COISAS DO NOSSO ALGARVE Caldas de Monchique A cerca de 6 kms de Monchique, num vale, entre o azul do céu Algarvio e o verd...
O casario branco vive em harmonia com o verde do arvoredo
Aqui fica a recepção central para as Termas com SPA Resort da Vila Termal das Caldas de Monchique
Por entre esta singular beleza, desperta a atenção uma casa centenária voltada para o azul do céu, apenas visível a meia f...
Do outro lado, entre dois álamos centenários, temos a Estalagem  D. Lourenço.
Um pouco mais acima encontramos a  Albergaria do Lageado.
Esta é a Praça Central com álamos que contribuem para a frescura agradável ao sabor de uma boa refeição serrana.
A Praça Central tem um lindíssimo Restaurante com ambiente calmo ao estilo dos ares da Serra.
Um alambique utilizado para fermentação do típico medronho de Monchique.
Ainda nesta Praça central encontramos um atelier de exposições
lá dentro não é permitido fotografar… paciência, fica por dar a conhecer este pequeno espaço interior.
Continuando o passeio, não poderemos deixar de apreciar
o típico casario que embeleza estas Termas e que
retrata a arquitectura e a construção da época,
misturada com a recuperação de edifícios antigos
e a nova construção enquadrada no respectivo meio ambiente,
como poderemos ver nestas imagens
que na verdade reproduzem luz e cor a este vale
onde se localizam as Termas das Caldas de Monchique.
Vamos agora percorrer a zona de lazer situada no fundo do vale.
Para o efeito, descemos por uma escadaria de construção recente.
A meio percurso começamos por avistar uma piscina
que parece deslizar ao sabor de um manto de relva devidamente tratada
tal como aqui vêm os nossos olhos.
Reza a história antiga, que os Romanos por aqui andaram
descobrindo os bons benefícios destas excelentes águas termais.
Depois, em 1495 D. João II mandou efectuar melhoramentos
para desfrutar das propriedades terapêuticas desta água sagrada
assim designada pelos Romanos quando aqui se instalaram.
Mais tarde, por volta de 1691 a administração deste espaço real
passou a ser gerida e aproveitada pelos Bispos do Algarve.
Depois, passou a ser gerida pelo Estado Português e, finalmente, em 1994 foi adquirida pela Fundação Oriente
que efectuou importantes obras de remodelação e de restauro.
Em 1940 foi construída a Capela de Santa Teresa
Destacando-se a entrada tipo alpendre com dois pilares e no seu interior uns bonitos azulejos datados do sec. XVIII.
Por detrás da Capela passa a estrada sob a Ponte Romana com destino a Monchique, sucessivamente recuperada.
Em frente à Capela, junto a uma pequena ponte, está a “Casa Velha” de construção em madeira.
Após um merecido descanso, vamos até à Fonte dos Amores.
Subindo por socalcos equipados com bancos e mesas, estes convidam o visitante a uma apetitosa merenda
cujo lugar é um paraíso de infindável prazer e de tranquilidade.
Aqui, nesta “Fonte dos Amores” brota água fresca, acessível a todos visitantes que não se cansam de encher os garrafões.
Este jogo de sombra e luz entrelaçado por entre as folhas dos eucaliptos, provoca-nos uma inconfundível calma interior
ao som do vento misturado com o chilrear dos pássaros e o cantar das cigarras.
Terminada a visita, poderá descansar nestes toscos bancos e mesas de pedra, cujo paraíso não irá esquecer.
Uma produção de: www.umraiodeluzefezseluz.blogspot.com [email_address] F I M
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Termas de Monchique

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  1. 1. COISAS DO NOSSO ALGARVE Caldas de Monchique A cerca de 6 kms de Monchique, num vale, entre o azul do céu Algarvio e o verde das Montanhas da Serra, situa-se Caldas de Monchique. Yoga Zone For Meditation Avanço automático
  2. 2. O casario branco vive em harmonia com o verde do arvoredo
  3. 3. Aqui fica a recepção central para as Termas com SPA Resort da Vila Termal das Caldas de Monchique
  4. 4. Por entre esta singular beleza, desperta a atenção uma casa centenária voltada para o azul do céu, apenas visível a meia fachada.
