinth Classroom. Ao olharmos para o coração, chegamos à conclusão de que:  o ventrículo direito é maior do que o ventrículo esquerdo, e que o miocárdio do ventrículo esquerdo é mais espesso do que a parte do miocárdio do ventrículo direito;  As paredes de ambos os ventrículos são mais espessas do que as paredes das aurículas;
  7. 7. Depois de realizar a experiência e depois de avaliar o modelo do Corinth, a professora pediu-nos para escrevermos a nossas críticas acerca do modelo num mapa mental criado no Cacoo. Os nossos colegas de turma também escreveram as suas críticas neste mapa de modo a que todos puderam ver as observações de todos, e comentá-las, ou seja, houve trabalho colaborativo.
  8. 8.  A cor do modelo não corresponde à cor do coração real;  As aurículas não têm aspeto e tamanho muito realistas;  Na realidade, o miocárdio do ventrículo esquerdo é muito mais espesso em relação ao miocárdio do ventrículo direito, enquanto que, no modelo, esta diferença de espessura não é tão evidente. Na segunda fase da experiência, que consistia na comparação do coração com o modelo virtual, identificamos algumas diferenças: Além disso:  É pena que o Corinth classroom existe apenas em inglês, e assim não podemos “estudar” o coração com os mesmos termos que aprendemos.  A manipulação do coração na plataforma virtual não dispensa a manipulação real, mas ajuda a interpretar o coração, e ajuda a aprender os termos correspondentes;
  9. 9. O Corinth Classroom B é uma plataforma disponível na internet para alunos e professores para se aprender melhor manipulando modelos 3D virtuais.
  10. 10. Achamos que o trabalho correu muito bem e que aprendemos muito com esta atividade, já que foi muito divertida e interessante, apesar de termos tido pouco tempo para o realizar, e a nossa organização do tempo não foi muito vantajosa. Correu mais ou menos como pensamos e aprendemos muitas coisas não só sobre o sistema cardiovascular, mas também sobre a utilização de programas que ainda não dominamos. Estamos gratos pela possibilidade de fazer este trabalho, porque é uma maneira de nos prepararmos para a nossa vida futura.
  11. 11. Boas férias!

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