  5. 5. Do outro lado, entre dois álamos centenários, temos a Estalagem D. Lourenço.
  6. 6. Um pouco mais acima encontramos a Albergaria do Lageado.
  7. 7. Esta é a Praça Central com álamos que contribuem para a frescura agradável ao sabor de uma boa refeição serrana.
  8. 8. A Praça Central tem um lindíssimo Restaurante com ambiente calmo ao estilo dos ares da Serra.
  9. 9. Um alambique utilizado para fermentação do típico medronho de Monchique.
  10. 10. Ainda nesta Praça central encontramos um atelier de exposições
  11. 11. lá dentro não é permitido fotografar… paciência, fica por dar a conhecer este pequeno espaço interior.
  12. 12. Continuando o passeio, não poderemos deixar de apreciar
  13. 13. o típico casario que embeleza estas Termas e que
  14. 14. retrata a arquitectura e a construção da época,
  15. 15. misturada com a recuperação de edifícios antigos
  16. 16. e a nova construção enquadrada no respectivo meio ambiente,
  17. 17. como poderemos ver nestas imagens
  18. 18. que na verdade reproduzem luz e cor a este vale
  19. 19. onde se localizam as Termas das Caldas de Monchique.
  20. 20. Vamos agora percorrer a zona de lazer situada no fundo do vale.
  21. 21. Para o efeito, descemos por uma escadaria de construção recente.
  22. 22. A meio percurso começamos por avistar uma piscina
  23. 23. que parece deslizar ao sabor de um manto de relva devidamente tratada
  24. 24. tal como aqui vêm os nossos olhos.
  25. 25. Reza a história antiga, que os Romanos por aqui andaram
  26. 26. descobrindo os bons benefícios destas excelentes águas termais.
  27. 27. Depois, em 1495 D. João II mandou efectuar melhoramentos
  28. 28. para desfrutar das propriedades terapêuticas desta água sagrada
  29. 29. assim designada pelos Romanos quando aqui se instalaram.
  30. 30. Mais tarde, por volta de 1691 a administração deste espaço real
  31. 31. passou a ser gerida e aproveitada pelos Bispos do Algarve.
  32. 32. Depois, passou a ser gerida pelo Estado Português e, finalmente, em 1994 foi adquirida pela Fundação Oriente
  33. 33. que efectuou importantes obras de remodelação e de restauro.
  34. 34. Em 1940 foi construída a Capela de Santa Teresa
  35. 35. Destacando-se a entrada tipo alpendre com dois pilares e no seu interior uns bonitos azulejos datados do sec. XVIII.
  36. 36. Por detrás da Capela passa a estrada sob a Ponte Romana com destino a Monchique, sucessivamente recuperada.
  37. 37. Em frente à Capela, junto a uma pequena ponte, está a “Casa Velha” de construção em madeira.
  38. 38. Após um merecido descanso, vamos até à Fonte dos Amores.
  39. 39. Subindo por socalcos equipados com bancos e mesas, estes convidam o visitante a uma apetitosa merenda
  40. 40. cujo lugar é um paraíso de infindável prazer e de tranquilidade.
  41. 41. Aqui, nesta “Fonte dos Amores” brota água fresca, acessível a todos visitantes que não se cansam de encher os garrafões.
  42. 42. Este jogo de sombra e luz entrelaçado por entre as folhas dos eucaliptos, provoca-nos uma inconfundível calma interior
  43. 43. ao som do vento misturado com o chilrear dos pássaros e o cantar das cigarras.
  44. 44. Terminada a visita, poderá descansar nestes toscos bancos e mesas de pedra, cujo paraíso não irá esquecer.
  45. 45. Uma produção de: www.umraiodeluzefezseluz.blogspot.com [email_address] F I M

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